História Stole My Heart - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, Sabrina Carpenter
Tags Sabrina Carpenter, The Walking Dead
Exibições 103
Palavras 2.389
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


DESCULPA A DEMORA

Capítulo 22 - Surprises


Fanfic / Fanfiction Stole My Heart - Capítulo 22 - Surprises

Chandler está parado em frente a janela, com as mãos nos bolsos, e com um sorriso acolhedor e curioso ao mesmo tempo.

-E então, você gostou?- Seu sorriso aumenta, e sua expectativa está a flor da pele.

-Isso é.. Incrível!!- Falo, com um sorriso largo estampado no rosto.

Corro na direção dele e dou-lhe um abraço.

Olho ao redor e contemplo o que está na minha frente:

É um ateliê, há telas e tinta. As paredes são brancas, e o teto, de madeira. É lindo.

-Quando... Quando você fez isso? Essa foi a coisa mais linda que fizeram por mim.

-Bom, eu achei que você merece um bom presente de aniversario...

-Mas, o meu aniversário é em novembro...

-Você sabe que eu não conseguiria esperar até lá...

-Tá mas.. Como você fez isso?

-Bom, eu tenho ganhado bastante com as gravações e tal, achei que deveria investir em algo útil, e para alguém importante.

-Você gastou o seu dinheiro comigo?

-Você merece.- Sorrio de um jeito que parece que o meu rosto vai rasgar.- E, eu admiro muito a sua ligação com pintura. As paredes em branco foram propositais, você pode fazer o que quiser com elas.

Meu sorriso aumenta cada vez mais, e o pior é o seguinte: não consigo parar.

-Isso é incrível! Ninguém nunca fez nada assim por mim.

Sento-me em um dos banquinhos, e gesticulo para que ele sente na minha frente.

-Então,  eu nunca vi essa parte da casa, onde estamos, exatamente? 

-Sótão. Nunca te mostrei como era aqui em cima porque não tinha nada para ver... Foi bem complicado para limpar, e arrumar aqui em cima, já que você e eu dividimos o mesmo teto. Eu tive que te enrolar umas 5 ou 6 vezes.

-Me enrolar?

-Sim.. Tive que pedir pra você me ajudar com caixas de presentes que fãs me entregam nas comic-cons. Lembra?

-Oh...- Ele pisca, e eu dou uma risada.

-Bem, eu e o Mingus vamos no shopping com a Sophie, quer vir?

-Claro! Que horas?

-Daqui umas 2 horas..

-Ta bem!

-Ok, eu vou descer, você vem?

-Não, eu... Eu vou ficar um pouquinho aqui.

-Ta bem..

Chandler fala, se levantando.

-E, Lice...

-Sim?- Viro para ele, que está na porta.

-Qual é a dessa sua ligação com pintura, e quadros?

-Bem, eu acredito que os quadros que eu pinto representam meus sentimentos, eles são a minha voz.

-Interessante.

Ele sai. Sento-me de frente para uma mesa onde tem uma tela em branco e uns pincéis do lado. Começo a abrir as gavetas, procurando lápis e tinta. Encontro na terceira. Quero fazer algo, eu preciso. Mas as ideias não vem.

Aí lembro da tarefa que a professora de Artes nos pediu: representar de alguma maneira o crescimento, a evolução, ou a mudança. E aí está.

Começo um esboço do contorno de uma cidade, de Londres, mais especificamente, e logo depois, uma lua. E então, começo a desenhar pessoas, voando. Uma referencia bem clara ao Peter Pan. Para falar a verdade, é um desenho da cena mais marcante da minha vida: Peter Pan ensinando Wendy e seus irmãos a voarem.

Essa imagem tem um significado muito forte para mim, e se enquadra perfeitamente na situação.

[...]

Termino o desenho, e começo a procurar as tintas certas. Ao encontra-las, começo a pintar o quadro.

[...]

-Então, mocinha... Você vem?- Escuto uma voz, vindo da porta. Não me assusta, mas me pega de surpresa. A voz já é conhecida, então, nem viro para encarar a pessoa. É Chandler quem está falando.

