História Sugar Daddy - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags !kink, Gay, Narusasu, Naruto, Romance, Sasunaru, Spanking
Exibições 505
Palavras 3.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hello! Perdoem pela demora,as eu estava sem internet. Cá estou eu, leiam com muito carinho, meus babys.

Capítulo 4 - A Reunião



– Só mais essa entrega e você vai estar fora daqui, hein. – avisou com seu humor ácido. Ela estava escorada no armário do vestiário. O loiro estava procurando seu capacete e suas luvas, para completar sua última entrega.

– Eu... Eu sei, Karin. – rebateu, fechando seu armário. – Não precisa me lembrar disso. Depois das 20:00 você não vai me ver mais.

– Ha ha! – deu uma gargalhada forçada. – Para mim isso é uma ótima notícia. – disse.

– É, também sei disso. – disse, sem ânimo algum. Ele não estava a fim de brigar ou até discutir com aquela megera.

– Vamos, Naru-chan – pronunciou com sarcasmo –, não vai querer se atrasar para sua última entrega. Ela será feita no Edifício Uchiha's&Hyuuga's.

O loiro suspirou, dando as costas para a ruiva. Ele não conseguia mais se irritar com ela.

– Tchau, amorzinho. – ela acenou, e mandou beijos pelo ar. Ele não se deu o trabalho de olhar para trás, não fez questão. Ao chegar na porta do estabelecimento, ele sabia que não voltaria mais. Olhou de soslaio para o balcão de atendimento.

Hank.

Naruto respirou fundo e agarrou a maçaneta da porta. Ele fechou os olhos e permitiu que seus pés o guiasse. Ele acabou por dar meia volta, e se guiar até o homem. O abraço apertado foi bem receptado, o homem retribuiu o abraço com força, mas logo o afastou.

– Adeus, Naruto. – murmurou o homem. Seu olhar baixo e seus lábios franzidas denunciavam toda seu descontentamento em fazer aquilo. Ele realmente tinha carinho pelo menino.

– Adeus, Hank. – respondeu.

Ao sair do estabelecimento, ele apoiou o traseiro avantajado em sua moto – ela era bem velha –, e permitiu que suas lágrimas caíssem. Ele não estava triste, mas sim desesperado.

Como compraria os remédios do irmão? E as consultas? Deus, ele estava falido. E era tudo culpa de Karin. Passou sua pequena mão por suas bochechas e engoliu seu choro e montou em sua moto, logo pos seu capacete, suas luvas – nunca admitiria que as havia comprado na seção infantil –, e seguiu viagem, segundos depois parando no sinal, que estava vermelho. Apoiou o pé esquerdo no chão, e com a mão direita segurava o guidão da motocicleta, a impedindo de cair. Levou uma de suas mãos – esquerda – ao bolso traseiro, pegando o papel com o endereço anotado. Passou tempo de mais encarando o pequeno pedaço de papel, sendo desperto apenas por uma buzina e uns gritos, indicando-o de que devia acelerar a moto.

– Seu estúpido! – a voz áspera continuou. – Mova logo essa joça! – ouviu mais um grito, e sentiu seu corpo se arrepiar.

– Não precisa gritar! – murmurou acelerando a motocicleta, e partindo para o tal edifício. Seu rosto estava corando por tanta vergonha. Nunca era ele quem era chamado a atenção nos lugares.

Ele seguiu por diversas ruas, até chegar ao tal edifício; ele era imenso. Não o imenso grande, mas o imenso que você não consegue enxergar o topo.

É um edifício ou arranhacéu-céu?, pensou, comprimindo os olhos, ao tentar enxergar o topo, já que o sol passou a queimar suas retinas. Deixou sua moto estacionada na entrada. Pegou o lanche, que estava na parte traseira da tal moto e caminhou em direção à entrada. Ao pisar no Hall e se aproximar da entrada se assustou ao ver as portas de vidro se abrirem sozinhas.

