História Sucker For Pain - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 1.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sorry pelos erros.

Capítulo 3 - Quem consegue ser o mais lunático?


Fanfic / Fanfiction Sucker For Pain - Capítulo 3 - Quem consegue ser o mais lunático?

Justin Bieber P.O.V

-MAS QUE PORRA É ESSA? – Me levantei indo até a janela, vendo meus seguranças trocarem tiros com três (que eu presumo ser) caras, todos com carros de luxo. Pelo barulho estão bem armados. Ryan e Chaz acabaram de sair, eu mandei eles fazer escolta de um carregamento do outro lado da cidade. Chris sumiu a horas não faço ideia de onde esteja.

-Tem uma louca gritando seu nome lá em baixo. – Um dos meus seguranças diz entrando na sala com seu not na mão mostrando imagens na câmera.

-O que tá esperando? – Digo com raiva da sua lerdeza - ABRE O ÁUDIO! – Ordenei e assim ele fez. Pude ouvir aquela voz feminina ecoar pelo meu escritório debochando da minha cara.  –QUEM ESSA VADIAZINHA PENSA QUE É ? – Soquei a tela do notebook. – Vou ensinar ela a me respeitar.  – Peguei minha faca preferida sai da sala descendo as escadas.

-ORA ORA...- A vagabunda se vira me encarando sorrindo. Até que ela era gostosinha, eu não tivesse com tanto ódio dela eu foderia ela ali mesmo.  – Que delegante deixar uma dama esperando!

-Não to vendo nem uma dama por aqui. – Sorri sínico, brincando com minha faca. - É tão corajosa de vir aqui. – Deslizei aquela faca no meu braço, fazendo um leve corte. Ela não tirou os olhos, olhando cada detalhe dos meus movimentos. – Pena que não é corajosa o suficiente para estar armada. – Sorri a olhando. Sangue começou a deslizar pelo meu braço. Ela me olhou surpresa, parecia estar assustada. – Ah não, não.. – Fui dando passos para frente chegando mais perto. – Não fique com medo.

- Não de mais passo, se não eu atiro. – Colocou aquela M4 na minha testa.

-Atira. – Falei simples dando de ombros eu realmente estava me divertindo com a situação. – Faça logo isso. – Ela estava apreensiva, e demonstrar isso foi um erro. Ela não tem coragem.

- Assim fica fácil demais. – Falou rindo tentando disfarçar o medo. – Eu não vim aqui com a intenção de te matar!

Lancei um olhar tão confuso, ela invade meu depósito mata mais de 20 seguranças aponta uma arma para mim e simplesmente diz que não quer me matar!

-  E o que quer então? – Perguntei indignado. Mulher louca da porra

- Isso! – Ela tirou um isqueiro do bolso. Dando gargalhada da minha cara. FILHA DA PUTA. Ela não precisou dizer mais nada, olhei para o chão que estava coberto de gasolina. Bem no canto da parede tinham dois explosivos.

- DESGRAÇADA. – Quando fui partir pra cima dela, senti uma coronhada na nuca. Me fazendo apagar.

A última coisa que vi, foi ela me arrastar pela camisa para fora logo depois vi ela jogando o isqueiro em uma poça que foi diretamente atingindo meu velho deposito um clarão enorme tomou conta junto com muita fumaça.

- Tenha bons sonhos amorzinho. – Senti um soco na cara, me fazendo apagar de vez.

 

(...)

Acordei aos poucos sentindo sangue escorrer do meu nariz na minha boca, eu estava amarrado em uma cadeira de madeira. Só tinha uma luz em cima da minha cabeça. Não consegui dar mais detalhes do lugar estava muito escuro, e minha visão estava um pouco embaçada.

- SUA VAGABUNDA. – Gritei tentando me soltar. – VOCÊ TÁ FUDIDA. QUANDO EU SAIR DAQUI VOCÊ VAI ESTAR MORTA. – Minha faca sumiu, eu não estava armado com nada. Até porque, ela é uma mulherzinha qualquer.

