História Suicide love - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.653
Palavras 2.243
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Anastásia


Fanfic / Fanfiction Suicide love - Capítulo 10 - Anastásia

 

Pov. Lilyan

 

         O barulho da agua do chuveiro batendo em meu corpo ecoava pelos meus ouvidos enquanto meus pensamentos gritavam na minha cabeça.

         Quem é ela? O que ela fez? O que aconteceu com ela?

Essas perguntas “martelavam” minha mente varias e varias vezes. Essa duvida tem que acabar.

Passei a mão pelos cabelos e desliguei o chuveiro. enrolei-me na toalha e caminhei até o quarto. Acabei de me secar, vesti a lingerie e um blusão por cima. Como não iria sair de dentro dessa casa nem tão cedo, o que importaria. Desci e fui até a cozinha sentando na bancada.

―Bom dia, senhorita Lilyan!

―Sem formalidades, Lupy. Pode me chamar de Lilyan ou Ly. – sorri e ela retribuiu o gesto.

―o que deseja comer senho…Lilyan?

―qualquer coisa que mate minha fome. Que por sinal esta enorme.

Disse colocando a mão na barriga. Ela riu e assentiu. Fiquei lá a espera dela. Enquanto isso  fiquei girando no banco e balançando os pés. Igual criança quando esta a espera de algo.

―DREW!

 Ouvi alguém gritando. Essa voz só poderia ser do Chaz.

― Ele não esta!

 Ele apareceu na porta da cozinha.

 – você é muito escandaloso sabia. ― falei rindo.

―sou outras coisas também. -  ele sorriu de lado.

 Arqueei a sobrancelha.

―mas me diz, onde ele esta?

―Não sei! -  dei de ombro. -  você sabe onde ele está Lupy?

Virei-me para ela que estava preparando um sanduiche.

― o senhor Bieber deve estar na pista de skate ou na quadra.

―valeu, Lupy! Sua linda!

 Chaz disse indo abraçando Lupy, que deu um tapa  de leve em seu braço. Isso me fez rir.  

―então vou lá.

  Ele falou soltando-a. Essa era a minha oportunidade de tirar as minhas duvidas. Segurei seu  braço o impedindo de ir.

 – Hm! Mudou de ideia foi? ― falou com um sorriso malicioso nos lábios.

―Para de ser idiota, Chaz. 

Ele riu.

― preciso saber de uma coisa. – ele franziu o cenho. -  Quem é Anastásia?

 Ouvi o barulho de uma bandeja caindo. Olhei para trás e vi que havia sido Lupy quem a derrubou.

―me desculpe, me desculpe. – ela pedia.

―está tudo bem, Lupy?

 Ela apenas assentiu e saiu. Bom, parece que ninguém gosta de tocar no assunto.

― aonde você pensa que vai, Chaz? –

 Falei  quando o vi caminhando para a saída.

―AH, vai Ly. Não me faça falar. ― franzi o cenho.

―eu só quero saber quem foi ela, e o porquê todos me compararem a mesma! – ele pareceu ceder.

―tudo bem, tudo bem.

  Ele levantou as mãos em  sinal de rendição.

  ―mas promete que não vai falar nada ao Justin que eu te contei? Ele não gosta de falar no assunto.

Assenti. Ele sentou do meu lado e começou a contar.

 ―Bom, foi assim. Ela era uma garota excepcionalmente gostosa. –

O encarei arqueando a sobrancelha.

― Está bem. A historia foi assim. Anastásia  era uma pequete do Adam. Ela era muito bonita e adorava uma aventura. Em uma noite em uma boate, ela ficou  com o Justin.

Eu ouvia tudo calada. Mas até agora eu não conseguia entender o porque eles me comparavam a ela. Éramos totalmente diferente.

― Adam descobriu. E você já deve imaginar o que rolou. Esse é o motivo da rinja até hoje.

Assenti.

― ela acabou ficando com o Justin e se envolvendo em nosso mundo. Chegou até ser uma de nós. Com direito a pulseira e tudo.

Chaz levantou o pulso revelando uma pulseira de ouro e brilhante.

― mas onde ela está?

― ela está morta.

Minha boca se abriu em sinal de espanto.

― como assim? Como isso aconteceu?

― o El Perro, o nosso maior inimigo, armou uma arapuca para a gente. Nós escapamos, mas ela...

― ela o que, Chaz.

― ela acabou indo para a mata e foi pega por eles. E por consequência, morta. ― arregalei os olhos. ― ela foi encontrada dias depois. Seu corpo já estava em estado de putrefação.   

         ― Mas pode ficar tranquilo. Isso não acontecera comigo. Eu não pretendo entrar nesse mundo do crime. Tudo o que eu quero é ir para New York morar com os meus tios.

         Ele me encarou e soltou uma gargalhada.

         ― você está mais envolvida do que pensa, gatinha. ― sorriu torto.

