História Stuck In This Love - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~biebsjerry

Postado
Categorias Justin Bieber, Kendall Jenner
Personagens Justin Bieber, Kendall Jenner, Personagens Originais
Exibições 171
Palavras 3.154
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa Leitura

Capítulo 4 - I Like You


POV’s Justin Bieber

 

        Enquanto eu estava sentado naquele escritório, ouvindo Kendrick me ameaçar, fiquei pensando no que eu faria pra convencer aquela garota de algo. Talvez eu tenha feito errado em ter a beijado daquela maneira, eu poderia tentar algum tipo e amizade e aí sim ir em frente com o plano. O problema era que Dakota não me suportava, eu teria que forçar algumas coisas, e então fazer a cabeça ela, eu até pensei em fazer a cabeça dela contra todos naquela casa contando que Kendrick era da máfia americana, mas se no fim ela resolvesse denunciá-lo, eu acabaria indo pro fundo do poço com ele. 

 

        Mas a garota iria ficar pra depois, eu resolveria o fato de ter a assustado depois. Agora eu tinha minhas coisas a resolver, consegui fazer a cabeça de boa parte daqueles manos que trabalhavam naquela casa, e se eu fosse traído, eu conhecia bem a família de cada um eles e onde cada um deles morava. Nessa semana eu e Ryan havíamos desviado metade de algumas mercadorias, depois demos um jeito de parecer que tínhamos sido traídos pelo fornecedor, o que claro, gerou quebra de contrato e alguns caras mortos, nada que me prejudicasse ou deixasse Kendrick desconfiado. 

 

       – Temos que pegar uma grana hoje, aqueles caras de Malibu não estão colaborando – dizia Blake enquanto acendia um baseado – Você sabe, não deveríamos dar mole, porque se o chefe souber quem é que está no território dele, a gente vai conhecer o diabo mais cedo. – me encarou enquanto soltava à fumaça. 

 

       – É claro que sei, aquele dinheiro é meu – dei de ombros – Não se preocupe, cara, já cuidei disso. Quando ele se ligar que estamos dentro dos esquemas, já vai ter uma bala atravessando a testa dele – coloquei meu celular no bolso me levantando da minha cadeira e indo até o mini bar naquele escritório. 

 

       – Quando é que vamos dar um fim nessa história? – levantou indo em direção ao sofá e abrindo sua mochila – Ryan me contou sobre o plano com a garota – riu – Ela parece ser bem teimosa, a gente vê o jeito como ela fala com você e com a Kristen – comentou se virando com uma caixinha em mãos. 

 

       – Pois é, mano – bufei. Até mesmo os seguranças perceberam o quanto ela era ridícula de tão chata, porque será que ela não se toca? – Mas eu dou um jeito nisso – dei um gole no whisky colocado no copo.

 

       – Se conseguir colocar essas câmeras no escritório dele, será uma boa, porque é o único lugar que não tem câmeras – me entregou a caixinha – Temos que ter provas que incrimine somente a ele, talvez a Kristen também mereça ir pra cadeia – riu debochado. Abri a caixa dano uma olhada, a câmera era minúscula e os fios do mesmo porte – É uma discreta, dessas oficiais dos federais – se jogou na cadeira de antes novamente. 

 

       – Posso fazer isso – voltei para minha cadeira – Só preciso de tempo – bufei me lembrando de quem e como seria minha passagem pra dentro da casa enquanto todos estão dormindo ou algo assim. 

 

       – Sabe que tempo demais não é o que temos, tente driblá-la, dê a atenção que ela não recebe, leve ela a lugares que ela gostava de ir quando morava com a tia, faça a garota esquecer que mora com um mafioso e uma vadia – Blake dizia como se entendesse do assunto, e isso me fez pensar seriamente no assunto, eu tinha que amolecer aquela garota o mais rápido possível se não quisesse Jeremy na minha porta em alguns dias.

 

       – Ela não sabe que ele faz essas coisas, e esse é um dos assuntos que ela mais questiona. Na cabeça dela, ninguém tem tanto somente com uma herança e algumas boates – expliquei e ele sorriu como se fosse uma coisa maravilhosa.

