História Submissa I - Capítulo 10


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bdsm, Drama Romance, Obsessão, Sexo
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Palavras 2.285
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Coisa linda eu aqui de novo!! Aí que coisa bela! Ah como eu acordei feliz!..
Eu to tão feliz que descide posta capítulo hoje, não é um maximo?!
Gente obrigada pelos comentários é muito bom pro meu ego e me faz quase continuar a escrever, valeu mesmo.

Curtam o capítulo com a música The scientist do Coldplay na versão 50 tons mais escuroa

Capítulo 10 - O coração de uma submissa


Fanfic / Fanfiction Submissa I - Capítulo 10 - O coração de uma submissa

Como eu estou me sentindo? É uma boa pergunta.. Me responda você; como você se sentiria se descobrisse que o cara de que está gostando, esta com você porque se parece com a ex dele? Péssimo não é?  É assim que estou me sentindo, acho que se a terra se abrisse e me comesse seria mais fácil.. 

  O que está acontecendo comigo, eu não sou assim.., não sou fraca e muito menos sofro por homem. Tenho que adimitir que o Bem mudou alguma coisa em mim, mais não quero essa mudança seria pedir pra sofrer e eu odeio isso. Sabe quantas vezes eu já olhei pare esse celular?.. inúmeras e eu nunca fiz isso.. Eu nunca esperei uma resposta que sei que não vai vir. 

 Desço até a cozinha e pego um copo de água, olho para o celular mais uma vez e nada. Isso já está virando loucura. Minha mãe entra na cozinha toda sorridente.

- Filha que bom que te encontrei.. - e.. lá vem - o seu aniversário é amanhã! 

-  E..

- E que é uma data muito especial - reviro os olhos, não sei o que tem de tão especial nisso - Nós precisamos fazer uma festa!

- Não, não precisamos!.. - coloco o copo na pia e ando até a sala.

- Mais filha..

.- Não mãe!

- Não o que? - Alan pergunta.

- A Roberta não quer uma festa..

- Se for pra trazer aqueles amigos maconheiros dela é melhor nem fazer. - E ela ainda fala que ele não provoca, estou quase fazendo essa festa so pra afrontar.

- Mãe eu não tô muito afim de festa, mais obrigada mesmo assim.. - Ela da um sorriso triste 

- Você pedindo desculpas o que aconteceu?.. - Alan fala  com desdem respiro fundo, calma Roberta.. 

- Mãe eu vou pro meu quarto..

- Está bem querida, já ia me esquecendo seu tio falou que tem uma reunião na empresa e você precisa ir..

-  A claro, que horas?..

- É amanhã 16:30... - que coisa linda reunião atarde.. odeio.

- Está bem. 

- Não sei pra que ela vai não serve pra nada.. - Eu tentei eu juro, minha mãe revira os olhos e sai da sala.

- E você, serve pra alguma coisa?.. - Ele se aproxima - vai.. mostra do que você é capaz, mostra quem você é de verdade..

- Do que você tá falando? - ele se faz de desentendido, um idiota mesmo

- Você nunca sabe de nada,  não é.. - Não desvio o olhar do dele - E se eu refrescase sua memória..

- Calada.. - Ela pega meu braço 

- Eu to cansada da suas ameaças, eu to cansada de tudo!  - solto o braço - quer saber eu vou embora daqui! - subo as escadas correndo.

Entro no quarto e fecho a porta, eu cansei de ser um saco de pancadas e cansei de ser tratada como um nada. Pego uma mala e jogo cama, alguém entra me viro e Alan me dá um tapa.

- Você não vai sair daqui! 

- Eu vou sim e você não vai me impedir.. - dou um empurrão em seu peito e entro no closet - Eu não vou mais me submeter a você Alan, chega! - pego as roupas dos cabides e jogo na mala - procure outra pra fazer as suas maldades..

- Você tem razão eu devia mesmo procurar outra que faça minhas vontades - ele fala com um tom ameaçador - que tal sua mãe ou quem sabe sua priminha.. - paro de jogar roupa na mala e o encaro. 

- Você não encosta na minha mãe! 

- Isso vai depender de você... - Meus olhos ardem,  como ele pode fazer isso.. -  não queremos que sua mãe saiba quem eu sou.. queremos?..

- Por que você faz isso em, eu nunca te fiz nada.. - Ele segura meu queixo com forca

- Ah fez sim.. você nasceu e sua mãe me trocou por aquele babaca. - Ele me solta e olha a foto do meu pai no porta retrato, ele a pega a joga no chão o vidro estilhaça - esse imbecil só chegou aonde chegou por mim. E ainda teve a audácia de roubar a única mulher que amei.. 

- Eu não tenho culpa do passado de vocês..

