História Suicide love - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.239
Palavras 2.454
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - In fire - parte 2


Entramos no galpão sem sermos anunciados. Ryan e eu fomos em direção ao que seria o escritório de Kay. Chegamos lá sem sermos incomodados, digamos que ele tem uma péssima escolta, tanto que Ryan e eu nos livramos deles rapidamente, sem derramar uma gota de suor.

Abrimos a porta e adentramos a sala. A luz estava baixa, mas o Rap que tocava estava alto. Contraste perfeito e favorável aos nossos planos. Dei uma olhada para Ryan, lhe dando sinal para ir para o outro lado da sala, assim cobríamos uma área mais vasta.

Caminhamos a passos silenciosos em direção ao foco da música, chegamos em frente a uma porta, a mesma era pintada de preto e  detrás dela vinha o som alto. Acenei para Ryan que concordou. Dei um chute forte na porta a arrombando sem dó nem piedade.

Entramos no ambiente e pudemos ouvir claramente o som do espanto dos que ali estavam. Para minha surpresa na sala não havia seguranças, só Kay, com as calças arriadas e uma vadia de quadro, em cima de um sofá. Ele rapidamente subiu as calças, enquanto nos encarava assustado, e a vadia tentava esconder seu corpo nu.

― O que vocês estão fazendo aqui? ― perguntou Kay andando para trás,  tentando pegar uma arma que estava em cima da mesa.

―Eu se fosse você não faria isso. ― Ryan alertou com sua arma empunhada. Lançou um olhar para a mesa e para Kay.

– como vocês conseguiram entrar? ― o energúmeno perguntou novamente. O medo era visível em sua voz.

Ryan e eu nos entreolhamos e rimos cinicamente.

― Digamos que você tem uma péssima segurança. – falei ironicamente.

―O que vocês fizeram com meus seguranças? ― fingiu ter autoridade sobre alguma coisa.

― Você ainda pergunta? ― Ryan falou com ironia.

Ele olhou para os lados acuado e fez um movimento rápido, pegando a arma que estava em cima da mesa e apontando para nós.

―Se eu fosse você não faria isso.  ―  Falei e Ryan e eu engatilhamos nossas armas ao mesmo tempo.

― O que vocês querem? ― perguntou tentando passar serenidade,  coisa  que não funcionou, pois o medo exalava pelos seus puros.

Aproximamo-nos devagar, enquanto ele ia recuando até seu corpo bater contra a mesa. Apontamos o cano de nossas armas para a sua cabeça o fazendo ajoelhar.

― É simples, quero o dinheiro de volta. ― falei com serenidade. ― O dinheiro que você ganhou com a venda das drogas do MEU caminhão. ― forcei o cano da arma contra sua testa.

― Na-na-não  e-e-esta  co-co-comigo! ― a voz dele começou a vacilar.

― Mentir é feio kay! ― Ryan falou.

―E  eu não gosto de mentiras. ― falei. ― Você gosta, Ryan? ― olhei para ele.

― Também não. ― olhou para mim e logo em seguida nós o olhamos.

 ― Agora seja um bom filho da puta, e pegue o dinheiro, que eu sei que esta com você nessa de droga sala, porque eu não sou otário. – falei pausadamente fingindo não está perdendo a paciência com aquele verme.

Ele nada falou. Olhei para Ryan e com uma troca de olhares ordenei que ele desse uma revista na sala.  Assim ele fez.

― Olha o que eu achei, Justin! –  Ryan parou perto de um quadro e o derrubou, fazendo com que ele caísse no chão, causando um barulho alto. ― Não é que achei um cofre aqui. ― Apontou para o cofre na parede e riu.

― Que feio Kay. Você não deveria mentir, muito menos para mim. – o levantei do chão com brutalidade, e fui empurrando-o  até chegar no cofre. – Abra! –  Apontei a arma para sua cabeça e senti seu corpo estremecer.

