História Suicide love - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.339
Palavras 2.446
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Golpe de sorte


POV. Lilyan

 

          Era manhã ensolarada e eu estava sentada em uma das cadeiras na beira da piscina, como eu não podia fazer nada e nem ir a lugar algum, o que me restava era pensar. Pensar em um modo de me livrar do crápula do meu irmão.

Eu estava totalmente perdida em meio a um turbilhão de pensamentos, como eu  iria conseguir esse dinheiro?  Como eu conseguiria roubar dose milhões de dólares do cofre do Bieber, um dos caras mais barra pesada do estado, ou, se bobear até do país.

         A casa era cheia de seguranças, havia câmeras para todos os lados. Porem  eu não sabia se havia câmeras dentro do escritório.  Mas com certeza teria. Isso complica bastante.  Entretanto esse não é meu único problema, eu não sei a senha do cofre e também não tenho a chave do local.

Ok! Agora é definitivo. Estou ferrada. ― pensei.

            Nesse esquema eu contaria apenas com a sorte, coisa que ultimamente eu não estou tendo. Mais um motivo para tudo isso dar errado.

             ―Tenha fé, Lilyan. ― falei para mim mesma.

            Talvez meu 2% de chance aumente por um fato. Durante a madrugada os seguranças não ficam tão perto da casa. Lembro-me que uma das noites eu acordei pela madrugada e desci  até a cozinha. Em uma olhada rápida eu não vi muitos seguranças na parte da frente. Isso pode ser uma brecha.

Mas as câmeras? Se tiver, o que eu vou fazer? Eu teria que desativa-la ou pegar as gravações depois. Bom, isso eu terei que planejar o mais rápido possível, pois pretendo colocar isso em pratica essa noite. Tempo é uma coisa que eu não tenho.

            Respirei fundo e senti um perfume familiar por perto, era o Bieber. Olhei para trás e o vi falando no celular com alguém. Ele estava próximo da porta de entrada.  Voltei minha atenção para a agua da piscina rapidamente.

            ―Essa é a hora Lilyan.  ― falei com convicção.

            Olhei para ver se ele estava lá e não estava. Ótimo. Levantei de onde estava e fui andando tranquilamente para o interior da casa, quando entrei na sala vi Bieber entrando no escritório.

            ―Essa é a oportunidade.  ― sussurrei.

            Caminhei rapidamente para o escritório e parei na porta. Dei dois toques.

            ―Já disse que não gosto de ser incomodado quando estou aqui. ― a voz de Bieber soou do interior do cômodo.

            Engoli seco, respirei fundo e entrei.

            ―Com licença. ― falei ao adentrar o ambiente.

            ―Quem deu permissão para entra? ― me encarou.

            Parei no lugar e fiquei em silencio.

            ―É que... ― me enrolei. ― Eu queria...

            ―Desembucha logo.

            ―Eu queria saber se você deixaria  ir até o cemitério visitar o tumulo dos meus pais. ― falei baixo. ― É que hoje está fazendo mês que eles morreram.

            ―Não, você não pode ir. ― foi rude.

            Abaixei a cabeça e apertei os olhos com força, tentado derramar lágrimas. Concentrei-me   em algo triste e não demorou muito para as elas virem. Olhei novamente para ele com os olhos cheios d’agua.

            ―Ah, você só pode está de brincadeira. ― ele bateu com força na  mesa.

            Enquanto chorava aproveitei para varrer o ambiente a procura de algo que me ajudasse. Câmeras, lá não havia. Ótimo.

            ―Pare de chorar. ― falou com raiva.

            ―Eu quero minha mãe. ― choraminguei. - Quero meu pai.  ― Solucei. 

            ―Ah, era só o que me faltava. ― levantou  da cadeira e veio ao meu encontro.

            ― Eu tô necessitada de amor. ― falei.

            Nossa. Eu peguei pesado comigo mesma.

            ―Isso é tudo falta de sexo? ― ele perguntou debochado.

            ―Você não me acha mais atraente. Você não me procura mais. ― choraminguei.  ― Você encontrou outra vadia, é isso né?

            Ele me encarou e gargalhou alto.

            ―Você é uma piada. ― falou rindo. ― É claro que eu tenho outras vadias. ―me encarou. ― ou você pensa que eu só fodo com você desde que eu te trouxe para cá?

            Nessa hora eu fui obrigada a parar com o meu showzinho de choro e encara-lo secamente. Limpei as lágrimas e respirei fundo. Lancei um olhar de fúria e sai daquele escritório pisando firme.

                                    ***

            Só resolvi sair do quarto quando já havia anoitecido. Desci para a sala vestida com um shortinho jeans super curto  e uma blusa de moletom com o ombro caído. Eu ia mostrar para ele que eu era sou melhor que essas vadias.

            Por que você está fazendo isso? ― pesei e não obtive resposta.

            Droga, eu não poderia está preocupada com esse tipo de coisa. Sou só mais uma na vida dele,  e ele também vai ser só mais um na minha vida.  Que merda, não consigo pensar assim. Isso é errado,  não devo me envolver com clientes, Camila já disse. Mas isso vai mudar,  depois que eu conseguir esse dinheiro vou resgatar a Camila, ficar livre do crápula do Victor e depois eu peço ajuda para o Adam, para mim sumir dessa cidade e quem sabe ir para New York.

