História Sugar Dream - Capítulo 34


Escrita por: ~ e ~crazyackleholic

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Adam Milligan, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Dean Winchester, Gabriel, Jo Harvelle, John Winchester, Lúcifer, Ruby, Sam Winchester
Tags Wincestiel
Exibições 82
Palavras 3.041
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeey ü
Sei q demoramos um pouco e.e
Mas aki estamos
Espero q gostem desse cap ü
Foi feito c amor u.u

P.S.: Sim, esse cap passou do limite de palavras q estipulamos aki...
Mas ü
É a vida xD

Capítulo 34 - Chapter Thirty Three - Delicious Dream


Sugar Dream

Chapter Thirty Three

Delicious Dream

Às vezes eu tinha aqueles raros momentos em que sentia fome. Resolvi fazer panquecas, porque sim — eu só estava com vontade de me entupir de calda de chocolate. Eu tinha um avental maravilhoso de cor rosa de lacinhos ainda mais rosa — juro que era o único na loja!

Peguei os ingredientes na geladeira e a panela no armário, pronto para cozinhar. Comecei a receita, tomando cuidado para não sujar nada na casa — não queria ter que limpar merda nenhuma. Tinha um ovo na minha mão quando o pior aconteceu — e não, eu não quebrei uma unha.

Eu levei a porra de um susto do capeta! Dei um pulinho e um gritinho muito másculo e me virei na direção do treco infeliz que me assustou. Alguém havia gritado um belo de um "buu" no meu ouvido enquanto apertava minha cintura. A minha próxima reação foi tacar o ovo no infeliz — culpa dos meus reflexos e dos anos de caçadas.

— Castiel! Seu filho da mãe! Infeliz! — o xinguei de todos os nomes que podia me lembrar. Apesar de sujo de ovo, a desgrama somente ria da minha cara, achando graça de tudo. Eu só queria enfiar a cara dele no liquidificador e ligar — ou não, aqueles olhos eram lindos de mais para serem desperdiçados assim.

— Como entrou aqui?

— Um mágico nunca revela seus truques. — o sorrisinho que ele deu depois daquilo me deu a certeza de que a menos que eu insistisse muito — e isso é muito — eu não saberia nunca o que se passou pela cabeça daquele ser. Ou eu poderia só ameaçar.

— Castiel, eu juro que se você não me~

A risada escandalosa de Cass me deixou sem entender merda nenhuma. Ele provavelmente estava se divertindo com a minha cara de "ué". Desgraçado.

— Calma, entrei pela janela, tava destrancada. — me surpreendi ao ouvir que eu havia deixado alguma janela aberta. A culpa é do infeliz, depois da noite anterior eu não pude parar de pensar nele e me distraí com tudo.

— Tá. E desculpa pela ovada. Só não me assusta assim! — terminei minha fala com um tapa em seu ombro a que Castiel reagiu com a mais falsa expressão de dor que eu já vi na vida. — Besta. — ri. — Você precisa se limpar. Deveria tomar um banho, devo ter alguma roupa por aí que sirva em você.

— Aham. Você só quer é me ver nu, tô sabendo. — ele riu, apertando minha bunda — não perguntem como e nem quando a mão dele foi parar ali. Só sei que eu corei horrores — okay, aquilo estava ficando irritante.

— E-Eu... Nã~ — e como se não bastasse eu só sabia gaguejar.

Ele avançou para me beijar de forma tão singela, e nessa hora eu vi a chance perfeita de retribuir o favor e fazê-lo se envergonhar também. Apenas segurei seus ombros e o afastei.

— Nananinanão. Você tá sujo. Não fico com caras sujos. Tente de novo depois que tomar aquele banho. — pisquei para ele enquanto removia o avental, vendo-o ficar parado com uma cara de tacho e me seguir com o olhar enquanto eu vazava da cozinha antes que tivesse um infarto — senhor, até sujo de ovo aquele ser continuava gostoso e sexy.

***

Eu juro que foi sem querer. Eu não tinha nenhuma intensão de abrir a porta justo quando ele estava somente de toalha e com gotas de água escorrendo pelo seu corpo — puta que me pariu senhor, me dê ar ou eu morro aqui e agora. Seria uma morte justa.

Gaguejei — nem se quer conseguindo falar o que eu queria — e corei horrores antes de lhe entregar as peças de roupas limpas que eu tinha — Castiel era perto do meu tamanho, sete centímetros a mais, então não tive muitos problemas em arranjar uma roupa para ele, eu costumava usar umas peças meio largas, como camisas de bandas e afins. Eu só não tinha me preparado para o fato de que ele estaria quase nu.

