História Stupid Cupid - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Asa Butterfield, Barbara Palvin, Billy Unger, Dylan O'Brien
Exibições 39
Palavras 1.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei! MIL DESCULPAS PELA DEMORA❣
boa leitura❣

Capítulo 6 - All I wanted


Fanfic / Fanfiction Stupid Cupid - Capítulo 6 - All I wanted

P.O.V Nadya

❀ 12h34 PM

Eu não acredito no destino por acaso. Acredito que sempre há um motivo para tudo nessa vida. É que a vida é assim: Às vezes estamos tão fechados dentro de nós mesmos, que deixamos passar certas coisas. Mas sempre sabemos a hora certa de se mostrar. Sempre há alguém que nos faz bem. Mesmo diante das circunstâncias, aparentemente sem saída, sempre há uma. Sabe, talvez, só precisemos de alguém que nos mostre isso, segure na nossa mão e diga:”Eu estou aqui com você.” Que nos protege quando mais precisamos. Há alguns anos eu acreditei que perdi esse alguém, esse alguém era é meu pai. Mas com o tempo eu cresci e me acostumei com a sua ausência, e agora, eu quase não conto muito com isso. É todos os anos a mesma coisa, ele vem, fica um pouco e depois volta e fica muito tempo sem nos ver. O problema é sempre quando ele aparece de surpresa, como hoje. Sinto um misto de raiva e saudade, no que resulta em nada. Exatamente, não tenho reação nenhuma.

É uma coisa são simples e ao mesmo tempo tão complicada. Tudo o que eu mais queria é que ele ficasse e pronto. Resolveria tudo! Não penso só por mim, penso pela minha mãe, meu irmão, minha família! Eu sei bem como é ter um pai ausente, e a última coisa que eu quero é que meu irmão fique como eu. Ele não merece isso! Eu queria dizer tudo isso a ele, mas não tive coragem. Ao contrario disso, fiquei parada que nem uma estatua com cara de bolacha, encarando aquele homem alto de olhos azuis parado na minha frente.

- Surpresa! Feliz aniversario! — Ele me abraçou e eu retribui. - Tá bonita! Estava de saída?

- Na verdade sim. — Respondi dando espaço pra ele passar, e assim ele fez.

- Sua mãe não está aqui?

- Ela saiu e eu não faço ideia da onde ela tenha ido.

- Ah claro. — Ele se sentou no sofá, analisando um pouco a casa. - Senti falta daqui.

- Hm, pai... — Comecei. - Eu vou sair daqui a pouco.

- Que bom? Vai aproveitar seu aniversario com quem? — Perguntou sorridente.

- Com um amigo.

- Tyrel?

- Não, é outro garoto. — Respondi vendo ele mudar de expressão.

- Eu conheço?

- Talvez sim, eu não sei. — Dei de ombros pegando meu celular em cima da mesinha ao centro da sala. - Eu vou indo.

- Você está namorando dona Nadya? — Ouvi ele perguntar.

- Tchau pai, até mais tarde. — Ignorei sua pergunta e sai batendo a porta.

Caminhei lentamente até a casa do Asa. Quando cheguei a sua rua, notei ele parado no portãozinho, mexendo no celular, parecia bem distraído. Quis fazer uma brincadeira e fui me escondendo atrás das arvores até chegar perto dele, e meu objetivo era lhe dar um susto, mas o que acabou acontecendo foi um pequeno incidente. Eu tropecei em alguma coisa e quase fui ao chão, se não fosse por Asa eu com certeza teria me machucado.

- Tentou me assustar? — Perguntou rindo. - Sinto muito, não foi dessa vez.

- Então me aguardei. — Disse rindo. - Já tá pronto?

- Pensei que eu era quem ia te buscar. — Arque-o uma sobrancelha.

- É que eu quis vir antes. — Respondi e só ai notei seus olhos perdidos em mim. - Algum problema?

- Hm, não. — Respondeu ficando um pouco vermelho. - É que você está linda hoje.

- Ah obrigada. — Agradeci sorrindo. - Então, onde vamos?