            Cheguei a sala e ouvi vozes masculinas vindas do escritórios. Ignorei e fui para a cozinha. Peguei um cacho de uva e me debrucei no balcão ficando de costas para a sala.

           

            Pov. Justin

             Depois de quase duas horas dentro do escritório calculando todos os nossos passos para dar a lição em Kay fomos para a sala, onde sentamos nos  sofás.

            ―Eai, Jay. Que tal irmos para uma boate só para contrariar? ― Ryan perguntou.

            ―Sabe que eu não recuso uma boa noitada. ― falei rindo.

            ―Vai levar sua protegida? ― Chris perguntou. ― Estou a fim de fazer uma festinha com ela. ― riu de lado.

            ―Já disse que ela é propriedade minha. Qual parte você não entendeu?  ― o encarei sério.

            ―Ok, Bieber. ― lançou as mãos para o ar. ― Mas pede para ela parar de provocar. ― falou olhando fixamente para a cozinha. ― Assim eu não aguento.

            Percebi que todos na sala estavam olhando e quase babando na mesma direção. Olhei também e dei de cara com ela debruçada no balcão com um short que aparecia o rabo de tão curto.  Isso fez meu sangue esquentar.

            Ela virou para a sala e mandou um sorrisinho de lado. Tranquei o maxilar. A puta veio caminhando em nossa direção com aquele sorrisinho sínico nos lábios.

            ―Olá, meninos. ― falou sorridente.

            Todo a cumprimentaram e ela fez questão de dar um beijo formal em todos eles. Essa garota está a fim de me provocar.

            ―Pensei que estivessem em alguma boate ou coisa do tipo. ― falou.

            Ela sentou no braço do sofá perto do mané do Adam, que fez questão de passar os braços na cintura dela.

            ―Nós vamos a uma boate top de linha que tem na cidade. ― Chris falou. ― Seria uma boa você ir com a gente.

            ―Infelizmente não vai dar. ― ela me olhou. ― Meu dono não deixa. ― falou com ironia e deboche.

            ― Fico satisfeito em saber que você esta entendendo minhas condições. ― Falei. ― Agora sobe para o seu quarto e não sai de lá. Eu não dei autorização para você conversar com pessoas a não sei as empregadas. ― fui rude.

            Ela me olhou com raiva, levantou de onde estava e subiu as escadas batendo os pés. Todos me olharam tentando entender o motivo de tais palavras.

            ―Já que vocês não tem nada para fazer aqui. Podem vazar fora ― falei.

            ―OK. ― Chris falou e levantou. ― Nos veremos na boate?

            ―Sim! ― respondi entre os dentes.

                                   ***

            Pov. Lilyan

            Eram dez horas e vinte minutos e eu estava deitada na cama encarando o relógio sendo consumida por um tedio terrível. Mas isso vai acabar, porque eu vou dar um fim nisso, e será esta noite. Se ele pensa que vai me tratar igual um objeto pelo resto da vida está muito enganado.

            Bufei alto e enfiei minha cabeça no travesseiro. Ouvi a porta sendo aberta, com toda certeza era ele se certificando se eu estava ou não no quarto. Me mantive imóvel, para ele pensar que eu estava dormindo. Não demorou muito e a porta fechou. Respirei mais aliviada.

            ―Agora é só esperar alguns minutos e colocar o plano em ação. ― falei para mim mesma.

            Levantei da cama e procurei algo para prender os cabelos. Fiz um coque bem preso, para não ter o risco de cabelos caindo no rosto me atrapalhando. 

            Agora só resta esperar.

                                   ***

            Meia hora já havia se passado e estava na hora da ação. Caminhe até a porta com cautela e abri. Olhei para os lados vendo se o corredor estava vazio. Por graça divina estava. Sai do quarto andando com cuidado para não fazer barulho e desci as escadas. Quando cheguei a sala a mesma estava com pouca iluminação, como de costume, não me intimidei. Chequei para ver se havia algum segurança perto, e não havia. Ótimo.

            Sem acender nenhuma luz caminhei até a porta do escritório. Quando olhei para a tranca me surpreendi.

            ―Droga! A porta só abre com o cartão de acesso. ― bufei. ― será que o Bieber o levou? ― pensei. ― Não. Ele não arriscaria levar um cartão que abre o escritório dele para um lugar onde tem varias vadias e inimigos. Não ele deve está aqui.

            Subi as escadas novamente e parei em frente o quarto do Bieber. Rodei a maçaneta e a porta abriu.

            ―Graças a Deus. ― falei.

            Entrei e também não acendi luz. Como eu já havia decorado esse quarto caminhe sem dificuldades até a beira da cama, onde achei um abajur. O liguei.

            Clareou muito pouco, mas já era uma coisa. comecei a procurar nas gavetas do criado mudo e nada. Caminhei para o closet e fechei a porta, nele eu não me preocupei e acendi a luz. Comecei a fazer uma varredura em todo o closet. Eu tinha que achar  aquele cartão.

