História Suicide love - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.312
Palavras 2.946
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - A troca


 

POV. Lilyan

 Aos poucos fui abrindo os olhos, mas a luz me fez fecha-los novamente. Respirei fundo algumas vezes, ainda de olhos fechados, e tomei coragem para abri-los. Abri, mas me arrependi logo em seguida. Comecei a olhar tudo a minha volta, e tudo que eu conseguia ver era um teto branco que chegava doer os olhos.

Impulsionei meu corpo para frente, mas minha cabeça doeu, ignorei e sentei. Analisando o local melhor eu comprovei que estava em um hospital, mas a pergunta que pairava pela minha cabeça era, ‘ como eu vim parar aqui?’.

Respirei fundo e olhei para os lados, dando de cara com ninguém mais, ninguém menos que Justin Bieber, sim ele estava deitado em uma poltrona que ficava a direita da minha cama. Agora a pergunta que pairava pela minha cabeça era ‘ Será que ele passou a noite aqui?’, com isso meus batimentos cardíacos começaram a aumentar, pois um bipe insuportável começou a soar.

Tentei me manter calma, mas não estava sendo possível, meu coração batia cada vez mais forte, eu não estava me reconhecendo. Na tentativa de desligar o aparelho, ou arrancar os fios do meu corpo, eu derrubei o copo d’agua que estava na cabeceira da cama. O copo atingiu o chão se espatifando em vario pedaços e acordando Justin. Ele se ajeitou na poltrona tentando manter a postura e em seguida levantou.

― O que eu estou fazendo aqui? ― Perguntei para ele, enquanto tentava tirar os aparelhos, na qual eu estava ligada.

― Você me desobedeceu e não ficou na porra daquele carro. ― começou a responder rudemente. ― além de não ter ficado dentro do carro entrou no galpão, coisa que você estava terminantemente proibida de fazer. ― ele me encarou.    

Flashback on

― ABRE, ABRE, ABRE! – comecei a gritar assim que ouvi o barulho da porta sendo trancada.

Corri até ela e comecei a esmurra-la, para ver se a pessoa do outro lado se ligasse que havia alguém ali dentro. Ouvi uma risada irônica do outro lado.  A pessoa me trancou ali de proposito. Mas quem seria? Eu não conheço ninguém desse meio, a não ser os garotos do Bizzle.

Flashback off

― Alguém me trancou lá. ― falei com os olhos fixos no nada.

―Hã? ― me encarou.

         ―Alguém me trancou lá, Justin. ― o encarei. ― Havia alguém lá que me trancou naquele lugar. ― comecei a alterar o tom de voz.

         ―Enfermeira! ― ele chamou uma mulher de branco, que estava passando por perto. ― ela está um pouco nervosa, acho que está delirando. ― Justin dizia como se eu fosse alguma louca.

         ― EU NÃO ESTOU NERVOSA! EU NÃO ESTOU DELIRANDO! ― gritei chamando a atenção dos dois.

         O resultado foi, senti um liquido ardente pelas minhas veias. A enfermeira falou alguma coisa com Justin, que eu não consegui compreender, e saiu do quarto. Meu corpo foi ficando mole. Um homem alto e vestido de branco chegou perto de mim.

         ―Você é a senhorita Lilyan Green? ― assenti, pois não estava conseguindo falar nada direito. ― como está se sentindo? ― perguntou escrevendo alguma coisa, em algum papel.

         ― Vou ficar melhor se eu for embora daqui. ― falei com dificuldade. O vi sorrir.

         ― Você está liberada, senhorita! ― assenti. ― se você consegui, é claro. ― falou com ironia.  ― o senhor é namorado dela? ― perguntou para Justin.

         Ele me olhou para mim e negou. Já esperava essa reação da parte dele.

         ― É uma pena, ela é uma garota linda e vocês dois fazem um belo casal. ― sorri com o elogio.

         ―Eu estou abrindo vaga, para o cargo de namorado. ― sorri fraco. ― se estiver interessado. ―pisquei.

         O médico riu fraco e escreveu algo na folha, percebi um olhar fulminante, da parte do Justin para o médico.

―Toma! – ele entregou um papel para Justin, que o pegou com desgosto. ― essas são as recomendações para ela. ― Justin assentiu indiferente. – e vê se cuide da sua alimentação, mocinha!  Garotas bonitas tem que se alimentar bem.   –  falou para mim e  eu sorri.

― Pode me convidar para jantar, se quiser. ― alfinetei. Ele riu sem graça e saiu do quarto, deixando Justin e eu a sós.

  Justin me olhou, me fulminando com  os olhos.

