História Sugar Dream - Capítulo 32


Escrita por: ~ e ~crazyackleholic

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Adam Milligan, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Dean Winchester, Gabriel, Jo Harvelle, John Winchester, Lúcifer, Ruby, Sam Winchester
Tags Wincestiel
Exibições 123
Palavras 1.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tia Soph: OLÁ MINHAS PRINCESAS ❤
Venho aki c o Tio Mattyssy p postar mais um cap dessa fanfic xD
Os coments do cap passado eu respondo dps, kay? xD
Espero q gostem desse cap
Boa leitura

Capítulo 32 - Chapter Thirty One - Depressing Dream


Sugar Dream

Chapter Thirty One

Depressing Dream

Ri do que Sammy havia acabado de me contar. Eu estava passando algum tempo a mais com ele para explicar todas àquelas coisas sobre HUNTER's. Sammy aprendia rápido, devo dizer que ele já havia lido livros e livros sobre o assunto e mal fazia uma semana que ele mergulhou sem paraquedas nesse mundo. Devo dizer que estou impressionado com a forma que ele se recuperou rapidamente do choque. 

— Uh, esse símbolo está errado. É um hexágono, não um pentagrama. — comentei ao vê-lo desenhar um símbolo qualquer para aprisionar certos tipos de monstros. Ele coçou a cabeça envergonhado. Ri um pouco e joguei-me mais uma vez na minha cama — cuja qual eu anteriormente estava antes de querer ver como progresso de Sammy estava —, achando graça. John estava mais uma vez em suas caçadas e Sammy estava aqui em casa para estudar. John até gostou da ideia — sendo que ele era filho do Bobby e HUNTER, John aprovava o tempo que eu iria "perder" com Sammy. 

— Obrigado, Dean. — Sammy agradeceu me dando um sorrisinho mostrando as covinhas — eu estou muito viciada nelas, alguém me salva, porque senhor, to quase pulando pro colo dele. 

— Pelo quê? — indaguei meio confuso e preso na imagem de seu sorriso perfeito. 

— Por me ajudar. Eu não ia conseguir aturar essa pressão toda sozinho. — virou-se completamente para mim. Me perdi em sua expressão serena e na forma como seus olhos azuis ou verdes — nunca vou saber identificar direito esse enigma — olhavam-me. Eu me senti bem sob aquele olhar calmo. 

— Nada. — continuei olhando para sua face, sem se quer perceber que estava encarando-o por algum tempo. — Suas covinhas são adoráveis. — meus lábios se moveram antes que minha mente pudesse vir a processar o que estava acontecendo, e quando eu percebi, eu já tinha dito aquilo. Corei horrores! Sammy só me olhou por alguns segundos, também tentando descobrir o qe havia acontecido, e bem, quando descobriu, riu — provavelmente me achando um idiota. 

Mas não. Não foi bem o que eu pensei. A próxima coisa que eu sabia era que ele estava me beijando — porque diabos eu não sei, mas que eu estava gostando, estava.

Sammy adentrou minha boca com sua língua, e tudo o que eu podia fazer era abrir a boca e deixar que ele guiasse o beijo — pelo amor, como se eu conseguisse dominar aquele gigante. Na verdade eu conseguiria, mas quem disse que eu queria?

Continuando. Eu só deixei que ele me deitasse na cama, e a próxima coisa que eu sabia era que eu estava embaixo dele com ele me dando um chupão no pescoço — o que ia ter de gente recalcada me atormentando na escola... Não que fosse um problema.

Sammy começou a passar as mãos pelo meu corpo, fazendo questão de apalpar minha bunda — céus, as mãos daquele gigante eram divinas — e me fazendo abrir as pernas e contorná-las ao redor de sua cintura.

Levei minhas mãos aos seus cabelos, puxando os fios longos com certa força, retomando o beijo inicial. Eu podia sentir meu sexo endurecendo aos poucos e a única coisa que eu conseguia pensar era: Santa Lady Gaga — Gabe, me faça um favor e vá para o Inferno —, é hoje!

Só que não. Quando eu pensei que poderíamos começar a tirar as roupas, o celular do Sam tocou. Nunca senti tanto ódio na minha vida.

Eu juro que só não explodi aquela merda de celular porque as granadas acabaram — e é sério, acabaram mesmo. Eu só olhei mortalmente para aquele maldito aparelho esperando que ele entrasse em ebulição na minha frente, explodisse e eu pudesse voltar a me agarrar com o Sammy. Mas a vida nunca é como a gente espera. 

Sammy falou com uns caras do nosso clube sobre algum campeonato no próximo semestre. Pela forma como ele fava entre dentes, e como o punho em sua mão estava tão apertado ao pondo de seus dedos estarem amarelados, eu sabia que ele estava tão irritado quanto eu. Eu só queria tacar uma bomba nessas pessoas que atrapalharam justo naquele segundo!

Qual é, existe o dia todo para atrapalharem ele, e justo quando as coisas estavam esquentando? Certeza que foi macumba da Rubytch. 

