História Suddenly Father - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Girls' Generation
Personagens Hyoyeon, Jessica, Seohyun, Sooyoung, Sunny, Taeyeon, Tiffany, Yoona, Yuri
Tags Soosun, Taeny, Yulsic
Exibições 291
Palavras 3.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 17 - River of tears


Fanfic / Fanfiction Suddenly Father - Capítulo 17 - River of tears

         – Não consegue dormir sem mim, Jessica Jung?  – a provoquei, escutando ela bufar no outro da linha, comprovando sua irritação pelas palavras ditas; adoro tê-la assim... Queimando de raiva e excitação.

         – Cala a boca!

          Mordi o lábio inferior, e abrindo um sorriso satisfeito, pois conseguia ouvir a menor arfar baixinho. – Babo... – ela sussurrou, devido sua falta de ar, que gerei sem intenções.

         – Oh, pequena, estava brincando. – tentei reverte aquela situação, quando Jessica começou a fungar; sou uma idiota mesmo...

         – Imbecil, vem logo pra cá, senão juro que vou mudar pra China e você nem pense ir atrás de mim!

          Jessica ameaçou, entre dentes, fazendo-me arregalar os olhos e segurar a respiração; mas, logo tive sua risada fofa ecoou nas minhas orelhas.

         – Você não teria coragem... – ri, entrando naquele jogo, sendo impossível de evita-lo; eu o adorava. – Nunca que deixaria á senhorita ir.

         – Por quê?

         – Eu preciso dos dois. – falei como se fosse o obvio, queria terá menor e o nosso filho comigo, só de pensar assim, sinto vontade de vê-los.

         – A gente também... – ela confessou, com o seu nível de manha nas alturas, porém Jessica foi sincera. – Vem logo pra cá.

         Senti aquele gostoso arrepio percorrer pelo meu corpo, apenas de escutar sua suplica... Sem querer, Jessica conseguia, deixava-me excitada.

         Meu presente era um tanto tentador...

         – Chegou aí em alguns minutos, princesa! – disse um pouco rápido, com intuito de não perder mais tempo; queria tê-la em minha presença sem delongas.  – Preciso ir agora, tenho que separar alguma coisa pra vestir aí.

         – Tudo bem, não demora! – ela ordenou, e tenho quase certeza que a mesma estava corada, pois era nítida sua timidez para mim. – Até.

         Tentei corresponder sua despedida, mas ela já havia desligado na minha cara... Típico dela. Neguei com a cabeça, correndo na direção do closet, tirando duas mudas de roupas dos cabides. Um pijama e a roupa de trabalho, já eram o suficiente para se levar, além de outros objetos de higiene.

         Sai daquele “armário”, indo até o meu quarto, e fui pegar minha mochila, colocando tudo que eu havia separado para levar. Fiquei satisfeita, depois de arrumar meus trajes e os objetos nos seus devidos lugares, arrancando suspiros cansados de mim.

         – Tudo certo, agora está na hora de ver a pequena! – apesar da falta de descansou, não conseguia impedir aquela alegria de ver a castanha, era mais forte que eu.

         Se antes ela não tinha se tornado minha, tudo que nos envolvia, havia desejo e ternura. Desde os pequenos toques, aos mais intensões, que queimavam nossas peles. Nunca perderia essas sensações, afinal...

 

Jessica é a única que me deixava assim!

 

 

(**)

 

 

         Estacionei numa das vagas de sica naquela “garagem” do seu prédio, depois ter ganhando a permissão dela de entrar no mesmo, tranquilizando o pequeno porteiro dali. Ele parecia com medo de mim, como se nunca tivesse me visto, o que não era verdade.

         Tirei aquilo da cabeça, pegando a bolsa no banco do passageiro, colocando ela nas costas. Fechei o carro automaticamente, indo ao encontro do elevador daquele andar, e apertei o botão para chegar ao andar de Jessica; estou chegando, pequena!

         Não demorou muito até chegar á porta da castanha, dando duas batinhas na mesma, vendo ela se abrir lentamente por Jessica.

         – Você demorou... – a menor me abraçou, e só foi aí, que percebi sua falta de sutiã e de roupa de baixo; usando apenas calcinha. – Babo!

         Puxei-a para dentro do apartamento, batendo aquele pedaço de madeira atrás de mim, o que assustou Jessica.

         – Os seus...

         Fitei as orbes castanhos, porém foi impossível não descer o olhar na direção daqueles seios lindos, corando violentamente ao perceber meu ato instantâneo.

         Jessica aparentava estar confusa, tentando entender o que falei, porém ela acabou dando de ombros, agarrando-me de novo.