- Para de gritar amor. – Sua voz delicada e calma ecoo pela sala. – Não está gostando do tratamento? – Se aproximou, a luz mostrava claramente sua expressão de vitória.

-Se você não fosse tão louca, pensaria que você estava insana. – Falei dando risada. A mesma ficou me encarando seria, com aquele olhar eu poderia dizer que ela está pensando em diversas formas de me matar. Ela é completamente maluca! – ME MATA LOGO. – Cuspi irritado.

-Que tal uma música? – Diz Sorrindo ignorando minhas palavras. Eu já estava ficando puto.

- O QUE VOCÊ QUER DE MIM EM VADIAZINHA? – Ela agia como se eu nem estivesse ali, começou a cantarolar uma música de ninar. – É DINHEIRO? É PODER?

- Sucker for Pain... – Diz mexendo em alguma coisa. – É uma bela música não acha?

Respirei fundo tentando manter a calma, ela quer me tirar do sério só pode. Tá me fazendo perder tempo. Em meio a escuridão a música começou a tocar.

Eu torturo você

Pegue minha mão entre as chamas

Eu torturo você

Sou um escravo dos seus jogos

Eu sou apenas um masoquista

Eu quero te acorrentar

Eu quero te amarrar

Eu sou apenas um masoquista

A mesma se aproximou de mim com uma faca na mão que pra variar é a minha faca. Seus olhos que antes eram claros agora ficaram escuros em um tom mais intenso. Ela sorria a todo momento, enquanto a música ia passando ela se aproximou sentando no meu colo.

-Está sentindo isso?  - Perguntou olhando pra fixamente pra minha boca. Eu ia responder, mas ela colocou os dedos nos meus lábios me fazendo sorrir. Pegou a faca e com delicadeza foi passando no meu rosto, deixando um corte pequeno, porém profundo.

Senti uma dor horrível, mas aquilo era completamente sexy. Com as mãos amarradas e as pernas eu mal conseguia me mexer, minha vontade menos era arrancar aquela roupa dela e foder ela até não conseguia mais andar, meu amiguinho já estava dando sinal de vida. Assim que percebeu ficou rebolando ainda mais, me deixando com mais vontade. Aproximei nossos lábios, quando fui beijar ela desvio.

-Está muito apressado Sr. Bieber. – Falou saindo de cima de mim, sumindo na escuridão novamente. Voltando com um chicote em mãos. – Vamos nos divertir essa noite. – Falou sorrindo, me bateu com toda força me fazendo gemer de dor. Agora que percebi que estava sem camisa.

-Você é forte. – Falei em meio a gemido, eu estava soando frio. Eu tinha até esquecido da música.

- O universo é movido pelo caos Bieber, eu sou um caos.  – Sussurrou no meu ouvido, me fazendo rir de leve. Ela se distraiu começando a cantar o final da música.

Mais dor

Me faz implorar, implorar, implorar, implorar

Por mais dor

Me faz implorar, implorar, implorar, implorar

Por mais dor

Me faz implorar, implorar, implorar, implorar

Por mais dor

Me faz implorar

Sem querer deixou cair a faca no chão, aos poucos me abaixei pegando a mesma. Deslizei a faca na corda por uns minutos até que ela se soltou de vez. Mantive a faca na mão.

-É uma pena, mas eu tenho que ir. – Falei me levantando rapidamente, puxando aquele chicote de suas mãos a emburrando pra longe, deixando ela desarmada.

-Como você?....- ela engoliu a seco, se afastando pra trás. Me aproximei, puxando seu cabelo colocando seu rosto perto do meu. Eu podia sentir sua respiração acelerada, suas mãos estavam tremulas.

- Eu sou Justin Bieber “amorzinho” – Falei cínico dando um beijo intenso e forte. Com direito a mordida no final. Larguei a vadiazinha jogada no chão e sai daquela sala horrível.

-DESGRAÇADO! – Ouvi ela gritar ao tentar se levantar, sem perceber amarrei ela na mesa antiga que tinha lá. Sorri subindo as escadas pronto pra ir embora. 



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