História Storm Chaos - Capítulo 28


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Categorias Gorillaz
Personagens 2-D, Del Tha Ghost Rapper, Murdoc Niccals, Noodle, Russel Hobbs
Tags 2-d, 2nu, Caos, Gorillaz, Muds, Murdoc, Noodle, Noods, Nudoc, Russ, Russel, Storm Chaos, Stuart Pot, Stu-pot, Tempestade
Exibições 36
Palavras 1.293
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite... ^^
Nos vemos nas notas finais!
Boa leitura! :3

Capítulo 28 - Some Kind of Gold


Não compreendo a partir de que momento essa ideia de retornar se tornou um enorme atrapalho.  Provavelmente aconteceu porque Murdoc acabou se arrependendo de algo que não deu certo em seus “planos”. E tenho quase certeza que foi da macarronada, grande parte da culpa. Olha, sinceramente... Me mandar pra procurar aquele bando de manés, quando se pode conseguir gente melhor em qualquer beco, é horrível, pra não dizer uma merda mesmo.

Senti que ele está vulnerável a qualquer coisa. Se eu me negasse a realizar isso, talvez não tenha a menor chance de me redimir e, talvez, futuramente, obter minha vingança, já que esse é o sentido de eu estar por aqui novamente. Um pequeno recomeço, serviria de base após a conclusão desse ideal. Porém, encontrar essa gente não vai ser fácil. Nem sei por onde procurar. E até onde eu sei, Miojo estava em casa. A menos que aquela menina (irmã gêmea dela) realmente não fosse parte do pacote de Nissin, mas que era igual, era sim.

Andando pelas ruas um tanto quanto... Cerradas, por uma névoa tremenda, fico imaginando o melhor lugar pra eles terem ido. Isso é, se estão juntos. Não tenho a menor chance de encontrar 2D. Esse foi embora há mais tempo, já deve estar bem longe daqui, e bem que fez. Nunca aprovei esse comportamento do Murdoc, por mais que, maioria das vezes, ele merecesse. Pensando bem, nem os outros. Desapareceram sem mais nem menos. Que saco. Mesmo concentrada nessas probabilidades, ouço passos largos a me seguirem. Temendo que fosse algum ladrão ou assassino, aperto meu caminhar, seguindo em frente.

Sinto um tocar no meu ombro. Estremeço-me toda.

- Onde está indo? – sua voz suave era reconhecível em qualquer lugar. Começou o inferno.

- Não sei, só quero encontrar uns dementes. E você? – pergunto com total desinteresse.

- O chefe me mandou aqui. Para te proteger... – sério?

- Olha macarrão falso, não pedi ajuda de ninguém. Aliás, me proteger?! De que? – desentendida, questiono a garota.

- Pra você é Cyborg Noodle, ok? E sim, ele me mandou te proteger. Deve ser de um cara estranho recém-chegado. Eu ia explodir os miolos dele, mas fui impedida pelo chefinho... – incrível como a robô pode ainda estar ‘viva’ e mais ainda como é capaz de não reconhecer as pessoas.

- Tá bom Cyborguinha amorzinho. E você nem faz ideia de quem seja esse cara? – fico a imaginar quem seria. Vou começar a trata-la bem, vai que ela resolve me matar.

- Não. Não tem nenhuma informação dele no meu banco de dados. O que é esquisito, pois existem pessoas guardadas aqui, que nunca cheguei a ver pessoalmente. Tipo, Bruce Willis. – ela sorri de canto.

- Sério? Nossa, teu chefe ficou doente, amor, só isso. E falando nele, você o deixou sozinho com esse cara perigoso à solta? – preocupei-me. Não entendi bem o porque, mas o calafrio por pensar nisso, foi bem intenso.

- Sim e não. Ele saiu pra procurar os membros da banda comigo. Entretanto quis dar uma pausa num bar. Pediu pra te encontrar e te acompanhar até ele retornar, já que ele queria um pouco de privacidade. – ela parecia bem calma.

- E essa situação não é perigosa pra ele? Ficar sozinho no bar?! – Murdoc deve estar enchendo a cara, pensando no quão idiota ele se tornou, com essas maluquices.

- Não se preocupe. Temos uma conexão. Eu saberei quando ele precisar de mim. Estou armada. Ninguém irá nos fazer mal. – estou começando a gostar dessa coisa. Tão parecida, mas tão diferente da Miojo estragado.

- Ok. Você não tem algum sensor que possa dar uma dica de onde o bando de trouxas poderia estar? – tentativas são válidas.

- Pelo que consigo captar, não estão tão longe. Pelo menos Hobbs não. É quem eu mais consigo interceptar.