- Tem sim. A culpa é toda sua, você não devia ter nascido não devia.. - Ele passa as mão no cabelo e solta o ar - arruma essa bagunça e desça pro jantar. - Alan se vira pra sair mais para - E tem outra coisa, eu não quero que você traga qualquer um pra minha casa..

- Minha casa você quis dizer!

- Cala boca e me obedessa - ele bate a porta, caiu de joelhos chorando e pego a foto no meio do vidro, a abraço como se isso me desse força.

 Eu quero morrer, por quê não estou morta.., pai eu queria esta com você agora, olho os cacos de vidro no chão e pego um pedaço. Por que não acabar com isso agora?.. Meu celular começa a tocar, olho para a ponta fina do vidro e para meu braço, mais um toque encosto a ponta no meu pulso e o celular toca outra vez. Não consigo.. Eu não consigo, me sento no chão e jogo o vidro longe; nem me matar eu consigo. O celular para de tocar e cai na caida postal 

"Beta é o Sebastian, eu lembrei que amanhã e seu aniversario ehehe.. a gente precisa sair e comemora, me liga!!"

Grande merda comemorar o meu invelhecimento.. Me arrasto até um canto na parede e abraço minhas pernas, minha pele esta ardendo como meus olhos. Vou até o banheiro e tiro a roupa, ligo o chuveiro no frio e me sento no chão, a água escorre no meu rosto como minhas lágrimas. Benny por quê você não esta aqui?..

                                  

POV' Bem 

Estava arrumando o quarto de jogos quando achei o robê que Roberta usou no primeiro dia, o cheiro dela ainda está nele é incrível como um perfume pode ser tão bom. Bennett por quê você é tão babaca.

POV' Roberta  (Coloquem a música)

O táxi parou na frente da minha casa, a reunião foi um porre, pago o taxista e olha para minha casa.

- Roberta! - me viro e um sorriso automaticamente se forma no meu rosto, mais logo o disfarço. Benny esta encostado no carro do outro lado da rua. Ele atravessa e seu perfume invade meus sentidos.

- O que está fazendo aqui.. - acho que não estou conseguindo esconder minha animação. Caralho Roberta o que você ta fazendo da sua vida!

- Feliz aniversário.. - Ele fala com a voz baixa e grave - posso te dar um abraço?

- Claro. - Ela me abraça e afunda o nariz nos meus cabelos.

- Estava com saudade.. - concentro no seu cheiro, parece que ele sempre sabe do que preciso. Ele se separa de mim e fixa o olhar no meu, desvio o olhar. - .. É quer sair comigo, eu meio que tenho que te dar um presente.. - Ele sorri

- Não dá, desculpa.. - sabe aquela insegurança que a gente sente às vezes?.. - Eu tenho que..

- Por favor.. - Ele pede sorrindo e colocando meu cabelo atrás da orelha - É minha maneira de pedir desculpas. - minhas pernas estão moles feito gelatina.

- Está bem.. - ele sorri e pega minha mão 

- Então vamos.. - ele começa a andar mais o paro.

- Espera! - ele não solta minha mão - Eu tenho uma pergunta pra te fazer..

- Faça. - tanto não fazer contato visual seria um purgatório.

- O que você vê quando me olha?.. - gaguejo um pouco. Ele chega mais perto e sussurra

- Eu vejo uma garota linda.., por dentro e por fora. Uma garota teimosa, orgulhosa e de bem com a vida.., que consegue me fazer sorrir mesmo quando eu estou uma bosta por dentro. 

- E a.. - ele me interrompe 

- Você não tem nada a ver com a Catharina, cada uma tem um tempero diferente.. ela era doce e você é docemente azeda, eu sabia tudo sobre ela e você é incrível imprevisível.. - ele me faz o olha e da um sorriso de canto - E ela usava o que eu pedia sem teima!

- Você acha isso mesmo de mim?..

- Eu não sou de mentir. - ergo uma sombrancelha -.. tá mais foi só uma vez. - ele beija minha mão - Eu prometo nunca mais mentir pra você. - sorrio - será que nós podemos ir agora?!

- Sim..

Descemos do carro e começamos a andar por uma trilha, ainda bem que estou de botas.

Sabe aquela sensação de esta em um filme antigo, foi exatamente o que sente. O jardim de Hampstead Hill & Pergola é magico, nao conseguia falar nada só olhar e admirar.

- Por que você me trouce aqui? 

- Deixa eu te contar uma história - ele segura minha cintura enquanto caminhamos - Um desse nobre podres de rico comprou um condomínio, esse nobre era apaixonado por jardinagem mandou construir uma pergola cercada por uma série de jardins de verão. Ele contratou um dos melhores arquitetos para fazer o local e depois faz mais duas expansões - nos sentamos em canto no chão lado a lado - O triste é que durou só enquanto ele viveu, depois que ele morreu o jardim entrou em declínio, a vegetação foi tomando conta e hoje só sobrou o esqueleto do que foi "uma grande casa de festas".- ele arranca uma flor e me entrega.

