História Stuck to you (Jooheon) Monsta X - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens I'M, Joo Heon
Tags Changkyun, Drama, Hentai, Joo Heon, Jooheon, Monsta X, Romance
Exibições 255
Palavras 2.587
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


TIREM AS CRIANÇAS DA SALA, PQ EU CHEGUEI (⌐■_■)

SAOPKAPOWKPAOKDWAPKSWD

Atrasei um dia só cof cof

Não me julguem! u-u

Capítulo 8 - Call 911


Fanfic / Fanfiction Stuck to you (Jooheon) Monsta X - Capítulo 8 - Call 911

            -Acho que já sabemos de quem é o Jooheon agora.- Disse Mariana, com um sorriso leve.

               

                Eu não sabia o que responder, nem o que dizer à elas. Só sabia que estava feliz. Apenas sorri como resposta e olhei pra baixo, unindo as mãos, com um pouco de vergonha.

 

-Como você ousa não ter falado nada sobre isso antes??!- Jéssica disse perplexa com as duas mãos na cintura e um tom claro que indignação. – Por que não disse pra ele aparecer quando eu estivesse com algo pra tirar fotos?? Quando ele volta?? Você conhece os outros meninos? Como você conheceu ele?!- Ela disse se aproximando e pegando a minha mão pra ver o anel que ele tinha me dado. Mariana começou a rir da reação da amiga mas também se aproximou para ver.

-Que lindo! Será que foi ele que fez?- Disse ela animada.

-Você não respondeu minhas perguntas! – Disse Jéssica impaciente.

-Calma! Uma coisa de cada vez! Não me recuperei ainda. - Disse rindo e me afastando um pouco.

-E você acha que eu me recuperei?? Estou pior que você! Pode começar a falar!- Disse ela me puxando pra sentar em um banco de madeira que havia na calçada. As duas sentaram, uma de cada lado, e eu comecei a me preparar psicologicamente.

Contei quase toda a história, distorcendo algumas partes, claro.

-Táaa, eu já falei tudo. Agora eu tenho que ir pra casa!- Disse levantando do banco. Elas também levantaram, e passamos a conversar enquanto caminhávamos. Até chegarmos no ponto do caminho em que cada uma tomava um rumo diferente.

-Isso é pra vocês.- Disse estendendo a mão com 2 dos ingressos que Jooheon havia me dado. Pelo jeito elas não tinham visto que ele havia me dado, pois ficaram realmente surpresas e histéricas quando viram. Tomaram da minha mão e começaram com a histeria.

-Nossa, muito obrigada mesmo. Achei que ia ficar tão longe na plateia que nem ia conseguir vê-los- Disse Mari.

-Tudo bem, assim eu vou ter companhia. Tchau meninas.- Disse já seguindo meu caminho.

-Tchaau!- Elas responderam juntas, com um largo sorriso em seus rostos.

(...)

Chegando em casa, abri o KakaoTalk, e adicionei o número que havia bloqueado antes aos contatos. Mandei uma mensagem e deitei na cama, esperando ansiosa por uma resposta, mas o tempo passou, e eu acabei aceitando que talvez não houvesse resposta.

Minha vontade de falar com ele, e a paciência que eu não tinha me fizeram pegar o celular e discar o seu número. Começou a chamar e eu fiquei esperando, ansiosa, por qualquer sinal de vida dele, mas nada aconteceu. “Ele deve estar ocupado. Ainda mais agora que ele está com o resto dos meninos, provavelmente treinando.” Disse a mim mesma.

(...)

A noite chegou e pouco antes de ir dormir, resolvi tentar falar com ele de novo. Disquei seu número e levei o celular à orelha, ouvindo já sem esperanças, as chamadas.

-Alô?

Meu sorriso apareceu tão rápido quanto foi embora. Aquela voz era do Changkyun. O que fazer?? Desligar? Perguntar pelo Jooheon? Não... isso seria horrível. A culpa começou a me tomar, formando uma névoa sobre os meus pensamentos. Eu não tinha ideia do que fazer. Então aquele número era dele no final das contas??

-Alôoo?- Repetiu ele

-O-oi...- Respondi baixo. No fundo queria que ele não me ouvisse, e desligasse.

Não! eu precisava falar com ele. Precisava pedir desculpas.

-Oi, changkyun.- Disse mais alto, porém com o tom de voz ainda inseguro. Não sabia o que ele responderia.  Fechei os olhos.