Que chique...pensou. Ao olhar para seus sapatos, viu estavam cheias de poeira e um pouco sujas, ficou indeciso em entrar ou não. Mas, se não entrasse, perderia a entrega, e junto dela, seu dinheiro. Caminhou para dentro do edifício com pouca confiança.

Ao entrar viu que, o que estava por fora não se comparava ao que era por dentro. Haviam poltronas encourados, algumas quadros nas paredes, o chão era de mármore branco. No teto, um lustre imenso – que parecia ser de cristal –. O hall tinha um ar moderno, e parecia ter em média 150m². E isso era muita coisa.

Ele se acanhou.

Haviam dezenas de executivos da empresa transitando por ali. E... Ele era só a porcaria de um entregador do McDonalds. O que pensariam dele? Os homens e as mulheres o olhavam de cima à baixo, com seus olhares superiores. Ele estava corando, e suas pernas estavam bambas.

Droga, droga, droga, droga, droga!, pensou, enquanto caminhava até o balcão de atendimento, praguejando sua vida.

Ele parou diante dele, e se debruçou ali. Seus olhos azuis corriam pelo local nervosamente. A mulher que estava ao telefone o olhou feio, ele automaticamente retirou seus braços dali. Ela rapidamente pegou um pano na terceira gaveta de sua mesa e passou pelo balcão de vidro, ainda o fuzilando. Ele leu seu crachá.

Konan.

Ela o olhou de cima à baixo, e voltou a falar no telefone, o ignorando.

– Com... C-Com licença! – disse quase sussurrando. Ela não o deu atenção. – Com licença! – disse num tom mais alto.

– O que quer? – indagou sem paciência, colocando a mão sobre o telefone, para que ninguém do outro lado a linha pudesse ouvir o que ia dizer.

– Eu-Eu tenho de fazer uma entrega. – disse enfiando a mão no bolso e retirando o papel. – Foi um pedido feito por Inuzuka Kiba. Aqui. – entregou o papel a ela. Ela o leu com desconfiança, e suspirou.

– Você deveria ter entrado pela ala dos funcionários. – disse de modo apreensivo. – É por ali. – ele assentiu. – Pegue o elevador e vá o ultimo andar, vire à direita, siga o corredor, vire novamente a direita, terá outro corredor, nisso, você vira à esquerda e abre a terceira porta. – ela bufou. – O Kiba é um relaxado, é a segunda vez que alguém me interrompe para fazer entregas. Droga! – ela abandou a cabeça e olhou para ele. – Cuidado com as portas. – avisou. – Siga o que eu lhe disse.

– C-Certo. – assentiu freneticamente. E se assustou ao ver ela abrir um sorriso largo e carismático, ele retribuiu o sorriso, mas ela torceu o nariz pra ele.

– Hey! Você está assustando os clientes, saia já. – murmurou. – Sr. Uchiha, bom dia. – disse com um sorriso de orelha a orelha, o homem apenas resmungou algo em resposta. Naruto ficou com certo receio de olhar para o lado e encarar o homem. Mas pelo sobrenome e pelo resmungo era alguém velho.

O que esse verme está fazendo aqui?, pensou o homem irritadiço. O homem bufou e passou a mão por seus cabelos, frustrados, caminhando em direção ao elevador. Várias pessoas iam caminhando atrás dele para pegar o elevador, mas ao verem quem era pararam de mover suas pernas, esperando o próximo.

Naruto passou por todos eles rapidamente e esticou a mão, em um pedido silencioso para que o homem dentro do elevador o parasse. Mas, não. Ele apenas cruzou os braços diante do peito, ainda com sua pasta de couro, e franziu as sobrancelhas, com um olhar ofendido.

O elevador se fechou.

– Droga! – murmurou.

