História Straightjacket - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Personagens Personagens Originais
Tags Camisa De Força, Drama, Justin Bieber, Kylie Jenner, Romance
Exibições 181
Palavras 2.585
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura meus amores
Leiam as notas finais ^^

Capítulo 15 - Smile


Justin Bieber Point Of View

— Justin!

Ignorei os gritos eufóricos que Elizabeth dava atrás de mim. Meu braço doía por ter tirado a agulha de qualquer jeito que antes injetava o soro em meu sangue, minha cabeça latejava um pouco mas nada que eu não pudesse suportar. 

Já estava cansado de ficar andando por vários minutos naquele manicômio que mais me parecia um labirinto. Não enxergava grande parte das coisas à minha volta por causa das lágrimas que abruptamente passaram a escorrer pelo meu rosto sem que eu sequer percebesse.

Como assim Edward estava morto? À algumas horas atrás ele estava me impedindo de fugir desse lugar e quando eu acordo simplesmente me vem a notícia de que ele morreu? O que merda estava acontecendo? Isso só podia ser mentira. Edward estava em perfeito estado e ninguém jamais iria matá-lo simplesmente do nada. Estávamos em um manicômio judiciário e isso já era o bastante pra fazer uma pessoa pensar duas vezes antes de apontar uma arma e matar alguém aqui dentro. 

Ouvi barulho de salto ecoar atrás de mim e sem olhar retornei meus passos sem rumo. Minha mão agora enxugavam as malditas lágrimas que escorriam por meu rosto e parti em direção dos quartos, indo com intenção de chegar ao meu. Porque comigo? Já não sofri o bastante? 

— Bieber, por favor espere! — Elizabeth implorou.

Tornei a ignorá-la enquanto andava e logo cheguei ao quarto desejado. Abri a porta do mesmo e caminhei direto pro banheiro, pegando pedaços de papel higiênico e passando no buraquinho feito pela agulha, a fim de limpar o sangue seco. 

— Você precisa me escutar! — ouvi sua voz mais uma vez, agora próximo a mim. 

Me virei a encarando com o maxilar travado e os punhos cerrados.

— Escutar o que? Que Edward morreu por causas naturais? O moleque não deve ter nem 23 anos e entrou nessa burrada pra me livrar desse inferno, e tudo o que aconteceu foi merda e mais merda. Não me diga que devo escutá-la porque você não tem nada pra dizer!

— Edward foi encontrado no quarto dele jogado na cama, os enfermeiros pensaram que talvez ele estivesse dormindo — talvez. Mas é claro. Os funcionários daqui jamais teriam certeza de algo. Muito menos acreditariam em você. Afinal, porque acreditariam? Se você não passa de um louco que pagava por um crime cometido?! — tentaram o acordar pra tomar os remédios dele mas ele não se mexeu. Então tentaram o reanimar mas não aconteceu nada. Estão suspeitando que ele recebeu muitos remédios no sangue o que o levou à morte. Estive procurando pelas câmeras mas nada gravou o momento do incidente e infelizmente alguns quartos não contém câmeras e o de Edward foi um deles, o que é estranho porque ele dormia no quarto 27 que tem câmeras, e ele foi encontrado no quarto 38 que não tem. Com certeza alguém armou pra ele, e ainda estou tentando descobrir. A questão agora é, que você precisa se acalmar.

— Me acalmar? Você está se ouvindo, Burnier? — me exaltei. 

Meu cérebro repetia todas as frases ditas por ela mas eu não prestava o mínimo de atenção e tudo o que sentia agora era raiva. Estava extrapolado e não suportava ter que lidar com aquela notícia. A doutora me encarava de braços cruzados na altura do peito, escutando tudo o que eu tinha pra dizer. Apenas continuei, querendo discutir com ela. Como se algo dentro de mim dissesse que ela era a culpada e que precisava ouvir sermões, nem que sejam de um paciente. 

