História Submissa - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza
Personagens Anastasia Steele, Christian Grey
Tags Anastasia Steele, Christian Grey, Cinquenta Tons De Cinza, Drama, Hentai, Submissa
Exibições 591
Palavras 1.427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hello meninas!!!!

Obg pelos comentários e favoritos :3

Bom boa leitura <3

Capítulo 3 - Chapter III


Parei de pensar naquele momento sobre o que aquela moça disse, e nem ao menos eu perguntei o seu nome, mas agora não importa mais.

Voltei ao meu trabalho, e quando voltei para casa era 22h, assim que cheguei apenas me joguei na cama do jeito que estava pois estava exausta.

 

Na manhã seguinte acordei como se eu tivesse com um peso enorme nas costas. Olhei para o criado-mudo e eram 8:30h. Será que eu iria para o local que a moça me indicou? Estou confusa, não sei se devo ir.

Mas, me levantei e fui até o banheiro fazer as minhas higienes. Saí de lá decidida a ir no endereço indicado, coloquei um vestido preto simples que iam até o meio de minhas pernas, e sem decote, o vestido era comportado, digno de uma entrevista de emprego, coloquei uma sapatilha preta com detalhes brancos, penteei meus cabelos o deixando soltos e passei apenas um gloss para não ir de cara totalmente limpa e fui a cozinha preparar algo para comer. 

Terminei tudo pegando a minha bolsa e indo para a parada de ônibus. Assim que entrei no transporte, analisei o cartão que a moça me deu. O lugar me parece ser bem sofisticado, pois até o tipo de material que o cartão foi feito me parecia ser caro. Que tipo de emprego seria?

Me despertei descendo no meu ponto e me dirigir até uma enorme casa, na verdade era uma mansão. Com cores em marrom escuro e branco. Ao redor do ambiente havia um enorme jardim bem cuidado e colorido. Será que eu não errei de endereço? Olhei para os lados e olhei de novo para a mansão conferindo o número da residência e era o mesmo. Suspirei e apertei o interfone.

Assim que apertei uma mulher se pronunciou.

- Sim?

Indagou.

- Oi, me chamo Anastasia Steele e me disseram para vir aqui, pois...

Não terminei de falar pois a mulher me interrompeu.

- Ah sim senhorita Steele, fui avisada que você viria, pode entrar.

Assim que ela disse o enorme portão preto foi aberto, deixando a mansão mais exposta.

Sorri vendo o quão lindo era tudo aquilo, nunca tinha entrado ou visto de perto essas enormes casas, sempre as via pela televisão. Nunca me imaginei entrando em uma delas. Com certeza, eu não me encaixo aqui, pois é quase impossível um dia eu ter tanto dinheiro para conseguir comprar uma mansão como essa. Sorri com isso, pois era verdade estava longe de ter muito dinheiro.

Entrei na casa um pouco receosa fui andando até a a porta da mansão. E antes de bater à porta se abriu revelando a mulher, acredito que seja a mesma que me atendeu no interfone.

- Bom dia.

A cumprimentei.

- Bom dia, senhor Grey já está a sua espera. Suba e vire à direita, é a quinta porta. 

A mulher não expressou nada durante que dizia as palavras a mim, eu achei estranho mas tudo bem. Segui seus comandos e cheguei até a quinta porta.

Respirei fundo, sempre ficava nervosa em entrevistas. 

Bati na porta, e quase em imediato escuto uma voz rouca soar.

- Entre.

Abri a porta, e entrei me assustei me deparando com o mesmo homem que havia visto dois dias atras. Mas, ele tinha duas mulheres nuas no seu colo. E trajava apenas uma cueca. Que merda era aquela? Como assim ele estava ali?

Assim que ele me viu, deu duas palmadas na bunda de cada uma, que elas saíram dando sorrisinhos maliciosos. Me recuperei do que tinha acabado de ver, e pisquei mais uma vez.

- Você? 

Eu perguntei confusa.

- Tire a roupa.

Ele mandou autoritário. 

-QUE?

Respondi incrédula com o seu pedido.

- Eu disse tire a roupa, não me ouviu?

Ele disse mais uma vez se irritando por eu não estar o obedecendo.

- Você está louco? Mas é claro que eu não vou tirar.

Respondi me alterando, quem ele pensa que é?

- Se você não tirar eu mesmo tiro.

Assim que disse avançou em mim, foi retirando a minha roupa rapidamente. Com toda aquela velocidade eu apenas paralisei. Eu não sabia o que pensar, quem essa cara pensa que está fazendo? Eu senti meu vestido cair, e meu sutiã ser rasgado.

