História Stuck to you (Jooheon) Monsta X - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens I'M, Joo Heon
Tags Changkyun, Drama, Hentai, Joo Heon, Jooheon, Monsta X, Romance
Exibições 257
Palavras 2.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EU VOLTEEEI, E AGORA É PRA FICAAAR~~

Aeeeeee, obrigada pela paciência.
Por um momento tive medo que vocês me trancassem num porão e não soltassem até que eu escrevesse

>,<

APKSOPAPSOKAPOK
aaah, só queria deixar claro, que a Liz é uma personagem fictícia, que representa vocês. Já que eu quando leio fics acabo lendo "ésse-êne" onde é pra por o nome APOSKDAOPDKA

Boa leitura~~

Capítulo 7 - O impossível.


Fanfic / Fanfiction Stuck to you (Jooheon) Monsta X - Capítulo 7 - O impossível.

Foi um longo caminho até o hotel. Quanto mais eu me afastava, mais tinha vontade de voltar. Não conseguia evitar chorar sonoramente do banco de trás daquele carro, mas é melhor assim... pelo menos era isso que eu dizia a mim mesma. Não conseguia enxergar um centímetro à frente por conta das lágrimas. A cidade vista da janela era um borrão preto misturado com o amarelo das luzes.

 

Ainda estava com o vestido que usei para sair com o Changkyun, e estava com frio. Afinal, não é como se eu fosse trazer a blusa dele junto comigo... E eu nem mesmo me despedi dele, logo ele que me tratou tão bem, quando eu mais precisei. O que eu fiz?? Estou começando a achar que sou pior que o Jooheon.

 

-Você está bem?- Perguntou o motorista, virando o rosto levemente em minha direção. Respirei fundo para que minha voz não falhasse.

 

-Vou ficar, obrigada.- Comecei a limpar o rosto e tentar parar com o choro mas, quando eu pensava que ia conseguir, desabava de novo. 

(...)

Chegamos à frente do hotel. Paguei o taxista e saí do carro. Logo em seguida, um homem veio recolher as poucas malas que eu tinha.

 

Andei até porta de entrada do hotel, que parecia ser bem caro, já que só a sala de atendimento já era bem grande e toda decorada. De qualquer forma, no dia seguinte já iria me mudar para o meu novo apartamento que minha mãe havia achado, próximo à universidade, então não seria um grande problema.

 

Fui até a recepcionista e fiz o meu check-in, ainda limpando o rosto de algumas lágrimas, e com vergonha pela minha situação. Depois de ter confirmado todos os dados e pegado a chave, fui para o elevador e subi até o meu quarto que ficava no 7º andar.

 

Andei pelo longo corredor até que achei o meu quarto. Quando abri a porta, minhas malas já estavam lá dentro. Fechei a porta, tirei os meus calçados, e desabei na cama de casal, tentando esquecer de tudo. Até que ouvi o toque do meu celular vindo de uma das malas. Não me movi. Não queria atender. Se fosse a minha mãe, ela iria perceber que eu estava chorando. Porém as minhas aulas estavam próximas, podia ser algo importante. Me rendi e fui até as minhas coisas.

 

O número era coreano. Definitivamente não era a minha mãe. Hesitei por um segundo e então atendi, tentando "limpar" a minha voz o máximo possível. 

 

-Alô?- Disse com a voz ainda um pouco rouca.

 

-Liz? É você?- Paralisei. Era ele.

 

-Co... como sabe o meu número??- Perguntei, incrédula, porém aliviada por ouvir a sua voz novamente. Como sou idiota.

 

-Isso não importa. Você estava chorando? Eu preciso falar com voc...-

 

-Não, não precisa- Disse com um tom irritado desligando na sua cara, jogando o celular na cama. Comecei a andar de um lado pro outro do quarto, nervosa. Pouco tempo depois meu celular voltou a tocar. Era o mesmo número. Uma parte de mim estava desesperada querendo atender, a outra estava mandando eu parar de ser trouxa. Me concentrei em tudo de ruim que lembrava ter ouvido e desliguei a chamada, bloqueando aquele número.

           

Peguei meus fones de ouvido e arrumei minha cama, deitando e pondo pra tocar as músicas mais calmas que eu tinha no meu celular. Fechei meus olhos. Senti vontade de chorar, mas pelo jeito não haviam mais lágrimas sobrando.

 

(...2 dias depois...)

 

 

            Acordei com o meu celular despertando às 6 da manhã. A aula começava às sete. Comecei a me arrumar, penteei meu cabelo, coloquei meu uniforme, fiz minha higiene pessoal matinal e chequei o caminho de ída e volta no Google Maps pela décima vez. Não era permitido nem entrar na universidade com celular, e eu é que não iria quebrar as regras logo no primeiro dia, então teria que deixá-lo em casa. Levei apenas um papelzinho com uns rabiscos a mão e um desenho do caminho servindo de mapa.

           

            (...)