Ele engoliu a saliva que restava em sua boca e começou a girar a roleta do cofre, fazia isso com uma lentidão irritante,  que não estava me agradando nem um pouco.

― Anda rápido com essa porra. ― falei  já sem paciência.

Assentiu tremulo e girou a roleta mais duas vezes e o cofre se abriu. Sorri de canto ao ver a quantidade de verdinhas que lá havia.

― Ótimo! ― falei com satisfação.- Agora você vai se fazer de bom menino, que eu sei que você não é, e vai colocar tudo dentro dessa mala que esta debaixo da sua mesa.

Ele olhou no lugar onde eu havia dito e me olhou. Lancei lhe um sorriso sínico e assenti. Ele abaixou cuidadosamente e pegou a mala onde eu havia dito, voltando a sua postura normal ele me olhou.

― Agora coloque o dinheiro todo aí. ― apontei para a mala. Fez uma cara de cu, mas me obedeceu.

         Olhei para Ryan e fiz um sinal para que ele verificasse o lado de fora. Ele assentiu e começou a caminhar pela sala em direção a porta.

         ― Anda logo, porra, eu não tenho a noite toda. ― bati com o cano da arma em sua cabeça. Me lançou um olhar fulminante.

          Depois de uns três minutos ele parou de por o dinheiro na mala, deixando metade no cofre.

         ―Eu disse toda grana. ― exigi.

         ―Você disse que queria somente o dinheiro das suas drogas, Bieber. ― rosnou.

         ― Digamos que isso serão os juros. ― ri de lado. ― pelo tempo que eu tive que esperar para recupera-lo, o caminhão, essas coisas, sabe.

         Kay soltou o ar pesadamente dos pulmões e jogou o resto do dinheiro dentro da mala, deixando o cofre vazio.

         ―Bom garoto! ― falei ao ver a mala repleta de verdinhas. Peguei a mala e coloquei nos ombros. ― Agora, se for um bom rapaz, te deixo morrer lentamente. ― apontei a arma novamente para sua cabeça, mas ouvi um barulho idêntico atrás de mim. Não estremeci.

         ― Você não pensou que eu fosse tão besta a ponto de deixar esse galpão sem segurança alguma, sabendo que você está atrás de mim. Não é? ― Kay perguntou com ironia. ― Agora, seja um bom filho da puta, e deixa a mala, com o MEU dinheiro, no chão.

         Sorri cinicamente e larguei a mala no chão, mas não abaixei a arma.

         ― Você tem que aprender uma coisa, Kay. ― falei calmamente. ― sou mais esperto que você.

         Em um movimento rápido dei uma joelhada em suas bolas, o fazendo se contorcer, e virei para trás dando de cara com dois seguranças, em um eu atirei certeiro, o fazendo cair inerte no chão,  mas o tempo não foi o suficiente para atingi o outro, que revidou atirando em mim. Peguei a mochila e sai correndo, tentando me esquivar dos tiros de Kay e seu subalterno. Ryan entrou na sala.

         ― Corre, Ryan, dê o sinal. ― grite. Ele assentiu e saiu novamente.

         O meu objetivo naquela hora era sair daquele lugar, com minha grana e foda-se. Mas para isso acontecer eu teria de me livrar de Kay e seu armário.  Esquivei de mais um tiro endereçado a mim e fui andando com rapidez, enquanto atirava. Dei dois tiros na direção dos dois, e não me preocupei em saber onde havia pegado. A única regra naquele momento era sair dali.

         Olhei de relance para a porta e pude ver as labaredas de fogo cortando o corredor do lado de fora. Eu precisava ir embora antes que aquilo tudo virasse cinzas, e eu estaria nessa. Pulei em uma cadeira que entortou para trás e tombou, mas eu não cai, me equilibrei, atirei mais três ou quatro vezes e sai pela porta.

