História Stygian - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Selena Gomez, Zayn Malik
Personagens Selena Gomez, Zayn Malik
Tags Stygian Zaylena Criminal
Visualizações 29
Palavras 2.677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei mais volteeiii!!!
Estou bem animada para essa fanfic que estou pensando seriamente em torna-la estendida!
Mas, minha lua é em libra então certamente eu irei mudar de ideia logo!

Boa Leitura, bebês!!

Capítulo 3 - Chapter 3 - Lucas Doyle.


Fanfic / Fanfiction Stygian - Capítulo 3 - Chapter 3 - Lucas Doyle.

O último caso fora encerrado com sucesso. Mas, muitas perguntas foram deixadas sem respostas. Porque Robert mataria Eva? Será que ela sabia de algum segredo dele? Cheryl estaria dizendo a verdade quando mencionou que Robert a odiava? E porque realmente Robert se matou? Para não responder a essas difíceis perguntas talvez? Minha cabeça estava para explodir com tantas interrogações.

Escutei um rebuliço do outro lado da porta de minha sala, me levantei assustada abrindo a mesma. Havia um grupo de vários policiais formando uma roda em torno de alguma coisa. Senti alguém parar ao meu lado, bebendo um copo de café já que o cheiro exalava facilmente.

- O que é isso? – Perguntei, cruzando os braços.

- Não faço a mínima ideia, chefe! – Deu de ombros, tomando mais um gole do liquido.

O delegado Ian se virou, me olhando e sorrindo. Estranho, não? Acenei com a cabeça, observando o homem puxar alguém do meio da multidão. Foi então que eu consegui entender o porquê daquilo tudo. Yaser Malik, um dos advogados mais respeitados de toda Boston. Ian era todo sorriso, como eu não o via a tempos.

- Malik, esta é Gomez. Uma das minhas melhores detetives aqui do departamento. – Apertei a mão do homem, olhando torto para Ian.

- Prazer, Selena. – Sorri.

- Encantadora, Selena. – Fiquei sem jeito.

- Prazer, Connor. Ajudante dela. – Apertou a mão do homem, ficando sério.

- Quero falar com vocês dois depois. – Sussurrou para mim, enquanto Yaser e Connor engatavam uma conversa animada.

Segui para minha sala, batendo a porta. Como pode ser tão falso? Me sentei em minha cadeira, juntando minhas mãos em minha cabeça, encarando alguns papeis na mesa. Escutei a porta ser aberta e uma pessoa que julguei ser Connor, entrar e cruzar os braços na minha frente.

- Chefe – sussurrou. – Ian quer conversar conosco. – Suspirou.

- Eu não vou deixar ele tirar você desse caso! – Soei rude.

- Mas, o caso já foi concluído. – Riu fraco. – Eu já estava fora de qualquer jeito. Parece que ele já arrumou outro ajudante.

Ergui minha cabeça para ele, me levantando. O abracei, sentindo sua respiração bagunçar meus cabelos. Connor é como um irmão mais velho para mim. Quando ele entrou na delegacia, eu não imaginava o quão importante ele se tornaria.

Entramos na sala do Delegado Ian, encontrando Yaser um outro homem. Passei alguns segundos admirando a beleza do homem, já que era impossível não admirá-lo. Seus cabelos eram pretos, intensos e lisos. Ele usava uma calça jeans verde escura, com um cinto preto e uma blusa branca por baixo de uma camisa azul escuro com algumas estampas. Nada brega. Coisa que em outra pessoa, ficaria.

Seus braços eram cobertos por tatuagens interessantes, porém, exageradas. Seu olhar era penetrante e intimidador. Parecia o olhar de um psicopata. Eu deveria estar muito tempo o encarando para não perceber que Ian falava comigo.

- Estou de acordo com o quê? – Perguntei, o olhando.

- Em trabalhar com Zayn Malik. – Encarei o homem que tinha seus olhos azuis semicerrados. – Connor, você estará sempre por perto! – Revirou os olhos. – Só que em outro departamento. Com outra chefe.

- Desculpa? – Ri. – Não. Sinto muito senhor Yaser, mas eu não quero trabalhar com o seu...

Somerhalder me fuzilou com o olhar, ao ouvir as minhas mais claras e sinceras palavras. Os Malik’s se olharam entre si, não entendendo nada ou apenas fingindo não entender.

- Ian, me deixe resolver. – Me olhou. – Gomez, se importaria de trabalhar com Connor e Zayn, juntos? Aposto que os casos seriam resolvidos mais facilmente.

- Ótimo! – Se levantou. – Tudo certo? – Continuei calada. – Ok, então!

