História Stone Cold - Capítulo 30


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Leitura pessoinhasssss !!!!

Capítulo 30 - What did you do?


Fanfic / Fanfiction Stone Cold - Capítulo 30 - What did you do?

                     
                        Pov's Alisson

—Eu... eu não sei se devo Thomás.

—Porque não? Por causa do que sua irmã pensa sobre mim?

—Não é isso é que...Estou com fome! Digo mudando ligeiramente o rumo da conversa.

—Tudo bem, já que prefere assim, mas se mudar de ideia eu estarei aqui.

Ele diz se sentando no banco da mesa que havia na lanchonete. Fico alguns segundos tentando tomar alguma decisão decente em pé enquanto vejo Thomás fazer seu pedido. —Pensei que estivesse com fome! O mesmo olha para trás onde me ver ainda de pé.

—Uhum, e estou. Me sento ao seu lado focando atentamente em um ponto aleatório a minha frente.

                   Pov's Théo

—E então? Aceita? Reforço o pedido.

—E...Eu não sei Théo. Ela diz em meio a preocupantes gaguejos.

—Como não sabe?

—Eu..Eu só não sei. A mesma passa agora à olhar para a grama evitando ao máximo de olhar para mim. —Estou com muitos problemas e...

—Tudo bem! Eu já entendi. Digo guardando o meu violão.

—Théo me desculpa.

—Tudo bem Lorrane, eu entendi, voçê não gosta de mim do jeito que eu gosto de voçê.

—Não é isso, eu só...

—Voçê oque?

Reviro os olhos.

—E...Eu...Eu não sei Théo, desculpa.

Em seguida ela saí correndo da minha frente sem da satisfação alguma de para onde iria.

   Eu sou um estúpido!

                  Pov's Zoe

Estava no banheiro retocando a minha maquiagem quando sou pega de surpresa por Lorrane que adentra o banheiro aos choros.

—Lorrane oque aconteceu?

Pergunto preocupada me dirigindo até a mesma que assim que me ver, me abraça imediatamente. —Eu sou uma idiota Zoe.

—Ei, não diga isso. Falo tentando acalmar a minha melhor amiga.

—Pode dizer a verdade Zoe, eu não mereço viver.

—Cala essa boca. Seguro a face do rosto de Lorrane que estava sobre o meu ombro, logo depois olhando para bem dentro de seus olhos encharcados por lágrimas. —Seja lá oque tenha acontecido voçê não merece morrer por conta disso entendeu?

—Eu te amo muito Zoe. Ela diz dando início novamente a outro abraço.

—Eu amo voçê também. Falo enquanto acaricio lentamente o seu couro cabeludo com meus dedos.

                 Pov's Lorrane

O horário do almoço já havia  acabado, perdi todas as aulas da manhã e provavelmente eu iria perder as da tarde também.

Zoe é uma amiga incrível, ela ficou esse tempo todo comigo no banheiro apenas me consolando para que eu pudesse parar de chorar.

Estávamos encostadas na parede do mesmo, Zoe estava com seu braço ao redor do meu pescoço enquanto a minha cabeça estava encostada sobre o seu ombro esquerdo.

—Quer me contar oque aconteceu?

—O Théo me pediu em namoro.

Digo sem perceber no que acabei de falar. —E porque voçê estava chorando?

—Eu não aceitei.

—Posso saber porque? Ela diz calma alisando meus cabelos.

—Medo e... -Respiro fundo. —Medo.

—Dele te magoar? te abandonar? te iludir? Dele ser um idiota?

—Acho... acho que sim.

—Lorrane. Zoe tira minha cabeça de seu ombro para que pudesse olhar para ele. —O Théo não é o Thomás.

—Mas ele é um garoto! Garotos são todos iguais.

—Como voçê sabe? Voçê deu ao menos uma chance para o Théo provar que ele é diferente?

—Não.

—Não deixe que ele escape tão facilmente Lolo, voçê gosta dele, da para ver.

—Eu não gosto. Digo olhando seriamente para Zoe que se espanta ao me ouvir dizer isso.

—Eu o amo.

