História Submerso - Capítulo 1


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Kanon de Dragão Marinho, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Personagens Originais, Saga de Gêmeos, Shaka de Virgem, Shura de Capricórnio
Tags Milo De Escorpião, Sereias, Shaka De Virgem
Visualizações 30
Palavras 843
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Γειά σου (Olá)!
Olá pessoas que estão vindo comigo neste projeto que espero ser o melhor, já que é para uma pessoa especial.
Dedico essa história a melhor e mais especial amiga, que leu ela em primeiro e que é o tipo de sereia poderosa que merece todas as honras em mais um ano de sua vida. Feliz aniversário meu amor, mesmo que atrasado. Eu te amo!
Sem mais delongas queria deixar a autoria da frase da capa a Luan Vargas, um pensador em destaque para mim.
Espero que curtam a história e muito obrigado por lê-la!
Αντίο (Bye)!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Submerso - Capítulo 1 - Prólogo

“Bom dia, Long Beach. Aqui é o seu âncora predileto da manhã, McQueen, e vamos às notícias deste inicio de semana. O prefeito Robert Foster anunciou publicamente neste sábado a tão esperada inauguração das áreas atingidas pelo tsunami Poseidon que assolou a costa há dezesseis anos, junto a mudanças climáticas apavorantes na mesma época. E parece que peixes grandes entraram na jogada, pessoal, nomes como Saori Kido, dona da fundação Graad, e Julian Solo, outro ricaço dono de grandes investimentos na área marítima, foram revelados como patrocinadores desta reforma!”

O entusiasmo exagerado do jornalista atraía olhares atentos à tela colorida acima das largas prateleiras lotadas de rótulos conhecidos. Para Cassandra, todo o álcool daquelas garrafas não lhe causaria parte do enjoo que o sensacionalismo forçado no sorriso e postura daquele homem causava.

E infelizmente era uma aversão a ser tolerada naquela manhã.

“E agora vamos às notícias salgadas da orla com a nossa representante, Tessa. E que calor está fazendo hoje, não?!”

“E como, George. O sol vai continuar assim a manhã toda, típico da nossa Califórnia, com ondas de até dois metros, uma chance e tanto para os surfistas, mas medidas bem incomuns para a baixa temporada. Obtivemos informações sobre um caso isolado de ataque de tubarão nesta manhã. O corpo foi encontrado por dois jovens que passeavam de Jet Ski, mas as autoridades afirmam que não há nada com que se preocupar.”

Por instantes, sua atenção passou da xícara fumegante de cafeína e espuma para a tela, era pouco animador.

— Cass? Não imaginei que fosse te ver tão cedo aqui no café. — Com o rolar de olhos discretos veio um suspiro pela presença contente, mas indesejada do rapaz.

— Donovan, oi.

A explícita falta de interesse na voz da loira não foi o suficiente para uma desistência por parte do rapaz, que se debruçou no balcão lançando um olhar sedento e encantado na direção de Cassandra, que sequer tirava os olhos do café que saboreava. Poderia correspondê-lo, claro, mas por mais delicioso que fosse imaginar o estrago que causaria no corpo moreno à frente, estava satisfeita, e nem toda a energia do loiro seria suficiente para melhorar seu humor.

Estava sem paciência para Donovan, sem paciência para qualquer coisa pelas próximas horas. O aparelho no bolso da jaqueta feminina vibrou chamando a atenção dos poucos clientes ali, desapontando o loiro ao ter os lábios calados pelo indicador da mulher ao atender o telefonema.

— Fernandez. Sim, vi o noticiário. Estou a caminho.

Deixando alguns trocados sobre o balcão, Cassandra seguiu até a saída ignorando a reação abatida atrás de si. Os souvenires adesivos típicos do bar e café deixados pelos clientes mais jovens sempre prendiam sua atenção, por consequência não notou a figura apressada vinda do estacionamento do estabelecimento a tempo de evitar o encontrão.

A mulher pedia mais desculpas pelo incidente do que a loira podia assimilar e, enquanto a voz jovem entrava em seus ouvidos de forma paralisante e dolorosa, procurava apenas assentir e sair dali o mais calmamente possível. Chegar no carro e partir para uma cena de crime nunca havia parecido tão calmante.

Donovan pareceu voltar à realidade naquele instante, como um cão a pular fielmente em defesa do dono, mas não foi rápido o suficiente para alcançá-la, o que contribuiu consideravelmente para o aumento da sua ira, imediatamente lançada na direção da responsável por toda a confusão que àquela hora atraía olhares curiosos e alguns burburinhos desconfortáveis.

— Você não olha por onde anda? Não vê o que fez?!

Karoline pensou ser aquele o pior momento do dia, isso pensando positivamente na ausência de piores. Agora, dormir com o ex-namorado não parecia tão desastroso e substituir um cara morto, também não.

— Don, o que está havendo? — Uma mulher de meia idade saiu de trás do balcão. No crachá de serviço, o nome Ângela entrava em destaque com a camisa tropical de cores vivas, como a do rapaz.

— Esta imbecil quase derrubou a Cass. Ela saiu daqui tonta, Ângela! — As palavras saiam com um ódio infundado e sequer percebeu o quanto pareceu louco. A dona do estabelecimento não viu alternativa, puxou-o para longe e depois certamente seria demitido.

— Eu pedi desculpas.

Olhar ao redor se mostrou difícil, ver a quantidade de olhares estranhos voltados para si foi angustiante, mas falar ao vento era ainda pior. Dedos quentes tocaram suas costas lhe causando uma sensação incomum enquanto se arrastava para as mesas mais distantes, deparando-se com um sorriso encantador que afastou qualquer resposta contrária de sua parte, apesar de assustada.

— Por que não se senta comigo, ma chéri?

~O~

A brisa da maré preencheu os pulmões assim que fechou a porta do carro. Para muitos aquele aroma era opressor, sufocante, tamanha a intensidade, mas para Cassandra era o perfume de casa. Da sua verdadeira casa.

Naquele cenário não foi difícil seguir o caminho até o cadáver. Para um detetive do departamento de policia, seguir e rastrear o cheiro da morte era tão fácil quanto identificar o perfume predileto enquanto se caminha na rua.

E aquela cena e cadáver eram perigosamente familiares.

 


Notas Finais


Então, o que acharam? Me contem as teorias porque muita água vai desaguar nessa praia e já temos uma pequena confusão. A única coisa que posso dizer é que as coisas vão esquentar daqui para frente e pobre Don.
Até o próximo pessoal!


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