História Suicide love - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 1.958
Palavras 3.243
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - Make love


― está preparada? –  Paty perguntou mais uma vez.

   ―Pattie isso não está ajudando. Eu estou quase dando um ataque do coração, e não vai adiantar tudo isso se eu não estiver viva. – falei impaciente.

 Ela riu do meu jeito. Rodou a maçaneta  e em seguida abriu a porta dando-me passagem.

 –você não vai entrar? – perguntei apontando para o interior do apartamento, ela negou.

   ―acho melhor não. É melhor vocês estarem sozinhos. ― sorriu fraco. – bom, quero evitar ver cenas desagradáveis. –se despediu e saiu indo em direção o final do corredor.

 Entrei no apartamento meio receosa. Com a mala na mão fui caminhando em passos lentos enquanto corria  os olhos pelo ambiente,  avistei  uma porta aberta, a mesma dava para  uma varanda, larguei as malas no chão e fui até lá, mas não havia ninguém. Bufei de frustração e fiquei encarando a vista por alguns segundos. Quando ia da um passo em recuada senti uma pessoa atrás de mim, sua respiração leve,  corpo rígido e um perfume singular, virei rapidamente,  e vi que era ele.

   ― Meu amor! – as palavras saíram da minha boca e em um  ato involuntário o  abracei distribuindo vários beijos rápidos em seu rosto enquanto o mesmo sorria.

Eu precisava apalpa-lo, ver que aquilo era verdade, que não era mais um sonho, um delírio.

– Me diz que isso é verdade. Diz que eu não estou sonhando. ― eu dizia enquanto o beijava e o apartava em meus braços, o  ouvi gemer de dor colocando a mão aonde doía. – Me desculpe, me desculpe. – disse o largando e dando somente vários beijos. Ele sorriu e assentiu.

    ―foi você mesmo que disse que não seria um adeus permanente e sim um provisório. – ele sorriu passando os braços por minha cintura.

 O encarei rindo. Aquilo parecia um Dejvú, mas dessa vez era verdade, sim ele estava dizendo isso para mim, e não, eu não estava sonhando. 

 – Você me fez tanta falta. – acariciou meus cabelos. – você não sabe o quanto. – aproximou mais nossos lábios os selando em um beijo calmo.

Ele foi me conduzindo até uma das paredes da varanda aonde  me prensou  contra a mesma aprofundando o beijo. Passei os braços pelo seu pescoço fazendo com que não houvesse nenhum espaço entre nós.  Afastei-me da parede e fui empurrando-o para dentro da sala, afinal estávamos na varanda aonde todos do prédio ao lado podiam nos ver.

 Atravessamos a sala tropeçando nos moveis, mas sem parar o beijo. Ele foi me guiando pelos cômodos até chegarmos a uma porta na qual o mesmo abriu revelando uma suíte. A mesma era enorme. Nos afastamos e assim pude ver como era luxuosa, havia uma cama enorme,  sofá aveludados,  espelhos com molduras deslumbrante, a maior parte  do chão no quarto era coberto com um tapete felpudo.

 Perto de uma poltrona havia um  carrinho com um baldinho cheio de gelo e uma garrafa de champanhe, havia também chocolate, frutas como morango, uva, entre outros. Fiquei encarando aquele luxo meio que boquiaberta. Será que ele havia preparado aquilo tudo para mim? 

― Eu gosto de tudo com estilo! – disse abrindo a garrafa de champanhe e a colocando o liquido em duas taças. – gostou? – me entregou uma das taças.

―Se eu gostei? – analisei o meu redor. – eu amei.  Tudo  esta perfeita,  assim como tudo ao seu lado. –  riu me deu um beijo leve.

―Um brinde! – levantou a taça.

― E a que seria?

― Tudo. E especialmente a nós.  – ele sorriu e  eu fiz o mesmo.

 Nós dois levantamos a taça e brindamos, em seguida tomamos um gole.  Ele passou uma das mãos pela minha cintura enquanto com a outra colocava a taça no carrinho, pegou a taça da minha mão e fez o mesmo.