Ele corou e esperou o próximo elevador, e o dividiu com outras seis pessoas. Todos estavam meio espremidos, o olhavam discretamente, encarando seu cabelo e suas roupas. O pior foi as risadinhas e certos comentários nada agradáveis, que nem fizeram questão de disfarçar. Ele abaixou a cabeça, e franziu os lábios. Juntou suas mãos na frente do corpo e passou a brincar com seus dedos – um hábito infantil que havia desenvolvido ao ter de esperar algumas consultas de seu irmão na sala de espera do Hospital.

O elevador abriu suas portas, e junto dele saíam as pessoas, alguns o empurravam, outros o olhavam com o nariz empinado.

Metidos, pensou irritado. Ele fechou os olhos, esperando o elevador começar a se mover novamente. Último andar... Segundos se passaram e ele ouviu o barulho, que parecia ter sido feito por um sininho, mas era apenas o elevador se abrindo. Ele caminhou pelos corredores tentando lembrar-se da ordem deles.

Esquerda, direita, direita? Ou direita, esquerda, direita?

Ele não se lembrava. Agora, ele estava com a mão pequena coçando seu queixo – que supostamente deveria ter barba.

– Droga! E se eu pedir informação? – murmurou.

– Merda! Saia da frente, garoto. – o pequeno ouviu uma voz áspera atrás de si, deu um leve pulo – pelo susto –, um passo para a esquerda, e se virando para o homem.

“O homem do elevador”, pensou dando um passo para trás.

– D-Desculpe. – sussurrou, gelando ao ver o homem; ele parecia um poste. Naruto não soube descreve-lo, mas se conseguisse, diria que o homem exalava superioridade. Tinha uma carranca montada e os lábios franzidos. Ele parecia cansado. Seus olhos ônix pareciam pegar fogo.

– Apenas tire sua carcaça da minha frente. – disse com sua voz imponente. O homem deu um sorriso de canto e observou os trajes do menor. Um morto de fome qualquer, pensou, soltando uma risadinha debochada, empurrando o menor para passar caminhando até o fim do corredor e virando à direita. O menor se desequilibrou, tendo de apoiar a mão na parede para não ir direto ao chão.

Mas o moreno nem se importou com isso, ele tinha rumo certo.

Sala de Reuniões.

(...)

– Sasuke, ainda bem que chegou! – disse um de seus assessores meio desesperado. – O Hyuuga está aí, e está soltando fogo pelas narinas. Ele parece preparado. – disse certamente amedrontado.

– É, eu também estou. – rebateu, ajeitando seu terno e sua gravata. – Essa poltrona será minha até que eu decida sair dela.

– Mas, você sabe que...

– Sim, eu sei. Essa empresa também é dele; cinqüenta porcento. E que um dia eu terei de sair. Mas não será hoje. Não hoje.

Era um grande problema, e um bem fútil. À uns trinta anos atrás, quando Fugaku tinha apenas vinte e poucos anos, ele ergueu essa empresa. Não teve uma ajuda significativa de ninguém, mas para a justiça, teve a de Hiashi*. Quando Fugaku levou todo o dinheiro de investimento para dar início ao seu negócio, ele viu que não era o suficiente. Aí entra Hiashi.

Como velhos e bons amigos, Hiashi nunca se importaria em ajudar um amigo. Bem, isso foi o que ele disse na época.

– Aqueles putos não querem fechar negócios por causa de dois mil dólares! – gritou Fugaku, irritadiço.

– Sete? Mas que merda! – Hiashi passou a mão pelo queixo, coçando sua barba, tendo uma ideia. – Eu tenho esse dinheiro. – disse suspirando.

Tudo estava bem demais, até terem de dar o nome ao Edifício. Ai que começou a verdadeira Guerra.

– Por que só “Uchiha's”? Eu colaborei, não colaborei? – indagou Hiashi. – O mínimo que poderia fazer é pôr meu sobrenome também! – disse o mais velho. Fugaku o olhou incrédulo mas não discutiu.

