História Successor - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Death Note
Personagens Anthony Rester, L Lawliet, Nate "Near" River, Personagens Originais, Watari
Tags L X Near, Nate River, Near, Near X L, Shotacon Leve, Yaoi
Visualizações 77
Palavras 1.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yooo, minna-san <3
Não, eu não me esqueci dessa história! Eu passei o resto do mês passado sem internet (e provavelmente vou passar esse também ;-;), mas acabei escrevendo bastante nesse tempo. Tô trabalhando numa outra fic, também com o foco no nosso carneirinho totozo <3 vai ser uma fic dele e do Beyond, talvez eu poste o primeiro capítulo dela logo depois desse aqui.

Boa leitura e desculpem qualquer erro <3

Capítulo 3 - Perseguição


Near paralisou, surpreso, enquanto encarava a pessoa que o olhava pela janela. Ainda sem descobrir como era seu rosto, ele se aproximou da janela enorme, que estava fechada, mas isso apenas fez a pessoa que estava sentada no galho daquela árvore se afobar mais em sair dali. Um alto som de "creck" foi ouvido, então tudo pareceu estar em câmera lenta. O galho se partiu, caindo junto com quem estava em cima dele. Near pôde ver o borrão preto cair no chão, de barriga para cima, dando para ver que usava uma máscara de gato para esconder o rosto. 

Alguns segundo após a queda, o ser misterioso se recuperou e se levantou, pronto para correr. Para Near, estava fora de cogitação não ir atrás dele, então o garoto fez o que julgou ser a coisa mais sensata a se fazer naquele momento;

Ele simplesmente largou seus brinquedos ali, no chão mesmo, foi até a janela, a abriu e pulou.

Mesmo que estivesse no segundo andar, ele não teve medo, afinal havia uma pequena pilha de folhas caídas do galho quebrado ali para amortecer sua queda. Logo ele se levantou e iniciou sua perseguição. Enquanto corria, ele pôde perceber algo sobre quem ele perseguia, era uma pessoa bem alta. Também parecia ser bem atlético, já que corria numa velocidade impressionante. Near não era tão rápido e se casava rápido também, mas não pretendia deixar aquela pessoa escapar.

Pensou em gritar algo como "Pare agora", ou algo do tipo, mas sabia isso seria um desperdício de energia, ninguém seria estúpido ao ponto de parar só porque ele pediu. Olhou para a frente, além da pessoa que perseguia, viu que estavam indo para o jardim da mansão e abriu um sorriso. Sabia que ali havia um pequeno labirinto feito de cerca-viva, isso dificultaria a fuga.

Alguns órfãos olhavam curiosos a cena, não era comum ver Near correndo. Na verdade, não era comum ver Near fora do quarto. Na verdade, não era comum ver Near. Ele esteve fora durante cinco anos pelo caso Kira, ninguém sabia de sua volta. Alguns novatos perguntavam aos mais velhos quem era aquela "criança" estranha, e o jovem detetive conseguia ouvir perfeitamente os murmúrios.

Não é possível. Até eles acham que eu sou uma criança? O que é preciso fazer para ser levado a sério por aqui? - O garoto se perguntou mentalmente, frustrado. Perdido em seus pensamentos, Near só "acordou" quando o estranho decidiu se pronunciar.

_ Tem certeza de que quer continuar correndo desse jeito? - Perguntou arfando um pouco, apontando para o estado em que Near se encontrava, ele estava tão cansado... Nem sabia por quanto tempo os dois haviam corrido. Demorou para perceber que estavam em uma parte um pouco isolada do jardim, mas ele já conseguia ver a enorme cerca-viva. A voz daquela pessoa parecia estar distorcida, talvez estivesse usando algo para mudá-la por baixo da máscara.

_ Tem certeza de que quer continuar resistindo? Sabe, se você simplesmente se entregar, eu posso pensar em não chamar a polícia. - Ignorou seu cansaço e mentiu descaradamente sobre não chamar a polícia. Era óbvio que ele faria isso, mas não sem antes descobrir que era quele e o que fazia ali.

_ Ah, Nate! Por favor, não minta. Ambos sabemos que você não me deixaria ir embora assim. Não insulte minha inteligência. - Nate. Aquilo fez Near gelar. Como ele sabia seu nome?