- Você não me respondeu.. 

- É fácil, eu sou como esse jardim.. - enrugo a testa - Antes de conhecer a Catharina eu era como uma área livre, até me apaixonar. Eu contrui e moldei o nosso relacionamento e amei isso, até ela morrer. Depois eu fui entrando em declínio a so sobrou o esqueleto do que fui.. - Olho ao redor e o por do Sol deixa tudo mais lindo, me ajuelho na frente dele.

- Benny olha esse lugar - faço um jesto abrangente - ele é lindo e magico, mesmo sendo esse tal esqueleto ele continua sendo o que era, talvez ele esteja precisando de uma renovada mais só isso. Alguém precisa olhar esse lugar como aquele nobre olhou um dia.. - do um sorriso - Você é igual, só que melhor...

- Quem olharia pra mim?.. - ele olha pro nada

- Eu olharia..

Nossos olhares de cruzam, respiração igualmente afetadas. Seu rosto de aproxima do meu e seus olhos desviam para minha vida, faço o mesmo sua boca está entreaberta e o ar sai frio dela. Escuto um barulho e me assusto, Benny pisca e desvia o olhar, limpo a garganta.

- Foi só um esquilo.. - Ele aponta pro bichinho assustado subindo na árvore - acho que ja é hora!

- Hora de que? 

- De te dar isso.. - benny pega uma caixinha no bolso e tira um cordão de Prata com um coração também prata.

- Que lindo! - pego sorrindo 

- Olha atrás - viro o coração e está escrito em itálico "se desafie" - gostou?..

- Eu adorei, obrigada.

- Deixa eu colocar em você...- me viro de costas e sinto suas mãos em meu cabelo, ela os joga pra frente do ombro e coloca o cordão - Pronto ficou lindo.

- Senhor.. posso te dar um abraço? - ele sorri e me abraça, não tem coisa melhor do que esse abraço - Você não sabe como mudou meu dia..

- Obrigada por não desistir de mim..

- Eu nunca desistiria.. só não minta pra mim de novo.

- Nunca mais! - ele me puxa para seu colo, eu nem me encomodo mais com essa tipo de coisa - Beta sabe aquela festa que minha mãe estava falando?..

- Sei.

- Você. Você podia comigo. Se você não estiver ocupada no dia. - Ela faz uma casa fofa com direito a bico, aí que vontade de morde. É impossível ficar com raiva disso.

- Acho melhor não, sua família pode ficar me comparando com a outra..

- Ninguém vai fazer isso.

- E como você tem tanta certeza, eu sou a cara da mulher; meu cabelo é igual ao dela, meus olhos.. - ele me interrompe

- Seus olhos não tem nada a ver com os dela, eles tem uma intensidade diferente, tão diferente que me encanta.. - ele segura minha mão - vem comigo vai..

- Você quer mesmo que eu vá?

- Nada me deixaria mais contente.. -  Ele passa o dorço da mão em minha bochecha 

- Se é o que você quer..- ele sorri e beija minha bochecha.

- Você é incrível - E como de costume ele consegue me fazer sorrir e me sentir amada, por mais que eu saiba que ela nunca vai me amar..

                              ●●●
Entro em casa e foi de cara com quem eu menos queria. Alan. Ele está segurando uma mala, eba minha mãe expulsou ele de casa!

- Oi querida, não vai se despedir do Alan?- ela fala e o beija, acho que ela não expulso ele..

- Pra onde você vai, pro inferno? - pergunto com um sorriso falso na cara

- Sempre fofa né Beta. Eu estou indo pra Seattle - ele olha o relógio no pulso, é um relógio antigo e me parece familiar. Normal meu pai tinha uma coleção desses relógios.- Bom eu estou atrasado.

- Belo relógio..

- É ele é bem velho seu pai tinha um igual, compramos juntos - ele mexe no relógio e sorri - bom eu tenho que ir, tchau querida!

- Tchau amor - minha mãe fala sorrindo, que nojo. Ele me olha e sai.- ai vou sentir falta dela.. - reviro os olhos e subo pro meu quarto.

Pegue minha mão, meu coração e alma e os olhos, eu só tenho eles para você - E.S


Notas Finais


Por favor alguém morde o Benny por mim. Ah como eu queria esse homem na minha cama...
Tá esquece essa parte..

Gente eu tava pensando o que vocês acham de uma pegação na casa da Roberta?? Roberta que está lendo fique calma não vai ter suruba na sua casa, talvez... kkkk
MAS eu podia sei lá fazer a Roberta e Bennett fazerem algo proibido na casa do Alan so pra afronta e deixar ele locão.

Bom me falam se vocês gostam da ideia e se seria legal, mais lembre-se que sempre terá uma consequência...

Bjos**


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