 

       – Garota esperta, seu pai vai adorar conhecê-la. Espero que ela não guarde rancor, mano, ela é bonita, inteligente e sabe te tirar do sério, e você precisa de uma namorada outra vez – provocou me fazendo rolar os olhos. Blake era um amigo da família, ele quem conseguiu me infiltrar na casa do Kendrick, pois, ele já trabalhou lá antes, mas voltou com a minha chegada. Agora, ele estava no plano também, ele tinha um pé atrás quanto trair meu ai, mas o dinheiro era necessário quando sua filha precisa de uma cirurgia. Quando se é um cara de trinta e poucos anos, com uma família e a ficha suja, o crime era a melhor opção para se resolver as coisas. O único problema dele era que ele adorava arranjar pares perfeitos pra mim desde quando eu era moleque. 

 

      – Não fala merda – resmunguei – Ela é uma garota interessante e bonita, mas não faz meu tipo – desdenhei. 

 

      – Imagina se fizesse – riu – Bom, eu vou indo nessa, o turno da noite é meu – se levantou e fez um aceno – Boa sorte com a garota. 

 

      – Vou precisar – resmunguei quando ele já havia saído do escritório. 

 

     No outro dia, na hora do almoço, recebi uma mensagem da Dakota pedindo que eu fosse a buscar o mais rápido que eu pudesse. Eu mais parecia o chofer dela, e bem, não era a primeira vez que ela tinha esse tipo de crise, ela pedia que eu a buscasse e então ela somente pedia que eu dirigisse enquanto ela ficava quieta olhando pela janela. Eu achava aquilo totalmente estranho, era como se ela quisesse chorar ou conversar com alguém, mas não se permitisse por não se sentir confiante pra isso. Foi até mesmo uma surpresa pra mim quando ela me ligou, eu achei que ela estivesse com raiva o suficiente de mim para me ignorar pro resto da vida.

 

      Eu já havia percebido também que Kristen a incomodava, ela não gostava de falar ou estar no mesmo ambiente que a mãe, parecia que Kristen era um monstro aos olhos da Dakota, e talvez eu pudesse me aproveitar dessa pequena brecha e tentar me aproximar como um apoio. Decidi que era realmente isso que eu faria assim que parei a moto em frente a casa e vi a garota com uma mochila e sentada nos degraus que levavam até a porta.

 

       – Você não veio de carro? – perguntou quando me aproximei.

 

      – Não, você disse pra vir rápido, então... – dei de ombros. 

 

      – Não gosto de motos – fez careta – Podemos ir andando? – me encarou pela primeira vez. Oh sim! Ela já havia chorado. Isso explicava sua voz baixa e mansa. 

 

       – Depende de onde quer ir. 

 

       – Vem – pegou minha mão e me puxou em direção a ladeira da saída – Já viu o quanto isso é alto? Chega a ser engraçado – comentou enquanto descíamos a rua, me perguntei se ela não iria soltar minha mão, mas resolvi deixar pra lá. 

 

       – Abre aí – fiz um sinal pra um dos seguranças abrirem o portão, ele o fez e deixei com que Dakota passasse na frente e fui até a guarita, Blake estava lá – Aí mano, vamos estar por perto, mas não conte ao chefe que estamos por aqui, se ele quiser saber de algo, diz que saímos de taxi. 

 

      – Tudo bem, irmãozinho, só não pise na bola cedo demais com a garota – avisou rindo zombeteiro, lhe mandei um dedo do meio – É sério, garoto. Faça o que eu lhe disse ontem – gritou quando cheguei perto da Dakota. 

 

       – Otário – resmunguei e a garota a minha frente me olhou confusa – Vamos – com uma mão em suas costas incentivei ela a andar. 

 

       Enquanto estávamos na calçada, por um momento, achei que Dakota iria somente ficar calada, como sempre fazia, mas ela começou a perguntar sobre as coisas a nossa volta, como uma perfeita turista. Dakota me pareceu feliz por alguns minutos, até mesmo esqueci que eu estava ali para protegê-la, era como se fossemos amigos. 

