História Suicide love - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 2.121
Palavras 2.017
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - I am here


Pov. Justin

Ligação On

- Alô? Drew?

- Diz ai Chaz!

- Os caminhões já estão de volta a Atlanta.

- As drogas foram distribuídas igualmente?

- sim! Agora só falta dar um fim neles.

- Tá certo! Deixa que disso eu cuido!

- Racha hoje?

- aonde vai ser?

- na estrada da saída da cidade. Leve o seu melhor carro. Não queremos comer poeira.  – ele riu.

- Nunca!  - ri

Ligação off

        

Nada melhor que aliviar o stress que um bom racha, regado a carros, bebida, dinheiro e mulher. Fui até a garagem para escolher qual  belezinha eu irei levar hoje para fazer arrancar grana da mão de otário fácil, fácil. Parei  no centro da garagem e analise ao redor para ver qual deles iria levar. Parei  o olho no Bugatti Veyron preto  que estava em uma das extremidade da garagem. Ele tinha sito personalizado há pouco tempo, e estava mais envenenado do que nunca.  Fui até o painel de chaves que havia na parede- o qual só eu tinha acesso. - e peguei as chaves dele e rumei para a casa novamente. Subi até meu quarto  e ouvi o barulho do chuveiro ligado.

Pov. Lilyan

Estava no bainheiro cantarolando debaixo do chuveiro quando deparei com ele encostado na parede me encarando com um sorriso de lado nos lábios.

- me acompanha? – disse entendendo a esponja, ele sorriu de lado e se livrou do pouco de roupa que estava. Ele começou esfregar minhas costas enquanto depositava vários beijos em meu pescoço , desceu até meus glúteos e em seguida  até minhas pernas  e subindo pela parte da frente até minha intimidade aonde ele a acariciou , aquilo estava me causando arrepios e excitação. Ele subiu pela minha barriga até meus seios aonde os apertou com um pouco de força me fazendo soltar um leve gemido. Peguei a esponja de sua mão e me virei para ele. – Agora é a minha vez! – comecei a esfregar seu peito descendo até seu abdômen sentindo cada gominho que ele tinha. Ele pegou minha mão e a levou até seu membro aonde  me  conduzia nos movimentos de vai e vem conforme ele queria enquanto me beijava, senti seu membro ficar cada vez mais petrificado até chegar ao ponto de gozar em minhas mãos, ele finalizou o beijo dando uma leve mordida em meu lábio inferior e riu.

 Acabamos de tomar banho e fomo nos trocar, coloquei uma calça de couro preto com um corpete de tom médio e uma jaqueta com pequenos detalhes na gola. Seguei o cabelo rapidamente  e fiz uma maquiagem escurecendo um pouco os olhos e  dando um realce na boca, calcei sapato de salto preto e desci, ele já estava a minha espera do lado de fora encostado  em um carro , que diga-se de passagem é muito incrível.

- você ainda não disse aonde vamos. – Disse quando cheguei perto dele.

- fica tranquila, você vai gosta. – ele disse segurando em minha cintura, olhei meio desconfiada. – aproposito, você esta altamente fudizel nessa roupa. – ele disse mordendo os lábios, balancei a cabeça levemente e sorri de lado. 

Entramos no carro e ele deu partida, o ronco do motor era potente,  e o carro corria muito . Estava reconhecendo o trajeto que estávamos fazendo. Estávamos indo em direção  o galpão aonde os caminhões chegaram com as droga e junto deles um “problema” .

- o que viemos fazer no galpão? – disse quando paramos em frente o mesmo.

- vamos passar aqui antes de irmos. – ele disse e nós saímos e fomos em direção o galpão e entramos. La dentro todos os caminhões estavam  estacionados, ele foi abrindo cada um como se estivesse procurando algo, mas todos eles estavam aparentemente vazios.

- o que você esta fazendo? – disse quando o vi pegar um galão e  enche-lo com o combustível de um dos caminhões. Ele foi espalhando o combustível por todo o galpão  criando uma trilha para o lado de fora. O segui e paramos em frente ao mesmo.

