História Stranger Liaisons - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Hopper, Dustin, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Karen Wheeler, Lucas, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Steve Harrington, Will Byers
Tags Comedia, Drama, Eleven, Fillie, Mike, Mileven, Romance, Stranger Things
Visualizações 151
Palavras 1.935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, eu queria agradecer pelas belas palavras que vocês deixaram para mim no último capítulo de Fillie-Desafio. Eu fiquei muito emocionada! Amo muito vocês! Eu vou me dedicar um pouco a essas fics Mileven. O primeiro capítulo da segunda temporada vai sair somente dia 3 de setembro. Eu sei que é difícil, mas vocês vão ter que aguentar comigo!

Capítulo 5 - Isso faz bebês!


Fanfic / Fanfiction Stranger Liaisons - Capítulo 5 - Isso faz bebês!

— Terminei. - Ele sussurrou mais uma vez em seu ouvido, não recebendo a mesma reação dessa vez.
— Vamos! - Ela disse assim que se levantou e pegou a sua toalha.
"Ai meu Deus", Mike pensou enquanto se levantava também.
Ele prendeu a toalha em sua cintura e encontrou El já quase vestida. Ela tinha separado sua roupa antes mesmo dele levantar e deixado em cima do sofá. "Uma pena", ele pensou e depois chacoalhou sua cabeça tentando se convencer de que era muito bom que ela tivesse de roupa. El terminou de abotoar sua calça e Mike disse:
— Você pode ir subindo para o café, enquanto… - Pensou tê-la convencido de parar, o que não aconteceu porque ela o interrompeu com um beijo. El estava determinada de um jeito que nunca estivera antes. Era tudo novo para ela e ela queria descobrir mais e mais.
A verdade é que por muito tempo sentiu vontade de fazer coisas que não sabia muito bem o que era. As vezes a noite ela sonhava com Mike e desejava que ele estivesse ali perto dela, mas parecia que somente deitar ao seu lado não seria suficiente. Descobrir que podiam ficar mais próximos ainda, era libertador.
— Vem, Mike. – El o guiou até o forte e tirou a toalha do garoto, fazendo-o deitar-se no colchão.
Apesar de Eleven já ter tocado o membro de Mike e eles terem tomado banho juntos, ele ainda não se sentia muito confortável estando completamente nu perto dela. Especialmente porque, ao contrário dele, que tentou desviar seu olhar de Eleven para não constrangê-la, ela analisava-o completamente sem perceber se o constrangia ou não devido a sua curiosidade. Era tudo muito novo.
El deitou-se por cima dele que já tinha ficado duro novamente somente com o beijo que haviam dado segundos antes. A parte íntima de Mike roçava contra a de Eleven e, apesar dela estar vestida, dava um pouco de urgência para os dois.
— Mike, - ela disse bem baixinho no ouvido do namorado, deixando-o cada vez com mais urgência - o que eu faço?
— Se não quiser, não prec…
— Mike. - Ela retrucou afastando-se, ficando ajoelhada. As pernas de Mike ficaram entre as suas e seu membro estava bem a sua frente e ela o olhava intrigada..
—  Assim. - Ele pegou a mão dela e colocou em volta dele, subindo devagar e descendo. Era difícil ensinar para alguém algo que ele não sabia muito bem sobre si mesmo - Isso. - Ele disse com a voz trêmula. El aprendia rápido. 
Ela estava com uma cara séria, prestando atenção para fazer direitinho. Tirou a mão de Mike de cima da dela, porque achava que tinha entendido. Queria que ele se sentisse bem com aquilo, apesar de não saber o que ele sentia.
A respiração de Mike estava pesada e El queria muito poder descobrir as coisas sozinhas e impressiona-lo, por isso não perguntou mais nada. Era sempre Mike que a ensinava. Ele sabia de tudo e ela de nada. Sempre tinha dúvidas, que depois passou a perceber que eram bobas para ele, mesmo assim ele respondia com entusiasmo. A única coisa que ela ganhava dele era nas suas habilidades especiais, que pelo menos ele sempre se impressionava quando ela as mostrava.
Eleven seguiu seus instintos depois de muito pensar e deu uma apertada em Mike que arfou em êxtase.