-Huumm?

-Não vai no shopping comigo?

-Vou... -Limpo o pincel.- Olha, estou quase terminando...- Levanto a tela e mostro para ele.

-Você tem um talento incrível.

-Obrigada!- Sorrio e levanto.- Vamos!

Me preparo para pegar a mão dele, como de costume, mas me detenho:

-Tá... Vamos, depois que eu lavar as mãos...

-Tudo bem..

Ele abre caminho para eu passar, e eu sigo para o banheiro.

-Vamos?

-Sim. Vamos até a casa do Mingus, e de lá, o Norman vai nos levar pra lá.- Meu queixo cai.

-Sério?

-Sim.

-Bem, então vamos.

[...]

Ainda não me acostumei com o fato de que sou amiga do Mingus, logo, de vez em quando vejo o Norman, pai dele e meu ídolo, e sempre que ele fala comigo, eu congelo completamente. Acho que ele deve me achar meio antipática, porque eu nunca consigo responder normalmente, mesmo que Chandler tenha me assegurado que ele me ache muito legal, ainda me sinto insegura com isso.

-Então, senhorita Alice.. Charlie, huh?- Mingus pergunta, ainda no carro, para quebrar o silencio.

-Então, senhor Mingus... Sophie, huh?- Pergunto, rindo um pouco.

-QUE?!- Norman pergunta, num tom brincalhão.

-Ah, Alice....- Mingus resmunga, rindo

-Não tem graça brincar com a Lice, ela sempre vira o jogo e nós que acabamos com cara de mané...- Chandler fala, rindo

-Coisa de garota...- Falo, rindo. Todos gargalham dentro do carro.

-A Alice fez isso com você também, senhor Chandler?- Norman pergunta, ainda se recuperando das ultimas gargalhadas.

-Hum, sim...

-Então o senhor aí atrás também está com uma garota, é?- Ele pergunta, olhando-o por um segundo pelo retrovisor. Chandler dá um pouco de ombros, mas não consegue ficar sério e então entrega o jogo completamente.- Ah, se o Andy e o Steven descobrem... O senhor vai ser assunto no set...

-Por favor, não!- Ele fala, ainda rindo...- De novo não!

-Tá bem...- Ele fala.- Por enquanto.

Chandler bufa, ainda rindo um pouco.

19:30 p.m.

Já estamos em casa, hoje foi, interessante. Eu e Chandler ficamos de vela para o Mingus e para a Sophie e o nosso clima ficou estranho. Eu e Chandler ficamos sozinhos na maior parte do tempo.

Jantamos lá, então, cá estou eu, pintando o quadro que iniciei esta tarde.

[...]

Ouço três batidas na porta, que retiram o foco do quadro.

-Entra....- Viro-me para ver quem está batendo. É Chandler.

-Então.. Você não vai dormir?

-Vou, mas.. Acho que ainda está cedo demais...

-Cedo?- Ele parece bem surpreso.

-Que horas são??

-11:30...

-QUE? SÉRIO? Meu Deus, eu perdi a noção do tempo.. Vamos, vamos dormir!- Agarro a mão dele e descemos as escadas.

Antes de entrar completamente no quarto, digo:

-Chandler,- Ele olha pra mim- obrigada, pelo que você fez e vem fazendo para e por mim. Significa muito.

-É sempre um prazer ajudar a senhorita a se sentir bem..- Ele sorri.

-Boa noite, Chan....

-Boa noite, Lice..- Ele sorri, e entra no quarto.

Entro no meu, coloco o pijama e vou dormir.

04/03/15, Terça-feira, 07:05 a.m.

Acordo com o despertador, mas, sinceramente, a única coisa que estou com vontade de fazer é ficar na cama.

Levanto e caminho -se é que posso chamar de caminhar, porque a preguiça é tão grande que pareço estar rastejando- até o banheiro.

Tomo um banho rápido, e vou até o closet.

Pego uma calça jeans, uma blusa, um moletom, um par de tênis e m colar.

Me visto e vou até a penteadeira e pego o colar que o Chandler me deu.

