História Submissa - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza
Personagens Anastasia Steele, Christian Grey
Tags Anastasia Steele, Christian Grey, Cinquenta Tons De Cinza, Drama, Hentai, Submissa
Exibições 619
Palavras 1.284
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!
Muito obrigada pelos comentários e favoritos! <3

Comentem & boa leitura lindas!

Capítulo 2 - Chapter II


Entrei no restaurante pelos fundos, esbarrando e cumprimentando algumas cozinheiras e colegas de serviço. Me encaminhei até o banheiro para fazer a troca de roupa. Meu uniforme era um vestido preto que iam até o meio das pernas, e na lateral do vestido perto do ombro tinha as iniciais do restaurante gravado; Golden Pearl.

O restaurante que eu trabalhava era de classe média. Era bem requintado, com azulejos e luminárias combinados em tons de dourado e as luminárias revestidas em pérolas, o que fazia jus ao nome do local. Havia mesas espalhadas pelo enorme salão, ao meio ficava um mini palco, onde iam alguns cantores locais para tocar ao vivo.

A maioria dos clientes que frequentavam, eram pessoas bem conhecidas no ambiente comercial. Mas nada de pessoas muito ricas, já que essas pessoas que eram donas das maiores empresas do país frequentavam o restaurante concorrente; Eldorado Restaurant. Lá, o lugar era muito sofisticado, e o melhor mesmo, era o salário dos garçons e das garçonetes. Eu tenho uma conhecida que trabalha nesse restaurante, e ela me disse um dia que o seu salário era o triplo do meu. Se eu conseguisse um emprego lá, melhoraria muito minha vida. Mas para conseguir uma vaga, eu precisaria de uma recomendação, e para conseguir isso, teria de vim de pessoas com grande influência; o que eu não tinha.

 

Voltei a prestar atenção no movimento do restaurante, e logo peguei o meu caderno de anotações e fui atender uma família que adentrou no local.

A noite de serviço transcorreu tranquila, com um movimento calmo, e com algumas gorjetas recebidas de alguns clientes que apreciavam o meu serviço. Sempre busquei trabalhar da melhor forma, com um bom humor e um carisma, para que o jantar dos clientes sempre seja de um clima muito agradável.

Ao sair do restaurante, caminhei até o ponto de ônibus, mas antes de ir encontrei um rapaz encostado em sua ferrari, me analisando. Com certeza ele estava no restaurante concorrente, já que era na mesma avenida. No primeiro momento eu não me incomodei, mas depois de perceber que ele me analisava por muito tempo, eu voltei a observá-lo, e sentia sua presença ser forte. Seu corpo não era de uma pessoa atlética, mas era bem desenvolvido com braços fortes e veias grossas. Seu rosto era másculo, com uma barba rala bem alinhada e olhos castanhos escuros. Seus cabelos eram incrivelmente negros pareciam ser sedosos.

Minhas mãos tiveram que lutar contra a vontade de tocá-los, sentir se eram tão sedosos quanto pareciam. 

Pisquei mais algumas vezes para voltar a consciência e sair daquele lugar, notei um sorriso sarcástico surgir nos lábios do homem, e fui praticamente correndo até a parada do ônibus. Que homem é esse?! Porque me senti tão atraída por um homem desconhecido? Fiquei pensando nisso até meu ponto.

 

Retornei ao meu apartamento, e dormi tranquila a noite toda, mas ainda pensava no belo rapaz.

 

Assim que amanheceu, dei um sorriso, pois hoje era dia de visitas no hospital, e apesar de não querer ouvir a pergunta rotineira de minha irmã, eu estava morrendo de saudades de seu sorriso.

Fiz minhas higienes matinais, e peguei apenas uma maçã que iria comer no caminho.

Depois de alguns minutos no ônibus, cheguei no hospital, seguindo para a recepção, onde as recepcionistas já me conheciam por eu ir constantemente. Subi pelo elevador, e entrei no quarto 21. Entrei devagar, e observei a minha irmã dormindo, ela parecia um anjo.

Sentei em um banquinho próximo a ela, e logo em seguida uma enfermeira entra para trocar o seu soro. 

- Bom dia senhorita Steele.

Nina me cumprimenta.

- Bom dia, Nina. Como ela está?

 

Digo sussurrando para não acordar a minha menina.