— Desde que eu entrei aqui tudo o que recebi foram maltratos. Você prometeu que me ajudaria e até agora nunca tocou no assunto do Nolan comigo, Jhensen é um psicopata que só sabe me encher de drogas e você, doutora — apontei o dedo — você não é capaz de mover um dedo pra me ajudar de verdade. Os primeiros dias, recebendo sua ajuda e sendo “salvo” daquele quarto, eu até cheguei a acreditar em você. Mas sendo sincero, não passava de um show. Porque é sempre assim, as pessoas se fazem de boas quando na verdade tudo o que querem é o seu mal. Podem até querer ver o seu bem, mas nunca vão querer te ver como elas e isso chega a ser desgastante. Porque a gente vai perdendo a confiança e não sabe mais em quem acreditar. Você foi uma delas.

— Não sabe o que está dizendo… — suspirou, desviando o olhar — o problema é que você está cansado e um pouco confuso com tudo isso que está acontecendo. Você acha que não quero te ajudar porque muitas das vezes que acontece merda com você eu não estou presente. Mas entenda uma coisa, Justin. Eu não sou a Mulher Maravilha pra te salvar toda vez que estiver em perigo. Você acha que não quero te ajudar porque você não é capaz de aceitar minha ajuda e por isso não enxerga que eu estou realmente te ajudando. O que você acha que eu fico fazendo enquanto você sofre nas mãos de Jhensen? Uh? Eu estou investigando sobre seu caso. Então não fica me acusando dessas coisas porque eu já descobri muita coisa sobre seu irmão mas que não tive coragem de contar por causa do seu temperamento. 

Odeio quando ela me estuda.

— Eu conversei com o funcionário que cuidava das câmeras da empresa e à força consegui respostas. Ele é cúmplice do verdadeiro assassino do seu irmão e foi pago pra vigiar a hora em que ele morre. Como Edward disse, não havia imagens do dia 13 desde as três da tarde e isso acontece porque o funcionário apagou todas e quaisquer imagens onde o verdadeiro assassino aparece. Há mais pessoas do que imaginei que estão envolvidas nisso e você foi o alvo perfeito….

A encarei nos olhos destacados por um simples rímel. Não sabia o que dizer. Meu cérebro ainda tentava assimilar tudo o que fora dito aqui dentro e agora eu me encontrava mais confuso que antes. A tampa do vaso estava fechada e me sentei na mesma passando a mão no meu rosto, respirei fundo tentando jogar pra fora a angústia que estava sentindo. 

O silêncio se tornara agonizante dentro do cubículo e permaneci de olhos fechados com as mãos no rosto e os cotovelos apoiados nas coxas. O único som agora era o da minha respiração e perceptivelmente baixo, o de Elizabeth. 

Não sei quanto tempo passamos ali dentro, tentando em silêncio entender um ao outro. Talvez não houvesse o que entender. Estava tudo explicado já. A doutora investigava meu caso enquanto eu sofria nas mãos de um doutor idiota que nem devia ser formado em medicina e que muito menos devia estar aqui. 

Passos se tornaram presentes e abri os olhos por entre os espaços dos meus dedos, percebendo que doutora Burnier estava sem os saltos altos e caminhava descalça em minha direção. Afastei minhas mãos devagar do rosto e fiquei reto sobre o vaso, arregalando um pouco os olhos assustado e surpreso pela morena ter se sentado em meu colo, com as pernas ao lado das minhas.

Suas mãos seguraram meu rosto o levantando para si, e mais um vez tornei a me arrepiar com o toque de sua mão gelada em contato da minha pele quente. Não importa quantas vezes essa mulher me toque, eu sempre estaria entregue às sensações que me causava.

— Me desculpa… — disse, enfim. Quebrando o desconfortável silêncio que pairava no banheiro — eu não quis dizer por mal.

— Está tudo bem… — sussurrou, seu hálito quente batendo contra meu rosto.

— O que vou fazer agora? — lamentei levando quase que involuntariamente as mãos para sua cintura e a trazendo pra perto. Eu gostava de sua companhia, a queria comigo. Eu precisava daquilo — a única pessoa que podia me ajudar a sair daqui está morta!