-Quem... espera, Liz? É você?- Disse ele calmamente.

-Sim... olha, eu preciso saber, você está bem? Eu... eu... me desculpe por aquele dia, eu...

-Tudo bem. Não precisa se desculpar. Jooheon me contou tudo. Só acho que você deveria ter me falado sobre vocês antes...- suspirou.- De qualquer jeito, não acho que você tenha ligado com a intenção de falar comigo, não é?- Disse ele. Não conseguia distinguir se seu tom puxava mais para a raiva, ou tristeza. Meus olhos começaram a encher. Como fui idiota.

-Eu não sei o que dizer, eu... podemos continuar sendo amigos? Eu não quero perder você!- Disse, já chorando. Mas ele não respondeu nada. Não se ouvia nada do outro lado da linha.

-Alô?

De algum jeito, a voz de Jooheon não tirou a agonia que agora ocupava o meu peito. Ainda mais por I’M não ter me ouvido até o fim.

-O-oi!- Disse tentando parecer animada.

-Liz?? Está tudo bem?

-Melhor agora que estou falando com você. E você, está bem?- Disse, um pouco mais feliz, limpando o rosto das lágrimas que haviam escorrido antes.

-Sim, só ocupado. Só vou ter tempo pra descansar, e escapar pra ver você depois dos shows de divulgação do novo álbum. Mas... Você vai assistir um deles não vai? Assim, eu posso te puxar pro palco e te beijar na frente da plateia.- Disse ele soltando um riso no fim.

-Não acho que eu saia viva de lá, se isso acontecer.- Disse, rindo também.

-É, acho que você tem razão. Bom, eu tenho que desligar. Quando eu tiver tempo eu mando um “oi”.

-Tudo bem. Boa noite, descanse!- Disse a última parte com um tom imperativo.

-Vou tentar. Boa noite, linda.- Disse, encerrando a ligação.

                Soltei o celular. Suspirei. Precisava dormir.

 

                (2 semanas depois)

 

                -Se você não aparecer aqui em 5 minutos, nós vamos sem você! – Disse Jéssica impaciente pelo celular.

                -Aigo, já estou chegando. Não esqueça quem te deu o ingresso!- Ri e desliguei a ligação, apertando o passo. O sorriso não saía da minha cara.

 

(...)

                Depois de meia hora que já estávamos lá dentro, nos nossos devidos lugares, bem na frente, a música começou a tocar (bem alta por sinal) e as luzes acenderam, revelando todos eles. Não sei o que me ensurdecia mais, a música, ou os gritos das meninas, que não contentes, ainda ficavam me chacoalhando. Eu não era uma pessoa escandalosa... mas quando vi ele, e ele começou a cantar, não consegui ficar em silêncio. Ele passou os olhos pela plateia, e quando me achou, piscou pra mim, enquanto cantava. Jess e Mari ficaram me cutucando e fazendo caras maliciosas, eu acabei rindo. Todas as meninas num raio de 20 metros de mim foram à loucura. “Amigas, não foi pra vocês, desculpem.” Pensei convencida.

(...)

No fim de tudo, eu estava cansada, e rouca, igual às duas do meu lado. A grande maioria das pessoas começou a sair de seus lugares em direção à saída e a pequena parcela que sobrou, começou a formar uma fila, era basicamente um high touch* em cima do palco. Fomos até a fila, ficando por último. Quando chegou a nossa vez, entramos, cumprimentando todos os meninos e conversando um pouco com eles, já que não havia mais ninguém atrás de nós. Passamos por Kihyun, e Shownu, animadas, conversando com eles, que me olhavam de um jeito diferente. Todos sabiam?

 E lá estavam I’M e Jooheon. As meninas estavam conversando com Jooheon animadas e enchendo ele de perguntas, fui até I’M hesitante com a mão tímida pra cima, esperando que ele me cumprimentasse. Ele ignorou a minha mão e me abraçou de repente. Fiquei sem reação.

-Hey, não se preocupe. Vamos ser amigos, ok?

-Sim.- Assenti, retribuindo o abraço. Quando nos soltamos, ele piscou amigavelmente pra mim. Desviei o olhar, tímida. Segui para Jooheon.

