História Stray Dogs (Soukoku) - Capítulo 5


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Categorias Bungou Stray Dogs
Personagens Akiko Yosano, Atsushi Nakajima, Edogawa Ranpo, Junichirou Tanizaki, Kenki Miyazawa, Kunikida Doppo, Naomi Tanizaki, Osamu Dazai, Personagens Originais, Ryuunosuke Akutagawa
Tags Álcool, Bsd, Chuuya, Dazai, Homosexualismo, Lemon, Nakahara, Osamu, Romance, Sexo, Soukoku, Yaoi
Visualizações 22
Palavras 1.513
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishounen, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Super Power, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Segue aqui mais um capítulo! Boa leitura.

Capítulo 5 - Step one


Fanfic / Fanfiction Stray Dogs (Soukoku) - Capítulo 5 - Step one

¥Nakahara Chuuya¥

- Eu quero fuder você. - Dazai olhou para mim de uma maneira tão sensual e cativadora que corei ainda mais, fitando aqueles olhinhos escuros ligeiros. Um arrepio subiu pela minha espinha e sorri corado.

- Eu também quero que você me foda. - Minha honestidade era notável e tinha um toque de sarcasmo e diversão suja no meio. Passei minhas mãos por sua bochecha macia e vi ele sorrir. Seu sorriso era tão tranquilizador e doce, mas ao mesmo tempo me deixava confuso, porque sabia que havia algo que ele não estava me contando. - Por que saltou daquele prédio? E como levou aquele tiro?

- Eu não quero conversar sobre isso, eu quero te fuder. - Ele moveu os quadris de maneira sensual e deu um suspiro sexy. Argh, eu estava me excitando e caindo na sua traquinagem. Eu o abracei e beijei seu pescoço.

- Agora não. Você tem que se recuperar e depois faremos amor.- Eu senti ele passar suas pernas por minha cintura e gemer com o toque. Um gemido adoravelmente provocante.

- Depois quando? - O moreno se esfregou em mim e passou sua cabeça em meu pescoço como um gato carente.

- Daqui alguns dias, certo? - Mordi o lóbulo de sua orelha e sorri pervertidamente.

- Nnngh~ Então toma banho comigo. - Oi? Dazai-chan, estou certo que somos amigos e companheiros desde sempre, mas… Eu não confio em você tal como você não confia em mim quando estou bêbado. Olhei para ele e sorri pervertidamente, pegando sua mão e cruzando nossos dedos.

- Tudo bem suicida idiota. Não tenho nada pra fazer mesmo.

- Admita que me ama~ - Minhas bochechas coraram e senti aquela imensa vontade de arrancar sua cabeça fora e sujar todo o meu apartamento com seu sangue. Claro que ele tinha total razão em dizer isso, mas eu não admitiria ou falaria facilmente. Não sou o tipo que me apego a palavras fofinhas e coisas adoráveis, mas a questão é que Dazai é tão diferente e tão… Seco, que me apeguei a ele facilmente.

- Hein Chuuya?~ - Ele usou aquela voz fofa e excitante novamente.

Eu o encarei mais uma vez, pensando no que diria. Já havíamos passados muitas noites juntas, entre suspiros e gemidos de prazer, mas nunca colamos nossos lábios. Era só mais uma noite de sexo. Eu pensava todas as vezes que me excitava em beijá-lo imensamente. Mas agora, aquela pergunta soava até que irritante. Quando vezes eu não o deixei sozinho, voltando para a Máfia de madrugada? Quantas vezes eu senti que ele ia dizer isso, mas repreendi? Neguei? Eu falhei em deixá-lo cair. Eu falhei eu deixá-lo não a beira da morte, mas sim, em ser consumido por ela. Senti um nó na garganta e em aperto no peito, seguida por uma onda de sentimentos. Argh! Seria agora que eu iria chorar? Talvez Dazai já tivesse me visto bêbado chorando e lamentando. Mas agora? Senti meus olhos lacrimejarem e Dazai me abraçando. Comecei a chorar compulsivamente. Tudo me veio à cabeça. Os erros que cometi, os sons dos aparelhos, Dazai sangrando e desacordado em meus braços. Ele indo embora. Eu indo embora. 

Senti lágrimas e lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas e pelo meu rosto, pingando no futon. Meus soluços tomaram conta do ambiente, ecoando pelo quarto. Senti suas mãos com ataduras acariciarem meus cabelos ruivos, enquanto me abraçava. Sentei-me em seu colo e me coloquei a chorar ainda mais, com minha testa em seu ombro. Eu estava com dor. Tudo doía por dentro. Meus sentimentos pareciam que pareciam estar digeridos, votaram pela minha garganta e não aguentei, apertando o tecido do suéter enquanto o desespero me dominava.

- Eu não quero perder você. - Eu murmurei entre suspiros e soluços, com o rosto ensopado pelas lágrimas. Eu senti que Dazai pareceu confuso, até que suspirou e levantou meu queixo, me fazendo olhar dentro de seus olhos. Aqueles mesmos que mataram pessoas a sangue frio, que brilhavam quando viam a morte a beira do abismo e que brilhavam quando olhavam para mim. Ele selou nossos lábios lentamente, em um beijo lento e confortante. Senti seus polegares limparem minhas lágrimas para longe e ele voltando a me abraçar fortemente, acariciando meu cabelo.