— Você ainda tem a mim — respondeu, me olhando nos olhos — e querendo ou não acreditar, eu vou te tirar daqui. Porque você é inocente e não merece passar por todo esse sofrimento.

— V-Você… Acredita em mim? 

— Depois do que descobri em sua empresa, sim… — disse, envergonhada.

Um sorriso automático se instalou em meu rosto e a puxei para ainda mais perto, colando nossos corpos ao extremo, se é que ainda era possível.

Meus olhos se fecharam e tombei a cabeça atacando seus lábios ferozmente em um beijo com urgência. Liz não se assustou com meu ato, assim como não tive vergonha de fazê-lo. As mãos que antes seguravam meu rosto agora deslizavam até minha nuca e ombros os segurando com firmeza para que pudesse retribuir do mesmo com mais intensidade.

Nossas línguas disputam por espaço enquanto percorria minhas mãos por suas costas, sentindo sua pele se eriçar sob meus dedos. Estava feliz.

Era bom saber que ainda podia haver esperança aqui dentro. Saber que não estava louco de verdade, nem que estava pagando por um crime que eu cometi. Eu era inocente. Sim, disso eu me tornei convicto. E estava aliviado por saber que pelo menos alguém acreditava. E esse alguém - exceto a Emma - era a morena de olhos castanhos com seus fios lisos caindo ao nosso redor tapando nossos rostos de olhares alheios. 

Ela acreditava em mim. Não entendia o quanto estava grato por aquilo. Tive motivos para sorrir e forças para continuar novamente.

— Obrigado… — disse, afastando nossos rostos pela falta de ar. Liz sorriu, um mero e lindo sorriso que encantava qualquer um — de verdade.

Liz nada disse. Sua mão voltou para meu rosto e nossos lábios se encontraram denovo, em um beijo mais intenso agora. Era um beijo diferente, demonstrava desejo por ambas as partes e um pouco de… Sinceridade. Não estávamos precisando fingir nada. Éramos apenas nós dois, em um banheiro, prestes a nos fazer um do outro. 

Nesse momento, nenhum dos dois ligava para a droga de juramento em faculdade. Ou para um trabalho que estava em risco, ou por pessoas que poderiam entrar e nos ver ali e agora. O que importava era o momento, pois assim como eu, ela também sabia que poderíamos não ter outra chance. 

Estávamos em um manicômio judiciário, eu sei. Mas felizmente “meu quarto” era muito bem organizado e limpo, não nos preocupamos com isso agora. O escritório tinha câmeras assim como qualquer outro lugar. O banheiro era o único cômodo para aquele momento naquela hora. 

— Liz… — parei o beijo, puxando o ar forte pela boca. A morena me encarou atenta — e-eu…

— Por favor, não diga nada — me interrompeu, serena.

A observei abrir seu jaleco e assenti com a cabeça seguindo seus movimentos com os olhos. Liz se levantou do meu colo indo para a porta e fechou a mesma passando a chave. Percebi que começava a se despir, estava nervoso. Não sabia como reagir.

Tinha medo de fazer algo errado e estragar completamente o clima, ou fazer algo que a afastasse de mim.

A doutora voltou para perto, agora apenas de lingerie. Foi impossível não passar os olhos por seu corpo, o observava com cautela, tentando decorar cada detalhe perfeito do mesmo. Seu corpo era coberto apenas pelo sutiã de cor vermelha com renda no bojo e um lacinho no meio. A calcinha completava o sutiã tendo os mesmos detalhes e a renda um pouco maior na parte de trás como início de uma mini saia. O contraste perfeito para sua pele torneada.

— Esquece… — começou, segurando a barra da minha camisa e a tirando do meu corpo. 

Burnier se sentou novamente em meu colo, mas ainda um pouco em pé. Minhas mãos deslizaram por sua cintura e acariciaram a barriga, sem desviar o olhar em momento algum.

Ela era simplesmente perfeita. Pelo menos aos meus olhos. 

— Esquece tudo o que está acontecendo ao redor… — continuou.

— Você é linda… — pensei alto, acariciando seu corpo acima de mim.