-E o seu nome, qual é?- Perguntou ele

-Aah... Liz. E o seu?- Perguntei, arqueando uma sobrancelha e estendendo minha mão

-Devia saber, já que gritou ele o show inteiro.- Disse ele zombeteiro. Dei um tapa leve nele e então o abracei com força, não sendo retribuída. Logo os seguranças vieram pra me tirar de cima dele, e ele deixou! Olhei pra ele indignada, enquanto ele ria. Então li seus lábios “Amanhã, você vai ter tempo pra me dar bem mais que um abraço”. Fiquei vermelha. Ninguém mais viu isso? Segui, para falar com os outros meninos, como se nada tivesse acontecido, mas agora, o segurança não tirava os olhos de mim.

(...1 dia depois )

 

                Ouvi o interfone tocar, em meio ao barulho da chuva que caía.

                -Alô?

                -Tem um tal de Hoojeon aqui embaixo, abro? –Perguntou o porteiro.

                -...Claro, pode deixar ele entrar- disse rindo um pouco. Pouco tempo depois, ouvi batidas na porta. Fui correndo abrir.

                Lá estava ele. Lindo como sempre, um pouco molhado pela chuva, e com o cabelo um pouco bagunçado, e uma roupa apresentável. Enquanto eu estava com o meu pijama de algodão, que só servia pra ser confortável.

                -O...- Nem tive tempo pra falar, ele já entrou me calando com um beijo, e apoiando as mãos no meu rosto. Tentei me afastar mas ele voltava a se aproximar e não descolava a sua boca da minha, até que empurrei ele levemente. Ri e então zombei:

                -Sua criatividade pra nomes é intrigante.

                -Gastei toda a criatividade em música.- Ele disse sorrindo e me segurou na minha cintura, voltando a me beijar. Retribuí ele, por um tempo e o empurrei de novo.

                -Calma, tem outras coisas que podemos fazer além disso- Disse me referindo aos beijos.

                -É, você tem toda razão- Disse ele descendo uma mão que estava na minha cintura.

                -Ei!- Disse tirando sua mão e dando um tapa em seu peito. Ele riu.

                -E quais são os seus planos, então?

                -Eu baixei um filme de zumbis, e queria que assistíssemos juntos.- A expressão dele desanimou.

                -Por que você não podia ser como toda menina normal, e me chamar pra assistir a um filme de romance?- Ele disse, claramente não querendo ver o filme.

                -Pare de ser medroso! Vem.- Disse puxando ele pelo braço até a sala. –Fique a vontade. Eu vou buscar a pipoca.- Falei, indo até a cozinha.  Peguei o balde com pipoca amanteigada que eu tinha feito e voltei até a sala. Ele estava em um dos lados do sofá. Dei o balde pra ele, apaguei a luz, e me sentei ao seu lado, abraçando o seu braço, e repousando a cabeça no seu ombro. Ele estava perfumado. A minha vontade de agarrar aquele homem era enorme, mas, eu queria ter momentos mais românticos com ele. Coloquei o filme.

                -Tem certeza que consegue resistir a mim o filme inteiro?- Disse ele zombando e comendo um pouco da pipoca. Deu pra ler pensamentos agora.

                -O que tem de gostoso, tem de convencido. -Disse jogando as pipocas que estavam na minha mão na cara dele.

                -Não é exatamente esse tipo de comentário que vai me fazer mudar.- Disse rindo.

                (...)

                Já estava na metade do filme, e a pipoca havia acabado. Ele começou a afagar os meus cabelos, e eu pude sentir sua respiração. Ele estava olhando pra mim. Virei o rosto pra ele.

                -O que foi? – Disse encarando seus olhos no escuro. Ele não disse nada, só sorriu e encostou seus lábios nos meus, me dando um beijo calmo. Quando terminou, voltou a me olhar. Voltei a minha atenção dos seus olhos, para a sua boca. Ela era como uma droga. Ele inteiro era como uma droga. Girei o meu corpo de modo que ficasse mais fácil chegar perto, e o beijei, com calma. A vontade que eu sentia de me jogar em cima dele só crescia. Lentamente, as nossas línguas se encontraram, e começaram a dançar juntas. Aos poucos os beijos foram ficando mais quentes, e ele começou a passar a mão na minha coxa, minhas pernas se abriam involuntariamente. “Você é uma fraca mesmo. Achei que tinha dito que ia ver o filme inteiro.” Minha consciência me condenava. Quem não seria fraca perto de alguém como ele?