                        ***

            Depois de vinte minutos eu encontrei um cartão dentro de uma gaveta de relógios dele. O cartão era banco com uma tarja preta. Era esse sem duvida. Arrumei tudo como estava e  voltei para a sala.

            Olhei para a fechadura e uma luzinha vermelha estava acessa. Pesei o cartão rapidamente e uma luzinha verde acendeu. A porta foi aberta. Respirei mais aliviada.

            Entrei e fui apalpando as coisas até chegar a mesa, pois o ambiente estava muito escuro. Posso arriscar que aquele era o ambiente mais escuro da casa. Pelo menos que eu conheça.

            Acendi a pequena luminária que havia em cima da mesa, que clareou a mesa e boa parte do quadro.  Caminhei até ele, mas antes de tira-lo me certifique para ver se tinha algum alarme, e não tinha. O quadro era enorme e tira-lo seria difícil, então fiz o maior esforço possível para tira-lo do lugar.

            O coloquei no chão e encarei o cofre. Senha digital.

            ―Droga. Não tenho a senha. ― passei as mãos pelos cabelos. ― deve está aqui em algum lugar.

            Comecei a procurar na gaveta da mesa, mas não havia nada ali.  Não achei nada,  somente papeis e envelopes. Aproveitei e peguei vários envelopes para colocar o dinheiro.  Mas a senha que é bom nada.

            ― Tenho que pensar. ― passei as mãos pela cabeça confusa e nervosa. ― existem milhões de combinações com quatro dígitos. Eu não terei chances.

            Comecei a pensar em vários números e fui testando, testando e testando, mas nenhuma dava certo.

            Depois de um certo tempo que eu fui raciocinar. Pra dizer a verdade eu me lembrei de uma coisa que pode ter relação com isso. Ele tem uma  tatuagem no peito que é um numero romano. E se for transcrever  “ I IX VII V” em números  cardinais seria “ 1 9 7 5”.

            ―Isso faz sentido. Talvez seja esse o numero.

            Não perdi tempo e coloquei os dígitos no painel da senha. O cofre deu dois bipes rápidos e abriu.

            ―Oh meu Deus. ― falei sem acreditar.

            Abri o cofre e quase fiquei zonza ao ver tanto dinheiro em um só lugar. Havia dinheiro, joias e alguns papeis. Respirei fundo e pequei alguns plaques, mas não peguei mais do que o necessário. Depois que pequei tudo tratei logo de fechar o cofre e  colocar o quadro no lugar, o que foi muito difícil.

            Encarei a mesa cheia de dinheiro e eu vi neles a minha liberdade. Suspirei. Fui colocando os plaques nos envelopes rapidamente. Quando acabei tinha três pacotes cheios de notas. Pequei aquilo desajeitadamente e caminhei até a saída do escritório. Passei o cartão e travei a porta novamente.

            Olhei para os lados e não havia ninguém. Tomei cuidado com as câmeras e subi novamente para o meu quarto. A primeira coisa que eu fiz foi esconder o dinheiro. O escondi dentro da minha mala. Para tira-lo daqui eu arrumaria alguma mochila ou algo do tipo.

            Depois de tudo escondido no seu devido lugar eu só tinha mais uma coisa para fazer  que era  colocar o cartão no mesmo lugar. Sai do meu quarto e caminhei rapidamente até o quarto dele. Entrei e caminhei até o closet, onde guardei o cartão no mesmo lugar.

            Quando o coloquei me senti mais leve. Eu havia conseguido uma proeza que nenhum infeliz ousaria consegui, nem em seus maiores sonhos. Eu acabei de roubar dose milhões de maior traficante de drogas do país. Mas uma coisa estranha aconteceu, pois eu não estava totalmente feliz, uma parte de mim estava se dilacerando por ter feito isso e por está cogitando a ideia de ir embora e deixa-lo sozinho.

 Eu sei que eu não deveria está pensando assim, apesar de eu ser apenas mais uma na sua lista onde há centenas mulheres. Mas vai dizer para esse coração traiçoeiro.

            Balancei a cabeça e sai do closet. Passei pela cama e olhei par ao criado mudo. O relógio que ali havia marcava duas horas da manhã. Suspirei e sai do quarto.  Caminhei pelo corredor imenso a caminho do meu quarto quando eu sinto a presença de alguém. Olho rapidamente para trás e posso jurar que vi um vulto.

Olhei rapidamente para frente e andei mais de presa para  meu quarto. Quando eu ia abrir a porta senti uma pressão contra meu rosto e um cheiro forte  entrar pelas minhas narinas. Não me deixei intimidar e comecei a me debater.  A pessoa tentava pensar o pano com o cheiro forte contra meu nariz, mas eu resistia.

            ―JUSTIN. JUSTIN. ― essas foram as únicas palavras que me vieram na mente.

Meus sabendo que ele não iria me ouvir eu gritei por ele. Mas não obtive resposta, mas senti uma pancada forte contra minha cabeça que fez com que eu desmaiasse.


Notas Finais


Capitulo alterado
Nivel de alteração: Alto


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