Nossos olhos se cruzaram por alguns instantes. Aquilo parecia um sonho, depois de tudo  que passamos estávamos ali  novamente, como se fosse um círculo, podendo caminhar de lados opostos  e no final chegar ao mesmo ponto, o ponto de encontro, quando o mundo para por nós,  enquanto nós aproveitamos  cada segundo juntos,  como tem que ser.

 Ele sorriu fraco e uniu nossos lábios em um beijo  intenso, nossas línguas em uma sintonia perfeita, como se dançassem no mesmo ritmo. Passei  os braços entorno do  seu pescoço aprofundando mais o beijo, enquanto ele  desceu as mãos para o laço do vestindo o desatando. Os gestos dele eram delicados, porem urgentes. Fui desabotoando  sua camisa sem parar o beijo, o ar já se fazia necessário, mas nem eu  e nem ele se importava com isso. Meu vestido caiu no chão assim  como a blusa dele. Fomos em direção à cama aonde caímos na mesma.

Quando nos separamos estávamos com a respiração ofegante. Ele se levantou e foi até o carrinho, de primeiro fiquei sem entender, mas quando eu  o vi pegando uma pedrinha de gelo e vindo até a mim, eu já havia capitado as suas intenções. Inclinando-me para que eu  me deitasse, ele subiu em cima de mim me prendendo entre suas pernas. Colocando o gelo na boca ele  começou a criar uma trilha na minha barriga. O gelo frio entrava em contado com a pele  quente e causava pequenos choques, os quais faziam meu corpo se arrepiar.

 Ele foi subindo até meus seios  ainda cobertos pelo sutiã e  subiu até minha boca aonde passou em  meus lábios fazendo com que eu arfasse. Suas mãos foram para o meu sutiã e  começou a abaixar as alças do mesmo ate tira-lo totalmente. Passando o gelo na parte desnuda dos meus seios fazendo com que ele se enrijecessem. Aquilo era uma sensação prazerosa e ao mesmo tempo torturante, eu o queria mais do que tudo, porem ele resolveu me torturar.

 Novamente ele recomeçou a trilha descendo pela minha barriga  deixando uma trilha molhada ate minha calcinha. O gelo já estava  praticamente derretido, para  minha alegria a tortura  já deveria esta acabando. Ele se posicionou entre minhas pernas  pegando uma delas e fazendo uma trilha de beijo e leves mordidas do interior da coxa ate meu tornozelo e seguida fazendo o mesmo com a outra. Aquilo estava fazendo minha excitação subir cada vez mais e meu corpo se arrepiar assim como aquecer. 

 Puxando-me pelas pernas para que nossos corpos ficassem colados, e assim pude senti o volume da sua excitação por cima da calça. Ele mordeu meu pescoço sugando em seguida, aquilo me fez gemer  e ele um sorriso fraco sair de seus lábios. Subiu até minha boca onde me deu um beijo ardente enquanto apoiava seu cotovelo na cama e enfiava suas mãos em meus cabelos, finalizou o beijo dando uma mordida em meu lábio inferior e foi descendo dando beijos rápidos até chegar em minha calcinha.  Ele a  pegou entre os dentes e começou a tira-la com a boca enquanto tinha os olhos fixos em mim.  Depositou um beijo em minha intimidade e abriu mais minhas pernas.

- Tão molhada por mim? -  riu torto

Ele começou a estimular meu clitóris  com a língua fazendo movimentos circulares e me ouvindo gemer. Logo depois começou a entocar com dois dedos fazendo movimentos rápidos,  eu  comecei a pedir para ele ir mais rápido, e ele me atendeu. Já estava sentindo as paredes da minha intimidade pulsarem e sabia que estava chegando ao ápice, ele intensificou ainda  mais os movimentos e deu uma leve mordida em meu clitóris. Aquilo  foi o que faltava para chegar ao ápice, soltei um gemido roco e senti meu liquido escorrer.  Ele  se afastou  e olhou para mim com  um sorriso  mordendo os lábios .