              -E-eu... vou fazer um café- Disse de súbito, levantando do sofá meio desajeitada e disparando em direção à cozinha. Gênia. Café né. A essa hora? Faz todo sentido. Apoiei as mãos na pia de mármore e respirei um pouco. Até sentir duas mãos na minha cintura e uma voz sussurrar no meu ouvido

                -Qual o problema? Eu quero, você quer... vamos continuar e todo mundo sai feliz.- Disse colando o seu corpo atrás do meu e beijando o meu pescoço. Cada toque dele me arrepiava, e o seu perfume estava me deixando embriagada. Ele pressionou o meu corpo com o seu contra a pia, e eu conseguia sentir muito bem sua ereção. Ele então começou a dar chupões no meu pescoço. Suas mãos saíram da minha cintura e começaram a adentrar a minha blusa, em direção aos meus seios.

Primeiro ele os apertou, depois, começou a estimular meu mamilos com seus polegares. Soltei um gemido baixo. Meu bumbum foi empinando involuntariamente, com seus toques. Eu só queria sentí-lo melhor.

Eu já havia desistido. Ele tinha razão, pra que esperar? Que idiotice.

Logo ele desceu as mãos até a barra da minha blusa, e a tirou, me deixando nua da cintura pra cima. Ouvi ele próprio tirar sua camisa e abaixar suas calças, e então, voltou as mãos para a minha cintura e desceu os meus shorts, me deixando só de calcinha. Colou novamente seu corpo contra o meu, se inclinando junto comigo. Senti seu membro por entre as minhas pernas. Ele começou a morder e chupar o lóbulo da minha orelha.

-Consegue sentir? Foi você quem fez isso.

 Aquilo estava me enlouquecendo. Eu mesma puxei aquela última peça pra baixo e peguei o seu pênis, posicionando-o na minha entrada. Ele então passou um dos seus braços em volta da minha barriga e começou a me penetrar devagar, deixando escapar um gemido rouco no meu ouvido. Como eu estava com saudades daquilo...

-Como sempre, tão molhada- sussurrou no meu ouvido. 

Começou devagar, de um jeito delicioso. A minha intimidade estava completamente lubrificada, e cada vai e vem era um prazer inigualável que aumentava cada vez mais, conforme a velocidade ia aumentando.

-Aah, eu senti falta disso.- Disse, já sorrindo maliciosa, e soltando um gemido.

-É mesmo, é?

-É... Já não aguentava mais fingir que meus dedos eram você.

-Se você continuar me provocando, vai se arrepender.- Disse, praticamente num rosnado.

-E por quê?- Disse, sem medo nenhum.

-Porque aí eu não vou parar, nem que você peça.- Disse sério.

Aquelas palavras só conseguiram me deixar ainda mais louca. Quando percebi, já estava com medo de acordar os vizinhos com os meus gemidos, que ficavam cada vez mais descontrolados. Ainda mais os que chamavam por ele.

Como se já não bastasse tudo, ele molhou dois de seus dedos com a boca, e os levou até meu clitóris, me estimulando.

Eu me debruçava cada vez mais na pia, procurando algo pra me segurar. O prazer que eu estava sentindo era descomunal. Conseguia sentir o clímax chegando, quando ele começou a diminuir a velocidade.

-Nã..não, continua, por favor, não pare agora- Implorei em meio aos gemidos. Senti um sorriso malicioso ao pé do ouvido.

-Eu já disse que não vou parar- afirmou voltando à velocidade anterior. Abaixei a cabeça. Não aguentava mais. Cheguei ao clímax e caí sobre a pia, sentindo o corpo de Jooheon também cair, sobre o meu. Estávamos suados e ofegantes. Ele encontrou a minha mão e a entrelaçou com a sua. Começou a passear a outra mão pelo meu corpo, como carinho.

-Você é muito irresponsável – Disse quase sem ar –E se eu engravidar?- Perguntei calmamente.

-Eu sei que você toma anticonscepcional. Já mexi nas suas coisas.

-O quê? Quando?

-Isso não importa, o que importa é que precisamos tomar um banho, você não acha?-  Disse dando uma mordidinha no meu pescoço.

Abri os olhos, temerosa. Alguém me ajuda, o Jooheon quer me matar.

 


Notas Finais


OPA, e aí gente, tudo bom com vocês? Eu estou bem.

Pra me deixar feliz, comentem. Obg e tudo de bom pra vocês
( ̄▼ ̄) kkkkk


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