Asa me levou pra fazer um piquenique. Fiquei meio receosa no começo, aquilo até parecia um programa de casal, não de amigos tentando ficar amigos de novo. Mas admito que gostei muito, primeiro porque o lugar era super bonita e tinha um clima gostoso, e segundo que eu preferia programas mais calmos. Nós conversamos bastante, principalmente sobre algumas historinhas do passado. Rimos bastante ouvindo a versão um do outro, e eu percebi que Asa não era tão insuportável assim como eu sempre imaginei. Talvez eu tenha feito o certo de ter dado uma chance há ele. Mas ainda não posso confirma nada.

❀ 17h46 PM

Nós voltamos embora no finalzinho da tarde. Asa conseguiu me distrair por todas essas horas, mas quando fui chegando em casa comecei a ficar meio chateada ao lembrar que todos haviam se esquecido do meu dia.

- Eu nunca disse que é o Dylan é tapado, é serio. —Falei rindo, depois de uma longa discussão com Asa sobre a fama dos amigos dele. - Eu disso outras coisas.

- Tipo o que? — Perguntou sorrindo.

- Tipo, que ele se acha e que é um idiota as vezes. — Respondi vendo ele rir.

- A fama dele não é nada boa. — Confessou. - Pelo menos pras garotas normais.

- Pras garotas que não são trouxas, você quer dizer. — Falei rindo. - A maioria ama ele, e acha ele o maior gato da escola! E não são só as lideres de torcida que acham isso.

- Serio? Que estranho, o Dylan é feio. — Disse me fazendo gargalhar.

- Nadya! — Ouvi uma voz conhecida atrás de mim. - Por onde andou? Procurei você por tudo quanto é lado! — Disse Barbara me abraçando. - Me desculpe e feliz aniversario.

- Valeu. — Respondi estranhando. - Tá me procurando pra que?

- Temos que ir pra sua casa, sua mãe tá te procurando também. — Ele foi me puxando.

- E porque ela simplesmente não me ligou? — Perguntei olhando no celular, e só ai notei quatro chamadas perdidas dela.

Ops.

- Vem, vamos logo! — Ele segurou meu braço. - E você também Asa!

Sem questionar, seguimos Barbara até em casa. Estranhei, as luzes lá dentro estavam apagadas e não dava pra escutar as vozes escandalosas de minhas tias. Abri a porta meio receosa e todo mundo gritou surpresa. Eu simplesmente fiquei sem reação. Asa e Barbara tiveram que me puxar pra dentro, porque fiquei paralisada olhando pra eles que nem uma idiota. Todo mundo me abraçou e pediu desculpar por fingirem que haviam esquecido do meu aniversario. Me deram muitos presentes, muitos mesmo, até um cachorro me deram. Um filhote fêmea de husky siberiano, que eu já botei o nome de Angel.

- Gostou da surpresa? — Perguntou Barbara, assim que finalmente conseguimos ficar sozinhas novamente.

- Tirando a parte das minhas tias perguntando se o Asa é meu namorado. — Respondi vendo ela rir. Estávamos sentadas num banquinho ali no meu quintal.

- Pelo menos se um dia rolar, os seus pais adoraram o Asa. — Disse ela. Realmente, os dois grudaram no Asa, e agora eu nem sei como que ele vai conseguir se livrar dos dois.

- Não vai rolar nada, nunca.

- Nunca diga nunca.

- Nunca! — Disse sorrindo irônica. Barbara revirou os olhos.

- Como foi seu encontro hoje?

- Que encontro?

- Eu sei que você saiu com ele Nadya! Tá pensando que me engana? — Disse rindo. - Então conta logo!

- Foi normal, ué.

- Teve beijo no final? — Perguntou sorrindo. - Ah é, eu estraguei o final, então não deu tempo.

- Mas não ia ter de qualquer jeito. — Falei rindo. - O que deu em você ultimamente?

- Suas tias vão morar aqui, né?

- Que? — Perguntou surpresa. Barbara ficou me olhando como se eu fosse maluca.

- Hm, sua mãe ainda não te contou.

- Como assim Barbara? — Falei ficando de pé.

- Ah desculpe, depois seus pais vão te contar. — Ela começou a rir nervosa, se levantando em seguida e correndo pra dentro.

- Espera Barbara! Que historia é essa? — Eu entrei atrás dela.


Notas Finais


Comentem❣


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