História Strafe - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Nevra
Tags Eldarya, Ezarel, Lemon, Nevra, Yaoi
Visualizações 63
Palavras 1.710
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oioi~
Fiquei bem feliz com os comentários lindos que eu ganhei no capítulo 1, tanto que eu planejei recordar um pouco a "transa épica" jkfdkjmfcrdmkfr
Eu fiz isto enquanto estava fazendo altos nadas num churrasco e bem, eu não narrei exatamente tudo justamente pra deixar fluir livremente, em vossas cabecinhas, a imaginação.

OBS: Este capítulo segue o mesmo padrão do anterior, narração em 2° pessoa e cada parágrafo continua sendo com exatas 55 palavras, fora as 5 da frase final. Porque a fic tinha que terminar com 2.710 palavras ou eu não dormiria e paz. Amém ao toc.
OBS²: Caso não saibam, ou acham que não estou seguindo com as 55 palavras por causa de algumas escritas, por exemplo: "olhava-te, dizia-te, amava-o", saiba que o "-te, -o, -se e etc" é uma partícula e faz parte da palavra, sendo um só. E isso segue para todas as palavras com partículas no texto.

Fiquei bem feliz em saber da reação de vocês sobre meu toc com o número e organização jefkfeck. Gente não é difícil para mim escrever 55 palavras em cada parágrafo, é bem fácil na verdade. Eu vou escrevendo e paro, quando vejo tá em 55 mesmo. Juro que acho esse limite mais fácil de escrever do que as narrações normais, tanto que ando postando bastante drabble e droubble mkfrkmfr.

Capítulo dedicado a Aiymyn, Brumandy, Nicacio novamente. E também às meninas do Squad lá do bonde de Eldarya. Amo vocês!

Bem fiquem com o final da fic. E muito obrigada a todo o feedback, os melhores e mais gostosinhos eu fiz questão de destacar <3, que recebi. Amo vocês.

Capítulo 2 - Memórias no laboratório


E sim, houve a próxima vez e do jeito que tu gostavas. Era tarde, provavelmente de madrugada, mas tu sequer ligavas para o horário no momento. Estavas mais do que dedicado em acariciar os cabelos negros de teu amante, os fios úmidos de suor, resultado da atividade intensa anterior. Sorrira ao lembrar-te de cada detalhe.

Dessa vez fora tu quem ficara por cima, e com todos os fetiches que lhe dera na cabeça. Tu suspiraste cansado, o suor escorrendo por tua testa, a pele ainda febril. Os braços dele circundavam tua cintura. A proximidade te agradava, amava demais os momentos íntimos pós-sexo com o vampiro, ele era sempre tão carinhoso.

O quarto escuro era iluminado somente com a luz natural e noturna do cristal; Os reflexos azulados, que entravam pela janela a frente da grande cama em que tu estavas deitado, eram mais do que suficientes para que tu pudesses observar o corpo despido dele ao teu lado. Nevra mantinha um sorriso satisfeito nos lábios.

Sorriste assim que os olhos dele, de uma límpida cor cinza do quais adoravas admirar, passaram a te fitar com carinho. Então tu sentiste os dedos longos e quentes dele deslizando calmamente por tuas bochechas rosadas, Nevra amava te fazer carinhos pelo rosto nesses momentos. E tu te permitias a fechar os olhos e apreciar.

— Tu lembras a nossa primeira vez? — ele pergunta-te de repente, quase ao mesmo tempo em que seus braços te apertavam contra o peito quente e musculoso. Lógico que lembravas, apesar de ter um começado com uma confusão na cozinha, havia sido memorável. Certamente que ele também achava o mesmo. — Então estava pensando sobre o laboratório…

— Pensando de nossa próxima vez ser no laboratório de alquimia? — tu deste um sorriso safado — Não é uma má ideia, eu mesmo havia pensando na possibilidade de revivermos esse flashback. — te ajeitaste melhor sobre o corpo dele, cruzaste os braços no peito dele, os cabelos caindo por teu rosto. Cada movimento teu era extremamente sexy.

 — Tiraste as palavras de minha boca. — admiraste o sorriso típico que ele dera. Mesmo sabendo que muitas garotas se derretiam por um sorriso como este, tu sabias que eles eram somente dedicados a ti, e isso te inflava o ego, afinal, o vampiro era teu. — Podemos reviver as recordações depois da próxima missão, ou antes?

