História Sugar Baby || YoonMin - Capítulo 10


Escrita por: ~ e ~allyjpark

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Lemon, Namjin, Vhope, Yaoi, Yoonmin
Exibições 315
Palavras 575
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sadomasoquismo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annygasheio!
~perdõe algum erro.
Boa leitura!

Capítulo 10 - Festa || parte 2


Park Jimin.


A música tinha começado a tocar a algum tempo, Hoseok e Jungkook estavam agora dançando sobre os sofás da sala, bêbados, com toda certeza, assim como eu. Não saberia dizer em qual estágio eu estava: alcoolismo, amigo de todo mundo, ou o que conversa com a lixeira.

Minha visão estava levemente embaçada, mas não é por isso que paro de beber. 

— Jin-ah? Onde é o banheiro? — Digo num tom alto, e o mais velho aponta para as escadas.

— Sobe lá, que tu encontra.

Assenti, subindo as escadas ainda com o copo vermelho de bebida em minha mão. A música na sala muda para "Twerk it my Miley", dando-me uma vontade enorme de dançar, e eu dançaria, se um par de mãos não agarrassem minha cintura ao meio do corredor.

— Hm? — Murmurei grogue, sendo prensado contra a parede. — Que?..

— Shh. — Yoongi sussurra ao meu ouvido, e engulo em seco, tendo um arrepio corrido por minha espinha.


Min Yoongi.


O álcool fazia coisas absurdas com o ser humano, isso é fato,as as vezes também nos dava um empurrãozinho, como era meu caso. 

Com as mãos sobre sua cintura, baixo meu rosto para seu pescoço, dando um beijo molhado em sua pele. Jimin murmura algo que não faz sentido nenhum em minha cabeça, colocando o par de mãozinhas sobre meus ombros. Subo uma trilha de beijos pela linha de seu maxilar, passando a lingua em seguida, chegando a seus lábios carnudos. Chupo seu lábio inferior, o arrancando um grunhido. Sorrio em satisfação, subindo uma das mãos para sua nuca, e selando minha boca á sua, sendo correspondido imediatamente. 

Inclino o rosto para o lado, em quanto movia meus lábios sobre os de Park Jimin, tendo a passagem para sua boca cedida antes mesmo de pedir. Empurro minha lingua para dentro de sua boca quente, com o gosto da bebida, segurando sua nuca com firmeza, e aprofundando nosso contato. 

Sinto uma de suas mãos se entrelaçarem em meus fios de cabelo, os puxando. Murmuro um "Mm" contra sua boca, oque o faz soltar uma risada rouca. Dou continuidade, descendo a mão que estava sobre sua cintura, e levantando sua coxa farta, a deixando na mesma altura que minha cintura. Com meu corpo totalmente colado ao seu, nossos membros entram em atrito, me causando um leve arrepio pelo corpo. Jimin dá um pequeno pulo, passando ambas as pernas por minha cintura, ficando alguns centímetros maior que eu, não estava ruim. 

Em quanto nossas línguas brincavam uma com a outra, meu rosto é posto entre suas mãos, recebendo uma carícia em minha bochecha. Apalpo suas nádegas com certa força, escutando um gemido de sua parte. Pode parecer errado, mas com esse curto som, meu corpo que aqueceu.

— Hm... Jiminie... — Murmuro ainda com os lábios juntos, e ele tateia pela parede. 

— Porta.. — Sua voz é rouca, e o compreendo. Separo o beijo, alcançando a maçaneta da porta, e entrando para dentro do quarto. Carregando Jimin, caminho até a cama, deixando a porta escancarada por minha memoria fraca.

O deito sobre o colchão, me pondo ao meio de suas coxas, fazendo-nos novamente em atrito. Suas mãos passeiam livremente por minha costa quando nossos lábios se encontram novamente, com um fogo á mais presente. Enrolo minha língua á dele, em quanto dou um aperto em uma das coxas, subindo e descendo a mão livre por seu corpo. Loucura, era que todos aqueles toques me lembravam de um ser: Baby Boy.



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