— Eleven! - Mike gemeu o nome dela dando um pulinho ao sentir o que ela fizera com ele.
Ela começou a fazer movimentos contínuos de cima para baixo, já que era assim que ela fora ensinada, mas as vezes o pegava de um jeito que ele não se aguentava.
Mike passou a assisti-la, equilibrando-se nos seus cotovelos. Queria ter certeza que ela ficaria bem. Apesar de que tudo que ele queria naquele momento era colocar a mão na cabeça de El e força-la a tomá-lo pela boca, mas ele não poderia. Era tudo novo para ela. Teriam que ir devagar. Até porque assim é mais gostoso. Irem se descobrindo aos poucos.
El sempre fora curiosa, mas ficar tanto tempo longe da humanidade a impediu de desenvolver certas ações. É uma coisa humana ter necessidade de fazer sexo. É um instinto que todos têm. A verdade é que ninguém precisa ser ensinado. Os animais não são, mas ao atingirem a idade adulta eles simplesmente sabem. Foi assim que Mike descobriu como fazer a si mesmo se sentir bem antes mesmo de aprender sobre isso. Antes mesmo de conhecer Eleven. Somente depois foi realmente entender o que fazia. Porém com El era diferente. Até os 12 anos ela nunca tinha conhecido um menino da sua idade, então se apaixonou por Mike pensando que era assim que as pessoas se sentiam por algum amigo especial. Entretanto ela era humana. Portanto, ao ser introduzida, ela descobria o resto. Foi assim que começou a estimular os testículos de Mike. Estava tudo ali meio que conectado, por que não, não é? E Mike adorou. Diferente de qualquer coisa que ele já sentira antes.
Mike se segurava para não soltar nenhum ruído muito alto. Primeiro para não assustar El, segundo para não chamar a atenção da sua família. Falando nela, quando Mike começou a sentir que estava chegando no seu clímax, ele escutou:
— Michael? - Karen, a mãe dele gritou, enquanto batia na porta.
Nesse momento El parou o que fazia e o olhou assustada. Não sabia porque, mas parecia errado que a Sra. Wheeler soubesse o que estavam fazendo. Mesmo assim, manteve a mão no membro de Mike, sem saber o quanto aquilo o ajudou a não voltar ao normal.
— Mãe? - Mike respondeu tentando manter a sua voz normal, para não soar como um gemido - Já estamos subindo!
Karen estranhou a porta fechada, mas resolveu não falar nada. Devia ter uma boa razão para os meninos terem a trancado.
— Ok.
Assim ela foi embora. "Que bom que tranquei a porta", Mike pensou aliviado.
Eleven voltou imediatamente para o que fazia antes. Não sabia aonde chegariam, mas pensava que teria um final e assim continuou. Em pouco tempo, Mike começou a respirar mais depressa e mais forte, dando a notícia a El de que estava acabando, então ela começou a ir mais rápido. Aumentou o ritmo aos poucos até não conseguir mais. Seu braço já estava cansado, mas ela não desistia. 
Quando Mike percebeu que em poucos segundos ele chegaria ao final, tentou avisar Eleven, mas ela o fez deitar-se novamente. Não queria que ele atrapalhasse o momento. Ela estava intrigada, comprometida a saber o que aconteceria.
Mike tentou soltar devagar para não assustá-la, mas simplesmente era muito difícil. Ele soltou um gemido baixo e se jogou no colchão exausto. Sua respiração estava pesada ainda e Eleven ficou observando. Ele sabia que ela o mirava, mas ainda não tinha forças para fazer qualquer movimento. 
De repente,  Mike sentiu algo em sua barriga e quando levantou sua cabeça para entender o que acontecia, viu Eleven lambendo um pouco do líquido branco que ele despejara acidentalmente em si mesmo. Ela já tinha lambido tudo que caíra em sua mão. Mike simplesmente não conseguia acreditar.
— Isso é nojento, Eleven! - Ele disse enquanto a observava experimentar de olhos fechados. Parecia certo experimentar. Era esquisito, ela queria saber do que se tratava.
Quando ouviu o que ele disse, El abriu seus olhos e fez uma cara triste. Pensou que Mike teria ficado chateado pelo o que fizera e que ela realmente não deveria, que era errado.