— Falando assim tu parece alguém que está sempre querendo somente sexo. Ofendeste-me! — levaste uma mão ao teu peito nu, fazendo a melhor carinha dramática que tinha. Sabia que ele não estava propondo aquilo somente por diversão, que realmente te amava mais do que tudo na vida. E ele bem sabia que tu sentias o mesmo.

— Sexo com a pessoa que eu amo eu chamo de “fazer amor”, tu bem sabes né Ez? — as mãos dele deslizaram calmamente de tua cintura para descansarem sobre tuas nádegas redondinhas, fazendo-te um carinho. Deitaste a cabeça na curva do pescoço dele. Sentias a mesma necessidade carnal que ele, e sugestões sempre eram bem vindas.

Tu o abraçaste mais, enroscando-te melhor nele em busca de calor, estavas cansado e somente querias dormir com os carinhos dele. Nevra moveu com calma para cima de ti o lençol grosso, afinal as noites eram bem frias. Já bem acomodados, o vampiro resolveu dar-te uma longa sessão de beijinhos pela extensão de teu pescoço.

Não soube quando caíste no sono, mas notara que estavas sonhando ao relembrar-te das cenas da primeira vez com Nevra. Amavas voltar a elas em tua mente, sempre que podia, principalmente antes de deitar-te com ele — vez ou outra ocorria de relembrar já nas preliminares, o que lhe desencadeava várias risadas e um Nevra ansioso.

Pois bem, no dito dia tu havias sido desafiado, juntamente de Nevra, por Leiftan e Valkyon. Perderam miseravelmente, logo tiveram de pagar uma prenda. O real motivo do desafio tu sequer lembravas, somente que tinha o Karuto no meio. Aconteceu que algumas de tuas poções foram parar na panela errada, ocasionando uma explosão na cozinha.

Estava quase te desesperando em frente de Miiko quando Nevra simplesmente jogou na mesa a solução para o problema da cozinha em completo caos: ambos arrumariam tudo da forma como era antes, incluindo uma limpeza no laboratório de alquimia. Seria trabalho demais, afinal, tinhas de treinar os membros de tua guarda no fim de semana.

Irias chiar muito. Tendo os teus planos, de seguir com teu dever de líder da guarda Absinto, arruinados para arrumar a burrada na cozinha; Isso fora a comida que teriam de fazer para todo o QG durante o tempo. Karuto havia tirado os dias de folga para se descansar, ele nunca te parecera tão relaxado.

Insulto e mais insultos depois, acabou em um momento de pura doidice tua, o encurralara a parede, próximo à porta do laboratório, beijando-o. Tu sentias atração por ele, era o máximo que teu consciente suportaria em afirmar; Amar era, para ti, uma palavra considerada um tabu. A tua surpresa foi ter teu beijo correspondido prontamente.

Naquele momento, a atração que ambos sentiam apenas fora evoluindo ao ponto de estar sendo insuportável manterem-se vestidos. Tu sentias a tensão sexual sempre que estavas sozinho com Nevra, mas tu te iludias, dizendo para ti mesmo que ele sequer teria qualquer contato mais íntimo contigo, contato de amantes, de apaixonados. E isso te machucava.

Ansiavas pelo corpo que não poderia ter; Que parecia estar tão acessível às várias garotas do QG e nunca disponível para ti. Machucava demasiado, porque tu sabias — mas não querias em hipótese alguma admitir! — que no fundo o amavas. Quantas noites tu não dormistes chateado e triste ao vê-lo andando íntimo demais de alguma garota?

Ainda mais sendo uma de sua guarda! Era quase uma tortura ao teu sentimento. E ali, naquele laboratório, tu te lembraste das vezes em que o pegava aos beijos com uma moça do Absinto. Raiva e a paixão misturaram-se dentro de ti, acabou resultando em um rápido movimento, e em bocas coladas uma a outra.

Ele te sussurrava obscenidades, o calor subia por todo o teu corpo, devagar e insinuante. As mãos ágeis dele subiram pela cintura acima, chegando a tocar-te os mamilos por baixo de tua roupa já desarruada. Tu o querias e ele também te queria. Não queriam esperar mais tempo para que o contato carnal se concretizasse.