- SAI.

Gritei. 

- Sai nada, você é minha agora. E pelo o que eu fiquei sabendo você está precisando de dinheiro, e eu pago muito bem.

QUE? Como assim eu era dele? Que merda é essa de dinheiro? Nunca que iria fazer isso. Eu o empurrei com força, pegando meu vestido rapidamente e vestindo para sair logo daquele lugar. Mas antes de sair eu voltei a olhá-lo.

- Eu não sou esse tipo de mulher, se você quer esse tipo chame aquelas mulheres de volta seu cretino, nunca mais me toque está me ouvindo?

Falei entredentes. Estava com muita raiva daquele homem. Não quis mais escutar a sua resposta e sair correndo para fora daquela casa. 

Entrei no ônibus, minha cabeça rodava, que merda de emprego é aquele? Aquela mulher é louca de me indicar um trabalho daquele! Como fui idiota em acreditar. 

Eu posso não ter dinheiro, mas eu tenho os meus princípios. E neles não estão esse tipo de emprego. 

Desci do ponto, indo ao supermercado fazer algumas compras, pois minha reserva já estava acabando. Comprei as coisas mais importantes e voltei para casa. 

Dormi a tarde inteira, e só acordei pra ir trabalhar.

 

O restaurante hoje estava do mesmo jeito, o movimento estava razoável. Mas logo a calmaria se vai, quando ele entra por aquela porta. Todos os olhares vão para ele, suspiros de mulheres apaixonadas, não nego que ele é lindo, intrigante e intimidante, mas o seu jeito egocêntrico e metido acaba com ele. Fiquei sabendo a duas horas por uma conversa de umas clientes que ele era um dos maiores bilionários do país, e ele não era frequentar esse restaurante. O que ele fazia aqui? Espero que não seja para me perturbar.

Me virei para voltar para o meu trabalho, mas antes sentir meu pulso ser pressionado.

- Você não irá se livrar fácil de mim. 

Ele disse perto do meu ouvido, arrepiando os pelos de minha pele.

- Já estou livre de você.

Disse sussurrando, não queria que ninguém nos escutasse.

- Não está não, me sirva. Quero um vinho tinto. 

Disse autoritário indo se sentar em uma das mesas, e em nenhum momento quebrou o seu olhar ao meu. E antes de ir percebi um sorriso sacana em seus lábios. Revirei os olhos e fui buscar o vinho, o servi.

- Quer mais alguma coisa? 

Perguntei por perguntar queria sair logo dali.

- Sim, quero você.

Disse com uma voz sexy, colocando a taça em sua boca e bebendo o líquido logo em seguida. 

- Nunca. 

Disse me virando pisando forte, mas ainda pude ouvir sua gargalhada gostosa. Homem maluco!

 

Me ocupei em atender outras mesas quando terminei ele não estava mais lá, mas o vi conversar com o gerente. Mas não liguei voltei a trabalhar. A noite passou tranquila, terminei indo logo para casa. 

Me joguei na cama logo que cheguei adormecendo. Hoje era quinta-feira, o primeiro dia mais agitado perto do final de semana, o restaurante estará super cheio, e isso será ótimo para receber mais gorjetas.

 

Acordei de bom humor, pois amanhã seria o meu dia de folga e iria visitar a minha irmã.

O dia passou rápido, e logo já me vi indo para o restaurante. Entrei pelos fundos, mas fui barrada pelo gerente que não me olhava com uma cara nada boa.

- Boa noite senhor Finn. Está tudo bem?

Perguntei.

- Sim, mas tenho que falar com você. 

Ele disse caminhando até o seu escritório e pedindo que eu o acompanhasse. Segui e me sentei na cadeira a frente dele.

- Bom senhorita Steele, sinto em te dizer mas está demitida.

Ele disse um pouco abalado, como assim eu estou demitida? Eu não me lembro de ter feito nada errado. Ele não pode fazer isso!

- Por quê? Não faça isso eu preciso desse emprego.

Disse aos prantos. Eu não posso perder esse emprego minha irmã precisa dele, eu preciso dele. 

- Sinto muito. 

Diz se retirando da sala. Eu não estava entendendo nada. Senhor Finn sempre gostou do meu atendimento, até ontem ele me elogiava, o que aconteceu para ele me demitir?

Depois de longos minutos pensando, eu me lembro do senhor Grey conservando aos fundos com o meu gerente. Ele não ousaria né? Ele não seria capaz de fazer isso...

Droga!


Notas Finais


Senhor Grey malvadinho muahahaha
Tadinha da Ana :(


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