Sorriu torto, apertando a mão de Yaser e Zayn. Bufei baixinho, sentindo a mão de Connor tocar meu braço. O olhei, escutando ele sussurrar que “Tudo ficaria bem”. Seria fácil acreditar em suas palavras, até o telefone daquela maldita sala tocar.

 

[...]

 

Lucas Doyle. 1,75m, cabelos castanhos claros e pele clara. O jovem de aparentemente vinte anos de idade, foi encontrado decapitado em um carro no norte de Boston. O caso iniciado a dois minutos, já nos dava provas bem concretas de nosso assassino. Já que o mesmo, era moreno e forte. Completamente o oposto de Lucas.

- Como tem certeza que esses fios não são dele? – Perguntou, olhando para o corpo com desdém.

- Que tipo de pessoa arrancaria os próprios cabelos? – Recolhi os fios das unhas e do corpo de Lucas, colocando dentro de um saquinho plástico que Connor segurava.

- Eu acho que ele andava na rua, um carro parou e desconfiou de sua sexualidade. Então, o convidou para entrar e ele como não é bobo, entrou. Nesse exato momento, seu assassino começou a beijá-lo e ele se entregou. Aposto que o assassino era muito atraente. – Encarou Connor. – E então, o assassino começou a tirar a sua roupa, dando Lucas a mesma oportunidade. Quando o menor tirou, seu acompanhante o atacou. Para se defender, ele tentou afastar a cabeça do assassino e para isso, ele começou a puxar seus cabelos.

Caminhou para mais perto do carro, escorando seus braços na janela do mesmo. O observei, junto de Connor.

- Mas, já era tarde. – Apontou para o corpo sem cabeça. – Quando ele arrancou os cabelos do assassino, ele já havia começado a cortar seus tecidos de pele. Ele ficou sem forças e acabou se entregando. E então... – Saiu de perto do carro, segurando uma faca. – ele morreu por essa faca.

- Meu deus! – Diz. – Não foi você que o matou para saber disso tudo?

- Trabalho com hipóteses, Connor. – O entreguei um saco plástico. – Por ter um pai como o meu, as coisas ficam mais fáceis. – Jogou a faca toda ensanguentada lá dentro.

- Se a sua hipótese estiver certa... – Me aproximei de Zayn. – e eu tenho certeza que está, será muito fácil encontrar seu assassino.

 

[...]

 

- Lucas era homossexual. – O moreno disse, jogando uma papelada em minha mesa. – Muitos de seus amigos revelaram que ele era prestativo e educado. Sempre dava informações para pessoas perdidas em Boston, já que ele trabalhava como turista.

- Obrigada, Malik. – Sorri sem dentes.

- Só estou fazendo meu trabalho. – Sorriu. – Vou comprar um café. Aceita um?

- Claro.

Acenamos com a cabeça. Ele abriu a porta de minha sala, trombando com Connor. Os dois se olharam por dois segundos e ambos seguiram seus respectivos caminhos.

Connor se sentou na cadeira em entre a minha mesa, batucando os dedos nos braços da cadeira. Eu o conhecia perfeitamente bem para saber que ele queria falar alguma coisa, mas, não tinha coragem.

- O que foi, Daddario? – Perguntei, analisando alguns papeis em minha mesa.

- Não gosto dele! – Ergueu a mão, simulando um não.

- Acredite, eu também não gosto. – Sorri, fazendo o moreno sorrir também. – Mas, ele nos ajuda.

- Ele fala como se ele tivesse matado a vítima. – Revirou os olhos.

- Gosto disso nele. Assim, as cenas ficam mais esclarecidas e tudo fica mais claro na hora de interrogar nossos suspeitos.

Alguém bateu na porta. Daddario pediu para a pessoa entrar. Castiel apareceu, completamente pálido na sala. O pedi que se sentasse, porém, ele recusou.

- Sobre o caso Lucas Doyle. – engoliu em seco. – Acho que o assassino de Eva, tem ligação com o caso de Lucas.

Castiel nos explicou a sua teoria, me fazendo raciocinar um pouco. A pessoa que matou Eva, era forte demais para ser uma mulher. Até ai, Cheryl não é suspeita. Robert era forte. Porém, a sua devoção por Eva e seu amor, era muito nítido em seus olhos e palavras. Ele jamais a mataria por nada. Alguém, a matou e como Robert descobriu... Mataram o loiro também, apenas para ele não comunicar a polícia. E, a pessoa que matou Lucas era forte demais para conseguir cortar tecidos e ossos com uma simples faca de cozinha. Com isso, sabemos que Robert é inocente e que o assassino de Eva e Lucas são os mesmos. Mas, um detalhe importante: Nosso assassino é moreno. Já que Lucas tinha os cabelos castanhos claros e Eva era ruiva.

