História Stone - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Ação, Aventuras, Drama, Paixões, Revelaçoes, Romance
Exibições 7
Palavras 2.535
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, pessoas.
Uma informação antes de iniciar-se a leitura: em categoria das histórias eu selecionei o game Amor Doce. Porém, a história não contém esse baseado - as imagens que serão colocadas são da artes de ChiNoMiKo, a mesma quem cuida desse jogo.
Como não há a categoria adequada pra minha história, eu coloquei isso. Mas lembre-se: não é inspirado.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Getting busy day


Fanfic / Fanfiction Stone - Capítulo 1 - Getting busy day


Talvez há uma conspiração que lute contra a minha existência. Hoje, pleno dia, todavia acordei cheia de inspiração. Pelo fato de que hoje iniciaria as corridas de cavalo no reino, talvez seja a minha tão determinada ansiedade. Desejei, logo de primeira, ao abrir minhas palpebras, algum apetite para estrear o vestido com jóias de diamante que meu pai alugou e mandou fazer o tecido inspirado e igualado e semelhante ao vestido de formatura de minha querida mãe - que há dias estava comentando com todas as amigas sobre o quão impressionante seria meu traje -. Hoje iriamos buscar o vestido já pronto que encomendamos no mês passado. Sim, a costura é dificil e era preciso muitos materiais de busca impossível. Por isso, teve algumas customizações precisas para o vestido estar completo.

Ao levantar, ao descer as escadas, não pude esperar por encontrar Robbden, meu amigo da quinta série do colegial. Sumiu por alguns meses e eu não tive mais contatos e nem sequer noticias. Ele se encontrava sentado no estofado perto a cozinha - ele parecia impressionado com o casarão, já que foi modificado desde sua mudança.

"Olá, Carol." - Robbden citou meu nome. Digamos que ele tem uma voz suave que parece dá conforto a cada palavra que saia de seus lábios - por isso que ele sempre foi meu melhor amigo. E, pelo previsto, Hort, meu pai legitimo comentou uma de suas graças para dá um leve tom mais especialista e agradável no local.

"Ohh, a princesa resolveu acordar antes do meio-dia? Ansiosa para vê ganharões montarem em cavalos e correr pela pista?" - Hort comentou, fixamente me encarando. Eu sorri e pareci constrangida já que, as gracinhas sempre iam para um nível mais alto que ia se levando a ser sério. E isso estragava o clima.

"Nada disso, só quero vê esses agradáveis animais calvagando e apostando corridas com seus parceiros." - Falei. Rumei até a sala e, antes de quaisquer palavras de meu pai e de Robbden, Melissa, a minha empregada corada e meio com alguns quilos a mais. Claro, ela sempre foi fiel e desde minha idade pequena sempre foi companheira.

"Bom dia, Carol! Pelo jeito, o despertador não precisou a despertar?" - Ela deixou a tigela com frutas naturais recolhidas agora a pouco - pela impressão de bom estado - além da vitâmina. Os pães aquecidos no forno sem nenhuma queimadura com geleia de pêssego, meu recheio predileto. Tudo contia no prato, conforme eu sempre tomava na hora do café da manhã.
Peguei o pão e arranquei um pequeno pedaço saboreando o recheio inesquecivel que só a Melissa sabe fazer.

"Como anda o colegial depois de minha saida?" - Robbden chegou próximo a mim, com um breve sorriso encantador único.

"Anda indo bem, a não ser o fato de que no colegial as coisas anda meio desandadas. Pelo fato de a Jessica continuar a causar sua rebelião de inveja que bate ás vezes e volta contra ela, que sempre se faz a vitima perante a situação." - Contei os fatos em detalhes para Robbden, que atencioso escutou cada palavra dirigida de minha boca. Ele parecia curioso, mas não havia muito ao que contar. A não ser que haveria um concurso de artes Vanguardar. - "E terá um evento na escola. É o concurso de Vanguardar, artes."