Desço ao terminar de arrumar o cabelo.

-Bom dia...- Digo, sentando-me na bancada.

-Bom dia.- Chandler sorri.

-Bom dia, meus amores..- Gina murmura, descendo as escadas.

-Bom dia..- Falamos em uníssono.

-Alice, meu docinho..- Viro-me para ela.- Isso estava na porta ontem... É pra você.- Ela me entrega uma caixa.

-O que será que é?- Pergunto, apoiando a caixa na bancada e abrindo o pacote delicadamente.

-Você não tava esperando nada?- Chandler fala, entregando duas canecas: uma pra mim, e outra para Gina.

-Não.. Mas acho que sei o que é... Tomara que seja...

E é, realmente, o que eu imaginei.

-Ah! Finalmente!!

-O que??- Ele dá um gole no café.

-O uniforme de basquete... Tiveram uns probleminhas pra conseguir uniformes, você sabe... Do meu tamanho...- Falo, num tom de piada.

Tiro o uniforme do pacote para observá-lo. É uma sensação tão boa virar a camiseta e ver “Farley” estampado, bem acima do número 24. É o número do Kobe Bryant, jogador dos Lakers, meu jogador favorito.

Não consigo esconder um sorriso radiante que se alarga a cada segundo que passa comigo olhando para aquele uniforme. Pode parecer besteira, mas, para mim, isso significa que posso superar meus limites e dificuldades. E eu não quero deixar esse sentimento escapar por entre os meus dedos. É um sentimento melhor que dor.

[...]

Eu e Chandler chegamos no colégio, e vamos até o pátio, onde normalmente ficamos antes da aula, para falarmos com os nossos amigos. Lucy está radiante. Melhor do que nos últimos dias. Isso me deixa mais feliz do que já estou.

-Ahn, Alice... Posso falar com você?-Charlie fala.

-Claro...- Ele levanta, e eu o sigo.

Ao nos afastarmos da mesa, ele fala:

-Bom... Eu....Han.... Ai... Como eu vou falar isso?..........Eu preciso saber, se você.. Sabe.. Ta afim do Chandler...

-O que?? Não! O Chan é o meu melhor amigo, e ponto. Sem contar o fato de que ele ta bem afim da Brianna, seja lá o por que disso....

-Ah, que bom..- Ele sorri aliviado e envergonhado ao mesmo tempo.

-Por que você quis saber isso?

-Bom.. Porque, eu não poderia continuar gostando de uma garota que gosta de outro cara.

-Mas, eu fiquei com você na festa, e venho ficando com você desde então. Por que estaria afim do Chandler? Sabe, eu e ele não nos desgrudamos porque moramos na mesma casa, ele é o meu melhor amigo, e além disso: ele foi o primeiro que eu conheci aqui, então, sabe? Eu e ele vivemos juntos. Mas é só amizade. Nós dois, eu e ele, sabemos disso. Inclusive, ele sempre pede a minha opinião sobre a Brianna, e pedia a minha opinião sobre a Hana. Mas é só isso. Confiança de amigo.

Ele parece pensar um pouco, mas logo fala:

-É, tem razão... Desculpa... É que de vez em quando eu não penso direito.

-Imagina.- Beijo a sua bochecha, e torno a caminhar na direção da mesa.

[...]

11:10 a.m. ,Aula de Artes

Hoje eu trouxe o quadro do Peter Pan para terminar, já que é pra entregar nessa aula. Estou concentrada, sentada de frente para o cavalete, terminando o quadro, quando o professor aparece atrás de mim e fala:

-Que bonito, Alice...

-Obrigada.- Digo, sem parar de pintar.

-Se importaria de me contar qual foi a sua intenção, ao pintar isso?