O prendi entre minhas pernas e lhe dei um beijo invertendo a posição. Agora seria a minha vez de torturar.  O joguei contra a cama, comecei dando leves beijos em seu peito e descendo pelo seu abdômen chegando ate sua calça. Abri, comecei a tira-la e ele me ajudou. Fui subindo minhas mãos por suas pernas até chegar a sua boxer onde vi sua excitação mais claramente,. Seu pau parecia implorar por mim,  o olhei com um sorriso sapeca, depositei um beijo em sua boxer e me levantei.  Ele me olhou confuso, fui até o mesmo carrinho e trouxe a uma tigela com morangos e a garrafa de champanhe já aberta. Sentei-me em seu membro e dei uma leve rebolada.

― Que a tortura comece, baby! – sorri de lado e ele me olhou meio desconfiado. 

 Pequei a garrafa de champanhe e derramei  o liquido em seu abdômen criando uma trilha até seu peito. Fui secando aquela trilha cuidadosamente com a boca  fazendo ele se arrepiar enquanto eu segurava seus braços contra cama para não me tocar. Quando cheguei ao pescoço dei uma mordida firme segurando a pele e a puxando fazendo com que ele soltasse um gemido roco, finalizei com um beijo de leve e pude ver o vermelhão que ficou. Sorri ao pensar que daqui a algumas horas aquilo estaria roxo e visível. 

Fui subindo os beijos ate seu rosto e parei no canto da boca, fazendo com que ele protestasse. Sorri fraco e peguei um dos morangos, coloquei na boca e mordi a metade, o mostrei a outra metade para ele lhe oferecendo, esse assentiu. Coloquei a  metade na boca e fui até ele sem deixar me tocar, esbarrei o mesmo em sua boca e ele tentou abocanha-lo, mas fui mais rápida e me afastei lhe lançando um  olhar de reprovação. Ele bufou e jogou a cabeça para trás.

Resolvi ser boazinha e lhe dei um leve beijo, mas  ele aproveitou que minhas mãos estavam em seu peito e grudou nossos corpos fazendo nossas intimidades roçarem, aquilo me fez soltar um gemido em seus lábios.  Com aquilo minha vontade de tortura-lo estava mínima, mas era necessária. O larguei do beijo e fui descendo meus beijos pelo abdômen até chegar a sua boxer tirando-a, peguei seu membro em minhas mãos e comecei  a massageá-lo fazendo movimentos lentos  em seguida os aumentando.

Seu membro estava ficando cada vez mais  rígido em minha mão, o abocanhei com vontade e comecei a estimula-lo, ele levou as mãos até meus cabelos conduzindo meus movimentos, senti as veias subirem e ele inchar. Intensifiquei mais os movimentos e tirei a boca antes que ele pudesse gozar, estimulei mais com as mãos e senti seu liquido escorrer.

Ele estava ofegante, me aproveitei disso e sentei em seu colo dando uma  rebolada.  Quando ia tortura-lo mais ele inverteu as posições se posicionando entre minhas pernas,  as pegou e colocou em seu ombro me penetrando logo em seguida. Uma dor me atingiu e eu gemi, eu sabia que isso poderia acontecer, afinal estava um bom tempo sem  sexo.

Ele me olhou e começou a fazer movimentos lentos e foi intensificando até começar com intocadas fortes e profundas me fazendo gemer alto. Encravei minhas unhas em suas costas e arranhei, entocou mais rápido e fundo fazendo com que as paredes de minha intimidade se comprimissem e eu soltasse um gemido alto e roco quando senti meu liquido escorrer e o dele me preencher.

Uniu nossos lábios em um beijo para acalmar a respiração, mas não estava adiantando, pois  eu continuava  ofegante, eu estava suada com os cabelos grudados na testa e ele não estava muito diferente. Mesmo estando exausta eu não podia para, algo dentro de mim ainda não estava satisfeito.

 A janela já refletia o céu escuro, mas eu não me importei. Inverti a posição ficando por cima, ele sorriu passando a mão por toda a extensão do meu corpo. Posicionei-me  em seu membro e comecei a fazer movimentos de vai e vem, ele apertou minha cintura conduzindo os movimentos  mais rápidos. Tirei a mão dele e as segurei para servir de apoio ao fazer o sobe e desce. Me  segurou minha cintura impedido que eu descesse e começou a dar entocadas fortes fazendo com que gritos abafados saíssem da minha boca.