A figura virou um pouco a cabeça para ver o jovem detetive, ah, que erro tinha cometido. Não percebeu uma pequena pedra solta em seu caminho, seu sapato escorregou ao pisar nela, ele caiu.

Oh, meu Deus, obrigado. - O garoto agradeceu mentalmente por não precisar correr mais.

Near se aproveitou disso para imobilizá-lo segurando seu braço para trás, no meio das costas e o prensando contra o chão, colocando seu joelho sobre as costas de sua presa e prendendo seu braço. Como havia aprendido com L quando o mesmo ensinou defesa pessoal para Mello e para ele.
Por baixo da máscara, aquele ser apenas sorriu. 

_Sejamos realistas, você não é do tipo de cara que resolve as coisas no braço, ainda precisa aprender muito. - O maior começou a empurrar Near com uma força descomunal, o garoto, já bem cansado de tanto correr, não aguentou segurá-lo, acabou o soltando.

Aproveitando o cançaso do menor, a figura encapuzada voltou a correr para dentro do labirinto. Near se levantou e se pôs a correr novamente, mas havia perdido de vista aquela figura alta. Ainda tentou escalar uma das paredes do labirinto para olhar de cima e tentar ter uma noção de onde ele estava, mas não obteve sucesso. Exausto e um pouco sujo e machucado pelas quedas que teve quando corria e quando tentou descer de cima da cerca-viva, Near voltou para dentro da mansão.

Não demorou para que Mary o visse ali e começasse com seu enorme questionário enquanto outra empregada trazia uma pequena maleta com as coisas necessárias para fazer alguns curativos, Near se jogou no sofá e estendeu a perna um pouco machucada e arranhada para que fosse tratada.

_Onde você estava? - Mary perguntou enquanto desinfetava os arranhões na perna do garoto, ele fazia uma careta de dor devido à ardência após a aplicação do desinfetante.

_Isso não importa. Vamos precisar aumentar o número de seguranças aqui. Preciso falar sobre isso com o Roger. - O garoto fez menção em se levantar, mas foi impedido.

_Você não vai levantar enquanto eu não terminar os curativos e enquanto você não me responder onde estava e o que fez pra se machucar assim. - Não tinha jeito, precisaria contar para Mary o que havia acontecido.

Near contou tudo, dês de quando viu aquela pessoa na janela até quando ela desapareceu no jardim misteriosamente. Não descartava a hipótese de ter sido alguém enviado por Misa, mas não conseguia pensar em uma maneira de ela ter conseguido saber seu endereço, visto que sua localização era mantida em segredo. Quem pensaria que o maior detetive do mundo morava em um orfanato para crianças super-dotadas? Misa não era tão inteligente assim, se nem mesmo os inimigos de L jamais o encontraram ali, ela não o encontraria também. Ou encontraria?

_Se está dizendo que essa pessoa entrou no labirinto, é possível que ainda esteja lá. Podemos mandar os seguranças irem procurar. - Anthony falou entrando na sala, o loiro havia escutado a conversa entre detetive e a empregada.

_Não, eu consegui ter uma visão de todo o labirinto quando olhei de cima, e ele não estava mais lá. Era como se ele tivesse sumido. - Near tentou enrolar uma mexa de cabelo no dedo, mas acabou percebendo que sua cabeça estava cheia de folhas e pedaços de gravetos de quando caiu em cima do galho quebrado e da própria cerca-viva. - Eu preciso de um banho. - E Near finalmente se levantou.

_Vá logo, eu irei terminar de fazer seus curativos quando terminar. - Ouviu Mary falando quando já estava no pé da escada.

A sensação de estar sendo observado parou momentaneamente.

...............

Ele voltava para seu esconderijo, suas roupas estavam sujas, um pouco rasgadas e haviam folhas em sua cabeça.

_Pelo visto, te deram trabalho hoje. - O mais velho falou segurando o casaco do outro.

_Near, ele me deu alguns problemas, não acho que ele goste muito de ser observado. - Disse se jogando numa poltrona.

_Você não acha que já está na hora de contar para ele?

_... Talvez.


Notas Finais


Capítulo meio chatinho mas necessário, e aqui vemos que o Near é tão lamentável em brigas e corridas quanto eu :v

Sayonara, minna-san <3


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