História Stupid - Capítulo 4


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Palavras 1.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Fluffy, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora



Capítulo 4 - Sayuri da vida


Acordei com a aeromoça me cutucando, então saio do avião e pego minhas malas. Olho para o aeroporto e encaro minhas malas. Parece até a primeira vez que estive aqui.

Vou até uma padaria aleatória do aeroporto e peço dois bolinhos e uma xícara de café. Depois de comer, chamo um táxi e em seguida vou em frente do aeroporto, à espera do taxista.

Logo ele chega, dou endereço da casa de T3ddy e logo o taxista dá a partida indo em direção à casa de Luquinhos.

Logo chegamos, eu pago o homem e saio daquele carro com malas em mãos, indo até a casa dele, batendo na porta. Sou atendida por um cara alto, de bermuda preta, sem camisa, com o cabelo todo bagunçado.

-Eae urso! -digo sorridente.

T3ddy: OH MEU DEUS! OI SAM!

Ele me abraça e dá espaço para mim entrar. Sua casa realmente não tinha mudado nada, nada mesmo. Ele pega minhas malas e me chama para segui-lo, até uma porta azulada que ficava localizada no fim do imenso corredor.

Então ele para na frente da porta, deixando as malas no chão e me deixa ali solitária, na hora eu não tinha entendido nada. Encarei a porta em minha frente, e então eu abri ela, revelando um quarto em tons de azul, e no meio dele tinha uma cama, com um loiro deitado nela.

Acabei por soltar um suspiro alegre e um sorriso. Fui até ele e deitei ao seu lado. No mesmo instante ele pega em minha cintura e aperta, puxando para si. Em seguida ele enterra seu rosto em meu pescoço, inalando meu perfume, em questão de segundos ele abre os olhos e sorri ao me ver.

Rafa: Amor.. -sua voz rouca e baixa... tão linda.

-Oi amor! -dou um sorriso.

Ele me puxa para um beijo, pedindo passagem, e eu cedo, travando uma batalha de ambas nossas línguas. A sensação de ser amada toma conta de meu ser, uma sensação maravilhosa, é como se você estivesse no fundo do poço e alguém lhe abraça a diz "vai ficar tudo bem", "eu estou aqui".

Quando menos percebo, Rafa já estava em cima de mim, levantando minha blusa, alisando minha cintura exposta. Antes de qualquer reação a porta é aberta e T3ddy aparece falando...

T3ddy: Gente, o Alan e o Mike vieram a... OH MEU DEUS EU TO ATRAPALHANDO!

Olhamos ele, depois nos olhamos, depois olhamos para ele de novo e começamos a rir.

-Atrapalhou nada, ele não ia fazer nada, greve de sexo, sabe? -falei com um sorriso desafiador.

T3ddy começa a gargalhar, e Rafa olha para mim com um rosto meio "isso é sério?", dou um selinho nele e o empurro pro lado, me levantando da cama e ajeitando meu cabelo.

Então saí do quarto com Rafa e T3ddy, indo encontrar Alan e Mike, que se encontravam na sala.

-Oi meninos!

Mike e Alan vem até mim e me abraçam.

Eles: QUE SAUDADES!

Ficamos conversando na sala por uns vinte minutos, até que escutamos alguém bater na porta. T3ddy se levanta e vai até a porta, onde do nada entra tipo, UMAS VINTE PESSOAS.

Quem eram essas pessoas? Ah, só eram a Gabs, Gabi, Lukas, Daniel, TT, Caue, Tarik, uma garota ruiva, Malena, Giu, Joy, Lira, Luba, Felps, Cocielo, Batata, Guaxinim, uma outra garota só que morena, um cara de cabelo tingido de loiro e um outro moreno.

?: HOJE É FESTA LA NO MEU APÊ! -grita alguém que eu não sei quem ser, mas ok.

-Que diabos é isso?

Alan: Uma festa, oras!

Logo o moreno e o loiro tingido vieram em minha direção.

