História Stupid - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.532
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Fluffy, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bem, os primeiros episódios são meio chatos, mas logo vai ficando melhor, i promise

AAAAA MAIS UM CAP PROCES
espero q gostem :3

sorry qualquer erro ;-;

Capítulo 2 - Conversa


O homem me olhava intrigado e com certo receio.


Robert: O que você faz aqui?


-Que saudades hein... Vocês não mudaram mesmo. -falo com desprezo.


Robert: Olha como fala comigo!


-Se não o que? Vai me bater? Menos Robert.


Robert: ...


-Escuta, eu vim passar duas semanas com vocês, depois eu vou embora e aí eu nunca mais piso aqui, pronto! Sonho realizado!


Ele fica quieto, podia sentir a raiva dele se manifestar pelo quarto, porém eu não tinha medo dele. Eu aprendi a viver sem eles, aprendi a combater a raiva de ambos, e não vai ser agora que vou "desaprender".


Ele me olha com certa raiva, tentando me dar medo, eu conhecia ele, ele queria que eu me arrependesse por puro medo e pressão, mas depois de uns anos essa merda não cola mais.


-Olha, se quiser me dar licença e sair do meu quarto, eu fico agradecida.


Robert: Seu quarto!? Você não mora nessa casa mais! Acho que sua mãe não contou que adotamos uma menina não é mesmo!?


Espera... o que?


-Adotaram uma garota? -dou uma risada cínica- não iriam aguentar viver sem uma empregada doméstica né? Vocês são desprezíveis.


Ele me pega pelo pescoço, me levantando pra cima, tirando meu chão.


Robert: Diferente de você, amamos ela! Não ouse nunca mais falar algo sobre isso! 


Eu já estava ficando sem ar, tentava fazer algo até que escuto uma voz afeminada vindo da porta do quarto.


??: Papai... o que está acontecendo?


Então Robert me solta e se vira, consigo olhar seu rosto, ela aparentava ter uns 15 anos, tinha cabelos loiros e usava um vestido rosinha.


Robert: Ah meu amor, essa moça estava falando mal do meu amorzinho, então eu tive que fazer ela parar.


Eu olho incrédula para ele, e a menina me olhava com raiva.


??: Quem você acha que é!? -a loira fala com um certo nojo na voz.


Nossa eu vou bater tanto nessa menina.


 -Olha como fala comigo, sua vadiazinha de quinta! -digo com raiva, vejo Robert ficar roxo.


Ele veio de novo, mas dessa vez eu sou mais rápida e pego um cinto dourado e amarro em seu pescoço, o pegando de surpresa. A loira me olha assustada e então eu aperto um pouco o deixando desesperado, mas logo o solto.


-Escuta bem, eu vim aqui pra ter a merda de uma conversa, e eu quero você bem calado, seu lixo humano.


Ele apenas me olha arregalado, e a loira toda assustada.


??: Q-quem é você? -diz com medo - O-o que você quer?


-Eu sou a filha desse imbecil. 


Ela olha rapidamente para Robert, assustada e decepcionada.


Mãe: O que diabos aconteceu aqui!?


??: M-mãe...


Mãe: O que você fez com a Meg, Samantha!?


-Mãe... eu não fiz nada!


Robert: Não fez nada, imagina...


-VOCÊ FICA CALADO! -grito apontando o dedo, o deixando com raiva vindo em minha direção.


Em forma de defesa olho para o cinto, só que ele já estava longe... Então lembrei que no banheiro do meu quarto, numa porta, tinha um pedaço de madeira solta, corro até o banheiro, e Robert vem logo atrás, começo a escutar os gritos desesperados de minha mãe. Pego a madeira e vejo Robert com um pano.


Ele vem em minha direção, então eu pego a madeira e tento miseravelmente bater nele, que segura a madeira e me empurra, me fazendo bater com a cabeça na maçaneta da porta do banheiro.


Mãe: ROBERT NÃO!


Então eu sinto a madeira entrar em contato com o meu rosto. Ele começa a me bater em vários lugares, consigo ver minha mãe vir até o meu "pai" o segurar, e ele da uma cotovelada em seu rosto, a fazendo cair no chão.


Ao ver a cena da única pessoa de minha família que eu amo ser machucada, surge uma força inimaginável de dentro de mim.


-NÃO ENCOSTE UM DEDO NELA SEU NOJENTO DE MERDA!


Ao gritar, eu seguro a madeira e puxo com brutalidade, arrancando de sua mão, e então dou uma madeirada em seu rosto, o fazendo cair desmaiado no chão.


Vejo que a madeira se partiu com a força que usei para bater em Robert.


Minha mãe e Meg me olhavam assustadas.


Eu chorava.


Chorava como se não houvesse amanhã. Vou até minha mãe e acaricio seu rosto.


-Está tudo bem? 


Mãe: Meu Deus, quem tinha que perguntar isso era eu!


Me viro e me vejo no espelho. Eu estava com os braços, pernas e rosto roxos e alguns locais sangrentos. Ele tinha me machucado para caramba. Me viro de novo para minha mãe e vejo que a mesma chorava, eu a ajudo a levantar, e ela me leva para a cozinha, junto com Meg.


Meg: Eu não sabia que você...


-Tranquilo, desculpe por te chamar de vadia.


Meg: Tudo bem -ela sorri.