Joguei a cabeça para trás e soltei um gemido roco enquanto apertava meus seios. Senti seu liquido me preencher, mas eu ainda não tinha chegado ao me ápice, então não deixei que ele parasse até que cheguei ao meu ápice e tive outro orgasmo. Parei ofegante e com as pernas meio tremulas, o olhei e o mesmo me lançou um sorriso de satisfação, ele gostava de me ver desse jeito e eu sabia disso. Senti ele me puxar para frente e unir nossos lábios, fazendo nossos copos ficarem grudados e sua mão passear pelo mesmo,  enquanto eu passava as mãos entre seus cabelos..

Não aguentei e me joguei na cama  ainda ofegantes, me deitei em seu peito e o encarei. Minha vontade era de cair no sono, mas resolvi me levantar e preparar um banho. Ele se inclinou  dano um beijo na testa, retribui com um selinho. Levantei-me e fui até o banheiro aonde coloquei a banheira para encher e coloquei também alguns sais de banho.

Encarei meu reflexo no grande espelho que havia no banheiro, e lá refletia uma pessoa bem diferente de dias atrás. Minha expressão havia mudado, não estava mais com os olhos perdidos, agora os mesmos tinham um verde intenso,  minha boca já não estava pálida, e sim vermelha. Como algumas horas com ele pode mudar dias em mim?

 A banheira já estava cheia, entrei na mesma e me imergi por completo subindo para superfície logo e seguida. Ele entrou na mesma e se sentou me pondo  entre suas pernas. Encostei minhas costas em seu peito enquanto acariciava suas pernas, ele pegou a esponja que tinha na lateral da banheira a enchendo de espuma.

― posso? ― perguntou. Assenti.

Afastei minhas costas de seu peito para que ele pudesse começar por lá, e assim fez, começou a esfregar minhas costa e passando para a parte da frente aonde começou a  esfregar minha barriga. Desceu até minha intimidade subindo logo em seguida, ele pegou um dos meus braços e esfregou quando  foi pegar o outro eu o escondi.  Largou a esponja e pegou meu braço passando a mão pelo mesmo até chegar ao pulso aonde viu o corte.

― foram eles que fizeram isso? – ele perguntou segurando meu braço. Neguei com a cabeça. – eu quero a verdade! – ele fez com que eu o olhasse. Neguei novamente. – então quem foi? –  me encarou e eu abaixei a cabeça. – Hein?! – ele levantou meu queixo lentamente.

―Eu. – disse em um sussurro.

― Por quê? – perguntou, abaixei a cabeça novamente. – Hein?! Diga-me!

― quando eu estava na casa dos meus tios eu pensei que você estivesse morto. – virei encostando―me  em seu peito novamente. -  aquilo me dava um desespero só de pensar. – estiquei as pernas debaixo d’agua.

 – os dias foram se passando e aquela dor só ia aumentando, eu não via mais razão para  continuar vivendo. Teve um dia que eu cheguei ao meu extremo, tinha decidido que iria me juntar a você, nem que eu mesma tivesse que me matar. – respirei fundo.

– então entrei numa banheira cheia d’ agua e com uma gilete fui cortando meu pulso, quando eu ia aprofundar o corte uma força me fez parar, a agua da banheira já estava vermelha. Então eu me imergi nela com a intenção de me afogar . - ele me ouvia em silencio.

– quando eu vi por cima das aguas seu reflexo e em seguida  você me puxava para cima me acolhendo em seus braços, você me levou para cama, trocou minha roupa, me deu comida, e no final  se sentou ao meu lado na cama. Quando te pedi para me tirar dali eu pude ouvi a voz da Vick tentando me reanimar. Aquilo tinha sido somente um sonho, e se Vick não tivesse chegado na hora eu teria morrido afogada ou perdendo sangue. 

         POV. JUSTIN

 

Ouvindo-a dizer aquelas coisas me vinham algumas memorias.

