História Strange Love - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Dean Winchester, Gabriel, Lúcifer, Sam Winchester
Tags Boyxboy, Cas, Castiel, Colegial, College, Dean, Destiel, Gabriel, Gay, Romance, Sam, Sobrenatural, Supernatural, Winchester
Exibições 215
Palavras 1.640
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


espero que gostem <3

Capítulo 13 - 13


-Cas. –Dean ficou em pé.

                -Sr. Winchester, mantenha a ordem. –O diretor disse se colocando de frente para Dean.

                -Dean, tudo bem. –Castiel assentiu com a cabeça. –Está tudo bem. –Ele disse segurando a mão do loiro. –Ligue para o meu pai, diga que vou chegar tarde em casa.

                -Não precisa ligar, o seu pai já está a caminho. –Salamandriel, o diretor, já estava ficando impaciente com toda a situação, mesmo ele tendo uma afeição por Castiel, o moreno estava em condições suspeitas.

                Lisa tentava, desesperadamente, atrair o olhar de Dean para si, porém o loiro só conseguiria olhar para Castiel saindo do refeitório.

                O burburinho e os olhares em direção à mesa dos rapazes estavam ficando cada vez mais intensos.

                -O Castiel, não pode pagar por algo que não é dele. –Dean disse abaixando a cabeça. A culpa estava martelando em sua têmpora.

                -Deve haver algum engano. –Gabriel tentava acalmar Dean. –Vai ver olharam no armário errado, essa escola é louca. –O rapaz tentava de todo modo tranquilizar Dean. Sam, continuava calado, estava temendo o que Dean estava prestes a dizer.

                -Não, Gabe. Não houve engando. –Dean afastou-se da cadeira. –A droga é minha. –E saiu porta afora.

*-*-*-*

                O coração de Castiel estava acelerado, suas mãos molhadas de suor percorria a extensão da própria perna. Inquieto o moreno batia freneticamente o pé contra os tacos de madeira do chão.

                -Até parece que você está sendo condenado lá dentro. –Uma voz feminina disse entrando na sala aonde Castiel se encontrava.

                -Quase isso. –O rapaz não conseguiu nem forçar um sorriso falso.

                -Meu nome é Charlie. –Disse uma mulher, na verdade adolescente, ruiva, aparentava ter a mesma idade que Castiel. Seu corpo era franzino, e possuía um belo par de olhos escuros. A pele clara deixava os cabelos cor de fogo ainda mais em destaque.

                -Castiel. –Disse apenas assentindo com a cabeça.

                -Sua primeira vez na direção? –Charlie tentava puxar assunto com Castiel. Ela estava sentada na cadeira que estava atrás da mesinha que havia logo à frente de Castiel. Ela era a secretária do turno da tarde.

                -Sim. –Castiel não desgrudava o olho da porta da sala principal do diretor. –Digo, primeira vez que estou com problemas. Já estive aqui antes. –Seu olhar agora se pousara sobre a parte traseira do monitor do computador que estava sobre a mesa.

                -Claro que esteve. Castiel Novak. Ganhador três vezes consecutivas do prêmio “Aluno do Ano”, gabaritou três exames de física seguidos. Interessante. –Charlie dizia olhando para o monitor.

                -Como você sabe tudo isso? –Castiel se sentiu importante por ter ganho tantos prêmios. Para ele era importante.

                -Está tudo na sua ficha, meu jovem Padawan. –Ela disse sorrindo arrastando-se com a cadeira de rodas em direção a uma enorme prateleira de arquivos.

                -Espere. Eu conheço você. –Castiel disse exprimindo os olhos. –Você é Charlie Bradbury. Formou ano passado. –Ele lembrou-se de já ter cruzado com a garota. Porém, ela estava diferente, o cabelo estava mais curto e ela não usava mais os óculos de sempre.

                -Achei que não iria se lembrar. –Ela disse sorrindo. –Mas o que você fez Castiel? Aparenta estar nervoso. –Ela começou a puxar assunto com o garoto.

                -Bom...-Castiel hesitou antes de contar, mas Charlie não era do mesmo tipo da Lisa, Castiel podia confiar nela. –Promete não contar para ninguém?

                -Dou minha palavra. –Ela respondeu sentando-se ao lado de Castiel, deixando a poltrona de rodinhas vazia.

                -Por onde começar. –Castiel dizia para sim mesmo. –Meio que eu comecei a sair com o namorado da Lisa. Conhece? –O moreno sentia-se estranho falando assim, mas foi Dean quem terminou com ela, Dean havia escolhido ele.

                -Conheço. Infelizmente eu conheço. –Charlie, aparentemente, não gostava da garota.

                -Então. Ela namorava Dean, mas em resumo, ela estava chantageando ele a ficar com ela. Então eu e ele nos conhecemos numa detenção, não sei como e nem por que, ele confiou em mim e se abriu comigo. Então enxerguei nele algo mais, não vejo ele como o Dean popular e capitão do time, eu vejo ele como apenas o Dean. –Castiel falava demasiadamente rápido o bastante, mas estava resumindo toda a história. –Então ficamos bastante próximos em apenas poucos dias e ele largou ela, pois começamos a namorar. Parece loucura né?

                -Isso daria uma ótima fanfic. –Charlie disse olhando para o nada. –Continua, mas por que você está aqui? –Charlie estava interessada na história.

                -Bom. Dean, teve uns problemas com o pai e Lisa só forçou esses problemas a piorarem, mas, ela percebeu que o maior medo de Dean não é o pai...-Castiel pausou, pois agora que estava parando para assimilar todo o ocorrido. –O maior medo dele é de se separar de mim. Então, alguém escondeu drogas no meu armário, e eu chuto fortemente em Lisa.