Ele ria da minha cara — muito provavelmente porque eu havia virado um tomate — e eu queria ficar com raiva da cara dele, mas a única coisa que eu conseguia ficar era no mínimo excitado. Pediu pra ser lindo e entrou na fila mil vezes. Aquele corpo me tirava a sanidade.

— Desculpa. — gaguejei por fim, querendo sumir porta a fora do banheiro. Estava prestes a correr dali, quando Castiel agarrou meu pulso com um sorriso malicioso em seus belos lábios e com os olhos azuis levemente nublados de luxúria. Eu choraminguei baixinho com isso — pelo amor de Deus, me deixa ir para meu quarto para eu acabar com a maldita ereção entre minhas pernas; ou me come aqui e agora, porque eu não aguento mais.

— Vem cá, Dean. — ele me puxou para perto, me abraçando de frente e segurou uma de minhas mãos, antes de leva-la para dentro da sua toalha. Eu podia sentir sua pele nua contra meu corpo. — Olha como você me deixa, loiro. — sussurrou contra meu ouvido e eu só pude gemer. — Mas eu também te deixo da mesma forma. — levou uma de suas mãos até meu shorts — eu uso short em casa, e não ligo, tá calor —, tocando-me por cima do jeans. — Que tal eu te ajudar com isso e você me ajudar com meu probleminha? — aquela pergunta era tentadora.

A próxima coisa que eu sabia era que estava praticamente voando para cima dele e o empurrando na cama — ele até tropeçou sobre um dos meus sapatos jogados no chão, mas o filho da mãe só riu. Aquela desgraça estava rindo do meu desespero. Eu ainda o veria implorando, ah se veria. Só não agora, meu desespero estava grande demais para provocações.

Posicionei-me sentado no colo dele, sentindo-o mexer os quadris em círculos. Soltei um gemido, que foi logo abafado quando Cass me beijou. Eu ainda podia sentir o infeliz sorrir. Eu precisava arrancar aquele sorriso da cara dele e fazê-lo gemer pelo menos uma vez. Uma. É pedir muito?

Senti-o descer suas mãos de repente e apertar minha bunda, e eu não tive tempo suficiente para me concentrar e poder controlar meus gemidos, porque a desgraça ainda fez questão de enfiar a mão por dentro do meu shorts. Ele ainda conseguiu sincronizar o momento em que deslizou um dedo para minha entrada com a hora em que resolveu pôr a língua dentro da minha boca — e puta que pariu, eram toques pequenos e simples, mas eu fico completamente vulnerável quando me fazem tudo de uma vez só. Como o infeliz soube disso, ninguém sabe.

Logo estávamos em um beijo fogoso. A toalha de seu corpo há muito já havia caído, deixando-o completamente amostra. Em seguida eu podia sentir seu sexo duro contra meu shorts, enquanto seus toques iam para o meu corpo inteiro.

Quando eu reparei ele invertia as posições, e ficava por cima de mim na cama. Suas mãos foram para meus shorts, desabotoando-os e a próxima coisa que eu sabia, era que estava corando. Não tinha como não ficar envergonhado ao começar a ficar exposto.

Minha camisa foi levantada e retirada, sendo jogada em algum canto do mundo, em seguida meu shorts e boxer teve o mesmo destino. Desviei o olhar quando me reparei completamente nu perante aqueles olhos tão azuis.

— Você é lindo, Dean. — Castiel sussurrou em meu ouvido, e eu pode sentir seus lábios passando em meu pescoço, descendo aos poucos sobre minha pele. Tudo o que eu podia fazer era fechar os olhos e gemer sobre os toques quentes. Sua mão segurava meu cabelo, puxando meu pescoço e me obrigando a mostrar o pescoço, enquanto a outra fazia carinho em formatos circulares na parte interna da minha coxa.

Eu não sabia fazer outra coisa aquela hora que não fosse gemer. Eu finalmente estava conseguindo tudo o que eu quis desde que entrei naquela maldita escola — bem... Não tudo... Metade. Ainda tinha o Sammy. Mas de qualquer forma eu ainda estava com um pouquinho de ódio por causa do celular, então~

O Cass era bom demais naquilo, puta que pariu. Ele me tocava de um modo que ninguém me tocava há muito... Muito... Tempo. Os toques eram agressivos ao mesmo tempo em que conseguiam ser extremamente carinhosos, era um enorme paradoxo, mas a melhor coisa que eu poderia sentir na minha vida. E a partir daí eu só virei mesmo uma pilha de gemidos e palavras desconexas — e não, não corei dessa vez, aquilo realmente estava muito bom.

Não pude nem segurar o gritinho que me saiu quando Cass roçou seu pau — que era bem grande, diga-se de passagem — contra o meu e começou a se mover. Eu só pude enlaçar minhas pernas em sua cintura e abraçá-lo pelo pescoço, gemendo em seu ouvido e sentindo-o sorrir enquanto me deixava um belo de um chupão.

