História Suicide love - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.528
Palavras 1.872
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Ameaça


Pov. Lilyan

 

   Acordei e a primeira coisa que eu fiz foi olhar para o lado. Justin ainda estava deitado, isso significava que ainda era muito cedo. Levantei vagarosamente para não acorda-lo. Não peguei nenhuma roupa para vestir,  pois na noite passada eu vim para cá só de lingerie.

Se nós transemos a noite passada? Sim. Não vou dizer que eu não queria, pois eu queria e queria muito. Tudo o que eu queria ontem a noite era esquecer aquelas mãos nojentas daquele homem asqueroso.

Fui para “meu quarto”, fechei a porta e rumei rapidamente para o banheiro. Livrei-me da lingerie, que milagrosamente resistiu a noite passada. Bieber tinha  a mania de rasga-las, eu não sei a graça que ele via em fazer isso. Mas tenho que confessar que era bastante excitante. Entrei no box e liguei o chuveiro, deixando a agua escorrer pelo meu corpo todo.

Logo que sai enrolei-me em minha toalha, fiz minha higiene matinal e voltei para o quarto. Caminhei até o guarda-roupa, na qual não havia muitas roupas , e peguei um short  rasgado e uma blusa de capuz, os vesti e voltei para frente do espelho. Prendi meu cabelo em um coque alto  e sai do quarto,  seguindo para a sala logo em seguida.

 Não havia praticamente ninguém, excerto alguns seguranças no jardim. Sentei  em um dos sofás que ficavam de frente para a parede de vidro, que dava uma vista perfeita para o jardim, e fiquei  encarando os seguranças que andavam de um lado para o outro.

Estava tudo muito silenciosos, até que o telefone começou a tocar. Não dei muita importância, pois uma das empregadas iria atender. Mas ele continuava a tocar freneticamente e nada de ninguém atender. Olhei na direção do mesmo e olhei para os lados. Não havia ninguém. Levantei e caminhei ainda receosa até onde estava o telefone.

Pensei um bilhão de vezes se eu iria ou não atender. Bieber não deve gostar que pessoas estranhas atendam ao telefone, e eu não estou nada a fim de me indispor com ele. Preciso da proteção dele. Respirei fundo e atendi.

            ―Alô? ― o silencio reinava do outro lado da linha. – alô?

Vejo que não precisarei chamar por você? ― a voz roca do outro da linha ecoou pelos meus ouvidos me trazendo pavor.

― O que você quer? ― falei secamente.

Ah, você sabe muito bem o que eu quero. ―  ele riu do outro lado da linha.

―Eu não sei do que você está falando.  Deixe-me em paz. E não ligue mais! Se não eu vou comunicar ao Bieber. ― Falei firme tentando não demonstrar  o pavor que eu estava sentindo.

  Quando eu ia desligar o telefone ele me surpreendeu .

Se eu fosse você não desligaria. Sua amiga pode sofrer por isso. ― falou debochado.

 Coloquei o telefone novamente no ouvido e respirei fundo.

―Não a envolva nisso, Victor. Isso é entre você e eu! ― rosnei.

Em uma guerra temos que lutar com as armas que temos se queremos sair vencedores.

―O que você vai fazer com ela? ― falei entre os dentes.

Simples. Quero lhe propor uma troca.

E que troca seria essa? ―  respirei fundo.

Eu já estava ciente que eu sairia em desvantagem nessa.

Você pela garota ou…

―Isso esta fora de cogitação. ― O interrompi.

―Que falta de educação, Lily. Papai e mamãe não lhe ensinaram boas maneiras? ― falou irônico.

― Lava sua boca para falar deles. Você não tem o direito de ao menos pronunciar os nomes deles. ― falei com raiva.

Que seja. É isso ou…

―Fala logo Victor! ― o interrompi novamente.

―Você poderia calar a boca, sua putinha insolente. ― rosnou do outro lado. ― Ou você me paga a sua divida, não posso ficar no prejuízo, tenho contas a pagar. E a pessoa não esta acostumado a perdoar dividas.