"Parece interessante." - Robbden fez uma face engraçada, minha reação foi espontânea, sorri. Terminei o café o mais rápido possivel, pois ouvi vozes que descrevia meu nome. Era hora de buscar a parte principal da festa comemorativa, o vestido que demorou para ser feito. Eu soltei algumas palavras de despedida e expliquei a minha ida até a costureira profissional nesse ramo. Ao encontrar Hort ele organizava a quantia de dólares no valor de cem na carteira. Na minha chegada, a presença o espantou por segundos.

"Você está ai? Que susto, Carol." - Ele, com palmos sobre o peito comentou. Eu cheguei a mais para responder sua fala.

"Sim, estou. Vamos pai? Ah..cade momis? Não a vi durante o café." - Diáriamente minha mãe sempre se encontra com suas amigas. E pelo jeito, era o mesmo caso de hoje.

"Ainda se pergunta? Está com suas amigas no Starbucks Coffe que inaugurou essa semana. Ela não vai voltar tão cedo, mas prometeu vir o quanto antes." - Ele disse durante andamos descendo as escadas ao chegar no piso de marmóre que parecia idêntico e encerado a pouco tempo. O palácio estava num cheiro impecavél e os móveis caprichados. Pelo jeito as empregadas emitiram uma ótima limpeza.

Nos encontravamos na saida enquanto Ordobe, o motorista particular de nós parecia já preparado para esse momento ocasional. Ele abriu a porta do carro, adentrou-me e Hort e enfiou a chave na ignição e a girou, o motor surgiu num barulho e prendeu dando ré e avançando com a macha numa velocidade média.

"Sua mãe parece ter já pagado a costureira, pelo o que me lembre, Carol. Ela quis adiantar os negócios, parecia estar com pressa para o encontro entre a Rebecca, Jessica e a quantidade de garotas que aguardavam no jardim do palácio." - Hort cruzou os braços. - "Mulheres.."

"Oh, pai..mãe adora contar suas aventuras em especial com as amigas. Gosta de uma boa fofoca, já que todo santo dia tem uma novidade e interesse para contar. É coisa de mulheres, homens nunca saberão esse prazer."

"Nós sabemos. Suant e o resto de meus amigos sempre comentamos sobre a família e como anda os negócios sobre a empresa, novos recursos, novos funcionários e novas parcerias que alinham-se. E isso tudo está acontecendo na Corter Copan." - Hort descruzou-se e algo vibrou em seu bolso num toque de fundo romântico, com um som extremamente alto e agúdo. Apenas tampei os tímpanos para não me manter surda. - "Alô? Sim, eu mesmo, Hort. Emergência? Resolva com Suant. Ele sabe as medidas. Estou ocupado nesse horário."

"Quem era?" - A voz que saia era confudível, mas pelo jeito era o sócio comunitário de meu pai. Após minutos de longa estrada e engarrafamento nos encontramos no local destinado. Era uma grande fábrica que identificava na entrada uma placa tentadora. "Professional Dressmaker". Nas bordas tinha diversos pisca-pisca que dava um volume de luz. O meu semblante se tornou maravilhado. O guarda notou nossa presença e em imediato abriu os portões para nós adentrarmos, ao chegar, na fábrica, havia várias costureiras em modo de trabalho fazendo novos modelos, além de manequins com roupas fantásticas e surpreendentes. Todas contia um tecido de diferentes tipos, isso variava. Ao ponto, ao chegarmos a atendente nos levou a costureira que fabricou meu modelo.

"Oh, sim, então são vocês, sr. Hort e Carol? Aqui está o vestido." - Ela entregou a mim. Ao vê o modelito na sacola, não pude espiar o bastante. Mas ao chegar de volta ao palácio, experimentando o modelito com os acessórios e o salto com diamantes entre as bordas e algumas curvas. O vestido tinha uma cor vinho com várias pedras numa linha transparente. As pedras mais reconhecidas como diamantes combinava com o modo do visual, além do decote formatado que ficou super exposto no vestido. As unhas que era um rosado meio cor do vestido destacava, e, nos seios, um tecido bordado para tapar o bico do seio. Havia um laço no quadril de lado e algumas fitas no braço numa cor suave rosa. O íncrivel modelito era de se impressionar.
A segunda parte era o cabelo. Comecei a o pentear sem sequer nenhum penteado. Penteei mecha por mecha para deixar liso. Coloquei as prisilhas que era o puro diamante igualado ao que tinha no vestido. Na testa, coloquei o acessório na testa, no centro, contia um rubi na cor vinho, que também era a aparência do vestido. Calçei o salto agulha que combinava com o visual por si. No término da vestimenta e dos acessórios, já pronta, caminhei pelo corredor. Perante o caminho ouvi um leve som de piano - era com certeza Robbden, por ser amante por música.