—E oque está esperando para dizer isso a ele?

Fico alguns instantes parada apenas tentando ignorar meus pensamentos negativos e criar forças para conseguir fazer oque eu estava realmente querendo fazer.

—Voçê é um anjo Zoe. Depósito um beijo em sua bochecha, logo depois com coragem me levanto em um movimento rápido do chão e vou correndo pelos corredores da escola a procura de Théo.

Todos os alunos já estavam em sala de aula, apenas eu estava igual a uma doida correndo totalmente descabelada pelos corredores vazios da escola.

Enquanto ainda estou correndo, sem querer esbarro de cara com o diretor da escola.

   Ferrou.

—Está feliz Srt. Cullins? Ele pergunta irônico.

—Sr. Diretor eu adoraria conversar com voçê agora mais eu não posso conliçenca.

Em seguida tento continuar andando a procura de Théo mas o diretor me interrompe pondo sua mão em minha frente impedindo a minha passagem. —Posso saber porque não está na sala de aula?

Respiro fundo para que não chingasse o diretor ali mesmo, reviro os olhos tentando achar uma boa resposta e posso ver que ao meu lado esquerdo existe uma sala de aula na qual vi que Théo estava nela. —Théo. Sai involuntariamente da minha boca.

Saíu correndo em direção a sala sem nem me preucupar com o diretor que em nenhum momento parou de mim chamar.

Sem pedir licença invado a sala onde Théo estava, percebo que o mesmo se assusta com o meu comportamento e fica de pé automaticamente. —Lorrane? Ele diz assustado com o que acabei de fazer.

—Voçê não pode entrar aqui desse jeito mocinha, estou no meio de uma aula.

Tento não me importa com oque a professora acabou de falar, nesse momento eu não estou nem um pouco preocupada com os outros, mesmo se eles forem o diretor do colégio ou professores. —Cullins para a minha sala já. Ouço o diretor irritado chamar por mim enquanto caminho tranquilamente até Théo.

—Voçê ficou maluca? Ele sussurra olhando desconfiado para porta da sala onde se encontra o diretor.

—Fiquei. Assumo sínica.— por voçê.

Ponho minhas mãos ao redor da nuca de Théo, em seguida lhe puxo para mais perto de mim com intenção de que nossos lábios  tocassem um no outro.

Os gritos do diretor, a reclamação da professora, e os alunos aplaudindo e outros gritando, literalmente, logo foram capazes de não serem mais ouvido. Enquanto nós nos beijamos parecia que naquele momento só existia apenas Théo e eu com ninguém mais além de nós dois.

Théo segurava a minha cintura e ao mesmo tempo lhe apertava me puxando para mais perto de seu corpo, enquanto sua mão direita segurava minha nuca transformando nosso beijo em algo ainda mais rápido. —Sim. Digo assim que separamos apenas por conta de falta de ar nossos lábios.

—Sim oque? Ele pergunta confuso.

—Eu aceito namorar com voçê.

—Sério?

Era impossível não perceber o quanto Théo estava animado com aquilo. E graças a Zoe eu não fiz besteira.

—Quero os dois na diretoria agora.

   Quer dizer, quase!

—Pessoal sentem-se por favor, vamos dá continuidade à aula.

Olho para Théo que não para um instante de sorrir, em seguida olho para baixo e junto nossas mãos entrelaçando nossos dedos uns com os outros. —Eu te amo. O mesmo pisca o olho para mim oque me deixa muito mais boba do que já estava.

—Eu também. Sussurro.

Logo depois saímos do centro da sala de aula onde deixamos de ser o centro das atenções e fomos em direção agora a sala do diretor.

   (...)

—Podemos entrar? Théo pergunta pela brecha da porta que estava entre aberta.

—Devem! Ele responde curto e grosso.

Logo Théo e eu adentramos a sala do diretor, e sentamos nas poltronas que havia de frente para sua mesa.

—Então Cullins... oque deu em Voçê para sair correndo pelos corredores daquele jeito...

—É que..