― Me chama para jantar. A vaga de namorado está aberta. ― Justin  falou imitando minha voz. ― Você tem que parar de se uma vadia oferecida. ― me encarou.

― Eu não sou vadia. ― respondi ainda meio grogue. ― e eu não tenho dono, você não é nada meu. ― cruzei os braços.

―Legal, é assim que você agradece uma pessoa que entrou em um galpão em chamas para te salvar e te protege de um irmão psicopata. ― falou com indiferença. ― grande agradecimento. ― me encarou. ― agora levanta dai e vamos embora.

― Está com  ciúmes, Bieber? ― ameacei a descer da cama, mas minhas pernas bambearam. ― uma ajudinha seria bem vinda. ― falei.

― Pede ajuda para ele. ― rebateu.

O encarei. Ele bufou e veio até mim me tirando do chão.

― Bieber, me põe no chão. ― reclamei.  

         ― Que porra, você pediu ajuda e eu estou ajudando. ― respondeu grosseiro. O olhei. Me pôs no chão.

         ― Preciso de uma roupa. ― retorci os lábios olhando para meu corpo, pois estava vestida com aquela camisola ridícula de hospital.

         Justin começou a tirar o casaco e em seguida tirou sua blusa, ficando somente com uma fina regata branca. Ele a jogou para mim, a peguei.

         ―Dá para virar de costas? Tenho que me trocar. ― pedi.

         ― Você só pode está brincando. ― riu de lado. ― Nós transamos, você mora na mesma casa do que eu  e dorme na minha cama. Você não acha que eu já vi tudo que está debaixo dessa camisola? ― me encarou.

         Eu bufei e virei de costas para ele. Tirei aquela camisola ridícula, que por baixo dela eu só estava de calcinha, e substitui pela blusa que Justin me deu. A mesma ficou parecendo um vestido, curto, para mim. Me virei para ele e o encarei.

         ―Estou horrível. ― reclamei. Ele me encarou de cima até embaixo e mordeu os lábios. ― onde estão minhas roupas?

         ―No lixo. ― foi curto e grosso.

         ― Você jogou até meus sapatos fora? ― o encarei incrédula. ― você vai tirar os seus sapatos para eu calçar. ― cruzei os braços.

         ― Vai sonhando. ― riu. ― seus sapatos estão ali. ― apontou.

         Fui até onde eles estavam, os peguei e calcei. Fiquei parecendo uma vadia jeca, blusão de homem super curto, cabelos desgrenhados, e coturnos de salto. Look perfeito, não acha? Não!

         ―Vamos embora logo. ― Justin falou indo para a porta.

         Não retruquei, somente o segui. No caminho do quarto até a recepção foi longo. Todos me encaravam com uma expressão estranha. Ah, qual é? É só uma roupa.  Chegamos a recepção e logo Justin deu baixa na minha internação e saímos do hospital.

         ― Onde estão os garoto? ― quebrei o silencio que estava entre nós.

         ― Chris, Chaz e Ryan, foram resolver as paradas do nosso próximo esquema. Já o Adam, não sei por onde está e nem me interessa saber. ―parou perto do seu carro. Assenti e entrei.

         Adam com toda certeza foi fazer a troca, a essa hora ele já havia pego o dinheiro, que eu havia deixado em seu carro, na noite passada,  e estava indo pegar a Camila. Justin deu partida e saiu cantando pneu.

         ―Dar para ir mais devagar? Eu acabei de sair do hospital. ― falei segurando o banco com força.

         ― Dá para ser menos chata? ― bufou. O encarei. ― Nem adianta me olhar com essa cara, se queria ir devagar, pedisse para aquele medico, aposto que ele iria super devagar.

         ―Nossa, que infantilidade, Bieber. ― resmunguei. ― eu só estava brincando.

         ―Mas ele não levou na brincadeira. ― rebateu.

         Bufei alto.

         ― Tá satisfeita? ― diminuiu um pouco a velocidade.

         ― Estou com fome. ― reclamei passando a mão pela barriga.

         ―Além de chata e oferecida, agora é esfomeada também? ― me encarou debochado.

― Idiota. Quero ir ao McDonald’s.  – cruzei os braços.

― Não, já estamos quase chegando em casa e você ouviu seu pretendente, garotas bonitas devem comer direitinho. ― debochou. ― então tu vai comer coisas saudáveis, está entendendo?

― Você é insuportável. ― bufei e joguei a cabeça para trás. ― EU ESTOU COM FOME. ― disse o encarando. Ele deu uma freada brusca e virou na direção contraria. ― Onde você está indo?

― Você não disse que estava com fome? Então! –  me olhou rapidamente. ― Vou de dar comida. ― olhou para frente.