         – Ele esperou acordado. – Jessica sussurrou próxima de minhas orelhas, segurando minha mão, e colocado á palma dela em cima de seu ventre.

         Era imperceptível, mas aquela pequena pressão se mostrava inquieta na sua pequena “capsula”; essa criança me daria trabalho.

         Tirei a mochila dos ombros, botando ela no canto da sala, voltando-me a eles.

         – Appa chegou. – acariciei a barriga da menor, e escutei a pequena gargalhar, pois usei um pouco de fornaça naquele processo.

         – Para!

         Jessica começou a contorce-se nos meus braços, por causa das cócegas incansáveis que fazia nela, fazendo-me acompanhar suas risadas desesperadas.

         – Não... – aproveitei que a menor parecia distraída com os meus ataques, e roubei-lhe um beijo terno, impedindo mais alguma movimentação de Jessica.         Nunca cansaria de beija-la, era maravilhoso, aconchegante; único.  Levei as mãos até sua bunda, apertando-a entre meus dedos, ouvindo Jessica gemer contra minha boca.

         – Acho melhor... – ganhei um selinho dela. – Pararmos... – outro selinho. – Senão vou te amarrar na cama. – por ultimo, deu uma bicada em meus lábios, arrancando suspiros de mim.

         – Não seria uma má ideia.

         Espalmei sua protuberância traseira de novo, escutando Jessica grunhir de dor, mas em seguida comecei a acariciar o local atingido pela minha palma.

         – Desgraçada! – Jessica cravou as unhas em meus ombros, e senti uma ardência gostosa, que revirei os olhos de desejo. – Vem... – ela seguro-me a mão, nos fazendo correr pela sua sala levemente iluminada, exalando um ar romântico.

         Depois de passarmos de novo, naquele corredor já conhecido por mim, e entramos numa das portas da li.

         – Nossa! – soltei sem querer, quando dei de cara com aquele quarto luxuoso e bem decorado, acompanhado de uma iluminação linda... Além de ser enorme.

         O marrom se encaixava com branco, deixando aquela sintonia atrativa, além dos detalhes azuis.

         – Essa é a minha vista favorita.

         Jessica comentou, virando-se para janela próxima da cama de casal, foi impossível não admirar a vista que tínhamos; Seul, completamente brilhante, e sempre envolvente.

         – É maravilhosa mesmo. – não havia quase ninguém na rua aquele horário então só ouvia o barulho do vento, que batia c nos seus obstáculos.

         – Sim.

          Fitei cada canto do cômodo, imaginado a pequena dormindo sozinha ali; Jessica tinha reinado, porém ela devia se sentir solitária, assim como eu.

         – Não sabia que gostava de dormir quase nua... – quebrei o nosso silêncio, pois preferia dispensa-lo na presença da menor; amava sua voz, e não ouvi-la era um desperdício.

         – Gosta da visão?

         Jessica tocou seus mamilos, fazendo minha boca saliva, vendo que eles estavam durinhos. Aquele sorriso cafajeste, qual só despertava-se a castanha, já brotava em meu rosto sorrateiramente.

         – Sim – cheguei perto da menor, levando as mãos até sua barriga, acariciando-a com carinho e delicadeza. – Adoro-te sentir tão integre assim...

         Encostei meus lábios em sua bochecha, deslizando-os pela extensão de seu pescoço, ouvido a pequena gemer e segurar o tecido fino da minha camisa, tentando se firmar em mim.

         – Yul... – ela tentou me parar, porém a mesma sabia que não seria o suficiente, nós já queimávamos num puro desejo.

         Quando finalmente cheguei aos seus peitos, logo suguei um, massageando o outro entre meu polegar e indicador. Jessica respirava com dificuldade, causando-me preocupada, mas não conseguia desfazer nosso contato. Apertei suas nádegas, forçando-a envolver minha cintura com as pernas, e agarrei seu pequeno corpo contra mim.

         Caminhei até seu amontoado de cobertores, e deitei levemente a menor ali, pondo-me sobre ela em seguida.

         – Como ousa me afrontar usando essa coisa minúscula! – agarrei sua calcinha, tentado tira-la da castanha, porém acabei rasgando-a devido á força demasiada que usei. – Você está tão molhada, princesa.

         Fitei sua intimidade, colocando dois dedos naquela fenda apertada, os lambuzando com o líquido quente que transbordava dali. Não demorou muito até Jessica soltar seus gemidos altos, jogando a cabeça para trás, movendo o quadril de encontro com minha mão.

