História Suicide love - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 1.792
Palavras 1.720
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 32 - Good times are coming


Ele começou a ficar agitado, o aparelho do coração não parava de apitar assim como ele não parava de resmungar clamando por ela. Parecia que estava em uma guerra interna contra si, uma guerra na qual o objetivo era abrir os olhos.

         - UM MEDICO, EU PRECISO DE UM MEDICO! – grite. Mais que rapidamente uma enfermeira entrou no quarto e veio até nós. Ela aplicou algo na veia que o vez ficar mais calmo, as batidas foram se normalizando até ficarem no ideal.

         - o que aconteceu com ele? – perguntei.

         - as dosagens do remédio foram diminuídas, ele está saindo do coma. Ele deve ter ficado agitado assim por conta de alguma lembrança que ele teve.

         - esse remédio que você injetou nele… o que vai acontecer?

         - é só um calmante, para ele relaxar. – assenti. – agora a senhora precisa realmente ir embora. Ele esta em coma, mas sente a nossa presença. Isso pode deixa-lo agitado.  - assenti e sai do quarto.

 

Uma semana depois…

 

Uma semana já havia se passado e ele já estava bem melhor, já havia saído do coma, estava falando normalmente, respirando sem ajuda de aparelhos, já caminhava, somente sentia algumas dores no local onde foi atingido, mas nada forte demais.  Fora isso  estava o mesmo Justin de sempre.

         - quantas vezes eu vou ter que repetir para vocês que “ EU JÁ ESTOU BEM” – ele disse pela milésima vez para nós.

         - para de ser chato Justin!  Deve ser por isso que o medico ainda não te mandou embora. Você esta sofrendo de Chatice crônica. – Candice disse se sentando ao lado de Ryan no sofá do quarto.

         - cala sua boca Candice! Eu ainda não esqueci o que você me fez, o que é seu ainda está guardado irmãzinha. – ele amarrou a cara para ela.

        - Ei, Ei ,Ei irmão . Pega leve ai! – Chaz disse indo para o lado de Candice.

         -Até você caiu na lábia dela Chaz? Francamente eu pensei que você fosse mais forte!- ele balançou a cabeça enquanto Candice mostrou o dedo do meio para ele fazendo todos rirem.

         Nesse momento o medico entrou no quarto fazendo  com que as conversas parassem.

         - quando eu vou poder sair daqui doutor? – Justin perguntou impaciente.

         - por que a presa? Não estão te tratando bem aqui no hospital?  - o medico disse analisando algo em sua prancheta.

         - Eu estou a mais de duas semanas sem sexo, o amiguinho aqui vai ficar enferrujado se continuar assim. – ele disse apontando para o meio de suas pernas. -  e as enfermeiras dessa ala não são…. Digamos.. atraentes. Se é que você me entende.  – o medico o encarou e riu.

         - as enfermeiras boazudas ficam na pediatria. – Ryan disse.

         - as crianças não precisam de enfermeiras boazudas, eu sim. – ele disse indignado fazendo com que todos caíssem na risada. Esse era o velho Justin voltando à ativa.

         - Hm! Deixa a Ly saber disso. Quando ela voltar vai te deixar sem sexo por causa disso. – Chaz disse rindo. Todos nós ficamos sérios e o encaramos. Ainda não havíamos contado para Justin o real paradeiro de Lilyan. Estávamos poupando de ter fortes emoções assim como medico havia recomendado. Ele nos encarou com uma expressão de quem queria saber a verdade. Graças ao céus o medico percebeu o clima.

         - Bom, eu acho que você já pode ter alta. Já que diz que se sente bem. Só terá uma lista de recomendações.  Uma delas é não fazer exercícios que exigem muito do seu corpo. – ele o encarou. – se é que você me entende. – Justin bufou irritado. – é só isso! – o médio destacou uma folha e me entregou. – aqui está a lista dos remédios e recomendações. – a peguei e agradeci a ele que em seguida saiu.

         - Vish maninho, pelo jeito você vai ficar é só na vontade. – Candice disse fazendo um gesto obsceno e rindo.

         - você poderia fazer isso por mim, né irmãzinha! – ele disse, ela em resposta mostrou o dedo do meio. – eu sei que você gosta. – ele disse rindo. Chaz o encarou serio.

         -Vou dizer para Lilyan faz o mesmo pra mim. – Chaz disse serio. Justin o encarou do mesmo modo.

         - Bom, vamos parar com a troca de elogios! – disse contando à conversa antes que fosse para o lado pessoal e acabasse em briga. – vamos, vamos Justin. Você tem que se trocar, temos que ir para casa.  - ele assentiu. Levantou-se com dificuldade da cama, o ajudei a segui ate o banheiro e o deixei lá para se trocar.

          Depois de alguns minutos ele saiu já trocado, fomos caminhando em direção à saída do hospital. Ele fez questão de ir andando até a porta de saída sem a ajuda de nenhum aparelho. Dei baixa no hospital,  paguei a conta e rumamos até o corro.

         Chegamos em  casa rápido , ele foi direto para seu quarto tomar outro banho, alegando que queria tirar todos os vestígios do hospital. Não demorou muito para  descer só de bermuda e boné.

         -Vestir uma camisa faz bem. – disse.