―E quanto seria?

―Dezessete milhões. ― falou tranquilamente.

 Minhas pernas estremeceram, como se elas fossem borracha mole. Como eu iria arrumar dezessete milhões da noite para o dia? Não tenho de a onde tirar esse dinheiro.

―Ma-mas você sabe que eu não tenho esse dinheiro e nem como arrumar. ― gaguejei.

Bom, minha proposta já foi feita. Ou isso ou  não me responsabilizarei pelo que irá acontecer com a garota.

  Meu coração   se apertou temendo o que poderia acontecer com Camzs se ficasse lá.

―E nem  com você. Pode ter certeza que irei te caçar ate no fim do mundo, não irei sair no prejuízo “maninha”. 

  Meu coração parou por alguns segundos, eu estava sem saída.

―Eu vou dar um jeito. Mas o que você me garante que não ira vir atrás de mim e nem fazer mal a ela?

Minha palavra, isso já não basta? ― riu pelo nariz.

― Sua palavra não esta valendo  nada.  Você não é o tipo de pessoa que se pode depositar a confiança. ―  ele riu do outro lado da linha.

―Você é quem sabe. Te dou três dias!

―TRÊS DIAS? – falei alto de mai.

 Olhei em volta para ver se ninguém vinha. Como eu iria arrumar esse dinheiro todo em menos de uma semana?

―O meu prazo já esta dado.  ―ele desligou sem me dar mais explicações. 

Coloquei o telefone no  gancho e cai  sentada no sofá.

                                   ***

Com a cabeça entre as mãos as palavras dele ficam repetindo varias e varias vezes em minha mente.

Como eu vou fazer agora? 

Não tenho para quem pedir ajuda. Comecei a andar de um lado para o outro a modo de achar uma solução.

A única pessoa que me vinha na cabeça era o Adam.  Peguei meu celular que estava no bolso da blusa e disquei o numero dele. O telefone chamava, chamava e nada dele atender.

 Caixa de mensagem. DROGA!

 Joguei o celular  no sofá.

 Levantei fui até a cozinha, sempre que eu fico nervosa me dá fome. Cheguei a mesma e estava vazia, sem sinal de Lupy. Fiquei com receio de abrir a geladeira, então peguei  em cima da mesa, onde havia uma certa de trutas e peguei um cacho de uvas rosada.

                        ***

Depois que eu terminei de comer a fruta  e subi rapidamente para meu quarto. Tranquei a porta para poder atender a ligação de Adam.

Alô? ouvi a voz de sono do outro lado da linha.

―Ainda bem, pensei que tivesse morrido.

Você já viu que hora são? Eu estava dormindo, zangadinha.  ― riu fraco. ―Diz ai o motivo de você me acordar do meu sono de beleza.

―Preciso de ajuda!

Ultimamente  essa é a única frase que você esta sabendo falar ―  riu novamente.  ― temos que aumentar esse vocabulário, hein. –  falou ironicamente.

―Para de gracinha, Adam, o negocio é serio. Preciso de ajuda mesmo. ― befei.

Hm, sei.  Diz aí qual donzela terei que  ser salvar agora?  ―riu.

―Eu e mais uma!

Há ha! Pessoa errada, esse trabalho é do Bieber e não meu. ―  falou.

Como ele consegue achar graça nessas situações?

―É serio, Adam! – falei firme.

Está bem. Esta bem. O que você manda? ― rendeu-se.

― Victor me ligou hoje..

QUANDO ISSO ACONTECEU?  ― gritou do outro lado.

Afastei o celular do ouvido, para não ficar surda com os berros do Adam.

―Ah, agora você para de brincar não é? ― falei.

Ele bufou do outro lado da linha.

― Foi a poucos minutos atrás.  Ele disse que quer dinheiro para me deixar em paz e Camila também. Essa é a minha chance de me ver livre dele.

E aonde eu entro nisso? ― Adam perguntou curioso.