         – Kwon... – ela puxou meus fios de cabelo, com certa brutalidade, me excitando mais do que deveria. – Não para!

         Jessica implorou, em vão, pois retirei meus dedos melados de seu interior; e, sem pressa, os botei na boca. Os chupei, encarando fixamente aqueles olhos castanhos, que prestava atenção nos movimentos apressados dos meus lábios. Quando acabei de saborear o seu gosto doce, gemi roucamente, sentindo minha boca pedir mais daquilo.

         – Você é a uma perdição, Jung!

         Desci os lábios pelo seu pescoço, no queixo delicado, chegando a mordiscar sua clavícula. Aproximei-me da face extremamente corada, e iniciamos um beijo apaixonado e provador, sendo impossível não se sentir molhada com aquele contato. Nossos movimentos eram intensos e desesperados, nos deixando suadas... Ofegantes.

         Mas, ainda não estava sendo o suficiente, precisávamos de mais!

         – Tira a camisa, tira tudo, idiota!  

         Jessica começou a despir-me ferozmente, tacando as peças nos cantos de seu quarto, parecendo uma felina procurando comida. Assim que me livrei da calça, e das roupas de baixo, levantei suas coxas, devorando com olhar aquela pequena região entre suas pernas; só de fita-la, tão intimamente, Jessica arfou.

         – Pequena... – encurtei a distância entre mim e seu sexo encharcado, o lambendo de baixo para cima, e realizando o inverso também.

         – Ah, Yul... Isso!

          Ela se contorcia, apertando os próprios seios, implorando baixinho por mais. E claro que obedeci a suas ordens, penetrando-a vagarosamente com toda minha língua, enquanto levantava aquela bunda gostosa. Jessica rebolou naquele musculo, chegando a revirar o olhar de prazer, deixando-me ainda mais molhada...

          Acabaríamos inundando aquela cama, e sem dúvidas, isso não seria impossível. Tendo esse pensamento, parei de introduzir a língua em seu interior, recebendo tapas como forma de indignação; porém, apenas os ignorei, chupando o pequeno clitóris.

         – Você não faz ideia como gosto de te chupar. –   voltei a colocar seu pequeno nervo inchado na boca, sentindo novamente o pequeno corpo tremer.

         Sabia que não demoraria até ela gozar, então intensifique minhas lambidas, fazendo Jessica alcança o ápice.

         – Yuri... – ela gritou, balançando-se e pulsando furiosamente, jorrando com tudo no meu rosto. – Oh, não consigo!

         Jessica praticamente havia me molhado do rosto até os peitos, e fiquei extasiada ao ver que ela não parou de vibrar, se encharcando mais ainda. Ela chegou a curvar a coluna para frente, gemendo longamente, e seu corpo entrou nas ultimas convulsões... Jessica havia tido dois orgasmos.

           Quando me dei conta, o meu sexo se perdeu em contrações, e depois de alguns segundo já estava no paraíso. Era aquela dormência gostosa que começava nas pontas dos pés, causando-me um desligamento do exterior, eu só sentia a castanha ali; nada além de sua presença.

         – Você foi incrível, sica! – tentei controlar as tremedeiras nas pernas e nos braços, evitando colocar todo o meu peso sobre ela, falhando com sucesso, pois acabei perdendo o equilíbrio. – Pequena?

         Chamei-a, percebendo que ela estava de olhos fechados, mas eles começaram a se abrir; no tempo deles. Deixei que Jessica “despertasse” sozinha, enquanto ela soltava suspiros bobos, estendo a mão e repousando-a na minha bochecha.

         – Você me deixa louca, seobang! – Jessica me pegou de surpresa, e fui incapaz de dizer qualquer coisa, pois tinha certeza que meu coração sairia pela boca.

         Não conseguia pronunciar sequer uma palavra, então lhe beijei, tentando passar todo o carinho que sentia pela castanha através dele. Só nos separamos, porque Jessica ainda não havia se recuperado dos minutos passados, então seus pulmão reclamaram.

         – Eu...

         Tentei falar, mas me interrompi, não sabia como a responder.

         – Acho que precisamos tomar banho, parece que te sujei toda. – a menor nos afastou, saindo do colchão, carregando-me com ela até uma porta no canto do cômodo.

         Era o banheiro mais enorme que já via na vida, composto de azulejos esverdeados, formando par com o branco. Não fiquei surpresa ao ver uma banheira bem grande e luxuosa; Jessica tinha um gosto refinado.

         Parei de fitar o meu arredor, acompanhando a menor ir encher aonde claramente íamos nos banhar, secando seu corpo nu sem nenhum pudor.

