História Subarashii - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang
Personagens G-Dragon, Jungkook, V
Tags Jungkook, Komatsu Nana, Taehyung, Taekook
Visualizações 5
Palavras 444
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Médico


Nana está sentada na maca do consultório, sentindo-se desconfortável e um tanto triste. Triste é uma palavra que a descreve muito bem nos últimos meses, mas só de vista. Dentro dela é mais do que tristeza, é algo grudado nos ossos e ela não faz ideia do que seja.

A mãe de Nana não está ali. Ela havia entrado com a filha, mas depois de dizer várias coisas ao médico — coisas que a garota não prestou atenção —, ele pediu gentilmente que saísse.

O médico se levanta da mesa, após anotar várias coisas em papéis, e se posiciona na frente de Nana. Ela só vê seus sapatos e não sabe direito como é o rosto dele, já que os olhos de outras pessoas é algo que Nana evita há algum tempo. Acha que os outros a olham com reprovação e examinam seu corpo com uma única palavra na mente. “Gorda”.

O médico se chama Yukimichi e ela gosta desse nome, então quase gosta dele. Ela gostaria mais se ele não a tivesse mandado fazer terapia.

Ele se inclina e contorce o corpo, já que ela não ergue a cabeça, até que seu rosto finalmente alcança o campo de visão dela. Nana afasta o rosto, levemente assustada, e coloca as mãos no joelho. Ele sorri, simpático.

— Oi, Nana.

— O-oi.

— Como você passou essa semana?

Ela não responde.

— Você comeu alguma coisa?

— Sim.

— Está tomando suas vitaminas?

— Sim.

— Sua mãe disse que você vai fazer terapia e já tem uma sessão marcada. O que me diz disso?

— Eu não quero ir.

— Por que não?

— Porque não.

— “Porque não” não é resposta — ele riu e, mais uma vez, ela ficou em silêncio. Ele tentou não suspirar. — Escute, Nana, vai te fazer bem. E eu preciso… você precisa tomar suas vitaminas e comer bem. Seu corpo precisa voltar a ficar saudável, Nana-chan. Mas se você não se ajudar e não me deixar te ajudar, as coisas não vão funcionar. Promete que me deixará te ajudar? E que irá se esforçar?

Ela balançou a cabeça tão fraco que ele não teria percebido se não estivesse vidrado em suas respirações lentas. Sua paciente estava tão frágil a ponto de parecer que seu pulmão quebraria a caixa torácica quando respirasse fundo, e aquilo o deixava triste.

Quando Nana deixou a sala de Yukimichi, ela apenas abaixou a cabeça e saiu. Não olhou para trás, não o encarou nos olhos e não chegou a dizer dez palavras.

Ele realmente achava que ela precisava de ajuda. E realmente acreditava que ela não iria muito longe se não ajudasse a si mesma em primeiro lugar.

Você não pode ajudar alguém que não quer ajuda.

 



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