- Eu também te amo. - Disse Dazai lentamente, fazendo tais palavras absorverem na minha carne como uma esponja. Voltei a chorar compulsivamente. Deixei que meus sentimentos fluírem por um longo tempo, até que senti meus olhos se fecharem e ambos de nós adormecendo naquele abraço quente e confortável.


¥Dazai Osamu¥

Eu havia cochilado junto com Chuuya em um abraço gostoso quando ouvi seu celular vibrar na mesa. Abri os olhos sentindo um ligeiro incômodo e uma dor no pescoço, vendo quase um anjo debaixo dos meus olhos. Sorri com a maneira em que o doce mafioso estava. Descabelado, dormido tranquilamente e grunhindo algumas vezes. Provavelmente estava tendo um pesadelo. Acariciei aqueles cabelos ruivos e soltei a fita que os prendia, deixando solto. Senti ela sorrir e se acomodar no travesseiro, movendo seu corpo do futon e se soltando do meu abraço. Chuuya parecia tão calmo e doce quando estava comigo… E eu claramente sabia que ele já havia passado por muita coisa. Beijei sua testa e senti sua respiração calma, fazendo seu corpo mover junto com os batimentos apaixonados. 

Ah, como, eu sinto falta das noites de sexo. Suspirei e ouvi o celular dele vibrar novamente, retornando meu olhos para o ruivo. Ainda dormia, e seria difícil acordá-lo. Apoiei meu cotovelo no futon, e com o outro braço fiz um esforço para me levantar e tentar ficar sentado. Senti minhas costelas doerem e tampei a boca, engolindo meu murmúrio. Depois de um bocado de esforço, fiquei sentado. Ah droga. Suspirei mais lentamente, franzindo o cenho e apertando os olhos com o indicador eo polegar. Eu tinha que ficar de pé. O celular vibrou novamente. Caramba! Ou Nakahara Chuuya tinha uma namorada ou era procurado pelos quatro cantos do universo. Senti um sorriso brotar no meu rosto e me apoiei na parede, tentando ficar de pé. Anda cérebro, colabora com as pernas. Fiquei de pé e sorri, fazendo um gesto de vitória. Restava agora, andar até a mesa. Usei todas as paredes como apoios e quase me arrastei até a mesa, empurrando meu corpo por cima dela e apoiando com uma mão. Peguei o celular desesperadamente e coloquei em modo silencioso, visualizando a tela de bloqueio. Três mensagens de Mori. Estavam todas com o nome de “Chefe.” Caminhei até o banheiro, fechei e tranquei a porta e cogitei todas as possibilidades de senhas possíveis. Era um nome. Certo, mas que diabos de nome? Três tentativas. Tentei Máfia. Falhei. Gravidade. Falhei também. Tentei meu nome. Parecia ser a única esperança que me restava, então deixei ser levado pelo chute. Desbloqueado. Meu coração bateu forte por alguns segundos e um arrepio correu pela minha espinha, me fazendo rever mentalmente como em um flashback, uma das nossas noites de sexo. Quase gemi e percebi que minhas bochechas coraram. Abri a mensagem e li mentalmente. E chequei a hora! Ainda eram 8:42! Mal havíamos dormido. Voltei minha concentração para a mensagem.

Chefe: Um sujeito lhe enviou uma carta solicitando sua presença. Acho que é um jantar ou algo do tipo.

Chefe: Deve estar ocupado, mandarei Akutagawa se você se atrasar.

Chefe: Nakahara? Está aí? Sei que anda ocupado com os planos da Guilda que encontrou, mas aquele convite foi destinado especificamente a você.

Me desesperei. Talvez tenham descoberto que eu não morri. Talvez ele tenha descoberto que Dazai Osamu ainda anda com os vivos. Comecei a digitar rapidamente.

Chuuya: Ainda ando ocupado e estou seguindo pistas úteis. Vi coisas suspeitas e não poderei ir. Sinto muito.

Em ato de desespero, joguei o celular no vaso sanitário, dei descarga e me encostei na porta, respirando pesadamente. A Máfia tinha um sistema de rastreamento fora do comum, por isso, tive de tomar decisões precipitadas. Minha frequência cardíaca acelerou num disparo e senti minha vista embassar. Recentemente eu venho estado com esses breaks de visão e audição. Ouvi Chuuya socar a porta.

- Você ficou maluco?! Eu dormi por um segundo e você se tranca no banheiro? Osamu! - Ele socou a porta irritado. Eu lavei as mãos, destranquei e olhei para ele.

- Eu precisava usar o banheiro. - baixei o olhar, caindo em cima dele, e sentindo minha vista embasar ainda mais. - Me perdoe.

- Shhhh.. - Chuuya acariciou meus cabelos cuidadosamente e quase me fez ronronar. Me recompus ou tentei e fitei o ruivo a minha frente calmamente. Estava descabelado e com um cheiro doce característico, além de parecer incrivelmente sexy cuidando de mim e sendo meu namorado perverso da Máfia. Que falem o que desejarem, eu o quero como meu namorado e sei que de alguma forma ele sabe disso. Espero ver isso em seus olhos logo. 

- Você tem febre.- Disse ele enquanto colocava sua mão dentro do meu suéter, uma mão gélida, tocando parte das minhas costas que não estavam cobertas por ataduras e bandagens. Fechei os olhos e acho que murmurei algo, o fazendo sorrir amavelmente. - Acho que devemos voltar para o hospital.


Notas Finais


... Eu to irritada


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