         O galpão já estava praticamente todo em chamas. Puxei a manga do casaco e tampei o nariz, saindo em meio aquelas chamas. Ouvi de longe uma voz chamar pelo meu nome, identifiquei logo que seria de um dos moleques. Me apresei em andar e em poucos minutos já estava cruzando o grande portão, deixando para trás um local em chamas. Logo que avistei os moleques comecei a caminhar até eles.

         ― Estamos virando profissionais nisso.  ― Chaz comentou, enquanto eu colocava a mala repleta de verdinhas no capô do carro.

         ― Nós somos profissionais. ―rebati rindo.

         Nos entreolhamos e rimos.

         ―É ISSO AI!  ― os outros concordaram enquanto fazíamos o nosso toque de irmandade.

         ― Você limpou o cofre dele, Drew?  ― Chris perguntou rindo, assim  como os outros. Assenti abrindo a mala e exibindo as verdinhas que nela havia. 

         ― Vamos dividi-las igualmente.  ― Todos nós concordamos.

         ― Espera um pouco.  ― Chaz chamou nossa atenção. Nós, que já estávamos começando a contar as notas, o encaramos. ― Onde está a Lilyan?

         ― Está no carro. ― falei tranquilamente e me virei para conferir se ela estava mesmo lá.

         Eu esperava virar e encontra-la com uma tromba do tamanho do universo dentro daquela droga de  carro. Mas pelo contrario, o carro estava vazio.

         ― DROGA! ― exclamei olhando para os lados. Olhei e não vi nada, até bati meus olhos no galpão em chamas. ― Droga! ― Exclamei mais uma vez.

       Não tive tempo de pensar duas vezes, pois meu corpo já estava indo em direção a um galpão em chamas, correndo em alta velocidade. Adentrei ao lugar hiper quente, e de imediato comecei a proteger meu nariz e olhos, já que as labaredas eram grandes.

         Vi Adam entrar no galpão logo atrás de mim, não tivemos nenhum contato por sinais e já saímos a procura da desmiolada da Lilyan.   

         ― LILYAN… LILYAN…. LILYAN. –  Comecei a gritar em meio as chamas, mas não estava obtendo respostas. 

 Voltei a correr pelo local, que ficava mais quente a cada segundo. O teto começou a ceder causando grandes atritos contra o chão.

― LILYAN! ― gritei mais uma vez. Com a fumaça e o fogo estava quase que impossível enxergar um palmo a sua frente.  

Ouvi uma voz feminina chamar pelo meu nome, era ela. Fui seguindo a voz, que ficava mais fraca a cada segundo. Andei até que cheguei a uma porta, a voz vinha de lá.

― Lilyan você esta ai?

         ― SIM!  ―Gritou em resposta, enquanto tossia.

         ―SE AFASTA DA PORTA! –  Alertei  antes de tomar impulso e ir de encontro a porta.

A primeira tentativa foi falha, mas não desisti e continuei tentando, dando chutes e socos, até que a porta se abriu. Deparei-me com ela caída no chão tossindo muito e quase perdendo a consciência. Não pensei duas vezes e a catei do chão levando-a em meus braços para fora daquele lugar.

O caminho de volta foi difícil, além de está com ela desacordada nos braços, o fogo estava mais intenso, aquele galpão estava quase indo ao chão e eu não via a saída. Comecei a andar sem rumo, até que avistei a saída, mas ela estava obstruída por uma torar  enormes e incandescentes. DROGA, por ali não daria para sair.

O jeito agora era arrumar outra saída, na qual eu não sabia nem se existia, e tentar sair dessa vivo.  Ajeitei Lilyan em meus braços e fiz o possível para proteger seu nariz da fumaça e o meu também. Comecei a procurar um modo de sair daquele inferno e consegui encontrar, a saída era bem pequena, mas dava para sair. Era aquilo ou morrer carbonizado. Apertei Lilyan contra meu peito e passei rapidamente, ouvindo uma explosão forte atrás de mim.