         -estou mais à-vontade assim. – ele se jogou no sofá e em seguida gemeu de dor, por causa do machucado que ainda tinha. – quando você pretende me contar a verdade? – ele me encarou.

         - não á nada para esconder Justin! – disse evitando olha-lo.

         - você mente muito mal senhora Pattie Malette.  – ele arqueou as sobrancelhas. – onde ela está? – ele me encarava fixamente sem desviar nem um segundo de mim.

         -Com os tios! Ela esta na casa dos tios em Nova York!

 Ele se levantou nervoso e começou a andar de um lado para o outro. Eu sabia que essa noticia causaria revolta.

         - e por que você não a buscou? – ele parou e me encarou serio.

         - como? Me explica! Ela ainda não tem dezoito anos. Ela esta sobre a tutela dos parentes, não a nada a fazer, eles estão com ela legalmente.

         - isso não importa vocês deveriam ter arrumado um jeito, uma pessoa, que fosse lá matasse todos, mas trouxe-se ela de volta.  Onde estar o Adam aquele projeto de bom samaritano? Ele não faz tudo por ela? Por que não a buscou? – ele disse irritado

         - ele está fora da cidade a mais de duas semanas, ele não esta aqui em Atlanta desde antes disso acontecer com vocês.

         - vocês deveriam ter feito algo então.  Que chegasse lá e a tomasse na força. – ele jogou um vaso de cristal no chão.

         - calma Justin, eu tenho tudo sobre controle.

         - eu espero que tenha mesmo. se não é vou busca-la pessoalmente. E você sabe muito bem o que vai acontecer.

         - não será necessário, preciso de três dias.

         - isso é muito. – ele começou andar de um lado para o outro.

         -três dias, só isso que eu te peço. 

         - Três dias, é tudo que você tem! – assenti.

         Pov. Lilyan

 

         Me levantei cedo, hoje seria o tal café das senhoras, o qual  a presidente de Julie estará, eu não estava nem um pouco afim de ir, mas como não tenho escolha a não ser ir, que assim seja.

         Tomei um banho demorado e sai enrolada na toalha, fui até o armário e pequei um vestido de manga cumprida, ele tinha  a manga de renda e meio soltinho na parte da saia. O vesti, ele tampava perfeitamente o ferimento no pulso, penteei os cabelos e fiz um coque meio bagunçado que ficou muito bom levando em consideração o animo que  o fiz.  Fiz uma maquiagem para esconder as olheiras e palidez, calcei um sapato de salto não muito alto e desci  ao encontro de Julie, a mesma já estava arruma com um conjunto rosa bebe, que mais parecia roupa de ir aos domingos na igreja. Caminhamos até o carro e seguimos até o tal clube de senhoras. Como eu daria tudo para está em Atlanta acordando exausta depois de uma noite inteira de sexo, de virar para o lado e encontrar um loiro com os cabelos desgrenhados no mesmo estado que eu.

         Paramos em frente ao que parecia ser uma casa de chá- uma daquelas que varias senhoras na quais seus maridos lhes ignoram dizendo que estão uma reunião de trabalho enquanto estão em um motel de luxo com suas amantes. Eu não poderia acreditar que isso estaria acontecendo comigo, que eu estaria prestes a entrar para esse grupo.

 Descemos do carro e caminhamos até o interior da casa aonde fomos para um jardim. Já havia uma mesa preparada e varias senhoras sentadas. Aquilo parecia ser um uniforme, todas vestiam o mesmo estilo de roupa, de tons claros, social, chapéu, cabelos presos em um coque alinhado sem que nenhum fio escapasse, típicas dondocas mal amadas.

          - Bom dia senhora, nos perdoe pelo atraso.  – Julie disse se sentando, fiz o mesmo.

         Elas começaram a falar de coisas chatas como se gabarem dos maridos, dos presentes que os mesmos dão , suas riquezas, seus filhos mauricinhos “pau mandado”- daquele tipo que não fode se a cama  e a mulher não estiverem esterilizadas para introduzirem seu pinto emplumado. Julie praticamente não falava nada, pois perto delas não tinha nada do que se gabar. Uma conversa sem nexo, vida, uma conversa vazia, robótica, eu não podia acreditar que estava entrando para essa vida. Larguei uma vida de perigo para entrar numa vida de senhora mal comida, isso não podia esta acontecendo. Ah Justin! Que falta você me faz.

          Vi de longe uma mulher se aproximar, as suas roupas não eram iguais a das outras, era despojada, ela não vestia saia, mas sim calça, em vez do coque alinhado e engomado seus cabelos eram soltos ao vento, o tom da sua roupa não era suave igual ao das outras, mas sim imponente e forte. Ela se sentou em uma das cadeiras,  Ela tirou os óculos escuros e pude ver melhor seu rosto, quase cai para trás, eu não podia esta acreditando, sim era ela, ela estava ali, bem na minha frente.

         - Pa-Pattie? – seu nome escapou pelos meus lábios entreabertos fazendo com que ela olhasse para mim. No momento em que nossos olhares se cruzaram pude ver perfeitamente os dele, ela me deu um leve sorriso, sorriso esse que também me lembrava o dele. Será que esse é a resposta do sinal que pedi a Deus? Será que ele está vivo e veio me buscar? 


Notas Finais


nao se esqueçam de comentar...:)
até o proximo cap


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