         – Você tem um ótimo gosto para decoração.

         Confessei, com pouco de vergonha, desviando o olhar na direção das duas pias dali.

         – Obrigada! – ela tirou algumas mechas de cabelo do rosto, as pousando atrás da orelha, demonstrando sua rara timidez. – É um hobby.

         – Ótimo por sinal.

         Sorri ternamente para ela, aproximando-me da menor, abraçando-a por trás. Distribui selinhos demorados no seu pescoço, mordendo com leveza o ponto de pulso, assim que cheguei ali, chupando-o depois.

         – Kwon... Vamos... Entrar... – ela pediu com dificuldade, já que a cartilagem de sua orelha esquerda parou entre meus dentes, fazendo-me mordiscar e lamber ela. – Babo!

         Jessica acertou uma cotovelada na minha barriga, qual doeu absurdamente quando recebeu o golpe, e fiz aquela careta de dor.

         – Sica, machucou! – resmunguei, afagando a região atingida; por que tão agressiva?

         – Você que é uma tarada!

         Jessica parou a sua fala, encarando-me disfarçadamente, com aquelas orbes castanhas brilhando num puro tesão.

         – Só preciso ter mais de seu corpo, não me culpe por isso, afinal é responsabilidade.

         Brinquei, usando o tom cafajeste, que ela aparentava adorar.

         – Humm... – Jessica ficou frente a frente comigo. – É bom saber que te causo essa sensação.

         Ela colocou a mão em meu colo, escorregando ela no caminho dos meus seios, lhes dando caricias, roubando arrepios de mim. Sem perceber, eu pulava os seus muros, e ela os meus. Nunca imaginei que tomar alguém pelos braços, poderia ser tão louco, tão bom! Jessica agitava o meu coração...

 

Ela estava me deixando selvagem

 

 

(**)

 

         Quando fomos finalmente nos deitar, já se passava da meia-noite, então praticamente desmaiamos naquele colchão macio.  Só de lembrar que amanhã tinha trabalho, e vou ter que madrugar, devido ás escapadas dadas por mim durante, me dava dor de cabeça.

         Acordei com o sol batendo no meu rosto, anunciando que não era mais hora de dormir, e se eu não quisesse me atrasar, teria que sair voando desses cobertores.

         – Princesa? – verifiquei se o lado esquerdo ainda estava ocupado, encontrando apenas um travesseiro, e não fiquei surpresa.

         Jessica conseguia acordar mais cedo que o sol!

         – Quer tomar café da manhã, Yul?

         E ali se encontrava a pequena mulher, qual eu procurava, vestida com uma camisola de seda, de coloração rosa e curtíssima. Perdi o ar que respirava, tentando tirar da cabeça, o quanto Jessica ficava linda de manhã, possuindo o cabelo castanho levemente bagunçado e a boca extremamente vermelha, sem precisar do batom.

         – Sim! – confirmei a ela, aceitando seu pedido para alimentar-me, depois de pensar por alguns minutos o que ela havia perguntado a mim. – Só vou escovar os dentes.

         – Vou estar na cozinha.

         Ela lançou-me um puxar de lábios, e calo que retribui, levantando da cama, com a vontade de te dar um “bom dia”; mas, quando olhei para onde Jessica se encontrava, ela havia sumido. Dei de ombros, caminhando até a porta, que havíamos entrando noite passada.

         Realizei minha higiene matinal, voltei para o cômodo principal, encontrando a bolsa, que eu havia trago, de frente para mim; Jessica.

         – Fofa... – sussurrei, tirando o pijama que pus noite passada, indo vestir uma roupa formal para trabalhar.

         Troquei-me rapidamente, pondo a camisa social azul escuro, e um colete preto, acompanhando minha calça da mesma cor. Pus os sapatos escuros, e caminhei indo em busca de Jessica, que se não me engano permanecia na cozinha.

         Entrei no ambiente, e num pisca, o cheiro das comidas invadiram minhas narinas; arroz, sopa, vegetais, e kimchi, os pratos estavam arrumados na mesa, qual tinha sido decorada de uma maneira simples.

         E bem ao lado da pia, Jessica cortava alguma coisa, qual não conseguia enxergar. Assim que ela se virou, seu queixo caiu, e a menor mordeu o lábio inferior com força; porém, aquela reação admirada esvaziou-se, sendo trocado pela gélida.

         – Vai sair assim! – Jessica levantou as sobrancelhas, e aquela vozinha embargada deu sinal de vida. – Pras vadias caírem matando em você?!