Inspirei o ar, que era abundante, de modo que eu retomasse um pouco da minha força, para leva-la até os garotos.  Assim fiz, a levei e a coloquei em cima do capô do carro.

― Lilyan. Lilyan!  ― a chamei, mas ela não respondia. Insisti. ―Lilyan , Lilyan.

         ― O pulso dela está ficando fraco. ― Chris o verificou.

         O olhei sem uma expressão definida, só sei que se fossem palavras seriam ‘ Não, eu não aceito perde-la’. Porra, eu arrisquei minha própria vida, e a garota vai morrer? Não, isso não pode.

         ― Vamos leva-la para o hospital. ― Adam, que não sei de onde sugeriu, falou.

         Não pensei duas vezes, a peguei nos braços novamente e levei para meu carro, onde a coloquei deitada no banco de trás, assumi o banco do motorista e sai cantando pneu. Pelo retrovisor eu  notei que os outros estavam me seguindo. Dei uma olhada para trás e ela ainda continuava da mesma forma. Minha preocupação aumentou.

         Entre semáforos ignorados e ultrapassagens arriscadas eu cheguei ao hospital, sai do carro  e  peguei no colo, indo correndo para a emergência. Não demorou e uma enfermeira veio ao meu encontro.

― O  que aconteceu com ela? – a enfermeira perguntou.

― Ela  inalou muita fumaça, de um incêndio. – respondi ofegante.

― Coloque-a aqui. – ela apontou para uma maca que estava no canto do corredor. Assim fiz, a obedeci rapidamente e a coloquei na maca.

Um médico apareceu, a enfermeira relatou com poucas palavras o que tinha acontecido e ele saiu empurrando a maca rapidamente. Eu estava tão desnorteado que comecei a seguir o médico, mas enfermeira me impediu de  avançar.

― Desculpa, senhor, mas você não pode entrar. Aguarde ali, por favor. – a enfermeira me barrou quando eu ia entrar na sala.

         Soltei o ar alto e parei imóvel.

         ― O senhor também estava no incêndio? ― ela perguntou.

         ―Sim! ― respondi sem vacilar.

         ―Então eu sugiro que o senhor também se consulte, vá para a ala da enfermaria lá trataram de você.

         Neguei com a cabeça e caminhei até o sofá da recepção. Logo os garotos chegaram.

         ―Eai, como ela esta? Para onde a levaram? – Adam falava com  desesperado. Em resposta somente apontei.

         ― Senhores! ― uma mulher de branco, chegou do nada chamando nossa atenção. ― preciso que preencha a fixa da paciente.

         Eu os olhei, pois não sabia praticamente nada sobre ela, as únicas coisas que sabia era que ela fodia muito bem, para uma iniciante,  o irmão dela está com uma ideia louca de vende-la, e o nome dela é Lilyan. Resumindo, não sei nada sobre ela.

            ― Deixa que eu cuido isso. ― Adam tomou a frente e saiu caminhando junto com a mulher. Sentei novamente no sofá,  passando as mãos nos cabelos com frustração.

          Adam volta minutos depois.

         ―Como ela esta? ―Chaz logo pergunta.

― O  medico disse que o quadro dela é estável, e que não ouve muita inalação de fumaça, mas  foi o suficiente para deixa-la inconsciente. Por isso terá que ficar aqui essa noite. – ele disse.

― Ela acordou? ― Chris perguntou.

 

         ― Ainda não, só deve acordar depois de algumas horas.  – assentimos.

                   ***

          Cerca de duas horas já havia se passado e os outros já tinham ido embora, deixando Adam e eu sentados a espera de alguma noticia. Eu estava decidido, ficaria lá até leva-la para casa comigo, não por que estou preocupado, afinal, não tenho nada com ela e tal, e sim por que dei minha palavra que a protegeria.

 


Notas Finais


Capitulo alterado.
Nível de alteração: Baixo


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