- Com aquela tamanha banha, até eu conseguiria. – dou risada. E numa investida de sorriso, Cyborg acha graça de meu comentário. Realmente, sua presença me agrada, desde que não finja ser a outra.

Caminhamos bastante. Conversando e comentando mais algumas atrocidades sobre todos. Há tempos não conseguia me divertir tanto com alguém legal, como ela. Se talvez eu ganhar a sua confiança, poderia utilizá-la como instrumento dos meus planos de vingança, mas isso, claro, quando ela se desprender do Murdoc, o que não vai ser nada fácil. Por fim, chegamos a um hospital. Ela me informou que, pelo radar e pelos traços de Russel, era ali dentro que ele se encontrava. O que será que deve ter acontecido com a rolha de poço sem fundo pra estar aqui?

Entrando no ambiente, onde tudo cheirava a luva de látex, conseguimos rumar pra dentro de um depósito. Lugar pretencioso, que servia pra guardar as vestimentas que os atendentes, enfermeiros e médicos usavam ali. E adivinha do que nos vestimos? Claro. Infiltramo-nos naquele universo. Descobrimos que o gordão estava no quarto 312. E lá fomos nós. Quando íamos bater na porta, um homem alto nos distraiu, dizendo que Cyborg deveria correr urgente para outra sala aplicar uma injeção e eu deveria o auxiliar num procedimento mais adiante. E por óbvio, aceitamos, já que não podíamos demonstrar que não éramos dali.

Nos separamos. Cyborg rumou para o quarto solicitado pelo cara e eu o segui, já que seria auxiliadora de cirurgia. Credo. Nem quero ver. Tremendo mais que velho com Parkinson, nos aproximamos da sala. Lá dentro, o médico tirou sua máscara pra falar comigo.

- Saudades, meu bem? – Ca-ra-lho. Eu não creio no que está diante dos meus olhos.

- H-Hannibal?! – ainda o encarava incrédula, de boca aberta.

- Claro, querida, quem mais ia ser? – falava tirando as vestimentas de médico, mostrando suas roupas pretas, seu cabelo espetado e sua pele verde.

- O que está fazendo aqui? – questiono dando alguns passos pra trás.

- Nossa, que chato... Todos vocês fazem a mesma pergunta. Achei que ficariam felizes em me rever... – fala cabisbaixo. Esse olhar não me engana nem um pouco.

- Amor, há muito tempo não sei o que é sentir saudades. Ainda mais de você. – encosto-me na porta. Qualquer movimento suspeito, saio correndo.

- Paulinha. Não fala assim. Eu voltei só por sua causa. – seu semblante era de dor, mas eu não estava convencida o suficiente.

- Te devo alguma coisa? Ultimamente só quem vem atrás de mim são os cobradores. – indignada.

- Deve sim. Deve muito. – ele vem chegando mais perto. Eu tento abrir a porta, mas o espertinho a trancou de deixou sem chave. Fudeu. Quando me dou por conta, está bem a minha frente.

- Hannibal, sai de perto ou eu vou fazer um escândalo aqui. – não saio da posição que estou.

- Não, você não vai... – me dá um beijo. Um beijo intenso, como os que ele me dava quando não podíamos nos encontrar. Aquela sensação de perigo retornou à mim. Como eu gostava de me sentir dessa forma. Me arriscar com ele. Aquele fogo que eu tinha, que só acendia perto dele, enfim, retornou. Porém eu sou muito mais que seu brinquedinho. Dessa vez, vou me dar o respeito. E ele terá de aceitar.

- Para com isso otário. Não tenho nada que você queira. – empurro-o pra longe de mim. Ele cambaleia. E infelizmente não cai.

- Você tem algo que eu quero sim. Se não vai cooperar comigo, então teremos de dar outro jeito. Um jeito mais bruto. O jeito que você gosta... – ameaça passando a língua entre os dentes pontudos. Ai merda.

- Me diz o que é. E pode dizer daí que não sou nenhuma surda. Quero distância desta sua cara. – falo, fazendo gesto com a mão pra que ele fique onde está.

- Então quer negociar a moda antiga Paulinha? Quão diferente você está agora... Mas que seja, vamos tratar de negócios...


Notas Finais


Oi amores. Não, ainda não morri.
Já disse isso antes, mas vou dizer de novo. Tá complicado de postar a fic por causa da facul e por conta de um monte de acontecimento ruim que tem me ocorrido. Tá difícil até de ler as fics que o pessoal têm escrito por esse site afora, o que é uma droga.
Enfim, delongas a parte, quero saber suas previsões sobre essa história de 'negócios' que Hannibal está inventando...
Então, por favor, desculpem a demora e comentem, compartilhem, deem notas e favoritem!!! ♥


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