- pega os isqueiros que estão no porta- luva do carro. – assenti e fui até lá, os peguei e voltei logo depois os entregando.  – agora acende! – ele disse me entregando um, acendi. – joga no começo dessa trilha de combustível. – olhei confusa para ele e joguei, ele fez o mesmo. O fogo começou a se alastrar ate se encontrarem. Vi as labaredas mais altas invadirem o galpão e logo depois consumi os caminhões, os mesmo explodiram fazendo com que acontecesse o mesmo com o galpão.

 Entramos no carro e rumamos para fora dali. Estávamos próximos da saída da cidade, mais um pouco e começamos a ouvi musica alta e avista uma pequena multidão. Paramos bem perto e saímos do carro. Logo veio alguns cara falar com o Justin e em seguida entramos no meio da multidão. Ele pegou minha mão e me conduziu até uma picape  na qual estava a caixa de som e perto dela estava os garotos , os cumprimentamos.

- eai Jay, preparado para correr? -  Ryan disse enquanto segurava um copo de bebida.

- é só arrumar um oponente. Já nasci pronto.

- WOW! Então é pra já irmãozinho. – Ryan disse e foi falar com um cara que estava em cima da picape.

- Eai minha galera. Quem está disposto a desafiar Justin Bieber em uma corrida? -  o cara de cima da picape disse  logo depois de abaixar a musica . Múrmuros correram e um silencio também. Até que um cara chegou perto de nós  junto com outros dois.

- eu te desafio! – ele disse com o peito estufado. Eu reconheceria aquele rosto em qualquer lugar, era o cara da boate.

- Jason! – Justin o encarou. – Vejo que ainda insiste em me desafiar.

- Gosto de brincar com o perigo. – ele disse irônico e Justin retribuiu com um sorriso sínico.

- então o desafio foi aceito. Vamos todos para a largada. – o homem de cima da picape gritou e o povo começou a vibrar.

Fomos todos para onde seria o ponto de partidas. Os dois carros já estavam posicionados  com os motores ligados.

- vocês já sabem as regras. Não a regras! Quem chegar primeiro aqui nesse mesmo ponto vence. – o carinha disse. Em respostas eles aceleraram os motores. Uma garota se posicionou no meio dos dois carros, tirou o sutiã e jogou no chão. No momento que ele tocou o chão os dois carros saíram em alta velocidade. A única coisa que dava para se ouvi era o barulho do motor até certo ponto.

- vejo que não desiste mesmo! – uma voz disse bem perto de meu ouvido, aquela voz era familiar. Olhei para ver quem era ,  e era Anastásia.

- Por que desistiria? – olhei sínica para ela.

- Ele meu. E você não pode mudar isso. Eu voltei para  assumir meu lugar, ao lado dele.

- Você faz parte do passado! Passado que não volta!

-  Mas eu voltei! – ela me encarou. – o passado sempre intervirá no futuro.

- você já morreu para ele.   

         - eu não teria tanta certeza… - ela riu de lado.

         - nessa historia eu  sou a “princesa” , e o final feliz se pertence a mim. -  a encarei.

         - mais um motivo para ele preferir eu a você! A vida não é um conto de fadas. Mas eu admiro muito você, é dura na queda. Pensei que o fogo te daria jeito, mas vejo que não funcionou.

         - como assim fogo? – olhei para ela confusa, ela sorriu. Nesse momento os dois carros chegaram. Justin chegou segundos antes de Jason. Mais que rapidamente ela correu para perto dos carros, assim como os outros.

          Aquela frase dita por ela  corria pela minha cabeça, como assim o fogo não me deu jeito?

         Quando sai do meu transe a vi pular  no pescoço dele e beija-lo no rosto, aquilo me inervou e eu fui andando em direção a eles. Sem pedir licença e o abracei  e o beijei, ele logo correspondeu e depositou sua mão sobre minha cintura. Demos um beijo longo e nos separamos em seguida.

         - parabéns, meu amor. – me atrevi dizer isso. O medo de reprovação da parte dele por  eu ter dito “meu amor” veio, mas isso logo passou quando o vi retribuir com um sorriso e um selinho demorado. Olhei para ela e sorri, um sorriso de “agora é minha vez e você não tem mais vez”.