                -Meu Deus, Castiel. –Charlie estava chocada, pois não pensou que era algo tão grave. –Eu acho que...-Charlie abaixou o tom de voz. –Acho que posso te ajudar. –Ela sorriu para o moreno. –Venha aqui.

                Charlie se sentou novamente na poltrona de rodinhas na qual ela passava a maior parte do tempo. E disse olhando para o computador:

                -Eu juro solenemente não fazer nada de bom. –Disse apertando alguns comandos no teclados e alguns cliques no mouse.

                -Você não tem um Mapa do Maroto, Charlie...-Castiel acabará de dizer isso e várias imagens das câmeras de segurança surgiram no computador.

                -Tenho ou não? –Charlie sorria ao ver a expressão de admiração no rosto do moreno. –Eu conectei as imagens de segurança no meu computador.

                -Mas para que? –Castiel não entendia realmente o motivo dela ter feito isso.

                -Desde quando entrei no colégio eu tenho acesso as imagens. Antigamente era somente no meu celular, sabe eu precisava matar aula, mas não podia ser pega. Mas agora transferi também para esse computador. –Ela estava orgulhosa de si. –Uma hora seria útil.

                -Você realmente existe? –Castiel havia iluminado o semblante do rosto. –Mas tem um problema. As câmeras não funcionam no meu armário.

                -Bom, as câmeras da escola não. Mas, eu precisava ter um, vamos dizer, campo de visualização maior. Por isso ao longo dos quatro anos instalei várias outras câmeras pela escola.

                -Você realmente não existe. –Castiel disse no impulso dando um abraço desajeitado na ruiva, já que ela estava sentada e ele curvado.

                -Aliás, quem está lá dentro? –Charlie perguntou para Castiel.

                -Meu pai, o diretor e um conselheiro. –Ele olhou de relance para a porta. –Teria como ver as imagens de ontem à noite? –Castiel estava ansioso.

                -Claro. –Charlie procurou entre os arquivos salvos e colocou o vídeo para tocar.

                O vídeo dava diretamente para o armário do garoto, aparentemente era só mais um corredor vazio, o armário de Castiel era perto de Dean. O vídeo seguiu sem nada de interessante, porém de repente, Lisa surge no vídeo. Ela passa pelo corredor de Castiel e vai até o de Dean, demora um pouco lá, até que consegue retirar várias capsulas. Então, calmamente, ela coloca as cápsulas que estava no armário do loiro nas coisas do moreno.

                Castiel sentiu um aperto no peito, Dean estava realmente envolvido com drogas, porém, havia mais coisas no vídeo. Lisa voltou para o armário de Dean e retirou algo envolto em um lenço e colocara no fundo do armário de Dean. Lisa havia plantado uma arma no armário do moreno.

                -Eu preciso ir. –Castiel disse para Charlie. –Me empresta o seu telefone. Eu preciso das imagens de segurança agora.

                Charlie se apressou e organizou as imagens na tela do telefone. Dividindo a tela em dois, um quadro pegava o corredor do armário e outro à sala do diretor.

                -Que a sorte esteja sempre ao seu favor. –Charlie disse e a única coisa que viu foi um Castiel desesperado saindo pelo corredor.

*-*-*-*

 

                Respiração de Castiel estava ofegante. Os corredores vazios. Não tinha notícias de Dean. O seu olho estava fixo no seu corredor até que viu na câmera um policial fazendo a vigia do seu armário. Não conseguiria chegar até o armário de Dean. Não pensou duas vezes e ligou para a secretária da escola pelo telefone da Charlie.

                -Charlie. Sou eu, Castiel. –O moreno interrompeu ela que estava começando a dizer boa tarde. –Preciso de você aqui, tem um policial em frente ao meu armário, preciso que você despiste ele.

                -Tudo bem. –E a ruiva desligou.

                Castiel, escorado em uma pilastra, mordia o lábio inferior e só conseguia pensar no castigo que ele levaria.

                Charlie apontou para o corredor, passou por Castiel sem dizer nada e foi em direção ao policial. Ela estava caminhando naturalmente, e quando chegou perto do homem fardado, fingiu um desmaio.

                Castiel acompanhava tudo pelas imagens no telefone da Charlie. O policial pegou a ruiva, que estava “desmaiada” e saiu de perto do armário. Era o tempo ideal. Castiel correu até o armário do loiro e, droga, estava trancado.

                O moreno pensou em todas as combinações possíveis, mas no momento não conseguia pensar em nenhuma. Depois de tentar vários números, apenas deu um puxão bem forte no pequeno cadeado e o mesmo abriu. Então ele lembrou-se de Dean sempre reclamar que não havia segurança no seu armário e agora Castiel entendera o motivo.

                Ele logo percebeu um lenço e era realmente uma arma. Pegou ela com cuidado e fechou o armário do garoto e saiu.

                Castiel, sem saber o que fazer com o armamento, colocou-a no bolso. Charlie não estava na sala de costume. Ele colocou o celular da garota sobre a mesa e, bem no fundo da mochila, escondeu a arma. Pensou bem, a mochila seria suspeita, então abriu uma gaveta das várias que possuía nas prateleiras e escondeu a arma por debaixo dos papéis.

                Foi o tempo de ele sentar e esconder o objeto e a porta abrir.

                -Tomamos uma decisão final. –O diretor disse e ao lado dele Chuck estava de pé. –Você está expulso, Castiel.


Notas Finais


Obrigado por estarem lendo
ESSA SEMANA TEM SUPERNATURAL AAAAAAA!!!!


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