Depois de quinze minutos ele parou em frente ao McDonald’s, ele desceu do carro e eu fiz o mesmo, mas quando meus pés tocaram no chão uma dor de cabeça me atingiu. Coloquei a mão da mesma e esperei que a fisgada parasse.

― Ué? Não vai vir? ― perguntou debochado.

Bufei alto, respirei fundo e voltei a andar na direção dele. Entramos no estabelecimento e sentamos em uma mesa perto janela. Foi só sentarmos que uma garçonete veio a nossa mesa.

― O que você vai querer Jay?  – a garota com decotão ignorou minha presença e começou a se insinuar para o Bieber.  

―  O de sempre para mim. ― ele respondeu olhando o decote da vadia. O cretino nem disfarçava.

― Vou poder te encontrar depois? ― a vadia perguntou com uma voz super vadia e se inclinou para frente, fazendo os seios quase saltar para fora.

Bieber é um cafajeste de marca maior. Eu ali e ele fazendo questão de olhar ainda mais o decote da puta. Bufei e olhei para fora, na tentativa de ignora-los, mas estava difícil, a garota estava quase sentando no colo dele. Respirei fundo e dei um chute na canela dele por debaixo da mesa, ele me olhou e fez cara feia, retribui da mesma forma.  

― Hoje não! –  ele finalmente respondeu, a cadela  gemeu frustrada. Oferecida!

Ela já ia saindo quando Bieber a puxa novamente. Ela vira com aquela cara de vadia e o encara.

         ― Mudou de ideia, baby? ― disse mordendo os lábios. Ele respondeu com um sorriso cafajeste, que era a sua marca.

― Não, baby. ― respondeu em um tom sedutor. ― Eu vou querer um Mc lanche feliz para ela. – olhou para mim com um ar de deboche e eu o encarei seria.  ―sabe como é, temos que incentivar as crianças a comer. – debochou e a vadia riu.

 Ah Justin, você me paga! Quem você acha que é para tirar sarro da minha cara?

― Você não diz isso quando estamos na cama transando? – o encarei.

Eles me olharam e eu lhes lancei um sorrisinho vitorioso, ao ver a cara de tacho que a vadiazinha fez.

― Trás igual ao meu para ela. – Justin falou.

A garota anotou o pedido no papel, a contra gosto, olhou-me de cima em baixo e saiu, nos deixando a sós na mesa. Ficamos em silêncio, Bieber mexia no celular, enquanto eu ficava ali, olhando para ele sem ter nada para fazer. Não demorou e nossos pedidos chegaram, Justin os pagou e levantou da mesa, fazendo com que eu levantasse junto.

Caminhamos até o carro e entramos. Bieber mal entrou e já saiu cantando pneu. Enquanto ele dirigia eu comecei a devorar meu lanche, meu estomago estava revirando de fome.

         ―Você vai passar mal sabia?  – ele falou enquanto eu comia o lanche.

― Cala boca! ― falei de boca cheia. ―   Aquela piranha não gosta de mim,  olha o tamanho  do meu hambúrguer. – falei mostrando e ele riu.

Depois disso rapidamente chegamos em casa. Tudo que eu precisava era de um banho, o cheio de fumaça e hospital estava impregnando em mim.  Entrei na casa e fui logo para meu quarto, onde fui direto para o banheiro. Me despi rapidamente e entrei no box, ligando o chuveiro na água quente e deixando ela cair sobre meu corpo, tudo que eu precisava era de relaxar.

O banho foi demorado, quando sai me enxuguei rápido, vesti uma lingerie qualquer  e uma blusa. Como eu estava com pavor de ficar sozinha resolvi ir para o quarto do Bieber.

Sei lá, mesmo ele não estado no mesmo ambiente  que eu só de sentir o cheiro dele já fico mais segura.

Sai do meu quarto e levei comigo meu celular, sim, Adam me deu um novo dias depois que o Bieber quebrou o meu.  Entrei no quarto e ouvi o barulho de água, com certeza ele estava tomando banho, ignorei e me joguei na cama. Quando meu corpo tocou os lençóis macios e o cheiro dele invadiu minhas narinas me permitir fechar os olhos e deixar que o me dominasse.

Uma transa com ele não seria nada mal. Pensei

Balancei a cabeça para aqueles pensamentos saírem na minha mente. Eu não posso me apegar a ele, daqui a alguns dias eu estarei bem longe daqui, e tudo que vivi até agora não passarão de meras lembranças e nada mais.

 

POV. Adam

Já estava no carro a caminho do local da troca quando senti meu celular vibrar. Tirei minha atenção do que estava fazendo e olhei para ver do que se tratava. Era uma mensagem de Lilyan.