Quando cheguei a sala do Delegado Ian, ele simplesmente riu. Isso mesmo, ele riu de minha afirmação.

- Ah, qual é Gomez. – Limpou sua garganta. – Vai me dizer então que Robert se matou para ficar com Eva do outro lado? – Riu. – Acho melhor você deixar Malik tomar frente nesse caso. Sua cabecinha está cheia de problemas.

Bufei irritada, batendo com extrema força a porta da sala de Ian. Ele me tira do sério! Me virei para buscar Connor e irmos almoçar. Ou ao menos, sair daquele lugar. Me esbarrei em alguém e como o meu humor estava ótimo, o empurrei fazendo uma chuva de café nos atingir.

- Zayn! – Gritei, levando minhas mãos em minha boca.

- Porra, Selena! Eu já tomei banho hoje. – Riu fraco, se limpando.

- Me perdoa. – Balancei a cabeça, tirando a sua jaqueta. – Ian me irrita!

Revirei os olhos, sacudindo a sua jaqueta na esperança do café sair antes que manchasse a peça.

- Ei, está tudo bem. – Colocou os copos agora vazios de café no chão, pegando a jaqueta de minhas mãos. – Você está tensa, o que aconteceu?

 

[...]

 

Malik é uma boa companhia, apesar de ser extremamente sarcástico. Estávamos no restaurante que nós da delegacia costumamos pedir comida. O contei sobre a minha suposta teoria de que os assassinos, sejam o mesmo.

Para a minha surpresa e estranha felicidade, o moreno me disse que achava a mesma coisa. O expliquei tudo, cada detalhe, cada pista e cada suposta evidência encontrada.

- Não trabalhei no caso Eva Magnum, infelizmente. – Disse. – Mas, escutei meu pai comentando algo sobre.

Se aproximou de mim, olhando em volta para se certificar de que ninguém nos ouvia.

- Eva havia saído de casa naquele dia. Seus pais estavam em casa. Quando ela chegou, de uma festa supostamente já que ela estava bêbada, Robert entrou com ela para dentro da casa. Porém, a mãe dela acordou e o expulsou. – Olhou para a rua, por cima de seu ombro. – Ela estava bêbada, Selena. Não tinha consciência para se matar. Robert não teve culpa, já que a levou para casa e só quis ajudar.

- Faz sentido, mas... – Pensei um pouco, voltando a falar. – A versão que Robert me contou, não foi bem assim.

- Ele disse que traiu a ruiva em uma festa e que ela ficou tão contrariada que saiu e no dia seguinte amanheceu morta? – Assenti. – Ele disse a mesma coisa para meu pai.

- Se ele disse a mesma coisa, como você sabe o contrário? – Perguntei.

- Conversei com a mãe de Eva, sob as costas de meu pai. Eu disse que era um delegado. – Riu fraco. – Ela me contou isso. Disse também que Eva vivia feliz, todos gostavam dela e que ela jamais teve motivos para fazer o que fez.

- Ela não teria. Mas, a Lancaster sim. – Balancei a cabeça, me levantando da cadeira. – Obrigada pela ajuda, Malik. Sigo daqui!

Sai correndo dali, deixando para trás um moreno confuso.

 

- A morena tem algo para me dizer! Eu sinto isso. – Me escorei na parede, cruzando os braços.

- Chefe, você mesma viu aquilo que Robert escreveu! A garota é inocente. – Arrumou alguns papéis em sua mesa.

- Ou, não tão inocente assim! – Me aproximei dele. – Você viu o quanto ela ficou irada com nossas perguntas. Acho que ela está por trás da morte de Eva. E certamente, da de Lucas também.

- Me explique seus motivos, Gomez. – Colocou as mãos na cintura, me olhando sério.

- Porque está irritado? – Mudei de assunto, o analisando com os olhos.

- Não estou. – Deu de ombros, batendo o pé agitadamente no chão. – Ok. Estou!

Puxei uma cadeira, me sentando e deixando ele se sentar também. Coisa a qual ele não fez. Sua expressão estava séria e nada habitual daquele Connor alegre e medroso de sempre.

- Tá legal, o que eu fiz? – Me joguei na cadeira, mexendo em minhas unhas.

- Além de sair para almoçar com uma pessoa a qual eu não gosto e esquecer de mim? Nada. – É sarcástico.

- Estávamos apenas conversando, Daddario! – O repreendi. – Além do mais, ele está conosco agora.

- Pode até ser, mas eu continuo não confiando nele! – Se defendeu, fechando a cara.

Me levantei, caminhando até ele que permanecia sério e em pé. O abracei de lado, esperando que ele reagisse.

- Você sabe que eu te amo, abecedário. – O olhei.