O atrito estava me deixando cada vez menos lúcido, meu corpo tremia levemente perante ao prazer e indicando que eu estava perto do ápice; Castiel pareceu reparar aquilo muito bem e quanto percebi, nossos corpos estava descolados. Eu gemi manhoso, querendo mais, precisando mais de seu toque, e quando olhei para sua face, tudo o que pode perceber era um sorrisinho maldito.

— Que tal você me ajudar com meu problema primeiro e depois eu te ajudar com o seu, loiro? — ele me perguntou, apontando para a ereção entre suas pernas. Eu corei um pouco com aquilo. Encabulado, sentei na cama e comecei a engatinhar em direção ao seu corpo, pude ver seu sorriso aumentar.

Eu não sabia muito bem o que ele queria, então a única coisa que me veio a cabeça foi segurar seu sexo entre minhas mãos e começar a massageiá-lo. Movimentos rápidos, porque eu queria que ele desse um jeito em mim rápido.

Mas daí eu ouvi Castiel gemer. E eu finalmente tinha o moreno em minhas mãos e estava perdendo a chance. Diminui consideravelmente a velocidade de meus toques, ouvindo um gemido sôfrego de seus lábios. 

Eu comecei a descer a mão lentamente pelo seu sexo, circulando um dedo pela fenda de sua glande, tocando sua extensão levemente. Apertei um pouco q base — nada que doesse —, e passei uma de minhas mãos para seus testículos, massageando-os. Tudo o que eu sabia era que Castiel estava gemendo necessitado em meus braços e eu precisava de mais.

Apoiei-me sobre meus joelhos, ficando à sua altura e comecei mais um beijo, depositando ali tudo o que eu aprendi com minhas... Experiências, enquanto continuava a mover minha mão lentamente sobre seu sexo.

Senti Castiel agarrar meu quadril e apoiar a testa em um de meus ombros, e eu só conseguia sorrir ao vê-lo se desmanchar sob meus toques daquela forma. É, sua desgraça, eu também sei ser um capeta quando quero.

Continuei o torturando por um tempo, longos minutos se passaram daquilo, e Castiel estava ficando louco — eu só estava me divertindo com tudo mesmo, era legal reduzir alguém que de cara pareceu tão dominante a uma pilha de múrmuros e gemidos. Ao menos era essa ideia que eu tinha, até ele do nada agarrar meus cabelos e me empurrar para baixo.

Daí para frente aconteceu tudo tão rápido que eu nem tive tempo de processar — em um segundo eu estava cara a cara com o pau dele, no seguinte ele tinha gozado. Na minha cara. Eu definitivamente não estava esperando aquilo, e a minha reação não foi das melhores, o que aparentemente o incomodou — eu juro que não foi por querer, não posso reclamar do que ele fez, porque... Né... Mas ele me pegou de surpresa!

Eu só olhei para Castiel por alguns segundos, um pouco atordoado e sentindo seu sêmen escorrendo pelo meu rosto. Castiel segurou meu rosto com uma de suas mãos e lambeu minha bochecha — lambendo seu sêmem no processo — e sussurrou no meu ouvido.

— Você fica lindo assim. — a próxima coisa que eu sabia era que ele estava me deitando contra a cama, ficando por cima de mim. — Vou te ajudar agora. — deslizou um de seus dedos pela extensão de meu sexo e tomou meus lábios em um breve selo. — De quatro pra mim, loiro. — pediu e eu senti minhas bochechas corarem. Fazia algum tempo que eu não ficava tão exposto assim para alguém.

Não tardei a ficar na posição em que ele me pedira, antes de esconder meu rosto entre as fronhas da cama. Percebi o olhar de Castiel sobre mim por um bom tempo, antes dele me dar um tapa estalado na bunda.

— Porra...! — gemi baixinho sentindo minha bunda queimar. A mão de Castiel provavelmente deveria estar marcada contra uma de minhas nádegas.

— Me desculpa, mas é que você é lindo. — eu só corei mais ainda. Castiel tem que entender que ele não pode ficar sendo tão amorzinho comigo assim! Basicamente eu derreto. O filho da puta mexe comigo e o pior é que ele sabe muito bem disso.

Fui acordado dos meus devaneios quando sentia as mãos de Castiel em minha bunda, separando as nádegas e me expondo por completo. Tremi por inteiro de ansiedade, eu não sabia o que ele iria fazer, só estava me entregando a ele e bem... Seja o que Deus quiser.

Eu definitivamente não estava esperando a sensação repentina, quente e úmida da língua dele... Ali atrás. Não pude conter o gritinho que me escapou com aquilo — principalmente quando ele ousou me dar uma mordida.