Mãe: Sam, se senta ai, vou cuidar de você.


Por mais que minha mãe me odiasse quando criança, eu ainda a amava, eu sabia que ela me ama ainda, lá no fundo. Meu pai... bem, eu nunca gostei dele, eu nem o chamo de pai mais, o chamo de Robert. Meg era uma garota muito linda, e pelo menos ela é tratada muito bem.


Minha mãe começou a cuidar dos vários machucados, enquanto Meg me olhava com um olhar curioso.


Meg: Onde você... estava esse tempo todo?


-Eu fui para um internato nos Estados Unidos, estudar lá.


Meg: Ah...


Mãe: Prontinho! -ela diz terminando de enfaixar meu braço direito.


Meg: Você namora?


-Sim, conheci um garoto lá...


Mãe: Sério? Logo vou ser avó e você não me fala!?


Solto uma risada leve.


-Mãe, eu preciso muito conversar com a senhora.


Mãe: Claro, pode ser agora se quiser!


-Pode ser então! -sorrio.


Mãe: Meg vai lá ver como o seu pai está, eu e a Sam vamos conversar ali na sala.


Meg: Ok mãe!


Ela sobe as escadas rapidamente, eu e minha mãe nos olhamos e vamos para a sala. Eu vou sair daqui chorando, certeza.


-Mãe... -respiro fundo- o-o que aconteceu com vocês?


Ela me olha intrigada.


-Vocês me amavam tanto... o que aconteceu naquele dia?


Mãe: ...


Mãe: Minha mãe... ela morreu. E desde aquele dia, eu... eu... eu perdi toda a alegria em ser mãe. Tudo que eu fizesse, me lembraria minha mãe e eu... simplesmente não quis ser mãe novamente. Eu me sinto tão mal... e quando você saiu pela porta naquele dia, para ir viver sem mim, eu vi que... que você aprendeu a viver sem mim. Então eu pirei, porque a minha filha, a minha criança, havia crescido sem mim, eu me senti tão ruim filha!


Uma lágrima escorria de seu rosto.


-Mãe... eu não aprendi a viver sem você, eu aprendi a fazer coisas sem a sua ajuda. Mãe eu te amo, eu nunca vou ficar sem você, nunca vou conseguir "não te amar"! Você mesmo não sendo aquela mãe que eu precisei, você continua minha mãe, e o meu amor por ti é o amor de uma filha pela mãe! 


Eu já chorava, então simplesmente nos abraçamos. Sabíamos bem que a nossa história juntas nunca foi certa, mas eu precisava dela, e ela precisava de mim.


Robert: Que lindas...


Nos separamos e vimos o mesmo com o cinto na mão.


-Mãe, calma -eu sussurro- eu vim dos Estados Unidos..


Mãe: E no que isso ajudaria?


-Eu posso transportar armas, ele vai vir me bater, apenas suba e pegue minha arma na mala rosa com listras. -sussurro.


E então exatamente como eu disse, ele veio até mim, e mandou minha mãe subir, e assim ela fez, subiu correndo com Meg para meu quarto.


Ele veio até mim e começou a me bater, e eu tentava me defender, até que vejo minha mãe com uma arma em mãos.


Precisávamos de uma distração, então Meg corre até o banheiro e grita como se tivesse acontecido algo, fazendo Robert se virar, então eu o empurro e minha mãe joga a arma da escada.


Eu pego ela e aponto em Robert, o fazendo me olhar espantado.


-Mãe... Você sabe o que quer.


Jogo meu celular que estava no meu bolso, e então ela entende a mensagem.


Ele tenta se levantar e vir, então eu faço questão de destravar a arma e mirar em sua cabeça.


Robert: Onde você aprendeu...


-Eu aprendi muitas coisas nos Estados Unidos, Robert.


Robert: Mas...


Logo escuto uma sirene da polícia vindo de fora, guardo minha arma no lado da calça, e minha mãe abre a porta.


Policial: Onde está...


-Esse homem aqui.


Robert: Mas o que!?


Policial: Você está sendo preso por agressão à essa jovem. -ele aponta pra mim.


-Boa sorte, senhor Robert. -sorrio cínica.


E então a polícia o leva.


. . .


Acordo na minha cama. Me levanto e me olho no espelho, meu rosto estava roxo. Vou até o banheiro e faço minhas higienes diárias, depois saio do banheiro e desço as escadas, encontrando Meg na sala comendo doritos enquanto via alguma série americana.


-Bom dia!


Meg: Bom dia!


-Avisa a mamãe que eu dei uma saída mas eu volto antes do almoço, ta bom? -ela assente, e eu subo para cima me arrumando.


Coloco uma calça jeans clara de cintura alta rasgadinha, uma blusa cinza, que deixava um ombro à mostra, um tênis preto e um boné preto também. Passo uma maquiagem leve e faço olho de gatinho. Por fim passo um perfume e coloco o anel que Rafa me deu.


Pego meu celular e pego também um pouco de dinheiro, saio de casa, indo até uma praça ali perto.


Assim que sento no banco vejo várias crianças correndo de um lado para outro, então sinto meu celular vibrar, havia uma mensagem de um número desconhecido.


Abro a mensagem e vejo uma foto de Rafael se pegando com uma garota.


Notas Finais


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Amo vocês, uma boa tarde e até o próximo cap! ♡♡


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