Desci as escadas o máximo rápido sem deixar a elegância por lado. Ao chegar próximo da sala de estar, espaçosa, fui deixando o acelerar por baixo e caminhei até o piano. Como dito, lá se encontrava Robbden que parou a música ao me vê. Seus olhos piscavam e brilhavam, ele parecia impressionado. Deu para notar o seu olhar fixo em outra parte - sem ser o meu lindo vestido que, a cada passo, deixava a parte de trás escorregar o tecido pelo solo. -. Ele, após segundos de observação, finalmente disse algo.

"Você..você está perfeita.." - Robbden, numa velocidade se levantou do banco do piano. Chegou perto de mim, encantado com a beleza minha.
Minhas longas madeíxas marrom movimentava pelo ar. Eu o encarava com meus olhos amendoados em cor amarela - e ele me encarava com seus lindos e permanentes olhos verdes cinzentos.

"Não é pra tanto, Robbden. Esse vestido é uma peça da minha mãe, só que com algumas customizações para parecer idêntico ao da formatura dela, já que o modelo já estava com estragos." 

"De qualquer forma, não posso negar que você está incrível. Você não acha?" - Ele sorriu do mesmo jeito ao de antes, encantador, com seus dentes esbranqueados. Ele segurou-o com seus palmos em minha cintura me agarrando pra próximo. Uma curiosidade é que ele era meu namorado, mas terminamos. Ele ainda tem um prazer imenso por mim, gosta de me tratar como sua companheira. Mas, é complicada minha relação com ele, prefiro o término sem qualquer circustância.

"Oh, estou atrapalhando o casalzinho ai?" - Uma voz reconhecida surgiu pela escada. Frances! Minha mãe adotiva, porém, me adotou cedo demais, por isso ela é uma bela jovem que por mim, é uma amiga fantástica cheia de conselhos pra libertar. Além dos nossos dias recentes na balada, sempre temos o que beber e o que comentar sobre os rapazes.

"Casalzinho..? Nada disso!" - Sorri. - "É apenas o Robbden. O meu amigo da quinta série que se mudou..se lembra? Eu contei sobre ele.." - Ela pareceu surpresa. Ela piscou em direção a mim, pois meus comentários com ela também tinha sido sobre nosso ex relacionamento.

"Ah sim! Olá querido!" - Frances desceu as escadas até nós. - "Não tive oportunidade para o conhecer na época do relacionamento de vocês, infelizmente. Prazer, sou a mãe adotiva da minha querida, única e totalmente bela, invejada e glamurosa...Carol!"

"Não é pra tanto, momis secundária.."

"Como não? Olhe pra esse vestido! Caiu super bem em você, estou impressionada, querida. E esses diamantes?" - Frances empolgou. Parece que, o vestido, ficou belo em mim se todos dizem.. - "Além, eu acho que pra tornar esse visual mais bonito você precisa desse colar.." - Ela veio por minhas costas e preencheu meu pescoço com um lindo colar círculado cinza com algumas pedras de rubis e uma estrela no centro. Ela prendeu o colar.

"Uau..ficou mais gata do que antes.." - Robbden disse, observando o colar. Mas, por sua expressão, ele olhava outras partes que nem antes. Frances notou, e deu um sorriso cínico com a pouca vergonha de Robbden.

"Como você é safado, Robbden!" - Frances não deixou de falar. - "Olhando para os seios grandiosos de Carol..mas não o culpo..realmente são lindos!"