―Bem, eu não tenho o dinheiro que ele quer, e nem como arrumar. – falei num sussurro. ―você poderia me ajudar?

―E quanto seria?

―Dezessete milhões.

― O QUE? DEZESSETE MILHÕES? COMO VOCÊS FICARAM DEVENDO ELE TANTO ASSIM? ― perguntou com uma voz assustada.

―Eu não sei. Estou desesperada, preciso de ajuda. Essa é a forma de eu me ver livre dele. ― falei do mesmo jeito que ele.

Parei e respirei fundo.

― Com isso eu posso sair dessa casa, posso seguir minha vida em frente. Por favor, me ajuda! ―  implorei, ouvi ele respirar fundo do outro lado da linha.

OK! OK! Eu vou te ajudar! ― cedeu.

Uma esperança brotou quando ele disse isso.

–Mas temos um problema…

Pronto tudo que é bom dura pouco.

Não tenho dezessete milhões em espécies agora. O dinheiro esta todo nos bancos, e não da para fazer uma retirada desse tamanho. Iriam desconfiar.

 Minhas esperanças minguaram com essas palavras.

Mas, eu tenho uma base de  cinco milhões em  casa, para caso de fuga de emergência, eu posso te emprestar. – as esperanças voltaram.

―Isso é melhor do que nada. Só que terei que arrumar o resto. Mas deixa que nisso eu darei um  jeito

Jeito esse que eu não sei.

O que  você esta pensando em fazer? ― ele perguntou em um tom preocupado.

―Deixa isso comigo, somente confia! Precisamos ver como será a troca.

 

            Eu cuidarei disso. ―  me despedi e desliguei o telefone

 

         Joguei-me na cama  e comecei a fitar o teto. Só de pensar que depois que isso passar eu estarei livre.  Livre do Victor. Livre de ameaças. Livre dessa casa. Livre! Livre do Jus…

Ops, nisso eu não havia pensado antes. Quando isso passar eu não terei mais pretexto para esta perto dele. Por mais que eu quisesse me ver longe, mas o queria por perto.

É como se eu o pedisse para ir embora e implorasse para ele vir atrás de mim e me envolver em seus braços, seu cheiro me consumir. Ao lado dele eu  padecia  no paraíso, um paraíso de desejo e perigo.

Mas agora não posso pensar nisso. O que eu tenho que colocar na mente é que ele não gosta de mim, só aceitou me proteger para ter sexo de graça com a otária, que  sou eu.

 Tenho problemas para resolver, e um deles é  onde irei arrumar dose milhões de dólares?

Pedir ajuda ao Justin nem pensar, isso só complicaria ainda mais minha situação, ele não se contentaria e atacaria Victor, e isso custaria a vida de muita gente, mas então como arrumarei esse dinheiro?

                        ***

 

         Depois de algum tempo sai do quarto e desci para a  sala. Sentei numa poltrona que ficava mais ou menos de frente para o escritório de Justin, e fiquei encarava o ambiente com os olhos perdidos em meus pensamentos.

Fui despertada pelo cheiro  bem conhecido passou por mim, era ele, que passou sem ao menos olhar para mim. Ele entrou no  escritório deixando a porta aberta, dando-me uma visão privilegiada do que havia lai dentro. Fiquei encarando ele falando no telefone. A duração não durou muito e ele desligou.

Vi quando ele começou a mexer em um quadro que havia em uma das paredes, não deu para ver direito. Quando ele percebeu que estava olhando, fechou  a porta do escritório com força causando uma barulho muito alto  e fazendo eu dar um sobressalto.

De uma coisa ele não sabia. Eu consegui ver que atrás desse mesmo quadro havia um cofre.

Cofre?

 Alguns pensamentos passaram pela minha mente, mas isso seria  arriscado.  Fazendo isso eu assinaria minha morte literalmente.

Como eu ia roubar o maior criminoso de Atlanta bem debaixo dos olhos dele?


Notas Finais


Capitulo alterado
Nível de alteração: baixo


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