As roupas foram largadas desajeitadamente por todo o laboratório, sendo jogadas com fúria e rapidez. Em certo momento, Nevra olhara para cima, parecia que pensava em como retirar sua cueca da grande estante a frente de si. Tu sorriste a ele, fora o primeiro sorriso que dera ao outro sem ser de ironia ou travessura.

Era a tua primeira vez em quase tudo, ao entregar-te de corpo e alma ao vampiro, o primeiro sorriso sincero, a primeira demonstração de amor e carinho e o primeiro “eu te amo, seu idiota”. A reação de Nevra fora realmente tudo ao contrário do que tu esperavas, afinal, ele te amava da mesma forma.

Certamente que fazer algo ali, sem ser em uma cama confortável, não estavam nos teus planos, muito menos que iriam chegar ao ponto que estavam. Mas tu resolveste seguir a opinião dele sobre “tacar o foda-se para tudo”, tanto que, ao notar que estavas sem roupas, empurraste tudo que estava na mesa para deitar-te ali.

Queria-o ali, agora, dentro de ti e bem forte. Querias gritar para que Nevra te possuísse de todas as formas possíveis naquela mesa. Estavas quase fora de si, e tu não te importavas. Tua sorte que havias trancado a porta antes de tudo — poderias enlouquecer da forma que quisesse, mas terias de moderar na voz.

Nevra te preparou com calma, mas tu és impaciente demais, resmungava que demorava muito e que não tinha todo o tempo do mundo para preliminares. Tanto que quando sentira toda a extensão de Nevra, já dentro de ti, resmungaste de dor. Tu sorriste com a expressão assustada do outro assim que começaste a te mover.

Tu mais parecias um ninfomaníaco. Gemias descontrolado enquanto as mãos tatearam pela mesa em busca de algo para pode se segurar com força. Não achando, então levou teus braços ao redor do pescoço do vampiro, puxando-o para baixo, queria beijá-lo até aqueles lábios finos e rosados sangrarem. E sangue era exatamente a especialidade de Nevra.

Ele movia-se rápido, fundo, mas para ti ainda não era suficiente. Querias mais e mais, necessitavas apagar todo o fogo interno que sentias por aquele pedaço de mau caminho — na verdade era um mau caminho inteiro! Arranhavas as costas dele, teu lado racional estava focado demais em saciar tal fome para pronunciar uma palavra coerentemente.

As posições que realizavam eram diversas, além do local. Em certo momento tu estavas de quatro em cima da mesa, com teu rosto imprensado sobre os vários papéis e rascunhos de poções e variados de alquimia; E no outro, estavas já deitado no chão. Ficara de pé agarrado a uma estante, na janela, na porta.

Usaram e abusaram do laboratório, sem exageros na palavra. Tu realmente estavas mais do que disposto a saciar a tua fome daquele vampiro, tanto que só foram sossegar já ao anoitecer. Tu sequer te deras conta do horário e de que tinham o dobro de coisas para arrumar ali — já que, obviamente, haviam desarrumado tudo.

Fora um total de três rodadas com pausas somente para recuperar forças e manter as ereções vivas. Quem diria… tinhas tanta disposição assim! Nevra mesmo havia se surpreendido, mas de certa forma dera conta do recado. O vampiro estava acima das tuas expectativas no quesito sexo. E isso para ti era mais do que ótimo.

Tu deitaste ao lado dele — no chão mesmo — encostando-te ao peitoral todo marcado de chupões e vergões vermelhos de tuas unhas. E ali, já mais calmo e satisfeito, tu desfiaste lentamente todo o teu sentimento a ele. Nevra te abraçara compreensivo, acolhendo com carinho as tuas palavras, e guardando-as no coração. Teu amor era recíproco.

Tu nunca cansarias de dizer a ele um “eu te amo”, muito menos de ouvir dele. Eram somente três bobas palavrinhas, mas tu as regava com todo o teu sentimento, com todo o teu amor, carinho. E essas palavras eram sempre recebidas com um beijo, outro “também te amo”, ou em noites quentes como aquela.

— Certo! Laboratório depois da missão.


Notas Finais


To com sono e ainda não revisei, qualquer erro podem dar puxão de orelha que eu arrumo.
Qualquer coisa meu nick lá é @Sverige
Beijos e até.


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