História Suicidal Love - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Tia_Daebak

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor Suicida, Yoonmin
Exibições 127
Palavras 884
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AEYO GIGI

._. Essa é a cara de alguém que demorou um pouco de mais para postar o primeiro capítulo. Imagina os próximos então
HAHA HAHA HAHAHA
Ain, to brincando.
(Alguém me mata)

Então esse é o primeiro capítulo, eu espero que vcs gostem do fundo do meu coração, e caso tiver algum erro me desculpem. "A vida tem dessas" -Lispector eu

Capítulo 1 - The Beginning


Fanfic / Fanfiction Suicidal Love - Capítulo 1 - The Beginning

P.O.V Min Yoongi


Acordei com o soar do despertador alertando que deveria me arrumar para o trabalho, qualquer outro que tivesse um trabalho benéfico como o meu acordaria feliz apenas por saber do dia de trabalho que teria. Mas no meu caso, acordar feliz era raridade.


Me levantei e fui direto para o banheiro fazer minhas higienes matinais, ao acabar peguei minhas roupas costumeiras de sempre: calças jeans e camisa pretas, acompanhadas de um casaco e da minha câmera. 


Desci as escadas e antes que alguém pudesse me dar um simples "bom dia" eu saí pela porta de casa, demonstrando não querer assunto. Sim, eu morava com os meus pais. Mesmo trabalhando eu apenas tenho 19 anos de idade, óbvio que já tenho recursos para morar sozinho. Mas os mesmos insistiram que eu continuasse na casa deles com a desculpa de ser um lugar com mais acesso aos locais que eu frequento. Apenas uma desculpa para disfarçar que estão de olho em qualquer besteira que eu faça. 


 Enquanto andava pelas frias ruas de Seul, tirava fotos de tudo que me chamasse a atenção. Esta da qual se prendia em lugares tanto quanto arriscados, um exemplo seria uma ponte fotografada de cima a baixo. Tentação presenciar o que esta simples imagem mostra, não? 


[...]


Adentrei a sala do chefe da galeria em que trabalhava, com as fotos da nova coleção de outono já prontas depois de 2 meses cansativos de trabalho.


Ele estava sentado na sua mesa, onde tinham espalhadas diversas fotos de sua família. Nas paredes beges haviam quadros com fotografias e pinturas, feitos pelos funcionários da própria galeria, todos criativos. Dei-lhe as fotos e parei a frente de sua mesa, esperando sua reação. 


- As mesmas fotos de sempre, ham Sr. Min? - Disse YangMi, meu chefe, ao ver as fotos que eu havia fotografado. - Não sei por que isso não me surpreende mais. 


- Talvez tenha razão em não se surpreender mais com isso, senhor. - Disse, sentando-me na cadeira a sua frente. 


- Meu rapaz, não acha que é muito novo para andar por lugares que arriscam sua segurança física? - Disse ele, apoiando-se em seus cotovelos. 


- Eu não me importo com ela, senhor. - Disse com sinceridade.


- E por que não? - Perguntou-me curioso.


- Porque nenhuma outra pessoa se importa, então eu apenas deixei de ligar também. - Disse cabisbaixo com um sorriso ladino, tentando disfarçar meus olhos já marejados.


- O que seus pais diriam, se ouvissem uma coisa dessas?... Não foram eles que pagaram seus estudos fora? - Perguntou sem emoção. 


- "Pais"? - Disse, rindo com ironia - Os desgraç... - Interrompi-me - Eles só me pagaram estudos fora, com a tentativa de se livrar de mim logo.


- Seus amigos? - Insistiu, gesticulando com as mãos.


- Estou em algum tipo de interrogatório policial, Sr. Yang? - Disse perdendo a paciência, mas tentando manter o senso de humor.


- Não pode ser tão solitário assim, é impossível! - Ele alertou, como se falasse de algo horrível. Eu sorri irônico. 


- Então espere que meu nome apareça no livro dos recordes, senhor Yang. Posso ir embora? - Perguntei, levantando-me.


- Eu te levo de carro, está tarde garoto. - YangMi me acompanhou.


- Já disse que não me importo. Eu vou só, obrigado. - Sorri ladino e segui pela saída da galeria, sem ouvir sua resposta.


[...]


Já passava das duas da madrugada, eu devo ter passado umas três horas apenas andando sem rumo pelas ruas de Seul. Passando pelos bares que via a frente, pois aliás para quem tem uma vida de decepções nada melhor do que passar por cima delas embriagado. 


Mas dessa vez eu estava até lúcido, lúcido o bastante para acabar passando grande parte da noite admirando a bela vista que a tal ponte que tanto me atraía em fotos, me proporcionava. Não era sua beleza, menos popularidade que me chamavam a atenção. Era a tentação de simplesmente abrir meus braços, fechar os olhos e abraçar o final de uma vida sem graça. 


Então eu apenas não pensei nas consequências, não refleti sobre o meu "passado" e por um momento eu me sentia livre ali em pé, de braços abertos e olhos fechados à beira daquela ponte, prestes a acabar com algo que nem ao menos deveria ter começado. De qualquer forma ninguém viria aqui a este horário, apenas pessoas solitárias como eu, das quais eu duvido que existam como diz YangMi.


Então eu relaxo meu corpo, esperando que a gravidade cumpra seu dever, e eu vire apenas mais um corpo sem vida.

Mas algo aconteceu para a minha surpresa, meu corpo não estava se movimentando na direção esperada, ele não estava caindo, e eu não era apenas um corpo morto. 


Algo, ou melhor alguém, abraçava-me e puxava minha cintura com seus pequenos braços de um jeito apertado e desengonçado, mas parecia desesperado para me tirar dali. E mesmo quando eu já estava alguns metros longe da beira da ponte, a pessoa continuara me segurando. Pessoa da qual eu julgava ser um garoto, por tamanha força que era colocada em seus músculos aparentemente fortes.


- V-Você está bem? - Sussurrou leve a pessoa em meu ouvido, me causando arrepios. Enquanto seu doce perfume invadia minhas narinas, e embriagava-me. Por que eu me encontrava em choque com essa situação, que não parecia tão desconfortável agora quanto deveria? 



Notas Finais


Fico feliz que já tenham favoritos mesmo sem nenhum capítulo, não vou decepcioná-los
(Isso não é uma promessa -q)

Até o próximo capítulo e kissus ♡


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