—E. -O mesmo me interrompe tirando o seu óculos enquanto me encara seriamente em busca de me passar medo. —Porque acha que tem a liberdade de invadir uma sala de aula como fez?

—A culpa não foi dela diretor. Théo diz na minha frente antes que eu pudesse dizer algo.

—Como disse? Ele passa a lhe olhar com cara de poucos amigos.

—Sr. Diretor, desculpa, Sr. Diretor.

—Qual é Sr. Diretor! Vai dizer que o senhor nunca fez loucuras por amor na vida? Digo tentando amolecer o coração do mesmo.

—É a sua segunda vez aqui não é mesmo Mansour? Ele me ignora.

—Sim.

—Lembra do que eu disse quando voçê esteve aqui?

—Sim, eu lembro. Mas não me importo.

—Voçê vai suspender ele? Pergunto em tom de indignação se levantando da poltrona. —Ele não teve culpa de nada, eu que invadi a sua sala de aula.

—Também já é a sua segunda vez aqui não é mesmo Cullins?

—Sim, é sim porque? Vai me suspender também?

—Já está quase em cima da semana de provas então...

—Que bom que voçê tem coração. Théo fala aliviado.

—Voçês vão passar uma semana ajudando as faxineiras a limparem toda a escola depois das aulas, começando por hoje.

—Oque? Théo e eu dissemos em coro.

—Oque voçês ouviram, ou preferem ser suspensos e perderem matéria de prova?

Olhamos um para a cara do outro preocupados pois não tínhamos saída, era pegar ou pegar. —Oque voçê acha? Théo me pergunta.

—Faxina claro. Digo parecendo óbvia.

—Preferia ser suspenso.

Théo faz bico e abaixa a sua cabeça enquanto mexe inquietamente seus dedos. demostrando está triste. —Oque disse? O diretor perguntou pondo novamente seus óculos.

—Quando crescer ele vai querer ser faxineiro. Digo inventando uma mentira rápida.

—Eu oque? O mesmo me olha sem entender.

Dou um leve tapa em seu ombro com o meu cutuvelo, ele logo entende o recado e sorrir para o diretor como se estivesse concordado com a minha mentira.

—Ah é,Sempre gostei dessa profissão.

—Quero os dois fora da minha sala agora.

Sem pensar duas vezes, obedecemos o pedido do diretor ou melhor a sua exigência, e saímos de sua sala o deixando sozinho.

—Nos vemos na saída?quer dizer, na faxina? Ele me pergunta sem soltar a minha mão da sua.

—Concerteza. Aproximo nossos lábios dando um rápido selinho.

—Só isso? Ele pergunta decepcionado.

—Só. Respondo divertida, em seguida me dirijo praticamente correndo para a sala de aula.

                Pov's Thomás

Até que enfim a porcaria dessas aulas já acabaram por hoje, estou louco para ir tirar satisfações com o garoto que se diz ser o meu irmão.

Como ele pode roubar a Lorrane de mim? Mas se ele pensa que eu vou deixar por isso mesmo, ele está absolutamente enganado.

—Thomás? Voçê não vem? Alisson pergunta ao me ver parado nas escadas que dão acesso a escola.

—Pode ir, não vou agora.

—Tudo bem.

Assim que vejo entrar no carro e ir embora, adentro a escola com a intenção de achar Théo, mas enquanto ando apressadamente em um dos corredores, vejo Zoe e Lorrane caminhando na direção oposta à minha. —Voçês viram o Théo?

—Ele está na cantina, algum problema? Zoe me responde olhando assustada para Lorrane que parece está da mesma forma.

—Não! Está tudo bem. Respondo tentando passar tranquilidade.

Logo depois saiu andando em direção ao refeitório a procura de Théo.

Chegando no mesmo, posso ver pelo vidro o meu irmão passando o pano nas mesa do mesmo, sorrio feliz por ter lhe encontrado, e em seguida caminho com passos largos até ele.

—Thomás? Oque voçê está fazendo aqui?

Ele para de limpar a mesa, passando agora a me olhar confuso.

—Vim te dá isso. Depósito um soco em sua face esquerda fazendo Théo cair livremente no chão.

