História Suicide love - Capítulo 19


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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.232
Palavras 1.169
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 19 - Recluse


Já estava a três dias trancada nesse quarto, sem poder, ficando reclusa a somente essas paredes, as únicas pessoas que eu via era Lupy que vinha trazer minhas refeições e Patty que vinha escondido durante a madrugada para me ver. Eu estava como um animal na jaula, acuado, dominado, preso. Eu não o via desde aquele dia, somente ouvia a voz falando com seguranças, empregados ou Pattie,  as vezes podia ter a impressão de ouvir voz de mulher vindo da direção do quarto dele, bom, o que podemos esperar de Justin Bieber. Levantei-me e tomei um banho, vesti um short e um casaco,  sentei  no chão abraçando minhas próprias  pernas, já estava quase na hora de Lupy vir trazer meu jantar.

         Ouvi quando a porta se abriu, e para minha surpresa quem entrou não era a senhora de cabelos quase grisalhos e aparência doce, mas sim um loiro  de olhos castanhos cor de mel, com posse de bad boy que eu conhecia muito bem, ele depositou a bandeja na mesinha ao lado da cama e me encarou, abaixei o olhar fitando meus pés, sentia o olhar dele sobre mim, mas não falava nada,  ele veio ate mim e  tocou meu braço, me encolhi e me afastei, o toque dele  me causava arrepios, não de prazer como antes, mas sim de medo. Ele insistiu, relutei, mas  ele me levantou . Eu o encarava sem esboçar reação alguma, enquanto ele passava a mão pelos hematomas que havia em meus braços.

         - você acha que eu exagerei quando  fiz isso?- ele me perguntou enquanto abria o zíper do casaco deixando a mostra outros pequenos hematomas- que já estavam bem mais suaves do que há dois dias. Ele jogou o casaco no chão. – Não, não, isso ainda foi pouco. Muitos  imploraria  para que eu tivesse feito isso que eu fiz com você, prefeririam isso a morte. –me esquivei quando ele começou a tocar minha barriga. – volta…- ele me puxou pelos braços. – eu não vou lhe fazer mal. – ele disse enquanto tirava meu short para ver os hematomas que havia na perna.

         - claro que não, você já me machucou o suficiente não acha?  – me afastei dele e vesti o casaco  novamente seguido pelo short. – você pensa que é assim Bieber? Que vem , me espanca, me tranca em um quarto e depois vem aqui como se nada tivesse acontecido? – ele me encarou. -  eu estava me acostumando com a ideia de morar aqui, estava me acostumando com você, eu realmente pensei que pudesse viver feliz e em paz aqui. – o encarei. -  mas acho que me enganei. Agora a única coisa que eu tenho por você é medo, e onde á medo não a respeito, muito menos confiança.

         - você vem me falar de respeito e confiança comigo? – ele riu ironicamente. -  duas coisas que você não teve em relação a mim. Eu estive disposto a te proteger do seu irmão, eu arrisquei minha vida naquele maldito galpão para salvar a sua, eu passei a noite naquele maldito hospital, nem seu queridinho Adam fez isso. E tudo para que? Para você chegar e me roubar.  Você merece aplausos por sua hipocrisia. – ele disse batendo palmas. -  quando você pretendia me contar ? Quando você fosse embora?- ele me encarou. -  uma coisa que você não pode falar comigo é sobre confiança e respeito.

         - eu sei que errei Bieber. Mas foi por uma boa causa. – o encarei.

         - uma  boa causa ? – ele riu forçado. -  Salvar uma pessoa que você nem conhece direito, e essa mesma pessoa te trair? Isso para mim não é uma boa causa. É burrice – ele me encarou.  -  tudo se explica, mas nada se justifica.

         - então isso que você fez comigo não tem justificativa.  - disse começando a alterar o tom de voz.

         -  mas as minhas explicação são mais validas que a sua. O seu mal é ser ingênua de mais. O mundo não é um conto de fadas, o mundo não é uma brincadeira.

         - Não Justin , o meu mal é ainda ter essa estranha mania de acreditar que todos no fundo tem um bom coração. – o encare. – inclusive você. – agora foi ele quem me  encarou. – mas eu acho que me enganei. – dei as costas caminhando até a janela , só ouvi quando a porta bateu, e eu estava sozinha ali de novo.

         Um… dois… três dias, se passaram assim como a semana também.

         Era manhã quando Lupy entrou no quarto com meu almoço, ela colocou na mesinha e saiu deixando a porta aberta. Achei aquilo estanho, mas me levantei,  praticamente não toquei na comida. Rumei para fora do quarto com um pouco de receio, já não saia daquele quarto a quase duas semanas. Desci as escadas devagar, quando estava quase chegando ao fim dela vi que na sala estavam os cinco garotos. Tentei recuar para que Bieber não me visse, mas foi em vão Chris me chamou voltando a atenção de todos para mim.

         - como vai minha preferida? – ele disse rindo e vindo ate a mim. Assenti que estava bem.

         - me desculpe, vou voltar lá para cima.  -  disse subindo  novamente  deixando todos sem entender.

         POV. Justin

         - o que você fez com ela Justin? – Adam como sempre se fazendo de “defensor” perguntou.

         - nada. – dei de ombro.

         -nada? Olha o estado da garota Bieber. Ela esta abatida.  Quando você falou que a protegeria não era para você espanca-la. Ela tem traumas Justin, e você só esta piorando eles. – o encarei com desdém. – depois não se arrependa se ela se tornar o que a outra se tornou.- por que ele insiste em falar nesse assunto? Ela já morreu a anos atrás.

         - já basta disso! Vocês vieram aqui do nosso esquema. – me levantei . – então vamos resolver essa porra logo porque não quero perder meu tempo.

         Começamos a planejar a chegada das drogas, elas chegariam daqui a uma semana, o ponto de encontro seria em um galpão que nós temos em uma área reclusa da cidade. Aquele carregamento renderia uma boa grana para cada um de nós além de começar os que ela roubou no meu cofre. Acabamos de planejar os últimos detalhes, e em seguida eles foram embora. havia combinado com Patty de leva-la até o aeroporto  e assim fomos.

         Chegando lá ela pegou suas malas e  foi levando em direção ao portão te embarque.

         - juízo viu.  E por favor, não faça nada com ela. Ela só é uma garota. – bufei e revirei os olhos. – Hein?! Me prometa.

         - você vai perder seu voou.

         - Justin eu estou falando com você. – ela fez com que eu olhasse em seus olhos. Apenas assenti, ela se despediu de mim e foi embora .

         Eu já havia feito a promessa de protegê-la muito antes de me pedirem, eu só fiz o que fiz para protege-la.  E eu não tinha a mínima intensão de fazer o que fiz com ela novamente. Seria perda de tempo, isso não traria meu dinheiro de volta.



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