 

        – Vai Justin – incentivou rindo. Estávamos em algum tipo de competição de quem comia a quantidade maior de sorvete, sabor limão siciliano, sem fazer careta ou reclamar, era só engolir – Eu ganhei na colherada passada – se gabou. 

 

        – Isso é muito azedo – apontei para a colher, a qual ela havia enchido de sorvete, estava quase duvidando se iria conseguir engolir aquilo – Você só ganhou porque não enchi sua colher. 

 

       – Você está enrolando – rolou os olhos. Resmunguei um palavrão e coloquei a colher na boca, e então pude sentir o porquê diziam que aquele era o sorvete mais azedo de Miami. Dakota começou a rir como se estivesse vendo alguma apresentação de comédia – Ah meu Deus, você deveria ver a sua cara – ela parou colocando os braços em volta da barriga e respirando fundo. 

 

       – Já não brinco mais com você, essa merda é mais azedo que... Sei lá, não deve existir alguma coisa parecida – coloquei a língua a língua pra fora fazendo careta e arranquei mais gargalhadas dela, as pessoas passavam pela gente no calçadão e ficava olhando com uma expressão confusa – Para de rir, sua hiena, ta chamando atenção – tapei sua boca, mas ela mordeu minha mão – Que isso, garota. 

 

      – Você é tão chato – suspirou balançando a cabeça fingindo uma cara de decepção, e depois me olhou semicerrando os olhos – Me chame de hiena novamente e eu corto suas bolas – avisou com um tom sério, uma senhora passou pela gente e ficou perplexa, já um cara que estava correndo fez uma careta e riu como se estivesse zombando de mim, provavelmente pensando que ela era minha namorada e estávamos brigando. 

 

       – Para de falar merda em voz alta – dei risada quando ela balançou os ombros e fez uma cara de quem não estava nem aí, e bom, ela realmente não estava – O que você quer fazer? – perguntei com esperança de que fizéssemos algo além de andar e falar sobre o quão o sorvete era azedo. 

 

        – Eu quero entrar na água – se virou em direção do mar e olhou por um tempo com as mãos na cintura – Sabe nadar? – perguntou se virando pra mim e colocando os óculos na cabeça. 

 

        – Sei – dei de ombros. 

 

      – Ótimo – sorriu animada e me pegou pela mão. Eu, uma hora, iria perguntar do porque ela vive pegando na minha mão e me arrastando – Aliás, eu odiava praia, mas até que aqui é legalzinho – estávamos indo em direção a areia, mas a parei. 

 

      – Eu não disse que iria. 

 

     – Mas eu quero entrar – franziu o cenho. 

 

      – Problema seu – repeti sua expressão. Ela bufou arrumando a mochila nas costas e indo na direção contrária, voltando o caminho que havíamos feito – Aonde você vai? 

 

      – Eu prefiro passar o dia na cama ao ouvir mais pessoas dizendo “não” pra mim. Acho que já tenho pessoas chatas e controladoras demais na minha vida – ela continuou andando e eu respirei fundo algumas vezes fazendo uma contagem de um a dez pra manter a paciência, algo que eu tinha sempre, mas ela era chata demais. Depois de uns segundos a deixando andar, acabei tendo uma idéia. 

 

             POV’s Dakota Boulevard 

 

      – Dakota! – o grito de Justin atrás de mim não me intimidou e nem me fez parar, continuei a andar tranquilamente pela calçada. Ele age todo estúpido e depois quer que eu fique fazendo o que ele quer? Me poupe – Garota, larga de ser mimada. Você nem esperou eu terminar de falar – ele parou na minha frente depois de vir correndo atrás de mim. 

 

      – O que? – cruzei os braços. Justin me olhou de um jeito travesso e sorriu malicioso. 