"O que? Não..mas.." - Antes de quaisquer palavras de defesa de Robbden, Benson, meu pai adotivo apareceu trajado num terno chique. Frances não pôde deixar de ir até ele o fazer caricias de amor. Eu apenas sorri, pois aquela paixão ninguém era capaz de derrubar. Robbden murmurou algo no meu ouvido mas não ouvi, porém assenti. Confio que seja um pedido de desculpas e mais algumas palavras defensivas. Por aquele instante romântico de paixões e beijos ouvi um estalo na maçaneta da porta de entrada. Madalena, mamãe legitima, chegou.

"Oh meu Deus..é possivel? Ficou tão linda a minha princesa. Vem na mamãe, Carol!" - Madalena disse, colocando as mãos entre o queixo, enquanto ficava maravilhada com o modelito em meu corpo cheio de curvas. Caminhei até ela fazendo um barulho na madeira contida no chão pelo salto agulha, enquanto escorregava o tecido das costas pelo chão.

"Ah, olá mamãe." - Eu a abraçei num toque rápido contra o corpo frágil de Madalena. De repente, retirou de sua bolsa após um munterão de tralhas um gloss lábial, que aplicou algumas camadas em meus lábios.

"Está perfeita! Mamãe trouxe um perfume importado que passei pelas lojas do shopping para você, princesa." - Madalena tem o costume de fazer compras todos santos dias - é um ritual sagrado pra ela. E creio que gosto, já que sempre tem um brinde especial a mim. - "Porém, vai abrir depois da corrida de cavalos. Daqui a uma hora, querida." - Ela esboçou um sorriso. - "Irei me vestir para a corrida."

Madalena subiu as escadas num tom elegante. É costume de minha mãe se mostrar superior, ou exibir seus passos. Creio que puxei esse lado por ela.
Enquanto Frances conversava com Benson sobre a corrida, Robbden continuava seus treinos teclando o piano de acordo com uma música relaxavel, eu apenas pensava na corrida. Quem iria apostar? Soube que teria jovens participando, em busca do troféu banhado a ouro. Algo que me preocupa a mais é se meu ex, Apollo, vai estar participando já que é amante de boas corridas, ainda mais sobre animais. Isso seria uma precaução, já que ele é um chiclete e não desisti fácil. Prefiro o apelidar de..insistente.

Para deixar a agitação por de lado eu prefiro argumentar mais sobre minhas características, personalidades, para um desenrolar.
Eu tenho um dom de ser agradável, mas não resisto a gabação e ser exibida é um dom. Admiro minha sinceridade ao confessar que em certas vezes costumo agir em falsidade, porém, sou uma leal amiga e parceira, isso todos reconhecem. Digamos que por alguns atos tenho inimigos que convém a me perturbar. Mas tenhos experiências inéditas, e confesso que costumo por-las em ação por prazer, mesmo sem ter tocado uma palavra contra mim. Isso é um dom.
Mas já deixando esse de lado, eu também tenho vários amigos, fãs, tudo que há em ser especial. Fãs? É uma forma de dizer colegas, que vivem a contar coisas que não me interessam pra se tornar meus amigos..mas não confio nesses tipos, e os ignoro por inteiro. Muitas vezes alguns me acusam de ter cara de falsa. Ás vezes, minhas expressões me deixam nitidas.

"Carol, Madalena e Hort estão a chamando para esperar os convidados no campo de corrida." - Melissa disse, enquanto carregava consigo uma cesta com alguns jogos familiares.

"Ohh, sim..eu já irei. Só quero passar algumas camadas de maquiagem que não passei, porém, ainda." - Eu deixo algumas mechas do cabelo pelo ombro e subo as escadas em rumo ao meu quarto. Decorativo, rosa, com uma cama de teto além de uma penteadeira repleta de apetrechos necessários para uma mulher.
Comecei pela base e retoquei apenas pouca, por minha beleza natural não é sequer preciso o bastante. Seguinte, o blox - deixava eu corada - em alguma dose. E por final, só pra encrementar, o rímel que deixava a cada passe mais longo os cílios. - "Pronta, agora só me resta ir a corrida."
 


Notas Finais


Gostaram? Em breve mais capítulos. Prometo que sairá ainda nessa semana - e caso gostou da escrita e da história, favorite, de suas sugestões, dicas e elogios que me fará trazer mais capítulos especialmente a vocês.

Beijos!


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