História Straightjacket - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Personagens Personagens Originais
Tags Camisa De Força, Drama, Justin Bieber, Kylie Jenner, Romance
Exibições 576
Palavras 1.621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oioi, gente.
Bom, eu estou reescrevendo a historia porque comecei a escrever em terceira pessoa e nao deu muito certo, eu fiquei muito confusa e tals
Mas espero que dessa vez dê certo.
Justin Bieber será ele mesmo.
Kylie Jenner é Elizabeth Burnier
Nos vemos nas notas finais, boa leitura :)

Capítulo 1 - Prologue


Justin Bieber Point Of View

— Tinha mais alguém... — sussurrei, mais baixo do que pretendia.

Meus lábios tremiam mostrando o nervosismo e confusão que eu sentia naquele momento. Minhas mãos e braços doíam por estarem nas costas presos por um par de algemas, impedindo que eu me movesse. Levantei o rosto e observei meu advogado em sua mesa, procurando por alguma coisa que me libertasse daquele lugar.

Eu havia sido acusado de matar meu irmão adotivo Nolan, mas sei que não o matei. Pelo menos eu creio que não. Sofri um acidente à dois dias atrás e pelo que o medico falou, eu tive amnesia retrógrada, só irei lembrar das coisas com o tempo e agora seria um ótimo momento para as memórias voltarem à cabeça, eu precisava me lembrar do que aconteceu naquele escritório mas nada vinha. Nada me ajudava.

— Nolan foi jogado do nono andar da empresa — uma das testemunhas continuou seu discurso — já estava praticamente morto quando cheguei ao local.

— Mas tinha mais alguém... — tornei a insistir.

— Sabe me dizer quem era? — ganhei a atenção do juíz.

Pisquei diversas vezes enquanto balançava a cabeça tentando de alguma maneira me lembrar da pessoa que eu jurava ter visto no escritório.

— N-Não... — respondi, enfim, a pergunta do juíz — J-Jared, talvez...?

Não fazia a mínima ideia de onde viera esse nome.

— O senhor está ciente de que não temos nenhum sobrenome, endereço ou qualquer registro de presença física dessa pessoa? 

Apenas balancei a cabeça, encarando o piso que de tão limpo chegava a brilhar em meus pés.

— Ele pode estar planejando tudo agora, colocando esse suposto amigo na história como parte da arquitetura.

— Eu sofri um acidente... — tentei me defender.

— O que aconteceu naquele dia não pode ser explicado em uma manchete de última hora — um dos policiais pediu a palavra — todos que escutarem dirão que é impossível.

— Mas tinha mais alguém... Eu não me lembro direito —repeti — eu não sei, o que aconteceu exatamente, mas... Tinha mais alguém.

— Se o senhor Bieber matou mesmo o Nolan, ele não pode se responsabilizar por ter uma mente doente.

— Os jurados consideram o rapaz inocente por motivos de insanidade — escutei alguém sussurrar.

— Sr. Bieber — o Juíz bate o martelo causando um barulho alto o suficiente para irritar meus ouvidos — eu o condeno a ser internado no manicômio judiciário, onde espero que médicos e um tratamento apropriado possam ajudá-lo.

Novamente, apenas balancei a cabeça, sem saber o que fazer.

(...)

— Fique sentado aqui! — um dos policiais deu a ordem.

Meu corpo foi jogado brutalmente contra a cadeira que havia no corredor e me ajeitei na mesma abaixando a cabeça e encarando meus pés. Pude ouvir uns cochichos ao fundo mas não soube decifrar o que estavam falando e muito menos de quem era a voz, na verdade, tão pouco me importava.

Eu só estava preocupado em conseguir sair dali o mais rápido possível. Mesmo sabendo que era impossível, desejei que meu tio estivesse aqui. Meus pais morreram faz cerca de um mês e toda a responsabilidade foi jogada em minhas costas e na de Nolan, infelizmente ele não pôde aproveitar muito do seu cargo na empresa.

Agora que o irmão caçula foi julgado assassino de sua morte, terei que ficar preso nesse lugar enquanto meu tio comanda uma das maiores empresas construtoras da cidade. Henry não era flor que se cheire, sempre foi ambicioso e era louco pela empresa que meu pai até o mês passado comandava. Sempre quis a empresa, sempre gostou de ter dinheiro nos bolsos do paletó, odiava perder e sempre colocava a culpa em meu pai quando a empresa não dava lucros, chegava a ser irritante.

Na verdade é até hoje.

Escutei o barulho de portas serem abertas e me levantei rapidamente da cadeira em que estava sentado, indo em passos rápidos até a garota loira que corria desajeitada por causa do salto alto. Emma envolve os braços ao redor do meu pescoço e sem resistir me entrego ao carinho que me dá durante o curto tempo que tivemos grudados um no outro, não pude tocá-la, afinal minhas mãos estavam presas nas costas pelas algemas que causavam uma dor desconfortável.

Uma lágrima teimosa escorreu por meus olhos e mexi meu rosto em seu ombro, tentando de maneira inútil secar minha bochecha. Eu e Nolan fomos adotados por Jeremy e Alice quando nós tínhamos sete anos, éramos do mesmo orfanato então desde que me entendo por gente sempre fomos amigos. Conheci Emma na escola em que estudei, desde então temos sido melhores amigos e em nenhum momento desgrudamos um do outro, agradecia mentalmente por ela não ter feito isso depois do que eu fui acusado de ter feito.