Vi quando um sorriso se instalou em seus lábios carnudos. As mãos de Liz agora escorregaram até minha calça moleton branca e a puxaram pra baixo devagar.

Eu podia ser homem, mas também tinha vergonha em certas situações. Não era virgem mas mesmo assim ainda era um pouco difícil de acreditar que eu estaria me entregando de corpo e alma para minha médica. Para a mulher que acende uma chama ardente em meu peito, a qual jamais se apagaria quando ela estava por perto. 

A ajudei a tirar a peça do corpo e umedeci os lábios fazendo o mesmo com a cueca. Meu membro já estava um pouco duro mas tentei não focar enquanto a puxava novamente para mim e abri seu sutiã, tendo a visão de seus seios fartos em meu peitoral. As mãos da doutora correram até a calcinha e tiraram a mesma por conta própria.

Meus olhos vagaram até sua intimidade, tendo um desejo imenso de senti-la. Era simplesmente linda. Da cabeça aos pés. Sempre seria, a mulher mais linda que já vi em toda a minha vida.

— Me deixe… — cortei a mim mesmo, com vergonha de prosseguir. Me deixe amá-la, completei, em pensamento.

Ignorei os pensamentos enquanto encaixa meu membro sobre a entrada de Elizabeth. Suspirando. Já estava úmida o suficiente para entrar sem dificuldades e pude sentir sua textura, arrancando um gemido de ambos os lados. 

Apoiei as mãos em sua cintura, enquanto as de Liz seguraram meus ombros para começar os movimentos com calma, maestria. 

Eu estava tão distantes dos problemas que tudo o que sentia agora era o prazer que estava sendo proporcionado por Elizabeth, aos poucos nos sentimos mais a vontade. Ainda surpreso por ela ter tomado a iniciativa quando o bobo na história de amor era eu. Mas entendi, eu tinha medo de sua reação. Por isso fiquei na minha. Não sabia como ela se sentia, mas era o que de menos me importava porque pelo menos uma coisa boa me aconteceu durante esse tempo.

Eu pude desfrutar e aproveitar o momento em que sorriria de verdade. E o melhor, era com a mulher que eu estava percebendo estar amando. Eu queria congelar o momento.

— Justin…

Abri os olhos, me deparando com um mar caramelo à minha frente. Os olhos de Liz estavam atentos aos meus enquanto aumentava a velocidade de seus movimentos, nos fazendo gemer baixo. Em momento algum, Interrompemos o contato visual. As unhas afiadas dela agora se cravaram em minha pele e desciam por toda a extensão das minhas costas, me causando uma dor pela qual ansiei por mais.

Mexi meu quadril, misturando nossos sexos e assim aumentando o atrito que estávamos tendo. Começava a ter mais espasmos e um gemido alto e rouco escapou de sua parte, me fazendo imediatamente capturar seus lábios para abafar o som.

Estava próximo do ápice, meus pêlos do corpo completamente arrepiados e a testa suada demonstravam o pequeno esforço que fazia para chegar ao clímax junto a morena. Não demorou, e explodimos em um perfeito orgasmo, compartilhando um com o outro as sensações que causava. 

Relaxei, apoiando as costas na parede atrás de mim, respirei fundo, querendo normalizar a respiração. Liz caiu sobre mim abraçando meu pescoço e a olhei, vendo parte dos seus cabelos colado às costas nuas. Os tirei, fazendo um leve carinho por estar feliz com aquele momento que eu desejava que durasse para sempre.

Me permiti sorrir, mais uma vez, tendo Elizabeth como o motivo.


Notas Finais


Trailer:
https://youtu.be/GnoLULBay2o

Me perdoem pela demora, eu acabei tendo bloqueio e não soube como começar o capitulo. Mas espero que tenham gostado, o tao famoso hot chegou ksks
Se vocês tiverem idéias, podem dizer também
Comentem a opinião de vocês, o que devo melhorar, o que devo parar de fazer...
Anyway
Não deixem de comentar, até o próximo.
Xoxo Ys ❤


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