           

            Cheguei até lá e fiquei surpresa com o tamanho da universidade. Já tinha a visto em fotos mas, pessoalmente era realmente grande. O prédio tinha uns 8 andares, ocupava um espaço imenso, e eram incontáveis as janelas de vidro espelhado do lado de fora. Entrei e logo recorri ao mapa da universidade para achar onde ficava a minha sala.

           

            (...)

 

            Finalmente havia achado a sala. Ela era enorme. Mas ainda haviam poucos alunos, já que eu havia chegado bem cedo. Me sentei em uma das carteiras junto à parede no fundo da sala e depois de um tempo comecei a escutar duas meninas falando em português. Me virei em direção à elas. Uma era ruiva e parecia ser baixinha. A outra já era um pouco maior, era morena, e tinha cabelos negros ondulados. Saí de onde estava e fui até elas.

 

            -Vocês são brasileiras?- Disse tentando fazer amizade.

           

-Somos sim, quer sentar com a gente?- Disse a ruiva com um sorriso amigável.

           

-Claro, obrigada.- Disse retribuindo o sorriso. Sentei na carteira ao lado delas.

           

-Meu nome é Mariana. E essa aqui é a Jéssica- Disse a ruiva apontando para a morena.

                       

-Muito prazer, podem me chamar de Liz- Disse apertando a mão das duas, com um sorriso tímido. -É o primeiro dia de vocês aqui também?-

           

-Sim, na verdade nós chegamos aqui não faz nem dez minutos.- Disse Jéssica.

           

Aos poucos os outros alunos começaram a chegar, e a maioria deles eram coreanos.

           

-Meu Deus, olha aquele.- Disse a morena cutucando a ruiva

           

-Onde?- Ela respondeu, estreitando os olhos.

            -Ali, aquele indo sentar na carteira da frente. É igualzinho ao Baekhyun!- Disse a morena com uma certa histeria. Mas eu tenho que admitir. Era parecido mesmo. Ri de leve.

           

-Nossa, é verdade!- Disse a ruiva já entrando na animação da amiga.

           

-Como vamos passar de ano com esses coreanos na nossa sala? Disse a morena.

           

-Eu sinceramente não sei.- Disse a ruiva. Todas rimos.

 

            O professor então entrou na sala e começou a falar das regras que eu já sabia, como, não trazer o celular, não usar maquiagem forte, não vir sem o uniforme ou ficar de agarração pelos corredores. Além de não falar outra língua além do coreano da porta da universidade para dentro. Essa última ele disse olhando diretamente para nós, que éramos quase as únicas sem olhos puxados dali.

           

            A aula passou, sendo mais uma introdução à tudo que iríamos ver pelo resto do ano. De vez ou quando Jéssica apontava pra algum menino da sala e comparava ele com alguém.

           

            (...)

           

            Depois de duas longas aulas de introdução às matérias chegou a hora do intervalo. Todos estavam saindo da sala. Mas nós ficamos lá dentro.

           

-O que acharam das matérias?- Eu disse tentando puxar assunto.

           

-Eu acho que enquanto o Baekhyun estudar na mesma sala que eu, eu não passo.- Disse Jéssica rindo.

           

-Falando nisso, o que você gosta de ouvir, Liz?- Disse Mariana.

           

-Aah... eu gosto de tudo um pouco.- disse um pouco nervosa.

           

-Por falar nisso, vocês estão sabendo do show que vai ter daqui duas semanas?- Disse Mariana toda empolgada. Comecei a ficar animada.

           

-Não, quem? Onde?- Disse Jéssica, curiosa.

           

-Monsta X! Eu ouvi que vai ser no Gocheok Sky Dome.- Respondeu Mariana sorrindo. Já o meu sorriso desapareceu. Meu coração fechou. Não sabia se sentia raiva, ou tristeza.

           

-Meu Deus, eu amo eles! Eu vou com certeza. Vamos Liz?- Perguntou Jéssica.

 

-E-Eu não gosto muito deles. No próximo eu vou com vocês.- Eu disse baixo

 

-Por que não? Poxa eles são muito bons. E lindos também. Ainda mais o Hyungwon... e o Wonho... e o Jooheon então.. aah-  Disse Mariana

 

-Pode ficar com o Hyungwon e Wonho, mas eu já disse que o Jooheon é meu!- Disse Jéssica. Eu só queria sair dali.

 

-Aigoo, lá vem você querendo ser a dona do Bias!- retrucou Mariana.

 

-Mas e BTS, vocês gostam?- Disse, como uma solução desesperada para mudar de assunto.

 

-Siiim!- Disseram as duas em uníssono.

 

(...)

 

Saímos da universidade, e coincidentemente, nossas “casas” ficavam para o mesmo lado. Elas queriam ir por um caminho, mas eu mostrei o mapa que havia feito, cujo caminho era menos conhecido, mas mais curto, e elas aceitaram a ideia. Depois de uns 2 minutos caminhando pelo atalho sem prestar muita atenção no que elas falavam, ouvi alguém me chamar. Despertei dos pensamentos, mas continuei andando. Já estava imaginando coisas.

