História Stray Heart - Capítulo 34


Escrita por: ~ e ~C_Kaplan

Postado
Categorias Fall Out Boy, Green Day, My Chemical Romance, Panic! At The Disco
Personagens Billie Joe Armstrong, Brendon Urie, Dallon Weekes, Frank Iero, Gerard Way, Patrick Stump, Personagens Originais, Pete Wentz, Ryan Ross, Spencer Smith
Tags Billie Joe, Brendon Urie, Fall Out Boy, Green Day, Panic At The Disco, Patrick Stump, Pete Wentz
Exibições 40
Palavras 2.949
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ola, estamos de volta... já chegamos tirando a poira e as teias de aranha dessa historia que esta parada a mais ou menos um seculo e meio. Desculpa galera.
Feliz ano novo atrasado e vamo que vamo.
Ainda tem alguém por ai? kkkkk
boa leitura

Capítulo 34 - This is gospel for the fallen ones


Fanfic / Fanfiction Stray Heart - Capítulo 34 - This is gospel for the fallen ones

Patrick Stump
Vivendo um dia após o outro, é isso que eu venho fazendo, só me concentrando nas coisas básicas do dia à dia, evitando pensar demais, isso sempre me faz tomar decisões idiotas, é só olhar o meu histórico. Isso me faz estar alheio as outras pessoas às vezes, Sarah sempre me diz que pareço desligado na maior parte do tempo, é exatamente assim que me sinto, desligado, tive que desligar uma parte de mim pra poder seguir em frente.
Por falar em Sarah agora ela está namorando Brendon, fiquei muito feliz quando ele me contou, pelo menos um de nós está conseguindo algum progresso, Já que Pete e eu atolamos na fase ruim. 
Preciso me ocupar com algo, já consigo sentir meus pensamentos deslizando em direção à “ela”. Solto um bufo irritado, eu nem sequer consigo pensar no seu nome, o quão patético é isso? Me sento na borda da cama pensando em achar um livro ou um filme pra assistir, qualquer coisa serve como distração, meus olhos automaticamente caem no meu celular que está no criado mudo, eu gostaria muito de dizer que eu não o checo muitas vezes por dia na esperança de uma mensagenzinha sequer, mas seria mentira, há momentos do dia em que não estou tão desligado assim e me permitido ser um pouco masoquista. 
Me levanto da cama num rompante ignorando a vontade crescente de pegar o celular e ligar pra “ela”, preciso muito me distrair, acabo decidindo que dar a volta é a melhor solução, ar livre, de repente comecei me sentir claustrofóbico no meu próprio quarto.
Peguei a chaves do carro e saí, tomando o cuidado de deixar o celular onde estava, quanto mais longe da tentação melhor.
Dirigi sem rumo por um tempo, só me concentrando na estrada, liguei o rádio e por ironia do destino estava tocando Closer do Kings Of Leon, não poderia ser mais perfeita para a ocasião pensei amargamente.
Quando finalmente me senti melhor fiz meu caminho de volta pra casa. Já era bem tarde e aparentemente ninguém tinha dado por minha falta. Entrei o mais silenciosamente possível em casa e fui direto para o quarto. Tomei um banho demorado pra me ajudar a dormir mais rápido. Vesti um pijama velho e deitei na cama.
Comecei a ter a sensação que meu celular brilhava na penumbra do quarto. Droga, eu estava sentindo um comichão por todo o meu corpo me incitando a pegar o celular, deve ser assim que os viciados em droga devem se sentir pensei, o corpo ansiando uma dose, era assim que eu me sentia agora, queria, ou melhor, precisava da minha dose “dela” nem que seja só a voz.
Trinquei os dentes e tentei me forçar a pensar em outra coisa, era inútil, quanto mais eu tentava mais ela invadia minha mente, seu sorriso, seus olhos, suas lágrimas... Levantei e peguei o celular disposto a joga-lo na parede, mas parei no último segundo pensando que o barulho iria acordar a casa inteira e eu não estava em condições de explicar nada nesse momento.
Que se dane.
Decido dar fim ao meu sofrimento, procuro na agenda seu contato salvo e clico em chamar. Mil pensamentos passam na minha cabeça enquanto ouço o chamar do outro lado... E se ela já estiver dormindo?...E se ela trocou de número... Será que ela vai querer falar comigo? O tormento termina quando ouço uma voz hesitante do outro lado da linha.
      - Patrick? – Fecho meus olhos absorvendo sua voz, meu coração dá um salto, a palavra viciado vem de novo à minha mente, saber que ela ainda tem meu contato salvo me deixa muito feliz, quer dizer que ela não me odeia totalmente não é? 
    - Victoria...– Falar o nome dela estava fazendo tudo o que e tentei reprimir voltar à tona outra vez – Eu...Eu te acordei?
    - Não eu estava acordada ainda – Ela fez uma pausa e pensei ter ouvido um suspiro, mas não tenho certeza - Patrick por que você está me ligando a essa hora? 
    - Eu... Eu só queria ouvir a sua voz – Confessei.
Fez silêncio do outro lado da linha, imaginei ela olhando pro nada pensando na minha resposta, fiquei esperando ela dizer mais alguma coisa mas ela continuou em silêncio.
    - Victoria? – Falei hesitante.
    - Eu ainda estou aqui – Ela respondeu e eu soltei o ar que eu nem tinha percebido que estava prendendo.
    - Eu... Como você está? – Perguntei tentando puxar conversa, tudo pra prolongar o momento.
    - Eu estou... Bem – Não acreditei totalmente nela mas decidi não forçar.
- Isso isso é bom – Esfreguei a mão livre na nuca soltando uma risadinha nervosa, me chutei internamente, aonde você quer chegar Patrick?
     - Acho que sim – Ouvi um leve som de riso na linha e isso me fez ficar menos tenso – E você como tem passado?
     - Eu estou bem, na medida do possível – Ri sem humor.
     -Isso é bom – Ouvi um suspiro alto do outro lado da linha - Olha Patrick eu tenho que desligar – Meu coração afundou – Trabalhei até tarde hoje, tenho que ir dormir.
     - Ahh ok, tudo bem – Minha voz saiu meio estrangulada.
     - Certo... – Ela fez uma pausa - Boa noite Patrick.
     - Boa noite Victoria – Respondi.
Esperei que ela desligasse já que eu não poderia fazer isso.
     - Ah Patrick... Foi bom ouvir a sua voz também – Dito isso ela desligou.
Recoloquei meu celular no criado mudo e tentei pegar no sono novamente, eu me sentia calmo pela primeira vez em dias. “Ah Patrick... Foi bom ouvir a sua voz também”
Talvez essa ligação não tenha sido uma má ideia afinal.

