História Strange Feeling - Taegi - Capítulo 1


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Categorias 2NE1, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Got7
Personagens BamBam, Cl, Jackson, JB, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jisoo, Jungkook, Lisa, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 10
Palavras 626
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


iai, chapas, espero que gostem rsrs

Capítulo 1 - 11


Fanfic / Fanfiction Strange Feeling - Taegi - Capítulo 1 - 11

— Estenda seu braço direito, garoto.

Olhei para meu pai antes de realizar tal ato, que, por impulso, assentiu com a cabeça.

Estendi meu braço, recuando algumas vezes, o medo predominava meu corpo de uma maneira brutal, me deixando cada vez mais desconfortável e nervoso.

Sinto um choque muito dolorido e ardente em meu pulso, minhas veias pulsavam de dor.

"11"

Eleven? O que isso significa?

Olhei, com os olhos marejados de lágrimas, em direção ao meu pai. Ele sorria insanamente enquanto dizia:

– Parabéns, você é especial.

Fui puxado com brutalidade pelos meus pulsos. Gritei de dor por causa da queimadura que tinha acabado de ser realizada.

Fui arrastado até uma solitária, onde fui trancado. Estava escuro, frio e cheirando mal. A única coisa que conseguia fazer era chorar e gritar pelo meu pai.

Luzes fortes foram ligadas, fazendo meus olhos arderem, a claridade era tanta que fazia meu corpo queimar de calor, o que me deu um choque, porque, antes, ali no mesmo local, estava um frio congelante.

Me contorcendo de dor, gritava por ajuda, o que foi em vão, pois não haviam presenças por perto.

Meus ouvidos pareciam não funcionar, apenas ouvia um tipo de som repetidamente.

Senti meu corpo se eletrocutar inteiro por dentro.

Olhei para minhas mãos e vi elas se normalizando, passando de brancas pálidas para sua cor natural, assim como o resto de meu corpo.

As luzes se apagaram e, de imediato, meu corpo se deu de encontro ao chão, fazendo-me desmaiar.

Portas foram abertas, foram empurrados dois homens para dentro da solitária. Eles iam chegar perto de mim, mas, com um olhar mortal que dei por impulso e medo, um deles caiu, se contorcendo, assim como eu fazia minutos antes.

Assustado, perguntei mentalmente o que havia acabado de fazer.

Quando o outro homem foi se aproximar, quebrei seu pescoço apenas virando minha cabeça para o lado.

Mais assustado ainda, gritei, gritei por socorro, gritei por medo e nervosismo.

.

.

.

.

— PAI, SAIA DA MINHA FRENTE! — gritava como ordem.

— Filho, controle-se.

— NÃO OUSE MANDAR EM MIM. VOCÊ QUER SE MACHUCAR?

— Acalme-se.

— CHEGA!

Lancei meu pai para longe movendo minha mão com brutalidade.

Escroto.

Fui derrotando o resto dos homens até chegar ao meu destino, onde meu pai conseguiu impedir-me de fugir puxando minha cabeça.

— ME SOLTE!

— JÁ CHEGA, ELEVEN, EU LHE DEI ESTES PODERES PARA LHE TESTAR PARA FUTURAS GUERRAS, NÃO PARA VOCÊ FUGIR E FICAR USANDO-OS PARA TUDO!

— É mesmo? — questionei.

— É, é mesmo, Eleven.

— É uma pena.

Arremessei-o novamente, porém, dessa vez, com mais força.

Vi sua cabeça bater na parede, o que, creio eu, deixou-o tonto.

Usei meus poderes novos mais uma vez, destrancado as portas de segurança.

Meu nariz estava sangrando muito.

Corri o mais longe que consegui, chegando na porra de uma casa.

Toquei a campainha a espera de alguém me atender, e foi isso que aconteceu.

— Olá, posso ajudar?

Um garoto de cabelos platinados, olhos castanhos encantadores e escuros, pele pálida e boca pequeninha, assim como sua estatura, um garoto, suponho que, mais baixo que eu, ou seja, baixinho pra caramba.

— U-uh... Eu sou... Eu sou Eleven...

— Quê?

— YOONGI, O QUE TÁ ROLANDO AÍ? — Ouvi um grito vindo de dentro de casa.

— Nada, Hoseok, já tô voltando. — gritou de volta. — Tá, o que você quer?

— Eu preciso de ajuda.

— Com o quê?

— Fugir dos homens maus.

— Hein?

— O meu pai, ele trabalha no laboratório, ele me transformou em um... Um "garoto especial"

— Anjo, eu não estou afim de brincadeiras idiotas vindas de estranhos hoje, não, ok? Tchauzinho.

O baixinho ia fechar a porta, mas, na metade do caminho, fiz força intelectual para ela abrir novamente, e consegui.

— Olha aqui, seu gnomo de jardim, eu estou falando sério e não ligo se você não acredita, eu preciso de ajuda e o escolhido foi você, então trate de me ajudar, entendeu? — falei exalando ódio em meu olhar.


Notas Finais


continua?

bjsssss 😍


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