        

         Flashback on

 Me via em um lugar sombrio, parecia um daqueles cenários de filme de terro. Eu olhava para os lados tentando encontrar uma saída, mas não achava nenhuma.

De onde eu estava dava para ver uma garota, a mesma tinha  cabelos negros e longos ao vento caminhando sem rumo em direção a um lago. Comecei a grita-la para que parasse, mas não adiantava ela continuava a andar. Comecei a correr ao encontro da mesma, não podia deixar aquela garota se afogar, ela parecia esta em transe.

 Gritei mais uma vez , mas ela parecia não me escutar. Corri mais rápido ainda  quando ela estava prestes a cair dentro do lago eu a segurei  pelas mãos. Ela se virou para mim e pude reconhecer sua face, era Lilyan. Assustei-me ao ver seu estado,  ela estava pálida, expressão vazia, olhos perdidos, não parecia a minha Lilyan.

         Eu  a segurava firme, mas algo a puxava para as aguas, aquilo começou a me dar uma aflição, parecia que meus pés estavam chumbados, não conseguia me mexer.

         - Li-Li-Lian….. -  minha voz já não saia a mesma.

         - Li-Lilyan… -  consegui dizer com dificuldade enquanto me debatia tentando sair do lugar.

         Comecei a ouvi voz de uma mulher gritando chamando pelo médico, e de repente tudo ficou branco.

         Flashback off  

 

         ― Justin, Justin! – a voz dela me tirou do transe. – Está tudo bem? –  me encarou, assenti.

        ― você  nunca mais vai fazer isso, está me ouvindo ? – assentiu abaixando a cabeça e encolhendo os ombros. – eu estou aqui! – a puxei para perto de mim e a abracei depositando um beijo no topo de sua cabeça e ela se aninhou em meu peito.   – temos que voltar para Atlanta. –  assentiu.

                                                 ***

 Acabamos de tomar banho e saímos da banheira, vesti uma boxer e enquanto ela vestiu uma lingerie e minha blusa por cima. Pequei o celular e liguei para Ryan.

Alô? – ele atendeu com voz de sono.

 Ryan, preciso de um favor seu.

 Porra, Bieber, você viu que horas são?

não, e não interessa. Preciso de uma coisa urgente. – o ouvi bufar.

  diz ai o que você quer…

preciso de escolta quando chegar a Atlanta.

 quantos carros e homens?

  dez homens em   quatro carros. – ele concordou.  – e reforça a segurança da minha casa.

quantos homens?

  dobra o numero de seguranças. E lembre-se, todos de confiança.  -  ele concordou.

  Mas alguma coisa chefinho? –

    não, viado. Agora levanta dai e vai fazer o que eu pedi, estou saindo de Los Angeles dentro uma hora.  – desliguei o celular e o joguei no sofá.

        

                          ***

      ―ainda não está arrumada? – disse olhando para ela que ainda estava com minha camisa e deitada na cama. Ela negou com a cabeça. – Então se arrume. Vamos partir em uma hora. -  ela assentiu e se levantou.

         Fui até a mala de mão que tinha trago e peguei uma muda de roupa e a vesti. Dentro de dez minutos já estava pronto. fui até o banheiro aonde ela estava.

       ―está pronta?

      ― quase… - ela disse passando batom.  -  agora sim. – ela veio até mim.

Pegamos as malas e trancamos o apartamento, descemos de elevador, quando chegamos à portaria o carro já estava a nossa espera, entramos no mesmo.

    ―você já sabe para onde ir! – o motorista assentiu e “meteu o pé”.

Ela repousou a cabeça  sobre meu peito enquanto fazia linhas imaginarias no mesmo. Não demorou muito para chegarmos onde o Jatinho estava preparado. Saímos do carro e o motorista tirou as malas do mesmo levando até o Jatinho.

― É serio que você tem um desses só para você? – ela perguntou incrédula e deslumbrada.

― Futuramente vários. Eu sou Justin Bieber, baby! – disse e ela sorriu. Peguei em sua mão e fomos em direção ao mesmo, no qual a ajudei a subir. 


Notas Finais


capitulo alterado
nivel de alteração: baixa


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