 

Diana Harvelle

Vic essa é minha última semana em Stray Heart. O que eu vou fazer depois que eu sair daqui? - Victoria saiu do closet e me encarou com a sobrancelha arqueada.

   -Passou voando…

   -É, e agora? - eu a interrompi

   -Quanto você tem? - ela se aproximou de mim
   -Pouco mais de cinco mil dólares. Gastamos muito no Shopping nesse último mês. - Eu passei as mãos pelo rosto

     -É verdade, mas a gente merece alguns mimos. - Ela sorriu - Essa grana não vai durar muito longe daqui… Temos uma semana pra te encaminhar em um emprego…

     -E você? - eu lhe lancei um olhar cuidadoso

     -Assim que que meu contrato vencer, vou pagar o Frank e depois a gente se encontra e se vira bem longe daqui...

      -Eu tô com medo do que vai acontecer com a gente.. Você aqui por mais um mês e eu solta em Nova York sabe se lá fazendo o que…
    -Calma vai dar tudo certo, um mês nem é tanto tempo, não tem como dar errado.
Tem Victoria, tem como dar tudo errado. Eu repetia essa frase em minha cabeça enquanto assinava um contrato de mais um mês de serviços para Billie Joe. Infelizmente só tivemos a oportunidade de sair de Stray Heart duas vezes durante a semana e nessas duas vezes encontrar um emprego sem ter qualquer experiência foi um fracasso total. Eu não poderia arriscar sair de Stray Heart alugar um lugar pra ficar sem um emprego ao menos encaminhado. Isso seria contar com a sorte que eu não tenho. Agora eu teria que aturar mais um mês transando com desconhecidos e me perguntando onde foi que as coisas começaram dar errado, embora eu já saiba da resposta.

As coisas em stray Heart mudaram, ou pelo menos o clima não era mais o mesmo. Alguma coisa em Billie Joe havia mudado alguma coisa boa nele havia acontecido ele não era mais tão assustador como antes, se houve alguma mudança com ele devemos agradecer a Sheila e ao Frank. Ah o Frank, depois daquele beijo acidental nunca mais ficamos mais que alguns minutos conversando eu sempre o evito e ele parece fazer o mesmo em relação a mim alguma coisa também mudou nele talvez ele realmente tenha conhecido uma garota legal, alguém que valha a pena de verdade. É mais saudável pra mim a maneira que as coisas estão. Victoria diz que não, mas a verdade é que ela se apaixonou pelo garoto loiro, ele até a ligou uma noite conversaram e ela passou a manhã do dia seguinte sorrindo, mas provavelmente não vai passar disso.

