História Stone Cold - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi

Capítulo 4 - Cancer part 1



P.O.V Matt Espinosa
Deena suspirou alto, tentando conter o choro. Eu lembro disso. Quando eramos adolescentes, isso acontecia. A ponta de seu nariz ficava vermelha, ela mexia nervosamente na ponta do cabelo d mordia o lábio inferior para tentar disfarçar a vontade de chorar.
-Quanto custa o tratamento? - ela perguntou em voz baixa, olhando não diretamente nos olhos do doutor Martinez. 
-Bom, a quimioterapia custa cerca de 5.000 dólares por mês. E o transplante de medúla, cerca de 15.000 dólares. -murmurou o doutor e eu vi Deena engolir em seco.
-Pode começar a preparação de Mason para a quimioterapia. -falei e o doutor Martinez assentiu, sorrindo tristemente e virando-se de costas, entrando no corredor à esquerda. 
Deena sentou-se no chão, apoiou a testa nas mãos e finalmente ela se permitiu chora. Seus soluços eram audíveis para todos que resolvessem passar por aquele corredor. Minha reação foi o inesperado para ambos de nós. Eu me ajoelhei a sua frente e puxei-a para um abraço, que sem hesitação fora retribuido e eu pude sentir suas lágrimas sobre a velha camiseta de algodão que eu trajava.
-E-eu não posso pagar e-esse tratamento, Matthew. -sussurrou ela, entre os soluços. Passei meus dedos sobre seus longos cabelos ruivos desgrenhados.
-Ei, ele é meu filho também. Eu vou pagar esse tratamento. -falei e senti o seu aperto se afrouxar e seus olhos verdes, no momento vermelhos, me encararem cheios de um sentimento que eu não soube decifrar. 
-Mas Matt, se ele não tivesse passado mal... E-eu talvez nunca contaria a você, e você nunca saberia que ele é seu filho. - falou ela e seus olhos se desviaram do meu rosto - Deus, eu não acredito que eu fiz isso. Eu fui tão cruel.
-Não foi. Sei que queria proteger o Mason. -falei, ainda mantendo-a em meu abraço.
-O que eu fiz não tem justificativa Matthew. Que mãe esconde um filho de um pai? - disse, colocando os dedos na testa levemente
-Não tem problema, Dee. Eu fui horrível com você no dia que eu acho que pretendia me contar. Você teve seus motivos. -sussurrei, com meus lábios grudados em seus cabelos alaranjados, que cheiravam a morango.
-Me perdoa por isso. - ela murmurou. - Eu sou um monstro. Impedi o meu filho de ter um pai. Impedi você de viver a infância dele.
Ela voltou a chorar descontroladamente e eu a apertei novamente contra meu corpo. 
-Shh Deena. Quer que Mason a escute chorando? Ele não gostaria nada de te ver sofrer, eu tenho certeza. -peguei seu rosto entre meus dedos e direcionei seu olhar ao meu - Vamos fazer o seguinte: Você vai lavar o seu rosto, eu vou comprar um café pra você e depois a gente volta pra' cá e você me apresenta ao nosso filho, ok? 
-Matt... - ela tentou e eu interrompi
-Shhh. Vai lá lavar esse rosto. - passei meus dedos em suas bochechas, enxugando suas lágrimas. 
Ela sorri meio triste e entra no banheiro. Ando até a cafeteria e compro o café para ela. Latte sem espuma, com calda de chocolate e chantilly, era seu favorito. Segundos depois, eu já estava perto da porta do quarto, onde Deena me esperava, caminhando de um lado para o outro. 
-Você vai furar o chão desse jeito. - falon estendendo o copo de latte.
-Tenho medo de desabar na frente dele. -falou ela, pegando o copo. 
-Faz o seguinte. Me apresenta pra' ele, pega meu carro e vai em casa tomar um banho e pegar as coisas dele. -falei me aproximando e vendo ela recuar para trás. Suspirei e parei de tentar chegar perto.
-Ok. Vem. - ela colocou a mão na massaneta, abrindo-a devagar e entrando -Mase? 
-Oi mamãe. -ouvi a voz fraca do meu filho e meu coração deu um pulo. Meu filho.
-Tem uma pessoa aqui que quer te conhecer. E pedir desculpas por hoje de manhã. -falou ela e eu lembrei do modo no qual tratei ela e ele hoje de manhã.
-E quem é? -perguntou ele e eu sorri. 
-Oi campeão. - entrei devagar.
Mason sorriu triste e me olhou. Seus olhos baixos brilhavam e ele tentava sorrir de um jeito menos triste.
-Oi papai. 
Meu coração parou. Meu menino. Eu sou pai.
 


Notas Finais


tchau


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