Depois da saída de Fugaku da presidência, veio a questão: Quem seria o próximo a governar aquela Império? Obviamente , foi Itachi. Por ser mais velho que Sasuke e Neji, foi o escolhido para tomar as rédeas do negócio. Itachi foi expulso por injusta causa.

Neji passou a comprar uma briga que não era dele. Querendo tomar posse do que não lhe pertencia, ele se rebelou, dizendo querer a poltrona para si.

E agora? Quem governaria aquela Império? Sasuke ou Neji? Sasuke já havia jurado que só sairia dali morto. O Hyuuga também. Muitos problemas sem soluções. E daí, veio o fato de que Sasuke deveria casar com Hinata. Eles agora, seriam oficialmente ligados de algum meio, não só por sete mil dólares.

Ele respirou fundo. Do outro lado da sala estavam o Hyuuga – primo de sua esposa –, e o dono da Nara Company's. Ao perceberem que estavam sendo observados, sorriram e acenaram cinicamente. O Uchiha apenas desviou o olhar e tremeu. Isso nunca acontecia. Ele estava com certo receio de perder sua empresa para um moleque mimado; um cara que não sabe dos sacrifícios que passou para erguer tudo aquilo praticamente sozinho.

Ele não perderia essa batalha. Mas como o próprio pai disse, “tudo pode dar errado até a reunião” Ele estava rogando para que seu pai fosse apenas um velho retardado e atrevido.

Ele estava morrendo de fome. O inútil do Kiba havia feito um pedido de lanches, mas até o momento não chegara nada. Quando era mais cedo o moreno tinha corrido pro o carro para comprar algo antes da reunião começar, mas o único próximo do Edifício estava fechado, alegando não estarem passando bem pela demissão de um funcionário. Àquela altura seu estômago já havia se auto digerido.

A reunião havia começado exatamente quatorze horas em ponto, haviam se passado dez minutos desde seu início. Um dos assessores de Sasuke tomara frente e passou a ditar os custos e benefícios de seu novo produto.

– Só isso? – Nara indagou. – O que esse aparelho tem que os outros não? – ele cuspiu antes mesmo de Sasuke puxar fôlego para responder sua primeira pergunta.

Um dos empregados de Sasuke havia desenvolvido um software perfeito para telefones móveis. Ele era rápido, leve e à prova de qualquer malware – vírus –, além de que, esse mesmo empregado também havia desenvolvido um aparelho com ótima durabilidade. Mas naquele momento, um de seus assessores estava tentando provar à Shikamaru que valia a pena investir neles. Estava sendo difícil.

– Como assim? – o assessor sentiu suas bochechas corarem. Ele só tinha vinte anos e estava sendo posto à prova.

– Sr. Gaara – o chamou pelo primeiro nome –, eu quero saber qual é a diferença entre o seu produto dos demais. Por que acha que eu deva investir meu dinheiro nisso? – perguntou, frisando a última palavra e olhando se soslaio para o Hyuuga, que sorriu discretamente.

– Errm... Os-Os nossos produtos tem a melhor qualid-

– Sim, você já disse isso! – disse franzino as sobrancelhas. – E todas as outras empresas disseram o mesmo. – ele mandou um olhar de falsa decepção para o Uchiha, que abaixou a cabeça e a abandou pensando estar perdido.

– Bem... – o garoto respirou fundo pensando em algo, olhou de canto para o chefe, que tinha os olhos cravados nele, o fuzilando. Ele engoliu fundo. Estava sob o olhar atento do Nara, mas os olhos entediados não focavam em nada que não fosse seus lábios pequenos, mas bem preenchidos. – O nosso tem mais durabilidade que o das outras empresas e são aprova de malwares. – ele encarou o patrão, que ergueu as duas sobrancelhas em um pedido silencioso para que ele continuasse. – Nós fizemos pesquisas e entrevistamos várias pessoas, que afirmam que o produto em si é bom, mas a fragilidade do aparelho e do sistema é péssima. – o garoto encheu o peito e continuou. – Além disso, estatísticas de várias outras empresas e sites afirmam que nosso software é mais confiável. Androids estão saindo de moda.