Castiel não era tão maior que eu assim, mas quando eu estava ali, tão exposto e vulnerável, eu me senti uma pessoinha tão pequenina nos braços de um gigante. Fazia realmente muito tempo que ninguém me fazia sentir assim.

Cass parecia ficar cada vez mais possessivo, percebi isso quando ele começou a me apertar aonde dava, deixando alguma marca — de mãos ou dentes — em todo lugar que encostava. Já estava vendo que eu teria muita coisa para explicar pro Sammy, mas naquele momento eu não poderia me importar menos.

Só pude gemer mais quando ele enfiou a língua em mim e começou a me foder com ela, o que só me fez agarrar seus cabelos com uma das minhas mãos e puxa-lo para ainda mais perto.

Eu estava perto do ápice. Eu sei, Castiel nem se quer estava me tocando e eu só sabia agarrar seus cabelos e o lençol da cama, mas eu tenho certeza que se fosse você aqui no meu lugar, estaria do mesmo jeito — mole e sentindo uma vontade do capeta de gozar. Não faltava muito para meu sonho ser consumado.

Mas claro, eu não tenho sorte na vida. Por que teria? Eu estava tão perto... Mas o maldito celular — de novo essa merda do inferno! — de Castiel tocou. Ele podia ter ignorado, mas somos adolescentes e tenho certeza que se fosse os pais dele ligando e ele não atendesse, ele entraria em graves consequências.

Castiel pegou o celular no bolso e bem... Era mãe dele. Ele só me deu um sorrisinho culpado antes de sentar na cama e atender o maldito celular! Eu posso tacar uma granada nele? Por favor mundo, diz que sim! Quando ele desligou, eu também estava sentado na cama e tão irritado que podia sentir minha cara ficar vermelha de ódio.

— Por que tem que ser sempre o maldito celular?! — exclamei exasperado, saindo da cama e pegando minhas roupas no chão. Há essa hora qualquer excitação que eu sentia havia acabado. Tinha tanta raiva que nem se quer lembrei-me de ficar com vergonha por estar completamente nu na frente de Castiel.

— Uh? Aconteceu isso outra vez por acaso? — ele me indagou com uma de suas sobrancelhas arqueadas. Eu poderia me sentir culpado, mas eu só queria explodir Castiel e jogar ele da janela.

— Ops. — dei um sorrisinho amarelo e ele me encarou com os olhos azuis frios.

— O que aconteceu? Com quem isso aconteceu também? — ele segurou meu pulso com força, e me puxou para perto dele.

— Eu poderia até de dizer, mas como você não cumpriu sua promessa, eu não quero. — me diz de difícil, fazendo um bico nos meus lábios.

— Você é meu, se lembre disso. — com isso me deu um belo de um chupão no pescoço. Aquilo ia ficar marcado até o ano que vem! Mas eu não pude deixar de gemer alto.

— Deveria cuidar melhor de mim. — fiz biquinho e ele tentou me puxar para um beijo, mas eu desviei. Ainda estava irritado. — Muda a roupa, a gente se vê na sala. — pisquei para ele e daí do quarto. Fiz questão de rebolar a bunda porque eu sabia muito bem que ele estava olhando.

Não demorou muito para Castiel sair vestindo minhas roupas largas. Ficou um pouco apertado, mas aquilo só o fazia parecer mais sexy, pois marcava cada parte do seu corpo, até a bunda! Eu sorri, a essa altura já tinha lavado o rosto e me livrado do sêmem dele sobre minha cara.

Conversamos um pouco e foi só isso. Logo ele foi embora, depois do corta clima do telefone não tinha muito que fazer e o clima estava mais gelado que a Antártida. Assim que Castiel saiu, eu me joguei no sofá com um sorriso imenso no rosto.

Eu deveria tomar um banho e me livrar do suor e o pouco de sêmem que havia em meu corpo. Sem dizer que eu deveria por as roupas de Castiel para lavar. Se me lembro bem, elas estavam aqui na sala também já que ele tirou bem na minha frente para me provocar — e maldito, deu muito certo! Ver ele só de cueca me deixou louco.

Eu já estava quase levantando do sofá quando a porta de casa se abriu e para minha surpresa, John estava entrando pela mesma. Ele não ia ficar fora por mais alguns dias?!


Notas Finais


E é isso ü
Espero q tenham gostado
Sorry essas notas sem graça ü
Eu tenho sono e.e
Espero q tenham gostado xD
Reclamações sobre falta de sexo na fila direita
Reclamações sobre como somos maus na fila esquerda
Qualquer outro tipo de reclamação na fila do centro
Agradecemos a sua preferencia
Companhia Walker&Leoci agradecem ü
~eu ñ sei o q falei, sorrye ü~

Kissus amores
Já'né


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