Nesse meu tempo em Stray Heart, graças aos céus, já passei bem perto de experimentar o quartinho, mas nunca de fato precisei encará-lo. Algumas garotas foram embora, outras chegaram. “escravas do prazer” foi o que eu ouvi um dia na hora do almoço uma das novatas dizer, soou como título de algum livro erótico, mas na verdade não há prazer em ser prostituta, dormir com caras diferentes, ser tratadas como se nem fosse gente. Se formos algum tipo de escravas, somos escravas do sexo: usadas apenas para o prazer alheio, ninguém se preocupa se está sendo bom pra gente ou não.

As noites em Stray Heart viraram uma rotina, roupas curtas, maquiagem pesada e procurar alguém disposto a pagar.

     -Oi. - Frank se sentou no balcão ao meu lado.
     -Oi… - Eu tentei parecer natural, mas eu me assustei ao vê-lo. - A quanto tempo…
    -É a faculdade não está fácil, principalmente que eu tive que correr atrás de algumas matérias atrasadas. - ele me encarou - Você está diferente.
    -Diferente? - Eu arqueei uma sobrancelha
    -è agora eu sei a cor dos seus olhos. - Eu senti minhas bochechas esquentarem. - Como vai as coisas?
   -Como sempre, nada mudou. - Eu dei um sorriso amarelo. - Agora eu preciso ir, foi bom te rever Frank. - Eu me levantei, não esperei por uma resposta.

Procurei um cara pelo salão, na verdade eu sempre esperava ser encontrada, mas parece que essa noite eu teria que me jogar em cima de algum para conseguir alguma coisa. Quando me sentei a mesa em que três caras alegres bebiam eu não me sentia confortável, muito menos sabia ao certo o que estava fazendo. Eu apenas me sentava chamava discretamente a atenção para meu decote e perguntava se eles estavam afim.

     -E uma festinha a quatro, pode rolar? - o loiro me encarou.

     - Eu não trabalho assim. - Eu joguei meu cabelo para trás. - Mas um de vocês eu posso levar ao céu.

     -Então eu vou. - O moreno alto, com um corte de cabelo militar, olhos azuis me fitou com desejo.

Eu apenas assenti e me levantei, o físico do cara é realmente impressionante a sua camisa não escondia seu peito torneado e nem a tatuagem em seu antebraço. Se ele bom de cama, carinhoso e pagar bem na mesma proporção que bonito seria uma noite ótima.

Depois de formalidades do tipo saber o nome, partimos para ação. Ele era extremamente cheiroso e me chamava de “meu bem”, me “comeu” de quatro, me pediu com jeitinho por um boquete, quando terminamos ele me deu um beijo na testa, enquanto calçava seu tênis eu observava suas costas nuas, fiquei imaginando como seria namorar um cara assim. Durante esse meu tempo em Stray Heart eu aprendi a reparar nas pessoas principalmente os homens. Alguns vêm aqui apenas para provar sua masculinidade,  outros tentam ganhar auto estima com mulheres bonitas sussurrando seus nomes, outros viam apenas para  relaxar.

     -Quanto eu te devo meu bem? - Ele sorriu de lado.

      -Quanto você acha que eu valho? - Eu ainda estava nua e o abracei por trás.

      -Vale milhões. - Ele sorriu - Mas eu tenho trezentos e oitenta dólares agora, serve? - eu sorri e beijei sua bochecha.

        -Está ótimo. Vou te ver de novo? - Eu sussurrei.

        -Assim que eu conseguir fugir da minha mulher eu volto aqui pra te ver. - Ele me deu um selinho na boca. E é claro tem o tipo de homem infiel.

Quando fui deixada sozinha no quarto segurando as notas que me foram entregues eu começava a me sentir um lixo humano outra vez, começava a pensar nos abusos do meu pai, em minha mãe e como ela estava. Pensava em como tudo isso iria acabar e se algum dia eu seria realmente feliz. Homens nunca deixaram de me assustar, eu só aprendi a lidar com esse medo pra ganhar a vida.

Na manhã seguinte as rotinas de café da manhã e pagamentos já não era tão amedrontadora como foi no início, Billie Joe era mais simpático.  

Depois de jogar muita conversa fora com Victoria, eu desci para buscar uma garrafinha de água, enquanto eu ia até os fundos, vi a porta da sala de Billie Joe se abrir e Nicolle sair de lá triunfante. Meu coração gelou.

 

Billie Joe

Os meses passaram rápido, me despedi de algumas garotas corajosas que ao final de seus contratos decidiram tentar a sorte longe de Chicago, recebi algumas novatas promissoras, mas quando precisei assinar um contrato de mais um mês de serviços para a senhorita Harvelle, só me provou o que eu estou cansado de saber: o mundo lá fora assusta essas garotas elas preferem continuar vendendo o corpo do que contar no seu próximo emprego que já foi uma prostituta. O rotular e criticar essas garotas é quase tão doloroso para elas quanto enfiar agulhas debaixo de suas unhas.