-Bem...- Começo, limpando as mãos, que estão muito sujas de tinta, em um paninho que a minha mãe me deu assim que começou a me ensinar a pintar.- A minha mãe que me ensinou a pintar, desenhar, e coisas do gênero. E, a primeira coisa que ela me disse foi que os meus desenhos devem falar por mim, e eu meio que levei isso muito a sério. Então, os meus desenhos são a minha voz. Se eu estou triste, eles representam tristeza, de alguma maneira, se estou feliz, eles representam felicidade, e assim por diante. Quando você disse que era para representarmos o crescimento, a evolução, ou a mudança, a única coisa que veio em mente foi isso. E esse quadro é carregado pelos meus sentimentos, e dá pra ver, que eu estava muito feliz quando comecei, e que estou muito feliz agora, que estou terminando, e essa é a beleza dele.- Sorrio ao ver a expressão de admiração do meu professor.

-Muito bem, obrigado. Não vou te atrapalhar mais.- Ele afaga meus cabelos em aprovação e sai.

Volto a pintar, e consigo terminar o quadro 15 segundos antes do sinal tocar.

Entrego-o para o professor, e me direciono para a porta, mas ele me chama:

-Alice, posso falar com você?

-Sim..- Volto, e fico de frente para a mesa dele.

-Bem, como deve saber... Temos uma seleção de alunos de alunos artistas, aqui no colégio.. 2 alunos por turma, e, vendo o seu trabalho, gostaria muito que participasse. Os três ganhadores vão para a competição entre 15 colégios da Geórgia. Se você aceitar, o que eu gostaria muito, tenho um formulário que você deve preencher, e me entregar até sexta feira. As provas serão comunicadas a você. O que acha?

-Claro! Meu Deus, sim! Eu sempre quis fazer algo assim! Sim, sim, sim! Se eu puder, pego o formulário agora e te entrego até amanhã.- Digo, com um sorriso radiante estampado no rosto.

Ele me passa o tal formulário, com um sorriso orgulhoso estampado no rosto, para depois concluir:

-Talvez você perca aula em algumas etapas da competição, mas não será considerado falta.

-Tudo bem! Não vou decepcioná-lo! Obrigada!

-Eu sei que não vai, tenho fé em você, Srta. Farley..

-Mais uma vez, obrigada! Até amanhã!

Saio da sala radiante, não sei dizer se estou andando normalmente, porque estou quase a ponto de saltitar.

Mingus, Sophie, Chandler, eu, Emma, Luiza e Lucy vamos até o refeitório. Não sei onde Charlie e Thomas estão. Vi Thomas falando com a Emma antes de sair da sala, mas depois disso? Nada.

Sentamos na mesa, e começamos a comer. Enquanto como algumas batatas fritas, leio atentamente o formulário de inscrição. 

P.O.V. Charlie

É agora. Calma, Charlie. É agora, vou parar de enrolar e finalmente chamar a Alice para sair. Se é que eu vou conseguir fazer isso. Vai ser difícil, eu fico nervoso perto dela. Thomas está me ajudando, ou tentando.

Caminhamos até a porta do refeitório. Onde a minha autoconfiança acaba.

-Cara, eu não posso fazer isso. E-eu.. Eu não consigo.

-Ah, qual é, cara? Tá com medo dela? Ela não vai te morder cara, vai dar tudo certo. – Ele tira um buquê de flores das costas.- To torcendo por você.

-Onde você conseguiu isso?

-O clube de jardinagem estava me devendo um favor.- Ele pisca.- Inclusive, eles também estão torcendo por você. Agora, vai.

Atravessamos o refeitório até a mesa onde ela está sentada.

-Oi, Alice...- Sussurro enquanto pouso a minha mão sobre o ombro dela.

-Oi!- Ela fala, em alto e bom tom, em meio ao barulho. Seu olhar pousa nas flores, e depois volta para mim, confuso e procurando por uma explicação.

-Bem, eu queria saber, se você tem alguma coisa pra fazer sábado a noite...- Ela faz que não com a cabeça.- Então.. Você... Quer sair comigo?

-Sábado a noite?- Murmuro um “uhum”- Claro!

Sinto a tensão do meu corpo ir embora. Entrego as flores para ela com um sorriso aliviado estampado no rosto.


Notas Finais


O que acharam??? Shippam Alice e Charlie?? Contem-me, adoraria saber!!
Roupa da Alice: http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=212454839
Até quinta, beijoss!


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