         Por que ela era tão insegura! Ela não tinha motivo nenhum para ficar assim, já havia declarado que ninguém podia tomar o seu lugar, pois as possibilidades não existiam.

         – Mesmo que elas tentassem... – beijei a ponta do seu nariz, lhe dando um beijo de esquimó. – Só consigo pensar na minha princesa, o dia inteiro.

         – Seobang. – ela falou novamente aquele apelido, fechando devagar as pálpebras, e naquele momento, não sabia o que passava em sua cabeça.

         Sim, usei aquele pronome possesivo, porque queria tê-la só para mim. Não como um troféu que posso colocar na instante, esquecendo-o depois de alguns meses, ao contrário, desejava faze-la minha quantas vezes ela quisesse. Precisava ficar com ela, dar carinho para ela, cuidar dela.

         – Estou morrendo de fome, sua comida fez o meu estomago roncar. – abusei do duplo sentindo que aquela frase possuía. – Não gosta de comer, senhorita Jung?

         – Até gosto, mas prefiro ser a comida que te deixa com fome!

         Acabamos rindo daquilo tudo, nossas insinuações em relação á vida sexual que levamos, não foi a das melhores. Desistimos de nos atiçar, por hora, e fomo nos sentar perante aquele pedaço de madeira repleto da refeição preparada pela castanha.

         – Parece delicioso. – apanhei o hashi, posto do lado da tigela de arroz, e ajeitei-o ele na mão; Jessica fazia aquele mesmo movimento.

         – Experimenta. – ela pediu, estendendo sua mão sobre a minha, qual não ocupava os “palitinhos”, enroscando nossos dedos.

         Comi uma porção do arroz, e o mastiguei sem pressa, murmurando de satisfação assim que engoli.

         – Está divino! – elogiei, causando alegria na menor, pois ela não parava de soltar aquela risada fofa.

         Pelo visto, o meu primeiro ato, um tanto impulsivo, não foi mal recebido. Não me importava de ir com calma, se pudesse continuar a ficar de jeito junto dela, de mãos dadas. Por que...

 

“Isso é tudo que eu quero fazer agora!”

 

(**)

        

 

         Terminamos nosso café, depois de algumas pequenas discussões entre nós duas, pois Jessica não quis comer mais o peixe sem pimenta; de acordo com ela, já havia se enjoada de comê-lo, e acabei relevando depois das tentativas que tomei falharam... Propus até uma rapidinha, porém a castanha não “queria” mais.

         Ajudei-a, lavando aquela louça, pois seria minha forma de agradecer Jessica pela refeição maravilhosa. Fomos para a sala, e ficamos fazendo hora no sofá, pois ela não ia trabalhar e ainda faltava algum tempo para que devesse aparecer na empresa.

         No momento que movi a boca, aquele celular maldito de Jessica tocou, e ela não pensou nem duas vezes antes de sair de perto de mim e correr na direção do aparelho.

         – Sica... – reclamei, pretendendo segurar seu braço, porém ela foi mais rápida do que eu, desviando das minhas mãos. – Vem aqui!

         Ela ignorou-me completamente, pegando o Iphone, que permanecia na mesa do café da manhã. Desisti de pega-la, estreitando o sorriso de minutos atrás, enquanto cruzava os braços... Jessica me trocou pelo celular!

         – Tiffany?! – ela gritou, e logo a fitei, acompanhando o seu semblante perder aquele brilho de sempre. – Sim, sou eu, cadê a minha amiga?!

         Estranhei aquela conversa, ficando perto de Jessica, que mantinha o perdido.

         – Sica?– chamei, observando ela desligar aquele smartphone, que caiu de sua mão, parando no tapete felpudo do cômodo. – Fala alguma coisa, Jessica?

         Comei a me desesperar quando ela começou apoiar-se em mim, iniciando um choro desesperando, qual Jessica engasgava a cada soluço.

         – Fany-ah, sofreu um acidente de carro! – aquela frase, quase inaudível, foi o bastante para me deixar desesperada. – Hospital... Ela está... Lá!

         Fiquei preocupada com Tiffany, mas principalmente com Jessica, a menor nem conseguia se mante em pé sozinha. Não tinha jeito, foi aí que percebi, seria impossível acalmar ela, e a mim mesma. Já nos encontrávamos...

Em um rio de lágrimas!

      

 


Notas Finais


GOSTARAM DA LARANJADA??? Sinceramente, acho muito difícil escrever essas partes por isso que demoro um pouquinho mais. Quero agradecer ao pessoal que comentam, e os que favoritam, muito obrigada de coração <3


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