História Suddenly - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Karen Gillan
Personagens Justin Bieber, Karen Gillan
Tags Justin Bieber, Solo-yo, Suddenly
Visualizações 620
Palavras 2.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLO

Espero que gostem do capítulo...
Prestem atenção nas entrelinhas. rsrs
Obrigada por todos os comentários do capítulo anterior. <3

> qualquer erro relevem, depois corrigirei.

Boa leitura.

Capítulo 16 - Chapter Fifteen


Chapter Fifteen

Suddenly – De repente

87 dias com o senhor arrogante

Depois de seu encontro desastroso com Justin, Thalia saiu do hotel às pressas. Ainda no elevador enxugou as lágrimas e limpou a maquiagem pouco borrada. Seus olhos estavam avermelhados, denunciando que ela havia chorado. Ignorou os olhares curiosos adentrou o bentley preto que já a esperava. No caminho para o apartamento amaldiçoou Justin por ser babaca e idiota. Se ele pudesse sentir sua raiva agora estaria arrependido pela maneira como a tratava.

O apartamento ricamente decorado era grande demais para uma pessoa só e tão vazio quanto sua dona. Não em questões de móveis caros, quadros que custavam fortunas, ou até mesmo tapetes tão caros quanto o dinheiro podia comprar, mas era um lugar frio onde Thalia só ficava quando vinha à Londres. Além dela, sua empregada e visitas ocasionais de homens, ninguém mais ia lá e era o exemplo perfeito de uma vida focada apenas em fama, dinheiro e bens materiais.

Adentrou o amplo espaço e surpreendeu-se com a senhora de cabelos pretos e curtos que sorriu ao vê-la.

― O que está fazendo aqui?

―Isso lá é jeito de falar com sua mãe?

A senhora ergueu uma sobrancelha, mas não esperava por um pedido de desculpas ou sequer uma recepção mais calorosa.

Thalia revirou os olhos e colocou a bolsa prata em cima do sofá.

― Perguntei o que faz aqui? ― voltou a dizer, impaciente.

― Vim visitar minha adorável filha. Algum problema nisso? ― Olivia McCoy sorriu para a filha enquanto caminhava em sua direção. ― Não vai me dar um abraço?

Thalia riu.

― Fala sério? ― perguntou erguendo uma de suas sobrancelhas. ― Saía da minha casa.

― Ah, você ainda não superou isso?

Olivia disse casualmente, como se não desse importância. E, na verdade, não dava mesmo.

― Aqui está senhora.

A empregada serviu o chá e virou-se para sair, mas Thalia a parou.

― Você a deixou entrar? O que eu disse sobre deixar pessoas virem aqui sem que eu estivesse?

Perguntou irritada.

― Sinto muito senhora, mas ela é sua mãe e eu pensei...

― Você não é paga para pensar! Da próxima vez que me desobedecer estará no olho da rua!

― Deixe-a em paz. ― Olivia interviu. ― Sabe que eu entraria de qualquer maneira.

Disse de maneira calma.

Thalia suspirou, estressada demais para aturar aqui. Odiava a maneira como sua mãe era. Sempre tão calma, parecia uma senhora tão amável. Mas Thalia sabia bem tudo o que ela era capaz de fazer e nunca poderia perdoá-la. Olivia McCoy poderia enganar a todos com sua doçura forçada e seu sorriso contagiante, mas suas filhas guardavam segredos sobre a personalidade da mulher que poderia sorrir e beijar uma criança agora e dois minutos depois empurrá-la para longe.

― Você ainda não me respondeu.

― Tudo bem, você está difícil hoje. Já percebi. ― Olivia colocou a xícara sobre o centro de vidro e virou-se para a filha. ― Precisamos conversar sobre seu pai.

― Ah não! ― Thalia respondeu rapidamente. Já sabia onde sua mãe queria chegar com isso. ― Não acredito que veio aqui somente para fazer minha cabeça contra o papai.

― Não vim somente para isso, queria vê-la. Você é minha filha Thalia e posso não ter demostrado muito, mas a amo. Não acredito que ainda vai defendê-lo, depois de tudo!

― Não estou defendendo ninguém! Só não vou deixar que faça minha cabeça mais uma vez. E não me venha com esse papinho de que me ama e queria matar a saudade. Faça-me o favor dona Olivia!

A senhora McCoy apenas suspirou e manteve a postura impecável.

― Tudo bem, não vamos falar sobre isso. Não agora.

― Vá embora.

Thalia disse levantando-se e seguindo até seu quarto. Sua mãe a seguiu.

― Onde estava?

― Não lhe interessa.

Olivia riu.

― Estava se humilhando pelo Justin novamente? ― ela não esperou pela resposta, apenas sorriu e sentou-se na cama impecavelmente forrada. ― Você não desiste, não é?

― Sou sua filha, o que esperava de mim?

Disse com desprezo.