 

      – Aposto que você não conhece o lado mais divertido da casa do Kendrick – dessa vez Justin quem segurou na minha mão, talvez por ter percebido minha mania, mas o estranho foi q ele desistiu e colocou o braço sobre meus ombros e começou a andar do meu lado. Parecíamos um casal. Fiz uma careta internamente com o pensamento. 

 

       – O que tem nesse lado? – tentei me afastar, mas ele apertou mais o braço e me repreendeu com o olhar – Me solta – mandei e ele sorriu. 

 

       – Não – continuou andando e balançou a cabeça num cumprimento para um cara que passou – Quer ir ou não? – ele fez a pergunta sem me olhar, mantendo os olhos no caminho. 

 

       – Não deve ser essas coisas mesmo, então tanto faz – dei de ombros e ele deu um sorrisinho sem me encarar. 

 

      Nós não entramos pelos portões, demos a volta pela praia particular, havia algumas pedras grandes demais ali. Justin tirou o braço dos meus ombros e escalou uma das rochas com destreza, para mim parecia escorregadio, já que estávamos bem onde as ondas quebravam e batiam com força nas rochas as deixando escorregadias. 

 

      – Se importa de tirar seus sapatos? – Justin perguntou de lá de cima, olhei para minha sapatilha meio indecisa, mas acabei as tirando – As coloque na mochila e me da sua mão – ele instruiu e assim eu fiz, estiquei minha mão e ele a pegou me dando impulso, Justin me ensinou onde colocar os pés para não cair, e enfim consegui subir – Viu? – ele apontou para além de nós e havia lanchas e barcos ancorados no deck atrás da colina, muitos deles – Qualquer dia convenço alguém a me deixar te levar em um passeio, mas hoje, vamos animar a sua vidinha com adrenalina e acabar com esse seu medo de altura – ele disse abrindo um sorriso diferente e acenou com a cabeça em direção a água, entendi o que ele queria dizer quando ele tirou a camisa e olhou para baixo se certificando da altura. 

 

       – Tá maluco? Não vou pular – falei exasperada já me sentindo em pânico com a idéia. 

 

       – Pulamos de mãos dadas e fico preparado pra te trazer à superfície. 

 

       – Não. Nem pensar – balancei a cabeça – Pera lá! Como você sabe que tenho medo de altura? 

 

       – Por ontem – encolheu os ombros e tive que fazer uma careta ao lembrar de sua tentativa – Enfim, você não vai morrer se der somente um pulo. É divertido. – se aproximou com os olhos fixos em mim. Justin tinha a altura exata a minha, ou talvez centímetros a menos, e isso fazia com que seu rosto ficasse exatamente na direção do meu – Vai ser também um exercício pra você confiar em mim – murmurou passando a mão no meu cabelo. Fiquei parada observando seus olhos, sem ao menos perceber tal ato. Oh, eles eram bonitos... – Vamos lá, baby. 

 

      – Tudo bem – as palavras fugiram da minha boca e ganhei um sorriso maior do que os outros. Respirei fundo e tirei minha roupa ficando de biquíni ignorando o fato que eu estava na presença do garoto que tentou me agarrar. Coloquei meu celular e óculos na mochila e fitei Justin que estava olhando pra onde estavam alguns seguranças, e esses já haviam nos visto ali. 

 

      – Certo. Prometa que vai pular quando eu mandar – pediu esticando a mão para pegar a minha e me levar à ponta do penhasco. Não era tão alto como o da casa do Kendrick, mas não era muito baixo também, sem contar que deveria ser fundo.

 

      – Vou morrer antes de pular – choraminguei olhando para baixo. 

 

     – Olhe pra mim – sua voz soou como uma ordem que acabei acatando – Não vou deixar você morrer, estou aqui para mantê-la viva – me lançou uma piscadela – Um, dois...

 

      – Espera, preciso me preparar – gritei. Mas foi tarde demais. Justin deu impulso e pulou me arrastando com ele. O vento até que caíssemos na água, fez meus cabelos voarem. Me preparei para não cair de mau jeito na água e prendi a respiração. Quando afundamos, Justin continuou segurando minha mão e a apertou me fazendo abrir os olhos e o ver rindo de algo, logo depois nos puxando para superfície – Seu idiota – gritei assim que recuperei o fôlego e consegui boiar meu corpo. Passei as mãos no rosto tirando o excesso de água e o cabelo dos olhos. Encontrei Justin gargalhando alto a minha frente. 

