História Sublime Amor - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Chichi, Gine, Goku
Tags Chichi, Dbz, Drama, Gochi, Goku
Visualizações 87
Palavras 2.610
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus pães de mel, tudo bem?
Vocês já assistiram o novo clipe de Ed Sheeran, da música Perfect? Sério, é muito Chi e Goku aqui! <3 (Irei colocar o link nas notas finais, caso alguém se interesse).

Já é permitido, junta-los?
Ai, eu preciso desabafar, estou com um ciume surreal dos dois, é normal isso? Acho, GoChi tão perfeitos juntos, que não estou aceitando-os com mais ninguém.
Bom, enfim, eu falo de mais mesmo.

Me desculpem os eventuais erros e boa leitura!

Capítulo 12 - Powerful Bond...


Fanfic / Fanfiction Sublime Amor - Capítulo 12 - Powerful Bond...

 

Se alguém

Já lhe deu a mão

E não pediu mais nada em troca

Pense bem

Pois é um dia especial

 

2012

Atenas

Os pequenos pés descalços, sacudiam freneticamente no piso frio.

Escorada com os cotovelos, sobre a mesa de madeira, Chichi, vagava para além do translúcido vidro da janela a sua direita, até a acrópole iluminada, sem notar que o macbook entrara em tela de espera: pm. 10:00.

Seus cabelos estavam presos em um coque que fizera usando os próprios fios, e a caneta naquin que usara para os croquis, presa entre o bico que fazia e o nariz.

– Pelo visto, conhece-la ficará apenas na minha vontade – suspirou, fazendo a caneta cair sobre o livro a sua frente. 

Para uma arquiteta ir a Atenas e não visitar um dos mais importantes e famosos sítios arqueológicos do mundo, era o fim.

Ao escutar o barulho da porta destravando, ela deu um leve sobressalto. Só de imaginar que além de seu vizinho, Turles possuía livre acesso no hotel, a deixava tensa. “Aquele rato tem um poder poderoso sobre mim, odeio ser tão impotente e fraca em relação a ele”.

– Ainda no mesmo lugar? – ela suspirou aliviada ao ouvir a voz de Goku. – Eu pensava que era viciado em cafeína, mas, você supera – disse ao notar as quatro embalagens térmicas em cima da mesa.

– Eu adoro pensar com um bom copo de café, é como se o aroma fosse um estimulador – ela explicou, relaxando o corpo no encosto da cadeira.

– E está funcionando?

Ela negou com uma careta, o fazendo ri. – Como foi com o Vegeta, tudo em ordem para amanhã?

– Bem, não estou muito confiante – a respondeu desanimado, se jogando sobre o divã. – Nossa Vila não tem, nem um atrativo, que possamos usar a nosso favor.

– Se eu ao menos, conseguisse achar uma brecha, nesta legislação urbana tão quadrada e ultrapassada, para que conseguisse evoluir e tornar meu projeto de doutorado viável, para ser executado.

Goku arqueiou uma das sobrancelhas ao ouvir tal revelação, se sentando curioso. – Sabe que seu marido é um advogado e pode te ajudar com isso, certo?

– Como se entendesse alguma coisa, sobre urbanismo – ela revirou os olhos.

– Não mesmo, no entanto, entendo de leis – ele se levantou, puxou uma cadeira ao lado de Chichi e se sentou, pegando o extenso livro em seguida. – E legislação implica, em um corpo de? – perguntou folheado, a mesma.

– Leis... – ela sussurrou.

– Se não concorda com o que diz aqui, você pode entrar com um pedido de revisão. Claro, se houver um bom argumento.

– A elaboração de um novo plano de diretor para Paozu, é uma das propostas do projeto.

Ele sorriu, estava começando a entender a conversa que tivera com Vegeta, no dojo. “Por isso, ele disse que apostaria, nela? ”. – Vamos lá, me explica este projeto. – pediu, se mostrando o mais interessado possível.

Chichi, abriu o 3d que elaborou de Paozu e fez o que lhe foi pedido. – A partir do conceito de fortalecer a memoria da Vila, através da criação de espaços significativos para a população como um todo e não apenas para beneficiar uma pessoa ou uma organização, foram propostas: a restauração e renovação dos edifícios históricos, tornando-os em museus ou centros culturais; a transformação do cais desativado em um corredor gastronômico com os bares em sua orla. Sabia que o Revolution, foi uma taberna em uma época, que Paozu, era terra de uma importante fazenda com cultivo de cevada?

Sem dizer absolutamente nada, impressionado, Goku sacudiu a cabeça, negando. A defesa que tanto procurava, estava bem ali a sua frente, Chichi era o que lhe faltava, literalmente.