Quando ele finalmente desligou, um pouco mais calmo, e passando a mão pelos seus cabelos castanhos e longos, ele me deu um sorrisinho pequeno que mostrava levemente suas covinhas e que só o deixava mais fofo. Mas seja forte Dean Winchester! Não se renda facilmente a 'adorabilidade' daquele ser de dois metros! 

— Vamos continuar? — propôs chegando perto de meu corpo. Nossas respirações mesclavam e seus lábios quase estavam colados no meu. Eu sorri e coloquei meu dedo indicador em cima de seus lábios. 

— Nop. — sorri inocentemente, me afastando de Sam e pude ver Sammy ficar completamente alheio. Eu estava com raiva do celular dele, então também estava com um pouco de raiva dele — mesmo que isso não fizesse sentido nenhum. — Você tem mais símbolos para desenhar. — e antes que ele fizesse mais qualquer coisa, levantei da cama, mexendo no meu celular. 

De canto de olho pude ver seu olhar atônito, e não consegui conter o sorriso de canto de lábio com essa imagem.

***

Passei o resto da tarde ensinando a Sammy um pouco mais sobre o universo dos HUNTER's. Ele me observava com um olhar completamente atônito — eu ri pra caralho com o surto que ele deu quando eu disse que o bicho-papão realmente existia.

Sam tentou me beijar mais algumas vezes, mas eu apenas desviei o rosto. Eu simplesmente não conseguia continuar com a pegação depois daquele corta-clima. Não me culpem! Tá, eu sei que vocês aí estão loucos para que eu diga que — finalmente — dei pro Sammy. Ou pro Cass. Mas simplesmente não rola, sorry. Sempre vai ter algum ser ascendido do Inferno para impedir. Mas calmem o cu, esse dia ainda chega. Eu espero. Se eu não morrer até lá...

De qualquer forma, não demorou muito até John chegar em casa. Sammy estava indo embora quando ele chegou, até o cumprimentou — enquanto me ignorava; que surpresa.

— E então, Sam? Dean te mostrou mais algumas coisas? — John perguntou, nem sequer havia olhado para mim desde que entrou em casa — ele tratava mais o Sammy como filho do que eu, e aquilo me magoava. Muito. Não que eu sentisse inveja do Sam, não é isso. Era só puro ódio do meu pai mesmo.

— Sim, muitas! Como assim o bicho-papão existe?! — John não pôde evitar rir com a surpresa do outro.

— Você não viu nada ainda, garoto.

Sam eventualmente acabou indo embora alguns minutos depois, após contar sobre tudo que já havia aprendido, deixando-me sozinho com aquele... Aquele... Troglodita. Sammy estava completamente alheio à minha relação com John.

— Aquele gatoto aprende rápido, ele é prestativo. — o mais velho comentou, com um sorriso no rosto. Eu apenas concordei com a cabeça, dando um sorriso fraco — forçado. — Por que você não pode ser igual?

Aquela fala me atingiu como um soco na boca do estômago. John sabia o quanto eu odiava quando eu era comparado. Eu odiava muito aquilo. Eu era eu, não tinha comparação. Eu sempre fiz tudo que o meu pai pediu. E o que eu ganho em troca? “Você deveria ser como o Sammy, mais aplicado.” Com todo o respeito, John Winchester, vá tomar no meio do seu cu.

— Desculpa. — falei com extrema dificuldade, engolindo tudo o que eu sentia para não dar mais razão para John brigar comigo. Apenas subi ao meu quarto e fechei a porta.

Foi aí que as lágrimas vieram. Não eram de tristeza, muito pelo contrário. Era só a minha raiva transbordando. Corri até o banheiro e me deparei com minha imagem refletida no espelho.

Aquilo começou a me irritar. Eu havia chegado ao ponto de sentir raiva de mim mesmo por algo que eu nem fiz. Eu não pensei muito quando soquei o espelho com toda a minha força e o estraçalhei em pedacinhos, eu apenas queria tirar aquele cacete de imagem da minha frente. E parece que funcionou, não é mesmo?

E a última coisa que eu pensei antes de entrar no banho foi em como os cacos eram afiados o suficiente para eu cortar meus pulsos e me matar, acabar com tudo aquilo de vez. Quem sabe depois que eu saísse do chuveiro...


Notas Finais


Tio Matty: Heeeeey ü
Gostaram do capitulo?
Eu sei q gostaram u.u
Foi a gente q escreveu u.u
~nem se acha~
Mentira
Okay
Ñ escrevemos tão bem assim ü
Mas esperamos q vcs tenham gostado de qqr forma e.e
Merecemos alguma coisa?
Tipo um coment?
Um fav?
Um cartão de crédito?
Um milhão de dólares?
Um Dean?
~nós adoraríamos um Dean 💅🏻~
Ñ? ü
Okay ü
Tmb ñ postamos mais nd ;-;
~mentira~
Enfim
Até a próxima, babies ü 💕


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