??: Olá, eu sou Luiz, mas pode me chamar de peixe. -falou o moreno que havia gritado "hoje é festa la no meu apê".

??: E eu sou, o Jake, mas pode me chamar de J.

-Prazer em conhecê-los, sou Samantha, mas podem me chamar de Sam. -sorrio para eles.

Rafa: Olá. -diz seco.

Luiz: Ra-rafael Lange?

Rafa: O próprio.

Luiz: Não sabia que eram amigos...

Rafa: E não somos.

J: Não?

Rafa: Somos namorados. -ele sorri cínico para Luiz.

Luiz arregala os olhos. Mas depois sorri cínico.

Luiz: Ah, claro, que pena.

Rafa: O que você disse?

-Hey amor, para.

Luiz: Eu não disse nada, eu disse alguma coisa J?

J: Não, não disse nada.

Sinceramente? Eu 'tava me segurando para não rir.

. . .

Muitos estavam bêbados, dançando e curtindo o fim de tarde. Não poderíamos ficar até a madrugada por conta da aula amanhã, então quando eram umas oito horas, todos foram embora.

-Meu Deus! Que bagunça!

Terminamos de arrumar tudo umas nove e quarenta da noite, então cada um tomou banho e fomos dormir. Já deitada, ao lado de Rafa, ficamos em silêncio, admirando um ao outro.

-Precisamos conversar.

Rafa: Claro amor, o que houve?

-Por que mentiu pra mim?

Rafa: O-o que?

-Você disse que estava com o Lucas, sendo que ele estava na praia.

Vejo ele engolir seco.

Rafa: Eu estava na casa de uma amiga minha...

-Como é!? -o olho.

Rafa: Ela me ligou para conversar, ai eu fui.

-Nossa que amizade linda.

Rafa: Ciúmes?

-Mas é claro! Você é meu.

Rafa: Totalmente seu. E você é minha.

-Totalmente sua.

. . .

Estava de branco, num jardim cheio de rosas brancas. Andava na maior calma até que no meio do jardim branco, vejo uma pessoa de preto. Vou andando até essa pessoa, e quando eu vejo, era Rafael.

Ao chegar perto dele, corvos aparecem, me assustando e, me fazendo cair num buraco infinito. Ao cair no buraco, começo a ver vestidos de várias cores, maquiagens, saltos, telefones, bolsas... O que significava isso tudo? Até que eu caio e apago completamente.

Abro meus olhos e me vejo no quarto de Rafael. Olho no relógio e são 05:50. Ótimo, acordei dez minutos mais cedo. Apenas me levanto e vou até o banheiro tomar um banho rápido e quentinho. Assim que termino meu banho, seco meu corpo, visto minhas peças íntimas e coloco a roupa que havia separado. Um short jeans escuro, uma blusa branca escrita "Undertale" no meio dela, uma sapatilha amarela e um casaco amarelo. Passo uma maquiagem fraca, faço uma trança em meu cabelo, coloco meu anel novamente em meu dedo e saio do banheiro, encontrando Rafa se levantando.

Rafa: Meu Deus, eu morri e estou vendo um anjo!

-Oi amor! -sorrio e lhe dou um selinho.

Rafa: Oi princesa!

-Vou fazer o café, ok?

Rafa: Já estou com fome! -sorri.

Dou uma risadinha fraca, saindo do quarto e indo para a cozinha. Chegando lá começo a fazer panquecas americanas e café também.

Logo T3ddy e Rafa aparecem na sala, tudo já estava pronto, só faltava arrumar a mesa. Então enquanto eu colocava o café nas xícaras, eles arrumavam a mesa.

Tomei o café e comi as panquecas com os meninos, depois coloquei a louça na pia e corri até o meu quarto para escovar os dentes e pegar meu celular. Depois de fazermos tudo que precisávamos, fomos andando até o colégio com as malas em mãos.

Rafa: Chegamos.

-Tudo de novo?

Rafa: Tudo de novo.

T3ddy: Vamos torcer que nenhuma Sayuri da vida apareça.



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