– (...) por fim, transformar o bosque em um parque de reserva ambiental. Meu pai já autorizou, Lapis descobriu que há uma espécie rara de ave de rapina em Frypan, não é um máximo? 

“E quanto a senhorita hipócrita do salto de solado vermelho? O que faz para cumprir seu lado do pacto? ” – O peito de Goku ardeu, ao se lembrar da faditica noite na Hiatus. – “Fui um estupido, um cafajeste, um mero ratinho assustado”. 

– Chichi, você precisa apresentar esse projeto. É exatamente isso, que Kaioh esta procurando. Damaioh e os Kerubs não terão chance alguma!

– E-eu não posso – confessou, virando-se para ele.

– Por que?

– Black faz parte do pacote.

– Por isso o encosto disse que seriam futuros parceiros...

– E-eu escolhi você – ela confessou rubra, fazendo Goku se lembrar da deusa de seus sonhos. “Eu escolho, você. ”  – Prometemos que seriamos sempre parceiros de luta.

Ele sorriu, sentindo um calor sereno em seu peito e levou a mão a franja da “esposa”, brincado com os fios da mesma. – Depois de tudo o que lhe disse na Hiatus, eu não tenho direito algum de lhe pedir isto, mas, é minha ultima alternativa.

Chichi, que sentia borboletas no estômago com o toque suave dos dedos dele em sua testa, estreitou os olhos para que pudesse entender, a proposta do “marido”.

– Acha que consegue, montar uma apresentação em menos de dez horas? – ele perguntou, fazendo uma carinha inrresistivel de súplica.

Ela sorriu. – Se eu tiver a ajuda, de um certo advogado, acredito que sim. 

– Ótimo! – exclamou animado, se levantando. – Vou chamar o Vegeta.

– Não! – em um tom autoritário, ela o segurou pelo braço. – Isso é algo que nós dois devemos fazer, juntos!

Ele assentiu com a cabeça, sorrindo. Gostava da Chichi durona, segura, mesmo que as vezes lhe desse medo. – Vou pegar meu mac.

– E eu pedir mais café!

E assim, as horas seguiram...

As ideias e as habilidades se complementaram...

Os olhos se admiraram...

Os sentimentos retornaram....

Um advogado e uma arquiteta se apaixonaram...

 

•••

Montanha Frypan

Um vento forte invandiu a humilde cabana construída de pedra bruta e madeira, derrubando os recipientes de aluminio da prateleira.

– Unem-se outra vez, para idealizar grandes coisas a bem da humanidade. Novamente unidos, porque se amam, verdadeiramente. – murmurrou Whis, com um sorriso largo, deslizando os longos dedos no desenho espiral, reluzente na parede.

•••

Atenas

– Finalizamos? – perguntou Chichi, se levatando e alogando o corpo cansado de ficar horas na mesma posição.

– Ainda falta a parte mais dificil, a apresentação – Goku bocejou, esfregando os olhos com os punhos.

Ela franziu os olhos e tombou a cabeça para o lado com um bico nos lábios.

– O que foi? – ele piscou, confuso.

Em um ato impensável, movida pelo instinto, ela sentou-se ao colo dele, deixando cada uma das pernas de um lado de seu corpo.

– Chi... – surpreendido, ele ergueu o corpo em postura ereta.

Com o coração palpitando em nervosismo e respiração descompensada, ela aproximou os lábios dos dele e sussurrou. – Eu confio na habilidade retórica do meu advogato!

Sentindo o aroma de café do hálito quente dela, Goku sorriu, acariciando-a na boca levemente entreaberta, com os polegares. O novo apelido ganhado soou tão sexy dos lábios carnudos de Chichi, que ele até preferiu, ela não o chamar mais de Kaka. Lembrava sua deusa, quando dizia: “meu guerreiro”.

– Eu não te mereço, minha pequena. – ela movimentou suavemente a cabeça, o toque dos dedos em seus lábios, a causava uma sensação inexplicavelmente, gostosa. – Agi feito um rato no momento em que mais precisava de mim. Eu abri muito mais sua ferida, sem me importar com seus sentimentos. E mesmo assim, me escolheu... Olha esse seu projeto, fez muito mais pelo pacto do que eu...

– Eu jamais tive coragem de mostra-lo a alguém antes, não achava que estava de fato bom. Até você chegar e me ajudar com a legislação, provando que é viável sim. – a voz da Cutelo saira rouca, revelando todo seu cansaço acumulado.

– Deveria ter se aliado a Black, ele tem muito mais destaque do que eu...

Os negros olhos exaustos de Chichi se arregalaram e a cabeça balançou, repetinamente. – Não diga isso, NUNCA! Ele é... – ela fechou os olhos com força, gerando desconfiaça em Goku.

