História Stranger Things - Uma nova era - Capítulo 2


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Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Hopper, Dr. Martin Brenner, Dustin, Eleven (Onze), Joyce Byers, Lucas, Mike Wheeler, Will Byers
Exibições 21
Palavras 900
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tentei algo . Esta bom?

Capítulo 2 - Passáros sem rumo


Fanfic / Fanfiction Stranger Things - Uma nova era - Capítulo 2 - Passáros sem rumo


Estava eu em mais um dia ensolarado andando na minha moto Harley Davinson, que nem aos passaros migratorios , somente curtindo o vento que escorava em meu corpo coberto por calças ,uma blusa simples preta e uma jaqueta de couro preta simples, me trazendo um bem-estar tão bom que é como se fosse verão e você estivesse com calor e tomasse um sorvete se refrescando internamente, um sentimento de leveza cobre meu corpo e mente , que palavras não explicam nem traduzem por completo esses sentimentos mas é como se eu estivesse a procura de alguem e alguém a minha procura .
***
Andando de bike sem rumo, junto aos meus amigos Lucas e Dustin , em nosso núcleo de amizade há o costume de todas as tardes andar se rumo ate encontrar um local perfeito para observar o por do sol , hoje remos na pracinha , para eles é um sentimento estranho mas o meu é mais como se alguém estivesse a minha procura e eu estivesse a procura de alguém , e é como deitar na piscina em um dia ensolarado e saber que no dia seguinte você não tem nenhuma obrigação ou dever a fazer , me sinto tão leve que vou sorrindo deixando meus cabelos curtos balançarem no vento , carregando junto a ele roda energia ruim que estava formando uma capa e minha volta , talvez tudo isso seja uma terapia  mas como também pode ser doidura nossa , mas eu particulamente adoro .

***
Chegando na colina mais alta da cidade , colocando minha moto em um lugar com madeiras apodrecidas formando uma especie de barreira entre uma fazenda vazia assim como meu coração  isolado de todo o resto do mundo e vou caminhar como se eu fosse uma noiva com chiclete nos pés observando tudo o que há ao meu lado , passáros cantando,arvores com seus galhos balançando ao ritimo do vento ,as fohas secas caindo no chão formando a orquestra perfeita da natureza mas falta algo: o sol , sento de chineisinho no chão e fico vidrada olhando como a natureza é perfeita , olhando o sol dando tchau la no horizonte tirando a luz da humanidade dando lugar a escuridão e me trazendo sensações de que pedaço de meu  coração está com alguém jogado ai no mundo, muitos me chamam de doida mas eu sou capaz de sentir coisas que ninguém sente ou até sente mas não da mesma forma e intensidade que eu 
-Ah!-suspiro aliviada por algo que nem eu mesma sei-È como se o por do sol fosse um supercom e eu estivesse me conectando a outra pessoa.
***
Chegamos em nosso destino e colocamos nossas bicicletas em uma especie de garagem para bicicletas que há no parque , sentamos na grama tudo isso em silêncio como se colocassem super - cola em nossos labios para que não falassemos mais nada e foi o que fizemos durante toda a sinfonia da mãe natureza , ah a sensação de que alguem precisa de mim e de que eu preciso de alguém não sai de meu coração , como se houvessem arrancado um pedaço de mim e deram a outra pessoa e sem esse pedaço eu estou imcompleto , partes de mim não funcionam sem esse pedaço .
***
Com todo o evento da natureza acabado me levanto e uma lagrima sai solitaria de meus olhos e rolam por minha pele , engulo esse sentimento de felicidade misto ao de tristeza   e subo em minha moto e saio correndo para casa , com frio paro no caminho pego minha jaqueta de couro e cubro meus braços finos e sensiveis sentindo um calafrio me corroer por inteiro e sigo meu caminho com somente o farol de minha moto iluminando a 2 metros da minha frente , ate que senti algo gelado em minha bochecha esquerda e logo apos na direita outro na testa e logo de pingozinhos se transformam em chuva , me molhando mais que minhas lagrimas que saiam de meus pequeninos e pertubados olhos .
Chego em casa minha mãe e minha irmã estão na sala assistindo a tevê de 20 polegadas , chego toda molhada olhando para elas com os olhos marejados de lagrimas tristes e elas ficam me fitando como se
dissessem "o que aconteceu?" , e eu simplesmente vou em direção a elas , levantaram do sofá com um tecido brega me abraçaram , e me desabo a chorar .
***
Depois da orquestra da natureza , traçamos nosso caminho de volta para casa e lagrimas começaram a escapar de meus olhos marejados ate que uma se trasformou em duas , duas em quatro e quatro  em varias e vi que algumas não saiam de mim outra saiam das nuvens e começou uma aqui outra ali ate se trastornar e cair varias de uma vez , cada um de meus amigos foram para  as suas respectivas casas e como moro mais longe fico so no resto de meu caminho . Chego em casa todo ensopado  de água encontrando minha mãe e irmã sentadas no sofá de um courino marrom lendo ao jornal e uma delas , a mais velha vem correndo me abraçar e a mais nova logo atrás formando um abraço e a barreira que criei mentalmente para as lagrimas não invadirem meu corpo fora quebrado e choro por motivos que eu não entendo .
 


Notas Finais


Quem sera que está narrando ?
O que devo melhorar nos capitulos ?Ou devo largar?


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