– Então, está dizendo que o software Android não é bom?

– Não, eu disse que o sistema dele não suportaria por tanto tempo. Por mais que no início o eletrônico pareça bom, e que o usuário esteja satisfeito, sempre ouvimos reclamações.

– Que tipo de reclamações? “Meu celular está bugado” – indagou com sarcasmo, mas ficou surpreso quando o garoto sorriu.

– Exatamente. – disse. Ele moveu sua mão até um pequeno controle remoto, que comandava a televisão. Na grande televisão, se passava uma encenação de um celular em queda, e se quebrando. – Certos eletrônicos, como por exemplo, os da Publish, tipo tablets, telefones móveis, são bons mais não o suficiente, ele mal aguentariam uma queda que se destroçariam, trazendo assim, a insatisfação do usuário. Eles têm um bom software mas não suportaria uma sequer invasão de vírus, que ficaria... Bugado. – repetiu sorrindo a mesma palavra do mais velho. – Não vejo motivos para não fechar negócio conosco.

– Eu tenho vários. – o Hyuuga se intrometeu ao ver a cara de idiota de Shikamaru, que ainda encarava o ruivo.

– E quais seriam eles? – indagou o mais novo, com ego novamente preenchido.

– Vocês já testaram? Ou apenas criaram e garantem que funciona?

– Nós, obviamente, já testamos. – rebateu, pregando seus olhos na mesa, para não revira-los. – Como já disse, o senhor não tem motivos para não fechar negócios conosco.– disse rápido.

Shikamaru suspirou. Ele não podia fechar negócio com o Uchiha, se não seu amigo não ganharia o cargo. Mas pelo visto, esse rapaz havia feito uma boa apresentação, o software era bom, e seu pai havia dito para fazer bons investimentos. E... ele não tinha motivos para não fechar negócios.

– Certo. – ele disse suspirando e pousando as mãos sobre a mesa. Neji o olhou incrédulo. – Vocês irão me apresentar esse software formalmente. Quero detalhes sobre ele. Então, sr. Gaara, na sua opinião, me diga o que mais acha gratificante nesse software, que como você mesmo disse tem proteção contra malwares. – disse recostando na poltrona.

– Bem... Agora eu vou poder acessar certos sites sem que meu aparelho peça socorro! – disse malicioso com um sorriso bem humorado, fazendo todos gargalharem. Shikamaru havia aberto um sorriso discreto, não muito pequeno e não muito largo, apenas um sorriso cheio de segundas intenções.

Gaara havia o retribuído.

(…)

— Alguns corredores distantes da sala —

– Que arrogante! – disse a si mesmo. O loiro estava soltando fumaça pelo nariz. – Quem... Quem ele pensa que é?! – indagou. Ele olhou em volta, seus cabelos estava caindo em sua face, ele levou a mão ao rosto e os tirou de lá rapidamente. – Ele vai se ver comigo. Carcaça? Eu já aceitei demais por hoje! – disse caminhando pelos corredores. – Primeiro aquele médico tarado do meu irmão – seus passadas eram rápidas, por mais que curtas –, depois aquela abominação chamada Karin, depois meu emprego, agora... Isso? – ele estava muito puto.

Ele havia acabado de ser humilhado por aquele empresário arrogante. E, bem... O homem nem o conhecia! Como teve coragem de fazer aquilo? Ele iria tirar satisfação com aquele homem, e era agora!

O loiro caminhou até uma sala, ele não viu o nome que estava escrito na porta, ele apenas entrou. E, se talvez houvesse lido, leria “Sala de Reuniões”.


Notas Finais


Acabou por aqui, babys! Até a próxima ❤


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