“Não entendo, Chichi e Turles, costumavam se dar bem na Orange, estudavam e faziam trabalhos juntos. E ainda tem aquele maldito anel, que ainda é um mistério para mim, por que ela não o usa? Será que... Aaargh...”

– Foi ele, não foi? –  ela voltou a abrir os olhos e os cerrou, confusa. – Eu li uma carta, ontem no seu atelier, que escreveu para mim, antes de partir para a Alemanha.

– Você não podia ter feito isso, foi invasivo, mexeu nas minhas coisas – respondeu em tom nervoso, se levantando, porém, ele a impediu, segurando-a pela cintura.

– Clausula segunda da lei de melhores amigos: Não há segredo, entre as contrapartes e além do mais, na caixa estava escrita KAKA. – ele segurou as bochechas de Chichi entre suas mãos e colou a testa na dela, para encara-la nos olhos. – Por favor... Conte-me.

Ela desviou o olhar e sacudiu levemente a cabeça. – E-eu não co-cons...

Uma sensação angustiante invadiu o peito do Son, no instante em que a voz dela falhou e os olhos expressivos, lacrimejaram. Agilmente, ele a abraçou, com uma força imensurável.

– Tinha me esquecido de como é bom, ser abraçada por você – ela suspirou, acalhetando-se no ombro do “marido”.

– Eu não vou desistir Chichi, irei reconquistar sua confiança e quebrarei esse seu bloqueio emocional, pedacinho por pedacinho. – ela fechou os olhos e sorriu, apreciando o calorzinho reconfortante em seu peito, gerado pelo afago dele em sua nuca, exposta, pelo coque.  – Quero cuidar de seus medos, assim como, você cuida dos meus sonhos.

– Me perdoa, por esta minha armadura, eu só preciso de calma e tempo para reaprender usar minhas asas.

– E eu te farei voar com elas, tão alto, que tocará a nossa constelação de quatro estrelas.

•••

 

Eu sei

Não é sempre

Que a gente encontra alguém

Que faça bem

Que nos leve deste temporal

 

O amor é maior que tudo

Do que todos, até a dor

Se vai quando o olhar é natural

 

•••

Após longos minutos de silêncio e aconchego, o barulho clássico do despertador do iphone, os alertou que lhes restavam duas horas, até a apresentação.

– Quem tomará banho primeiro, eu ou você? – Chichi perguntou levantando-se do colo de Goku.

– E que tal, juntos? – ele sugeriu, fazendo uma careta provocativa.

Ela revirou os olhos. – Vou fingir que não ouvi isso.

– Tem todo aquele ritual bobo feminino demorado, né? – o Son bocejou, espreguiçando o corpo.

Ela riu, concordando. – Melhor eu ir primeiro. – A Cutelo, girou na ponta dos pés descalços e deu alguns passos, antes de se virar novamente. – Aaah, só um aviso – ele abriu apenas o olho esquerdo e a encarou, escorada com a lateral do corpo no batente do arco que separava a sala de estar do quarto. – Sua roupa, quem escolherá sou eu, inclusive a gravata – piscou e deu de ombros, adentrando o cômodo.

Ele bufou, cruzando os braços. – Sim, eu estou fer... casado!

•••

Uma mistura aromática de maçã e pimenta rosa, disseminava por toda a luxuosa suíte, em estilo clássico grego, em tons creme.

– É realmente, necessário? – Goku perguntou, fazendo uma expressão de lástima, enquanto Chichi efetuava com perfeição o nó na gravata slim, vermelha.

– Precisamos transmitir convicção, não apenas, na oratória – os lábios da arquiteta, pintados em bordô, moviam-se em um ritmo hipnotizante aos olhos do Son.

Impossivel não se lembrar da...

– Minha Deusa – sussurrou baixinho, mordendo o lábio inferior, detendo seu instinto masculino, afim de toma-la para si.

Missão totalmente, “level hard”.

Seu perfume, o piscar dos extensos cílios dos olhos delineados, em gatinho, o salto alto do Louboutin hot chick que a deixava quinze centimentros mais alta, o pescoço e colo, nus, valorizados pelo coque, a blusa branca ombro a ombro, manga ¾, e a saia mide godê. Mexiam deveras, com a libido do advogado.

– Tão lindo! – ela exclamou sorrindo.

Goku vestia além da “irritante gravata”, um terno de afaiataria, azul, camisa social branca e sapatos oxford, plain toe, pretos. Só o cabelo que não possuía jeito algum, continuava desordenado, desafiando a gravidade.