—Porra cara. Ele passa a mão em seu rosto podendo já sentir o sangue escorrer por ele. —Porque voçê fez isso?

—Tem certeza que voçê não sabe?

                 Pov's Lorrane

—Fico feliz por vocês estarem namorando. Zoe fala antes de sair da escola. —Mas fico triste por isso resultar em ter que limpar a bagunça dos alunos depois das aulas.

—Relaxa, é só uma semana passa rápido.

—Tudo bem então! Se cuida.

Ela diz nos envolvendo em um abraço confortante. —Tchau, voçê também.

Em seguida dou meia volta seguindo novamente para a cantina onde Théo já havia iniciado o trabalho.

Quando chego na mesma sou pega de surpresa pela uma cena que me deixou sem reação alguma.

—Thomás para. Grito correndo em direção a ele que está espancando Théo sem nenhuma demostração de pena. —Para seu idiota. Empurro o mesmo para trás impedindo que deixasse Thomás todo quebrado.

—Tem certeza que voçê quer defender esse otário?

—Oque?

Pergunto dando apoio para que Thomás se levantasse enquanto vejo todo aquele sangue escorrer rápido por seu rosto e pingar em sua roupa. —Voçê acha que ele não teve nada haver em relação a quando eu brinquei com seus sentimentos Lorrane?

—Eu não sei do que voçê está falando Thomás.

—Não...d-dê ouvidos a-a ele Lô.

Théo tenta me alertar com uma certa dificuldade em sua voz.

—A gente fez uma aposta. Eu apenas fiquei ouvindo oque Thomás tinha para me dizer enquanto ainda mantinha Théo apoiado em mim. —Ele me fez brincar com voçê.

—Vo-voçê está mentindo não está?

Pergunto com a minha voz falha por conta do choro que estava guardado dentro de mim. —Não, eu não estou mentindo, agora se voçê quiser continuar namorando com um mentiroso como esse! A escolha é sua. Thomás aponta para Théo que não está com sua aparência muito menos disposição para se explicar.

—Como voçê sabe que a gente está namorando?

—As notícias correm rápido Lorrane.

Não pude manter as lágrimas presas dentro de mim, tive que deixa-las sair. Eu estava com raiva de tudo aquilo.

O Théo havia me dito que não era nada demais! Como ele pode mentir desse jeito e ainda ter a cara de pau em me pedir em namoro?

   Eu disse que são todos iguais!

—Isso é verdade Théo? Pergunto em meio a soluços indesejados.

—Desculpa Lô.

Tiro os braços de Théo no mesmo instante deixando ele sem nenhum apoio, em seguida o mesmo dá alguns passos para trás se segurando na mesa ao nosso lado.

—Nunca mais me chame assim.

A raiva em minha voz era possível ser reconhecida, eu só queria bater ainda mais em Théo, muito mais.

                 Pov's Théo

Lorrane saí da cantina correndo e aos choros. Olho para Thomás que tem em seu rosto um sorriso sinico de vitorioso. —Oque voçê fez!?Em seguida com dores e o sangue escorrendo por meu corpo, saíu do refeitório correndo atrás de Lorrane.

Consigo vê-la ainda andando devagar enquanto chora por um dos corredores, assim que ela escuta meus passos olha para trás e logo que me ver, dá início a uma caminhada rápida para que eu não pudesse lhe alcançar.

—L-lorrane espera. Peço em meio a gemidos de dor.

Logo pedi Lorrane da minha vista, mas continuei andando para encontra-la.

Cheguei na porta que dá acesso a saída da escola e pudi ver a mesma parada em pé em um dos degraus. —Lorrane e-eu posso explicar t-tudo.

—Voçê nem consegue falar direito.

Ela diz fria, em seguida Lorrane saí correndo sem prestar atenção para onde está indo em direção a pista a sua frente, tento impedi-la com meus gritos mas eles estavam muito baixos para serem ouvidos.

—Lorrane NÃO!

Continua...


Notas Finais


Desculpem qualquer erro!!!

A opinião de voçês é sempre bem vinda e importante !!! 💙👏😘


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