Sua mãe apenas fingiu que não entendeu e deu de ombros.

― Não estou julgando-a, só acho que deveria ter mais respeito pela sua irmã, afinal, ele era o marido dela.

― E ela está aqui agora? Acho que não.

― É verdade. Aonde Emma está?

― Oh, você ainda não falou com ela? Achei que fosse sua filhinha preferida.

Olivia riu.

― Ainda não parou com essa implicância de infância?

― Pare de rodeios dona Olivia, me diga de uma vez o que veio fazer aqui? Além, é claro, de tentar me convencer a escolher um lado ente você e o papai.

― Vim visitar minha neta.

Thalia agradeceu por não estar tomando nada, caso contrário o cuspiria.

― Você o quê?!

― Soube do casamento de Justin com aquela mulherzinha qualquer, vim me certificar de que Jade está bem.

Thalia gargalhou.

― Veio aqui para certificar-se de que Jade ainda a conhece e quando seu pai morrer irá querê-la por perto para que você possa roubar sua herança. É isso que quer dizer, certo?

Disse enquanto tirava as joias e encarava o rosto tranquilo de sua mãe, como se o insulto não a incomodasse.

― Vim para me certificar de que a filha de sua irmã está bem.

― Depois de tudo o que fez não venha querer mentir dizendo que se importa com ela. Você não se importa com ninguém!

― E você se importa?! ― Olivia elevou o tom de voz. De repente, a senhora de postura impecável e sorriso cativante sumiu. ― Está aí todos esses anos se humilhando pela atenção de Justin, almejando seu dinheiro e fama! Nem venha mentir e dizer que pensa em Jade!

― SAÍA DAQUI!

― Você gosta de acusar as pessoas Thalia. De apontar seu dedo e lhes dizer verdades, mas não aguenta ver que é igual a mim!

― EU A ODEIO!

― Você me odeia, mas se transformou em alguém como eu.

Thalia jogou a pequena e delicada decoração da cômoda contra a parede, gritando irritada enquanto sua mãe retirava-se do quarto. Chorou como uma criança durante vários minutos e odiou-se por saber que ela tinha razão. Ela era tudo o que um dia tanto odiou.

― Não! Eu não sou assim! Eu ainda sou melhor que ela... ainda posso ser melhor que isso...

Justin desceu as escadas e sorriu ao ver Jade brincando junto à Amy na sala de estar, caminhou até Jade que olhava distraída para as peças de seu jogo e pediu para que Amy não avisasse a pequena que ele chegava. Amy sorriu involuntariamente ao vê-lo se aproximar e intensificou o riso quando Justin assustou a pequena, começando a fazer cócegas em sua barriga.

― Bom dia, princesinha.

“Bom dia, papai. ”

― Por que não está se arrumando para ir à escola?

“Eu vou! Só estou terminando meu joguinho. ”

Justin sorriu e beijou-lhe na bochecha, fazendo um estalo alto e vendo a pequena sorrir.

Olhou para Amy e não disse nada, mas ela sorriu levemente em sua direção.

― Nos arrumaremos rápido, mas se Jade não acabasse esse jogo logo me deixaria louca.

Justin sorriu e levantou-se.

― Eu tenho que ir agora, mas quando chegar que tal irmos à sorveteria?

“Oba! ”

Ele se abaixou e cochichou algo apenas para Jade prestar atenção. A pequena podia ler os lábios, então Justin não fez gestos, apenas movimentou os lábios lentamente e quando Jade sorriu entendeu que ela havia compreendido o que quis dizer.

Amy inclinou-se um pouco para ver também, no entanto, Justin levantou-se na hora e a olhou feio, como se repreendesse uma criança.

― É feio ficar de olho na conversa das pessoas.

― Ah, para com isso!

Disse e tirou o primeiro sorriso de Justin.

Era uma sensação estranha vê-lo sorrir pela primeira vez depois de uma brincadeira infantil? Sim, mas Amy não ligou.

― Ótimo, nos vemos mais tarde, princesinha.

“Tchau papai”

― Vamos nos arrumar para estudar.

“Não! ”

Jade disse enquanto corria pela sala. Gargalhava e tentava segurar seu ursinho de pelúcia – que era maior que seus bracinhos.

Amy a pegou e a levou para o andar de cima, arrumando a pequena enquanto perguntava o que seu pai lhe disse, mas Jade negou-se a dizer, afirmando ser um segredo. Amy não insistiu, mas sentia algo estranho em pensar no que poderia ser.

Você está doida.

Foi o que disse mentalmente enquanto terminava de pentear os cabelos loiros de Jade.

[...]

Justin fechou a porta atrás de si e colocou a pasta sobre o sofá, estranhou a casa estar tão silenciosa, mas logo Jade apareceu correndo e abraçando-o com força.

“Oi papai!”

― Oi princesinha, como foi a aula?

“Muito legal!”