 

      – Você deveria ver sua cara – riu mais ainda quando fiquei séria o olhando – Meu Deus – balançou a cabeça e me olhou mordendo o lábio inferior para segurar o riso – Você foi ótima, querida – zombou. 

 

      – Eu realmente não gosto de você – bufei e tentei sair de perto dele. 

 

      – Ei, ei – me segurou no lugar pelos ombros – Você não agüenta nenhuma brincadeira – estalou a língua no céu da boca – Desculpe. Achei que iria te divertir. Poxa, você não me dá chances nem de me aproximar, ai quando consigo algo, você fica sempre reclamando de mim – resmungou me olhando repreendedor. 

 

       – Você só faz coisas erradas. 

 

      – E você é alguma maldita certinha? – arqueou as sobrancelhas me deixando sem palavras – Não haja como uma garota hipócrita – me soltou virando as costas. 

 

       – Por que você fica atrás de mim, então? E também não pedi pra me divertir – dei de ombros nadando atrás dele para sair dali também, mas parei quando ele bateu os punhos na água me assustando e fazendo a água espirrar.  

 

        – Porque eu gosto de você, porra – ele gritou se virando para mim com uma expressão irritada – E você é cega e não percebe – franziu as sobrancelhas como se me acusasse daquilo, realmente. Eu não pude me conter e comecei a rir, na verdade eu acho que nunca ri tanto – Qual a merda da graça, Dakota? – perguntou entre dentes. 

 

        – Você – falei óbvia – Ah Justin, agora sim você me divertiu – balancei a cabeça me contendo. Justin me olhava parecendo ofendido – Pelo amor de Deus, Justin! De onde você tirou isso? Você só me conhece a algumas semanas, você vive me chamando de chata, se fosse possível você gritaria pro mundo todo o quanto eu te irrito. Aí, agora, você vem com isso? Conta outra. Não sou as garotas que você sai – comecei a me irritar, era provável que ele falava aquilo para todas, assim ele podia levá-las para cama mais rápido. 

 

      – O que? Como assim? Estou dizendo a verdade – percebi quando ele forçou uma expressão indignada. Ele achava que me enganava, só pode. 

 

       – Eu tenho cara de idiota? Poupe-me – saí da água de vez e ele veio atrás de mim em silêncio, mas ouvi um xingamento murmurado – Você pensa que me engana, não é? – sorri sarcástica encarando o caminho na minha frente. 

 

        – Pense o que quiser – ele ainda estava irritado. Justin não me encarou quando olhei para trás – Entre pra casa, eu pego suas coisas – fez um sinal para o portão. 

 

        – Não adianta fazer essa cara. Aliás, mesmo se fosse verdade, continuo não gostando de você – dei de ombros. Desta vez atraí seu olhar impassível. Pude ver sua mandíbula apertada e sua respiração estava pesada. 

 

        – Você é ridícula – rosnou saindo em direção a rocha e pegando nossas coisas depois de subi-la. Enquanto fiquei parada ali, ponderei a possibilidade de o que ele disse fosse verdade, mas, realmente, eu duvidava – Vista – me assustei com meus shorts sendo jogados na minha cara. 

 

       – Larga de marra, Bieber. 

 

       – Quando você parar de ser ridícula, talvez – passou por mim pisando forte e indo em direção ao portão logo atrás dele. 

 

       Talvez eu estivesse sendo rude demais com Justin, mas eu não deveria e nem conseguia acreditar nele. Posso estar errada por agir daquela maneira e ter o magoado, eu só poderei confirmar isso mais a frente, mas por enquanto, para mim, Justin estava apenas jogando para conseguir algo.


Notas Finais


Comentem o que estão achando, favoritem e divulguem
Até o próximo
xoxo, Kells


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