Está tudo ok? ― zangadinha

Sim, já estou a caminho. ― eu

Aonde ele marmou para ser a troca? ― zangadinha.

         Despenhadeiro. ― eu

         Não acha isso muito arriscado? Acho que ele está tramando alguma coisa. ― Zangadinha.

         Arriscado minha vida já é, mas vou tomar cuidado. Pode ficar tranquila, pois eu darei conta. ― eu

         Assim que você chegar me avisa. ― zangadinha.

         Já cheguei! ― eu.

         Quem está aí? Você está vendo ela? ― zangadinha.

         Tem três carros com o farol baixo. Chegou a hora da verdade. ― eu.

Se cuida! Não vou me perdoar se algo acontecer com você. ―Zangadinha

         Ok! ― eu.

 

         Guardei o celular no bolso e sai do carro. Caminhei até o porta-malas e peguei a mala. Respirei fundo e rumei na direção dos carros, parei em frente a um e esperei alguém sair  de dentro dele. A primeira coisa que eu vi foi um pé, que estava causado com um sapato social muito bem engraxado, parecia ser Victor. Sim, era ele.

         ― Pensei que minha querida irmãzinha viria também. ― Victor falou com o mesmo tom sarcástico de sempre. 

― Não vim aqui para falar da Lilyan, e sim dos negócios que temos. Onde está a garota? ― cortei o assunto e fui direto ao ponto.

Ele riu e assentiu positivamente.

         ―Gosto de pessoas assim! É direto, sem enrolação!  Pena que escolheu o lado errado.

         ― Aonde esta a garota? ― falei mais uma vez.

         ― Primeiro o dinheiro. ― rebateu.

         ― Primeiro a garota. Não confio em você. – ele sorriu fraco e com um estalo de dedos deu ordem para que dois homens altos trouxesse a garota, a mesma estava o a cabeça tampada e se debatia tentando se soltar das mãos dos grandalhões. – tira o pano, preciso ter certeza que é ela. – ele riu e fez sinal para os homens tirarem o pano.  ― bom, muito bom. Agora passa ela para cá.

― Tsc, Tsc… o meu dinheiro primeiro. – falou.

 Joguei a mala para ele, que a abriu e conferiu se o dinheiro de maneira rápida. A mala foi entregue para um dos guarda costas.

– Foi bom fazer negocio com você ― deu ordem que jogassem a garota em minha direção.

 Ela me abraçou. Victor  entrou novamente no carro, o mesmo deu partida e foi embora , seguido dos outros. Vi que ele lançou algo da janela, de primeiro não me preocupei, até ver uma pequena chama consumindo o inicio do rastro de um liquido.

―Droga! ― exclamei ao ver a chama consumindo o liquido rapidamente. ― Temos que sair daqui.  ― puxei Camila para irmos na direção do carro. ― Oh, droga! ― exclamei novamente. ― estamos sem saída. ― falei ao olhar na minha volta e ver que ao nosso redor estava todo tomado pelas chamas.

― O que vamos fazer? ― Camila perguntou desesperada.

―Temos que sair desse circulo antes que as chamas cheguem até o carro.

         ― Ok! ― concordou.

         ―Quando eu disser “ já”, nós vamos. ― ela assentiu. Olhei mais uma vez ao nosso redor e a situação estava cada vez pior. ― Já!

         Começamos a correr no sentido contrario do carro, onde havia menos fogo. Corremos, corremos e corremos muito. Conseguimos sair do “circulo” e o carro explodiu. Foi por pouco, muito pouco. Protegemos nossos olhos para não sermos atingidos por algum estilhaço. 

         ― Você está bem? ― perguntei.

         ―Sim. ― respondeu ofegante.

         ―Isso é bom, muito bom. ― falei da mesma forma.

        

                   ***

         Quando pus os pés na minha casa, pude respirar mais aliviado. Passou, mais uma missão foi cumprida. Olhei para Camila, que vasculhava toda a sala com os olhos.

         ―Deve está cansada, né? ― me aproximei dela.

         ― Estou! ― sorriu fraco. ― tudo o que eu preciso é de uma boa noite de descanso.

         ― Tem toalhas limpas no banheiro, pode tomar banho. ― assentiu. ― o quarto de hospedes já esta arrumado só esperando por você.

― Muito obrigado! ― agradeceu. ― pode me dizer onde fica o banheiro?

   ―Primeira porta a esquerda! – assentiu e se foi.

Fiquei observando-a subir as escadas, ela me fazia lembrar uma pessoa, mas eu não lembro quem. O rosto dela me é familiar. Mas a quem ele pertence? Por mais que eu tente não consigo me lembrar de quem seja.

 


Notas Finais


Capitulo alterado
Nivel de alteração: Médio


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...