         - eu quero uma revanche! – Jason disse chegando perto de nós.

         - você não cansa de perder para mim?- Justin disse com um sorriso nos lábios .

         - esta com medo de me dar uma revanche? Esta com medo do raio não cair duas vezes no mesmo lugar?- ele disse. Justin riu em sinal de deboche.

         - eu não recuso um desafio. É só dizer a hora e o lugar.

        - aqui mesmo, daqui à uma hora. – Justin  assentiu.  – valendo dinheiro.

         - prepare-se para perder tudo.

 

         Depois disso ficamos dançando junto com os outros, ela como sempre não perdia oportunidades de investir no Justin e eu  sempre deixava claro que quem estava ali era eu.  Esse passado não vai atrapalhar meu futuro.

          Uma hora já havia se passado e nós estávamos de volta ao ponto de partida.

         - pronto para perder tudo Bieber? – Jason rosnou para Justin.

         - eu que te pergunto. O cachorrinho esta preparado para sair daqui sem a coleira? -  Justin disse.

         - WOW! Estamos percebendo um clima de rivalidade entre os dois! – o cara que narrou à disputa anterior disse.  – agora vamos fazer diferentes. Para fechar com chave de ouro essa disputa vamos fazer o esquema de duplas. Cada um dos corredores  escolhe um(a) copiloto(a).

         - Eai Jay, eu e você como nos velhos tempos? – Anastásia disse  começando a se oferecer novamente. Essa garota não se manca não?!  Ele deu uma olhada para mim e confirmou.  Ela sorriu vitoriosa.

         - eu aceito. – Justin disse para o cara.

         - eai Jason vai chegar junto? – o cara disse. Jason confirmou, mostrando do lado uma morena de cabelos cacheados. – para isso ficar mais emocionante se tiver mais corredores a fim de entrar nessa disputa fique a vontade.

         - EU! – chaz disse lentando um plaque de notas. Outros dois se habilitaram totalizando cinco carros.

         - Podem casar o dinheirinho aqui. – ele estendeu a mão. – todos os pilotos colocaram um plaque na  mão do homem. -  quem vai ser sua dupla menor?  -  ele perguntou para Chaz.

         - EU! – respondi por  Chaz. Justin me olhou com um olhar de reprovação, retribui com um sorriso forçado.

         - então, todos preparados? – todos entraram em seus respectivos carros. – preparados…. – os motores foram ligados.  – VAI! 

          Todos saíram em alta velocidade, me segurei no banco com força , pois parecia que iria sair voando a qualquer memento, aquela era uma experiência muito emocionante.  A disputa entre Jason e Justin era visível, eles dois disputavam o primeiro lugar loucamente. Chaz acelerou mais até que conseguiu ultrapassar Jason, ficando entre ele e Justin.

         Chaz bloqueava o caminho de Jason para não alcançar Justin. Os carros estavam em uma velocidade absurda, vi pelo espelho retrovisor quando o carro de Jason veio a toda em direção a nós e nos tirou da pista. O carro começou  a andar desgovernado  pelo acostamento. Chaz tentava pisar no freio para fazer o carro parar, mas aquilo era quase impossível, pois estávamos em uma velocidade muito alta, um pavor foi me tomando, minhas pupilas foram se dilatando e meu coração acelerando. Só paramos quando colidimos com uma pedra. Vi quando a frente do carro foi toda amaçada.  Os erbegues foram acionados, o que aliviou um pouco o impacto.

         Minha cabeça doía muito, fiz força para a porta abrir, mas não conseguia. Depois de muito tentar consegui. Fui para o lado do motorista ajudar o Chaz a sair, pois ele estava preso em meio as ferragens.  Eu comecei a puxa-lo, fiz força e nada adiantava. Comecei  a sentir um cheiro de gasolina, um desespero começou a me tomar, eu não iria deixar um parceiro , amigo ali sozinho entregue a morte. Se for preciso  eu morrerei  junto com ele, mas não o deixarei na mão.  


Notas Finais


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