- Está estável, você sabe que ela precisa o mais rápido possível de uma cirurgia.

Suspirei.

- Sim, eu sei. Estou tentando encontrar um emprego melhor, não aguento mais ver minha irmã sofrendo.

A enfermeira termina seu serviço, e coloca sua mão em meu ombro.

- Tenho certeza que irá conseguir, só não desista, ela precisa de você.

Dei um mínimo sorriso.

- Obrigada.

Agradeci pelo apoio. A enfermeira saiu, e minha irmã acordou.

- Bom dia Bella. 

Dei um beijinho em sua bochecha.

- Bom dia Ana. Estava com saudades. 

Ela me abraçou e eu retribuí.

- Também meu amor. Como está se sentindo?

Perguntei mesmo já sabendo pela enfermeira, porém queria saber da boca dela.

- Me sinto um pouco cansada, mas fora isso estou bem.

- Que bom pequena. 

Sorri.

- E você? Já sabe quando será a minha cirurgia?

Perguntou ansiosa.

- Estou bem. Em breve meu amor, já estou juntando dinheiro.

Disse mentindo parcialmente. Pois, não tinha nem metade do dinheiro. Me sentia uma inútil.

- Não vejo a hora de fazer essa cirurgia e saí desse hospital.

Ela diz emburrada, eu também, não vejo a hora de ver você esbanjando saúde e vivendo como uma pré-adolescente normal. 

 

Passei a manhã toda com a Bella, conversamos sobre coisas banais, como estava no eu trabalho e ela somente se divertia quando eu contava sobre as mulheres ricas que frequentavam o lugar em que eu trabalhava.

À tarde passou tediosa como sempre, e logo já estava me arrumando para mais um dia de trabalho. 

Cheguei um pouco mais cedo com medo de não chegar no horário certo, pois hoje Nova York estava agitadíssima e o trânsito estava caótico. 

Coloquei meu uniforme e fiquei atras do balcão perto das bebidas, esperando algum cliente entrar. Logo em seguida, observei uma mulher muito elegante adentrar e se sentar em uma mesa mais afastada. Me direcionei até ela.

- Olá, boa noite. Aqui está o cardápio, assim que souber o seu pedido pode me chamar.

A cumprimentei amigavelmente, me retirando logo em seguida. 

 

Depois de uns cinco minutos ela me chama. 

- Quero um frango frito com purê de batata. E um vinho tinto, por favor.

Acenei positivamente. Ela pediu um dos pratos mais pedidos aqui nos Estados Unidos, e que é bem delicioso.

- Em poucos minutos estará pronto seu pedido.

Ela sorriu e eu me retirei. Assim que ficou pronto, levei seu pedido e servir o seu vinho. 

Depois fui atender outros clientes, o movimento estava bastante intenso. 

Aquela mulher elegante me chamou mais uma vez, mas não para pagar a conta e sim para conversar comigo, o que achei estranho.

Então, pedi um intervalo de dez minutos para o gerente e ele me concedeu. Fui para uma área mais afastada, e olhei para a mulher.

- Bom, acredito que você possa não estar entendendo nada. Porém, eu acho que você possa estar querendo um emprego que pague melhor, não? 

Ela perguntou, e eu fiquei sem reação, como ela sabia disso?

- Sim, estou, mas como você sabe disso?

Perguntei confusa.

- Apenas deduzi. Eu tenho uma vaga de emprego, mas para isso, preciso que você vá a esse endereço amanhã às 10h. Ele estará esperando por você.

A moça dizia me entregando um cartão onde continha o endereço da vaga de emprego. Quem era ele? Como sabia que eu iria? Me perguntava mas não tive coragem de perguntar a ela.

- Ah, obrigada pela ajuda. Mas não sei se posso aceitar.

Disse tentando não ser deselegante diante de sua oferta.

- Imagina, apenas vá. Você não irá se arrepender. 

A moça loira de olhos azuis sorriu, e piscou de um jeito que não consegui interpretar e se retirou do ambiente me deixando completamente confusa. 

Talvez se eu apenas der uma passada lá não seria nada mal. Se eles pagassem bem, eu até poderia cogitar a ideia de aceitar. Mas, só irei saber quando comparecer ao local.

Seria isso uma luz no fim do túnel? 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Beijos *-*


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