         ― como assim?

         ― você ouviu coisas. Viu coisas. Viu rostos. Sabe nomes e sobrenomes. Sabe localização. Você esta envolvida nesse mundo até o ultimo fio de cabelo dessa cabecinha linda.

         Tocou meus cabelos. Estremeci.

         ― e pessoas como você, ou se une a nós, ou morre. Não tem outra opção.

         Falou calmamente como se aquilo fosse um aviso.

         Ele levantou do banco e me encarou.

         ― você é tão gostosa quanto ela. ― olhou-me de cima em baixo com um sorriso malicioso nos lábios.  

         Encolhi. Ele se aproximou e depositou um beijo no canto da minha boca. Logo depois foi embora.

                            ***

         Eu até agora estava extasiada com o que Chaz havia dito. Coitada dessa garota, ter uma morte dessas. E o pior era que eu, que não quero esta nessa vida, estou mais envolvida. E como ele mesmo já disse. Só sairia morta.

                            ***

         Subi para o quarto novamente e peguei um short e o vesti. Desci novamente e fui para a área da piscina. Aonde sentei e fiquei encarando os seguranças. Que andavam de um lado para o outro.

         Comecei a ouvir uma musica de longe. Achei aquilo muito estranho, pois não era comum ouvir musicas sendo tocada. A não ser quando havia festa na casa.

         Levantei de onde estava e comecei a caminhar na direção da musica. Fui afastando da piscina até que cheguei a uma espécie de galpão. Ficava bem distante da casa. a porta estava aberta, então eu entrei.

         Aquilo não era um galpão e sim uma pista de skate coberta. As paredes eram repletas de grafites muito bem feitos e coloridos. E na pista mandando manobras estava nada mais nada menos que Justin Bieber.

         Fiquei surpresa. Eu nunca pensei que ele sendo o que é, praticava esse tipo de coisa. Ok! Tenho que admitir, ele não é igual a nada que eu já tenha imaginado. Ele tem um estilo diferente, ele era diferente e ao mesmo tempo era normal.

         Isso me deixava meio confusa.  Ou melhor, totalmente confusa.

         Fui tirada de meus pensamentos quando ele estalou os dedos na frente do meu rosto. Fazendo-me levar um susto. Pisquei varias vezes. Ele riu, um sorriso impecável.

         ― o que está fazendo aqui? ― perguntou pegando o Skate.

         ― na-na-nada. ― gaguejei.

         Riu fraco.

         ― vou fingir que acredito. ― riu. ― quer descer?

         Apontou para o skate.

         ― hã? Eu? Não! ― falei meio desnorteada. ― eu não sei andar.

         Riu.

         ― eu te desafio. Se você consegui descer sobre o skate, sem cair e finalizar. Eu te liberto.

         O encarei incrédula.

         ― serio. Te deixo livre, te dou um passe livre para fora da cidade, ou quem sabe do pais com direito a identidade falsa e tudo.

         O olhei surpresa.

         ― é só descer.

Peguei o skate de sua mão o coloquei no chão e apoiei um dos meus pés em cima. Olhei a pista, a mesma era alta.  Aquela seria minha de ir embora. Mas eu não sei andar nessa merda e eu não vou consegui.

Ameacei ir, porem recuei e entreguei o skate para ele.

―não sei andar de skate!

Ele deu uma risada leve.

― e nem eu ia te deixar sair daqui.

 Ele sorriu falando bem perto do meu ouvido, com uma voz roca.

―Porque você é extremamente, idiota? ― falei.

Só depois percebi a burrada. Eu havia chamado um traficante de idiota. Lilyan, você está no seu juízo perfeito?

Esperei sua reação. Confesso que esperava um tapa no meio da cara ou algo pior. Mas ele sorriu e desceu na pista. Começou a fazer varias manobras até que parou no meio da mesma.

― desce, agora. ― falou rigidamente.

Arregalei os olhos e desci com cuidado. Fui aproximando-me dele lentamente com os ombros encolhidos.

― agora, siga-me. ― falou. Assim fiz.

Cruzamos a pista e entramos em uma porta. A mesma dava em um armário de nada mais e nada menos que Skate. Admirei deslumbrada. Eram muitos, e um mais lindo do que o outro.

― escolhe um. ― falou.

O olhei incrédula.

― como? Isso é serio?

Ele assentiu. Corri o olho pelos skates novamente até que parei em um preto com a parte de baixo escrito BO$$. Ele era muito lindo.

― aquele. ― apontei para o escolhido.

Ele pegou e me entregou.

― está ok, mas o que eu vou fazer com ele, se eu não sei andar?

         ―É para isso que eu estou aqui. Para te ensinar.

―AH MEU DEUS! Isso é serio? – disse fingindo surpresa. -  Justin Bieber me ensinando a andar de skate! Quanta honra não! – disse fingindo reverencia.