― Onde está...

Antes que Justin pudesse completar a pergunta Amy apareceu na sala de estar com um cachorrinho marrom. Ele tinha orelhas grandes e suas patinhas eram brancas. Justin olhou para ela, mas logo desceu seu olhar para a bolinha de pelos em seus braços.

“Olha papai, meu cachorrinho!”

Jade disse empolgada enquanto corria até o animal.

― Quem lhe deu isso?

“A tia Thalia!”

Jade sorriu e começou a acariciar o filhote, esse que cambaleou quando Amy o colocou no chão e deitou-se nos pés de Jade.

― Ela veio aqui?

Justin perguntou, já irritado.

― Não, viu Jade no colégio.

Pattie disse meio receosa, enquanto adentrava o cômodo. Também não era para menos, quando terminou a frase Justin atirou um pequeno jarro contra a parede.

― E vocês permitiram que ela visse minha filha?!

― Justin, calma.

― Eu não quero aquela mulher perto da minha filha! Deixei ordens expressas para que não deixassem que ela viesse aqui ou visse Jade em qualquer outro lugar!

― Justin, não grite. Se acalme, olhe para Jade, sua filha está bem aqui bem, e assustada com suas atitudes! ― Pattie disse em tom elevado.

Justin olhou para Jade que segurava o filhotinho com cuidado e tinha os olhos cor de mel arregalados enquanto olhava para o pai. Ele suspirou e abaixou-se em frente a pequena, deu um beijo em sua testa e sorriu.

― Desculpe amor, está tudo bem.

Jade apenas o abraçou, tomando cuidado com o filhotinho que dormia em seus braços.

― Venha Jade, vamos colocá-lo para dormir.

Amy disse, pegando a pequena e sentando-se no sofá, onde os brinquedinhos do cachorrinho estavam.

― O que ela disse?

Perguntou já mais calmo, sua mãe deu de ombros.

― Eu não sei, quando fomos busca-lo uma professora disse que Thalia esteve lá, não sei o que de fato houve. Mas...

― O quê?

Perguntou preocupado.

― Veja quem está aqui.

Assim que Pattie terminou a frase a mulher de cabelos pretos e curtos sorriu para Justin, como se não tivesse visto seu ataque minutos atrás.

― Olívia? O que faz aqui?

Perguntou surpreso.

― Vim visitar minha neta.

Justin apertou os punhos de raiva e cerrou o maxilar. Primeiro Thalia, agora sua mãe...

Olivia sorriu, como se não se importasse com o fato de ser indesejada ali. Era tão cínica quanto a filha.

As filhas.

― Você já a viu, agora vá.

― Justin, meu querido. Isso é jeito de tratar sua sogra? Somos uma família.

Justin riu com deboche.

É sério que Olivia estava dizendo essas palavras? Bem ali, em sua casa, em sua frente?

― Não, Olivia, não somo uma família. Agora nos der licença.

Ele apontou para a porta e Olivia apenas sorriu de lado. Justin sabia quem ela era de verdade, logo depois de seu “casamento” com Emma, Olivia quase não saía da casa dos dois. E quando Emma descobriu sobre a gravidez é que sua mãe a visitava constantemente. Justin conhecia bem as atitudes desprezíveis daquela mulher.

Olivia caminhou até o sofá e abaixou-se, acariciando os cabelos loiros de Jade.

― Ela é tão parecida com Emma... ― disse nostálgica. ― Minha doce Jade, joia preciosa. ― Olivia inclinou-se e beijou o rosto da menina, sorrindo logo em seguida. ― Vovó tem que ir agora, mas logo, logo nos veremos novamente.

― Não se iluda quanto a isso.

Justin disse entredentes.

Olivia o ignorou.

― Tchau docinho. ― sorriu e fez carinho no filhotinho também. ― Tchau Amélia.

― Até logo, senhora.

Amy respondeu por educação, pois sentiu algo ruim com a forma como Olivia se despediu dela. Desejou que fosse apenas coisa de sua cabeça e viu a senhora desaparecer pelas enormes portas duplas.

― Bom, temos que escolher um nome para ele.

Pattie disse para quebrar o clima tenso que se espalhou pelo ambiente.

― Você já pensou em algum nome, querida?

Amy sorriu para Jade.

A pequena pareceu pensativa e olhou para seu pai.

“Ele pode ter nome de comida? ”

Justin gargalhou.

Jade era tão esfomeada quanto o ele.

― Pode sim. Qual sua comida favorita?

“Vamos chamá-lo de Milk-shake. ”

Todos riram e Jade abraçou a bolinha de pelos marrons.

― Bem-vindo à família, Milk-Shake.


Notas Finais


Personagem nova!! Gravem bem esse nome, Olivia McCoy é importante para a história!
Já amo o Milk-Shake <3
Jade princesinha fofa. <3 <3

E esses olhares, hein?? rsrs


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