Seus olhos me encaravam, cheios de humor. Logo seu semblante foi mudando, dando graça a sua alegria de sempre. Seus braços me envolveram, me abraçando forte a ponto de me tirar do chão.

-  Ah, claro que eu sei que você me ama, Pig. – Gargalhamos.

Não sei descrever como eu odeio não encerrar um caso. Cheguei em casa, jogando as chaves em cima do sofá e tirei a minha jaqueta, me deitando no sofá. Três pessoas que trabalham juntas no mesmo caso, não conseguiram encerra-lo.

Estava caminhando para o banheiro, quando meu celular tocou.

- Gomez. – Disse.

- Encontraram o suposto assassino de Lucas. – Diz ofegante.

- Já estou indo para ai.

- Gomez, ele estava com Cheryl. Ela está morta. – suspira.

O que?!

 

[...]

 

Eu esperava todos os tipos possíveis de finais em que a Lancaster acabaria. Menos, esse. Seu corpo estava no meio da rodovia Big Dig. Ele não havia marcas, arranhões e de certa forma não foi violado. Malik e Daddario mal conseguiam olhar para ela. Seu corpo nu, coberto apenas por um roupão de cetim vermelho, estava em perfeito estado.

Me agachei em sua frente, após colocar as minhas luvas para analisa-la. Nenhuma mordida, nenhuma violência. Nada! Não á marcas de pneu, nem de asfixia. Ergui seu pescoço, encontrando um pequeno furo vermelho no mesmo. Chamei Castiel e o mesmo logo constatou que Cheryl, fora envenenada e jogada na rodovia para morrer drasticamente.

- Esse furo – apontou para o pescoço da mesma. – é do tamanho exato de uma agulha de seringa.

O encarei atônita. Porque ela? Oh, céus!

- Certo. – Me levantei. – Levem o corpo para a autópsia. Assim que descobrir o que de fato causou a morte dela, me ligue.

Castiel assentiu, ordenando aos médicos que colocassem o corpo de Cheryl Lancaster no saco preto e a colocassem na ambulância.

Andei até Connor que, junto de Malik, interrogavam o nosso assassino.

- Então, Tyler Henrik. – Murmurei, lendo a prancheta que Malik acabara de me entregar. – O que têm a me dizer?

- Doyle mereceu o final que teve! – Sorriu diabolicamente. – Ele me devia $500mil em cocaína pura.

- Sua autopsia não constatava cocaína. – Connor afirmou.

- Não era para ele, era para o seu namoradinho. – Riu. – Eu o avisei que se ele não me pagasse... eu o mataria.

- Enquanto a morte de Cheryl Lancaster? – cruzei os braços, esperando a sua resposta.

- Eu não sabia de nada. Juro! – Me olhou assustado. – Apenas descobri que a polícia estava suspeitando de mim e tomei a rodovia para fugir. Foi quando avistei a garota andando no meio da rua e de repente, ela caiu. Desci do carro para ver se ela estava com vida e então, a polícia chegou.

- Consigo ver verdade em seus olhos, Tyler. – Assentimos. – Malik, algeme-o.

O moreno assentiu, algemando o mesmo.

- Sabe algo sobre Eva Magnum? – Connor perguntou, me deixando esperançosa.

- Não senhor. – É sincero.

Me distanciei de toda aquela confusão de carros, policiais e curiosos. Tive dias estressantes e mal resolvidos. O caso de Eva ainda é um mistério para nós. Lucas Doyle, teve o seu assassino capturado. Robert e Cheryl, mortos injustamente.

E como sempre, uma pergunta martela minha cabeça: Quem teria feito tamanha crueldade com Robert e Cheryl? E porque essa pessoa, os queria mortos?

- Tudo bem, chefe? – Connor perguntou, passando seu braço em volta de meu ombro.

- Porque mataram justo a pessoa que iriamos interrogar?

O moreno ficou pensativo, enquanto eu franzia o cenho. Segundos depois, ele me abraçou, como se quisesse dizer que tudo passaria e que minhas respostas seriam respondidas. Mas, eu sei que não serão.

Nós, sabemos que não!  


Notas Finais


Deixa eu apresentar esse elenco maravilhoso para vcs:
Connor Daddario como Matthew Daddario ♥
Cheryl Lancaster como Kaya Scodelario ♥
Eva Magnum como Lisa Teige ♥ (SKAM, PORRA!)
Lucas Doyle como Christopher Egan ♥
Ok, mais tarde apresento mais!

Espero de verdade que tenham gostado, comentem as teorias de vcs. Adoro lê-las e ver que vcs estão se sentindo parte desse time de policiais e detetives de Stygian! Amo vcs demais, ~thepussylove, ♥


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