 

            Até que alguém me puxou pelo braço, e as duas meninas pararam para olhar o que havia acontecido.

 

            -Por que é tão difícil me escutar por 5 minutos?- Disse Lee Jooheon tirando os óculos escuros e o boné que ele estava usando e segurando as minhas mãos. Eu simplesmente não conseguia acreditar que ele estava mesmo ali. Mas acho que tinham 2 pessoas mais incrédulas do que eu logo atrás de mim, já que o queixo delas batendo no chão até chegou a fazer barulho. Eu me senti totalmente aliviada, e angustiada ao mesmo tempo. Achei que nunca mais fosse vê-lo de novo. Fiquei sem reação, meus olhos umedeceram. Soltei minhas mãos das suas.

           

-Porque você é um mentiroso!- Disse com a última gota de rancor que eu podia guardar dele.

           

-Não, você é a única mentirosa aqui.- Disse ele convicto.

           

-Eu?! Quando eu menti?- Disse sentindo uma pontada de raiva.

 

-Mentiu quando disse que não sentia nada por mim.

 

-Não era mentira!

 

Ele riu cínico desviando o olhar e então voltou a olhar pra mim.

 

-Então por que não me diz isso de novo, mas olhando nos meus olhos dessa vez?- Disse ele chegando mais perto e olhando fundo nos meus olhos. Os olhos cor chocolate dele estavam me derretendo. Não iria conseguir falar nada assim.

 

-E-eu... não sinto nada, por você.- Disse, olhando em seus olhos, porém sem convicção nenhuma na voz.

 

-E por que seu coração está acelerado?- Ele disse inclinando levemente a cabeça junto à pergunta. Meu rosto estava quente. Eu devia estar vermelha.-Você acha que se eu tivesse falado aquelas coisas a sério, eu teria vindo aqui atrás de você, com o tempo que eu não tenho? Acha que eu teria insistido se não estivesse... apaixonado?-
 

 Paralisei completamente. Conseguia sentir minha alma querendo deixar o meu corpo. –Sabe– disse ele – Eu prefiro me arrepender de ter feito algo, do que me arrepender por não ter feito nada.- Afirmou, subitamente me puxando pela cintura ao seu encontro e me beijando. Com o pouco de teimosia que eu ainda tinha, minhas duas mãos se uniram contra o seu peito, mas logo depois eu cedi, e o abracei, retribuindo o beijo. O melhor beijo da minha vida.

 

O ar então começou a fazer falta, e nos separamos, com a respiração um pouco pesada. Ele olhou pra mim e começou a sorrir, aquele eyesmile lindo, com covinhas, que só ele tinha. Eu ainda estava meio sem reação. Ele então se abaixou em um joelho e pegou algo no bolso de trás da calça. Minhas mãos foram automaticamente pra frente do meu rosto, cobrindo ele.

 

-Lizzie Zutt, você aceita ser a minha... quase-namorada?- Disse ele abrindo a mão e revelando um anel de arame entrelaçado, provavelmente feito de clipes de papel. Era lindo. Estendi a minha mão direita, e ele colocou o anel no meu dedo, e coube perfeitamente. Então eu me joguei nele, que se desequilibrou, e nós dois caímos.

 

-Desculpe- Eu disse rindo.

 

-Aaah, tudo bem...- Ele disse levantando e me erguendo junto.

-Antes de ir embora, eu queria que você ficasse com isso.- Ele disse me dando 3 ingressos, provavelmente do show que as meninas estavam falando.

-Eu não sei quando vou te ver de novo então... Primeira fileira, e camarote.- Ele disse me entregando os ingressos, com um sorriso.

           

 -Vou guardar com a minha vida – Disse com os olhos brilhando.

 

-Te vejo lá então.- Disse, segurando o meu queixo com delicadeza e me dando um beijinho. Ele então se afastou, pegou suas coisas e começou a voltar por onde tinha vindo. Antes de sumir de vista, ele virou pra mim e piscou. Meu coração já estava quase saindo pela boca. Eu acho que esse foi definitivamente, o dia mais feliz da minha vida.

 

            Depois de um tempo virei para as meninas, ainda meio tonta. Pelo jeito elas ficaram com a boca aberta o tempo inteiro.

 

            -Acho que já sabemos de quem é o Jooheon agora.- Disse Mariana, com um sorriso leve.


Notas Finais


EU JURO Q NÃO DEMORO MAIS DO JEITO QUE DEMOREI ANTES.

Sério.

Estava sem tempo e não queria fazer uma coisa apressada e postar algo sem qualidade pra vocês <3

E mudei o título da fic pq só pensei num legal agora :v SAPDSKAKODKOPD

Espero que tenham gostado. Até o próooximo.
KISSUUS~~ ;3


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