— Não, El! - Mike falou percebendo - Tá tudo bem! - Ele se sentou e segurou as mãos da namorada - As pessoas fazem isso. - Sorriu para tentar confortá-la e ela sorriu também, deixando-o aliviado.
— O que é? - El perguntou apontando para a barriga dele.
— Se chama esperma, El. - Ele sentiu suas bochechas começarem a queimar ao dizer aquilo. Ter que ensinar essas coisas para Eleven era difícil.
Ela se lembrou das aulas na delegacia mais uma vez e entendeu o que ele dissera.
— Isso faz bebês! - Ela gritou deixando Mike nervoso.
— Shh - ele disse enquanto tampava a boca de El com sua mão - Eles não podem escutar.
Eleven assentiu com a cabeça e depois beijou Mike com vontade. Estava feliz pelo o que tinha acontecido. As costas de Mike encostaram no colchão e ele tentou se esquivar do corpo de El para não a sujar. Afinal, estava todo lambido.
— Foi bom? - Ela perguntou insegura. Tinha sido bom para ela, mas Mike não dissera nada.
— Muito, El. - Ele respondeu. Tudo acontecera tão rápido que ele simplesmente se esqueceu de afirmar aquilo para ela - Ninguém nunca me fez me sentir assim!
Mike afastou uma mecha de cabelo de Eleven e colocou atrás de sua orelha. Ficou fitando-a por um momento. Ela tinha aberto um sorriso quando Mike disse que gostou e isso o agradava muito. Então, ele percebeu que não seria justo se não ele não fizesse o mesmo por ela. Entretanto, quando olhou o seu relógio de pulso - aquele mesmo de sempre - que deixara do lado da cama na noite anterior, percebeu que eram quase nove horas. Isso queria dizer que a qualquer momento alguém poderia chegar para buscar El e por isso não poderiam arriscar. Deu graças a Deus que era domingo e por isso não tinham escola. Se tivessem, estariam muito ferrados.
— El, eu quero fazer o mesmo por você, mas sua família vai chegar daqui a pouco! - Ele disse inseguro, com medo da reação dela que foi muito diferente do que ele esperava.
Eleven levantou-se rapidamente e disse:
— Então vamos, Mike!
Com isso Mike se levantou rapidamente e foi para o banheiro se limpar e levou suas roupas. Enquanto se trocava, El deu uma organizada no forte, cantarolando um pouco. Mike ficou feliz ao ouvi-la. Era difícil Eleven abrir a boca para soltar qualquer ruído se não fosse extremamente necessário.
Eleven queria aprender mais, experimentar mais. Queria entender quando Mike dissera ‘fazer o mesmo por ela’, mas ela entendia que era arriscado. O que importava era já haviam feito algo e ele estava muito feliz.
Quando Mike terminou de se arrumar, ele foi até as camisinhas que ainda estavam no mesmo lugar e tratou de escondê-las para não causar nenhum constrangimento.
— Para que servem, Mike? – Eleven perguntou curiosa, abraçando-o por trás,
— Já já, você descobre, El! – Ele respondeu malicioso, mas logo depois tirou qualquer tipo de pensamento da sua cabeça percebendo que tinham que subir logo para o café da manhã, antes que a sua mãe ficasse brava. Já iria ser difícil explicar porque estava trancado sozinho no porão com Eleven. Ele segurou na mão da namorada e guiou-a até a porta – El, não fala nada sobre isso com eles, tá? E concorda com tudo o que eu disser!
Eleven assentiu com a cabeça confiando em Mike e no que ele dizia.
Ao chegarem na mesa onde seus pais e Holly tomavam café da manhã, Karen estranhou quando não viu os outros meninos, somente El e começou a interrogar seu filho..
Ele explicou que os meninos foram durante a madrugada e que El quisera dormir em seu forte. Logo de manhã ele foi visita-la no porão – porque ele tinha dormido em seu quarto. Explicou também que quando El foi tentar abrir a porta do porão que dava para o quintal com sua mente, ela deve ter acabado por trancar a porta de cima.
Karen não engoliu muito bem a história, porque afinal de contas não era boba, mas resolveu deixar por aquilo mesmo. Afinal, Mike estava feliz, algo que durante um ano, foi impossível ser.

 



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