– Vamos logo Chi, estou morrendo de fome – ele reclamou, desesperado, com a demora da “esposa”, que conferia pela quinta vez, se estava levando todos os materiais necessários para a apresentação.

– Ai, eu estou nervosa, ok? – ela sacudiu o corpo, um tanto quanto desorientada. – E se eu tiver um branco? Já me aconteceu, uma vez...

– Calma minha pequena – ele riu a abraçando pela cintura. – É seu projeto, ninguém melhor do que você para explica-lo.

– Promete, segurar minha mão, se algo sair fora do script?

– Prometo. – ele a beijou a testa, sobre a franja. Ato que a acalmou no mesmo instante. – Agora, pelo amor de todos os deuses, vamos tomar o café da manhã, só nos resta quarenta minutos!

– Você acabou de comer dois pacotes de biscoito, praticamente sozinho. Se eu comi quatro, foi muito!

– E isso lá, mata a fome?

•••

A sola vermelha do Louboutin, pisava suavemente, no porcelanato que de tão polido, refletia perfeitamente a imagem, sobre si.

Sem conseguir comer nada, devido ao alto teor do nervosismo de uma pessoa extremamente ansiosa, a qual era. Chichi, resolveu ir até o salão de conferência, deixar tudo ajeitado. Enquanto, Goku, se deleitava com o buffet de café da manhã, servido pelo hotel, na cobertura, com vista panorâmica para a acrópole.

 

– Trésor... – ele sussurrou com seu típico sorriso patife, no rosto.

O perfume era inconfundível, essência sedutora de uma rosa negra profunda com a junção do ácido da maçã e o amadeirado da canela.

O eco do atrito do salto em contato com o piso, não deixava duvidas...

Em uma elegância, Total Black, ele seguiu o rastro deixado por ela, adentrando no salão com poltronas estofadas em vermelho, vivo como sangue.

– Enfim sós, Senhorita Cutelo – o estrondo forte do bater da porta e a agoniante voz rouca fizeram Chichi virar de súbito. – Senti sua falta, minha vadiazinha favorita. – seu corpo paralisou de imediato, ao encara-lo tão de perto. – Quando foi a nossa ultima vez? Alemanha?

Perversos. Sádicos. Malditos. Olhos cor de avelã.

Gritar?

Correr?

Bater?

Morder?

Spray de Pimenta?

Já tentara se defender, de todas as formas possíveis, em cada uma das vezes. Porém, só servia de propulsor, para elevar o ataque sofrido. Nem mesmo tendo Jiren, conseguiu se livrar da tormenta, a qual ele era.

Lágrimas escorreram por sua bochecha, manchando o brush rosado.

– Desculpa, meu Sublime Amor – ela sussurrou, apertando os pendentes de coração do colar, junto com a aliança de casamento.

•••

 

Sonhei que as pessoas eram boas

Em um mundo de amor

E acordei nesse mundo marginal

•••

 

Enquanto comia o ultimo croissant do buffet, ele sorriu todo bobo, tocando o pin de coração lilás em seu pescoço.

Instantaneamente, uma onda angustiante percorreu por todo seu corpo e em um movimento brusco se levantou da mesa. – Chichi...

– Me espera, Goku – assustada com o comportamento desorientado do amigo, Bulma, virou em uma vezada só, o café que tomava e o seguiu.  – Será que dá para me explicar e correr mais devagar? Eu estou de salto! Aaah, mas é um insensível, igual o Vegeta...

 

•••

 

Tire suas mãos de mim

Eu não pertenço a você

Não é me dominando assim

Que você vai me entender

 

Eu posso estar sozinho

Mas eu sei muito bem aonde estou

Você pode até duvidar

Acho que isso não é amor

 

Será só imaginação?

Será que nada vai acontecer?

Será que é tudo isso em vão?

Será que vamos conseguir vencer?

 

Nos perderemos entre monstros

Da nossa própria criação?

Serão noites inteiras

Talvez por medo da escuridão

 

Ficaremos acordados

Imaginando alguma solução

Pra que esse nosso egoísmo

Não destrua nosso coração?

 

Será só imaginação?

Será que nada vai acontecer?

Será que é tudo isso em vão?

Será que vamos conseguir vencer?

 

Brigar pra quê, se é sem querer

Quem é que vai nos proteger?

Será que vamos ter que responder

Pelos erros a mais, eu e você?

 

Será - Legião Urbana 

 


Notas Finais


Ai meu coração!
Aguentem firme até o próximo.
♥️

Do Ed:
https://www.youtube.com/watch?v=SwZC7LxLgUY

A música, Dia Especial, é da banda Cidadão Quem, porém, a versão do Tiago Iorc é um encanto:
https://www.youtube.com/watch?v=y0wzDTutlmE


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