         ― depois diz que o idiota sou eu. ― revirou os olhos. ― vem. ― falou e saiu.

         O segui até a pista novamente.

― coloquei o skate no chão e coloque um dos pés em cima dele.

 Fiz o que ele falava.

― agora vai  dando flexão a ele. Como se você tivesse remando.

Fui fazendo enquanto ele segurava uma de minhas mãos.

― mantenha o corpo firme. Agora coloque os dois pés e vai.

 Ele me soltou, o skate andou alguns segundos, eu me desequilibrei e cai. Ouvi a risada dele.

 ― HAHAHA! Muito engraçado, Bieber!

 Ele chegou perto de mim estendendo a mão para eu me levantar. E assim fiz. 

―olha o que você fez. ― apontei para o joelho que estava sangrando um pouco.

―Eeeuu? ― Fingiu-se de vitima. ―foi você que caiu!

  Ele riu, dei língua para ele.

― da próxima vez coloco equipamento de segurança em você. Sabe né, crianças tem que andar protegida!

Ele riu passando por mim e indo em direção a saída.  Sentei-me no chão novamente limpando o machucado com a blusa. Até que não tinha machucado muito, era apenas um ralado.

Levantei-me  e rumei para a saída, caminhei até a casa novamente. Quando cheguei ele estava no telefone falando com alguém. Sentei-me na poltrona da sala.

 Ele desligou o telefone e rumou para o andar de cima, minutos depois desceu já com outra roupa e as chaves do carro nas mãos.

 

         ―aonde você vai?

 

         ― ah, que saco. Tá querendo controlar minha vida agora é? Nem minha mãe faz isso.

―eu não vou ficar trancada nessa casa, Bieber! Não é porque tenho que me esconder do meu irmão…

―ainda chama aquilo de irmão?  ― interrompeu-me.

―que seja. Só sei que não- vou-ficar-aqui-sozinha! – disse cruzando os braços.

         ― você não tem querer. Você vai e pronto. ― falou forte.

         ― eu não sou uma criança. ― falei irritada.

         ―ARGH! Você é chata, hein!

Dei de ombro.

― tá eu te levo comigo.

  Sorri batendo palminhas.

― depois eu digo que parece uma criança acha ruim.

Ele me encarou. Dei de ombro e subi para me arrumar. Tomei um banho, o machucado no joelho ardeu para caramba. Mas ignorei e fui o mais rápido que pude.

Sequei-me, peguei uma calça jeans escura, uma regata branca escrita ”let’s roll”. Uma bota de cano curto preta, em poucos minutos já estava vestida.

 Fiz uma maquiagem dando destaque para os olhos, ajeitei o cabelo o jogando para o lado e arrumei os colares em meu pescoço. Desci rapidamente e ele já estava saindo pela porta. Andei mais rápidos e o alcancei quando já estava na garagem.

  Quando cheguei perto ele me olhou de cima embaixo e sorriu mordendo os lábios com um sorriso malicioso.

―  alguma coisa de errado? – disse olhando para onde ele olhava.

 Ele me encarou com um sorriso cafajeste  e se aproximou mais de mim. Puxou-me pela cintura e olhou em meus olhos. Como olhar para ele e não se perder?

Ele depositou um beijo em meu pescoço enquanto apertava minha cintura.  Subiu os beijos até minha boca.

― ué? não era você que estava com pressa? ― falei em seus lábios.

Ele finalizou o beijo com uma leve mordida em meu lábio inferior. Soltou-me. Entramos no carro, ele o ligou saindo em alta velocidade. 

Cortamos a cidade até pararmos em frente a uma  boate?

 

         ―boate? ― questionei enquanto saiamos do carro.

―É! – ele deu de ombro. ― ou você achou que eu iria ficar em casa?

―você é inacreditável. – resmunguei irritada.

―você não pensou que eu iria ficar em casa com você pensou?

 Ele disse olhando para mim. Virei o rosto e ele riu.

 Sim, eu tinha sido idiota a esse ponto. Sim, eu pensei que ele ficaria em casa junto comigo. Sou idiota, não acham?

 Entramos na boate e  a musica ensurdecedora e os jogos de luzes me deixaram um pouco desnorteada.

 – relaxa e curte a festa. A noite só esta começando! E ela só termina lá na minha casa. – ele disse pegando duas garotas uma de cada lado e afundando em meio à multidão.

         Foi ai que minha boca se abriu. Como ele pode me trazer e me jogar assim, sozinha. Pelo menos deixar que eu fique próxima a ele, ele poderia deixar. Mas não. Se bem que eu não me sentiria a vontade vendo ele se pegando com outras na minha frente.

         Mas isso não iria ficar assim.

―Ah eu vou relaxar sim, Bieber. Pode deixar ― falei para mim  mesma. – vou ficar com o primeiro que aparecer na minha frente. 


Notas Finais


Capitulo alterado
nivel de alteração: Alto


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