Quando ouvi Sheila dizer sim quando a perguntei se gostaria de se casar comigo, eu me senti estranho era quase como se eu estivesse completo. Os negócios iam bem, Frank parecia satisfeito com sua faculdade e passava dias sem ir a Stray Heart. Tudo estava tomando um curso bom, os ventos favoráveis sopravam em minha direção.

Tomar café da manhã em família estava se tornando algo rotineiro e agradável, eu gostava de conversar pela manhã com o Frank, observar Sheila preparar as torradas. Algo que eu não imaginava que viveria a essa altura da vida.

    -Frank, como vai a tal garota… Qual é mesmo o nome dela? Sarah? - Frank comia calmamente seu sanduíche de pasta de amendoim.

    -A Sarah… Bom descobri que ela não gosta de mim, não daria certo e ela seguiu com a vida. - ele pareceu pensativo.

    -Bom ela não sabe o que perdeu. - Sheila tomou um gole de café.
Frank sorriu de lado e se calou, talvez a tal garota tenha brincado com seus sentimentos e esse é o pior tipo de mulher, mas são as mais fáceis de ganhar o coração de um homem. Mas Frank é um garoto maduro, vai superar e encontrar alguém que lhe mereça.
Como todos os dias fui a Stray Heart, paguei as garotas, me certifiquei de suas refeições, fez todo o processo de rotina em Stray Heart, atualizei planilhas e verifiquei os estoques de bebidas e outras coisas. Estava tudo ridiculamente quieto, eu fazia algumas anotações quando fui surpreendido por batidas na porta.
   -Entre - Eu observei a porta de madeira se abrir e a figura corpulenta de Tré adentrar a sala.
   -Billie, tem uma garota aí fora, já trabalhou aqui e quer falar com você.
   -Quem? - Eu não consegui esconder minha surpresa.
   -Nicolle. A problemática. - Tré deu de ombros.
   -Deixe a entrar. - Eu sorri já sabendo o que enfrentaria. Tré saiu da sala e em seguida a garota morena que se não fosse tão mesquinha seria a minha melhor garota. - Nicolle, a que devo a honra de sua visita?  - Eu dei um sorriso sarcástico.
   -Billie Joe… - ela pronunciou meu nome lentamente, aparentemente seu corpo mantinha suas curvas e seu tom bronzeado na pele ainda chamava atenção, ela ainda se vestia como uma prostituta, mas já seus olhos fundos e olheiras que ela não conseguia tapar com a maquiagem entregavam que ela não estava tendo uma boa vida. - O que eu preciso fazer pra você me aceitar de volta? - ela falou simplesmente.
   -Eu não posso te aceitar de volta, não posso voltar atrás em minha palavra….
   -Billie Joe, eu preciso voltar pra cá. - Ela se aproximou de minha mesa. - Não dá pra viver ganhando quinze dólares por dia em uma lanchonete de beira de estrada, não dá pra comer, pagar o aluguel, não dá…. - Me aceita de volta, por favor.
    -Nicolle, entenda: Não quero os seus serviços… Não depois de todo aquele show… Eu gosto de ordem e respeito e você foi contra tudo isso, por inveja? - eu a encarei. - Você não me comove, não é a primeira a sair e rastejar para voltar. Uma vez prostituta, é para sempre, não é? As pessoas não gostam de garotas como você, elas sempre vão descobrir o que você fazia independente do quanto você esconda…. E doloroso, mas é o que a vida te ofereceu - Ela me encarou e um brilho doente tomou conta de seus olhos, ela estava com raiva, tomou a atitude que eu menos esperava e me deu um tapa no rosto, forte, senti minha bochecha queimar com o impacto. A fitei por um longo instante e já havia lágrimas em seus olhos, eu nunca revidaria, não em uma mulher, não em uma prostituta.
    -Me perdoe Billie, por favor me perdoe… Eu..
    -Saia daqui e nunca mais volte. - Eu usei o tom mais contido que eu consegui. - Eu não me importo com o quão ruim a sua vida esteja, a minha responsabilidade com você foi enquanto você estava aqui. - Eu me levantei - Saia, Nicolle. - Ela engoliu em seco. Antes de se sair pela porta ela me lançou um último olhar e saiu.
Era só o que me faltava: levar um tapa no rosto de uma garota digna de pena e nada mais. Me afundei em minha cadeira tentando raciocinar o que acabara de acontecer, elas não suportam a verdade de suas próprias vidas, será que elas culpam a mim por suas sorte?
    


Notas Finais


Nos vemos no proximo que sai hoje a tarde.
xoxo


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