História Sucker for Pain - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Leighton Meester
Personagens Jeremy Bieber
Tags Bullying, Ciumes, Coração Partido, Obsessão
Exibições 104
Palavras 849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vim com essa capitulo curto só para dar um gostinho.
Espero que gostem.

Boa leitura.

Capítulo 5 - A cruel joke on me


- Você ainda gosta de mim? - perguntei olhando em seus olhos.

- Sim. Mas digamos que meu ódio é maior do que qualquer sentimento que eu tenha por você - disse seco.

 

Alguns anos antes - Justin Bieber Narrando.

Eu mal conseguia respirar direito. Já devo estar a alguns minutos ou horas nesse lugar apertado - não tinha como saber - e ninguém vinha me ajudar. É  horário de aula ,todos devem estar em suas salas ,o que dificulta as chances de alguém me tirar daqui.

Levei meus pensamentos para uma hora atrás quando fui cercado no corredor por valentões que arranjavam todo dia uma desculpa idiota para me humilhar.

Uma roda foi formada a minha volta depois deu ter levado uma rasteira que levou meus livros ao chão. Todos ao redor riam. E não pude deixar de me perguntar:

O que eu fiz para aquelas pessoas?

Por que ninguém me defendeu? Por que ficaram ali rindo como se eu fosse uma piada?

Não dava para saber. 

Talvez estivessem tão acostumados a me ver passar por esse tipo de situação que já nem ligam mais. Afinal ,Justin Bieber é um ser desprezível. Não merece piedade.

Voltei a chorar ao ter esses pensamentos. Se eu me trato como um lixo por que as pessoas iriam me tratar diferente?

- Vamos. Suma daqui - ouvi uma voz desconhecida após sentir o impacto de meu corpo no chão. Olhei para cima vendo Ryan ,o garoto misterioso que andava sempre sozinho. Preferia não se misturar com as pessoas e parecia estar bem feliz com isso.

Me levantei arrumando minha roupa e limpando minhas lágrimas com as costas da mão.

- Obrigada - agradeci o garoto que havia me tirado de dentro do armário mesmo sem nunca ter trocado uma palavra comigo.

- O sinal já vai tocar. Saia daqui rápido se não quiser levar outra surra deles - assenti e os meus livros que foram chutados pelos valentões vieram em minha cabeça - Eles jogaram seus livros na privada - pareceu ler minha mente e coçou a nuca - Mas consegui salvar esse - me entregou o livro de Biologia.

O agradeci com a cabeça e virei as costas para sair dali.

Eu não aguento mais. Eu só quero que isso acabe. Mas eu não consigo ,eu não consigo fazer parar. Eu sempre me pergunto o por que disso acontecer comigo mas agora eu tenho a resposta:

Eu sou insignificante.

Nasci para ficar sozinho.

Nunca serei importante para ninguém além de minha mãe.

As lágrimas começaram cair novamente. Nem sabia que ainda haviam lágrimas já que só hoje chorei por uma vida inteira.

Passei pelos portões do colégio e fui andando para casa disposto a acabar com tudo isso. Sou fraco? Sim. Mas até que aguentei por bastante tempo. Exatos 4 anos.

Após um tempo caminhando cheguei ao condomínio de luxo e entrei em minha casa jogando meu único livro no chão e subindo a escada correndo. 

Assim que entrei em meu quarto vi o pote laranja - anti depressivo - encima do criado mudo. O médico havia me indicado já que segundo ele eu estou entrando em uma depressão e tenho tendências suicidas - o que resultou em minha mãe chorando por horas.

Peguei o pote o abrindo e jogando os comprimidos em minha mão -se eu tenho tendências suicidas por que diabos deixaram comigo um pote cheio de comprimidos?.

- Vai se matar? - ouvi aquela voz. A voz que faz meu coração pular e meu estômago doer.

- O que faz aqui? - perguntei assustado. Não queria que ela me visse dessa forma. 

- Você deixou a porta aberta - deu de ombros se aproximando - Não respondeu minha pergunta - cantarolou.

- Eu...eu não sei - olhei para a garota e depois para os comprimidos - O.. que você acha? - respirei fundo.

- Acho que deveria toma-los - riu debochada - Você não fará falta para ninguém mesmo.

 

Dias de hoje.

- Eu a odeio. Eu odeio muito. Ela acabou com a minha vida e com as minhas esperanças. Me odeio por não ser capaz de me apaixonar novamente - suspirei - É como se ela tivesse um ima que me puxa para ela. Já tentei diversas vezes ter um relacionamento amoroso com outras garotas enquanto estive em Miami. Mas como pode ver ,não consegui. Não cheguei nem perto. Ela é uma vadia ,uma vagabunda. É uma merda ter ela a todo momento em minha cabeça. Eu quero que ela morra. Morra e nunca mais apareça em minha frente mas eu sei que eu não aguentaria - mal percebi que eu gritava com toda a minha voz.

Minha garganta rasgou com meus gritos. O terapeuta me olhava um pouco assustado e com pena. Odeio esse olhar ,senti ele por toda a minha vida.

Respirei fundo sentando no sofá que antes eu estava deitado. Apoiei meus cotovelos em meus joelhos e passei as mãos pelo rosto tendo a certeza de que eu sou doente por essa garota.

Talvez estejam fazendo uma piada cruel de mim

Mas tanto faz.


Notas Finais


O que acharam desse capitulo?
Ficaram com dó do Justin?
Ele está pegando ate que leva com a Isabella?
Quem é o errado da historia? Ou seriam os dois?

Vamos lá amores me digam oque acharam.
COMENTEM <3


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