— Sei que não foi você — sussurrou, assim que desfizemos o abraço. Ela segurou meu rosto e tombei a cabeça fechando os olhos pra me deleitar ao seu carinho — só de olhar esse rostinho, eu já tenho certeza de que não é capaz de machucar ninguém.

— É uma pena que a polícia não pensa a mesma coisa — respondi, sorrindo sem vida.

Emma ia me responder mas um som agudo nos interrompeu assim que virei meu rosto e vi policiais andarem até a gente.

— Vai ficar bem, aqui dentro? 

— Vou tentar — tentei rir, sem sucesso. Estávamos em um manicômio, é logico que eu não ficaria bem.

Abaixei minha cabeça novamente quando senti as mãos de um dos policiais me puxar com força e engoli em seco, me virando com as correntes das algemas em meus pés rastejando pelo chão. 

— Prometo vir te visitar.

Foram as últimas palavras que ouvi sair da boca de Emma antes que eu fosse puxado para fora daquele corredor. 

Levantei a cabeça e vi que andávamos por mais um daqueles extensos corredores do manicômio judiciário, os únicos sons ali presentes eram de meus passos e das correntes arrastando pelo chão enquanto era guiado até uma sala, a mesma era branca assim como as paredes e os minutos que eu estava ali dentro já havia me enjoado daquela cor.

Duas batidas foram feitas pelo policial e a porta foi aberta, por ela apareceu uma mulher de estatura média. A mesma usava o uniforme do manicômio, e em seguida o cobriu com seu longo e elegante jaleco também branco. Seu cabelo perfeitamente liso caía como cachoeira por seus ombros, eram de cor preta e chamavam a atenção pelas poucas mas atrativas mechas douradas. O rosto era redondo e carregava uma pele lisa, delicada e bronzeada. Os olhos eram castanhos, pela imensidão de seu olhar era como se ao mesmo tempo estivesse enxergando as chamas ardentes do inferno, algo chamava a atenção. Os mesmos me fitaram tão profundamente que pareciam estar puxando minha alma para fora do corpo. Constrangido, desviei o olhar para o batente da porta.

— O deixem aqui dentro — escutei sua voz, baixa e fina. 

Acompanhei os policiais para dentro do cômodo percebendo que se tratava do seu possível escritório e me sentei em uma das cadeiras de frente à mesa média de madeira, os policiais me olharam desconfiados e tiraram as algemas do meu pé, deixando apenas as da mão que foram trazidas para a frente. Fiquei parado enquanto iam embora.

Os saltos ecoaram pelo escritório enquanto a mulher se aproximava e engoli de maneira seca me sentindo nervoso quando ela se sentou à minha frente, pegando um envelope de algum lugar desconhecido por mim e o abrindo tirando papéis de dentro do mesmo.

— Acho engraçado essas situações onde um irmão mata o outro — começou. Passei meus olhos por sua mesa à procura de algo que me dissesse seu nome, sem obter sucesso levantei o rosto e encarei sua camiseta, observando o crachá pendurado em seu pescoço. Doutora Burnier — mas depende do caso também. O seu foi porque? Queria cuidar da empresa sozinho?

— Eu não o matei — respondi sua pergunta, a encarando agora.

— Claro, estamos em um manicômio Justin. Tudo o que disser pode ser ou não uma loucura, dizer que não matou seu irmão será apenas mais uma — me olhou, estampando um sorriso em seus labios destacados pelo batom vermelho sangue.

— O que te leva a pensar que eu o matei? — me exaltei, ficando irritado com a forma que me olhava e proferia as palavras.

— Bom, o relatório policial diz que você e Nolan não eram um bom exemplo de irmãos — disse, enquanto olhava os papéis em suas mãos — vocês viviam brigando, seus pais já estavam cansados de tantas brigas e não sabiam mais o que fazer. Vocês implicavam muito um com o outro e chegavam a quebrar brinquedos e aparelhos eletrônicos apenas por pirraça. E vo...

— Quem foi que disse isso? — a interrompi, ganhando sua atenção.

— Provavelmente, você. Ou não se lembra? — debochou, com certeza ela sabia do meu acidente.

Soltei o ar com força pelo nariz e relaxei o corpo na cadeira em que estava, desviando o olhar da doutora Burnier para algum objeto em sua mesa. Ela nada disse e se levantou, logo tendo suas mãos em meu braço.

— Vamos logo — ordenou — vou lhe levar até seu novo quarto.

Me senti inútil naquele momento por estar recebendo ordens de uma mulher, mais inútil era mesmo com amnésia retrógrada, saber que Nolan morreu e nada pude fazer para salvá-lo. Eu sabia que não tinha sido minha culpa, algo no meu interior me dava a certeza disso, mas para olhares alheios eu era culpado. E não podia fazer para mudar aquilo.


Notas Finais


Outras fanfics:
Strong:
https://spiritfanfics.com/historia/strong-5135167

Strong - He's Back:
https://spiritfanfics.com/historia/strong--hes-back-5770448

Leiam
Eyes Of God:
https://spiritfanfics.com/historia/eyes-of-god-5361175

Me digam o que acharam. Espero que tenham gostado, eu tentarei não demorar muito a postar, mas nao deixem de dar suas opiniões okay?
Até o próximo
Xoxo Ys ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...