História Suicide love - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 3.127
Palavras 2.854
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Wish


Fanfic / Fanfiction Suicide love - Capítulo 4 - Wish

 Pov. Justin

  

      ― o que você disse?

       Foi isso mesmo que você entendeu, Bieber! Ryan falou do outro lado da linha.

         ― e você, seu filho da puta, me diz isso com a maior naturalidade? Você tem noção do prejuízo que nos levamos? São quase  sete milhões de dólares em cocaína. Eu deveria fazer  você pagar, da o cú pra pagar.

         ―ei, Bieber! Relaxa, Chaz e eu temos tudo sobre controle. Vamos recuperar essas droga.

            ―Aquele bando de droga já deve ter cheirado aquilo tudo, imbecil!

        Que seja! Vou dar uma lição nesses perrapados para mostrar quem manda.

        ―Acho bom! ―desliguei o celular e o joguei em cima da mesa.

        Aquilo só podia ser obra  de algum Perro, eles estão tentando acabar comigo já não é de hoje. Mas eles terão o que merecem.

        Subi ate meu quarto, tomei um banho, vesti uma roupa, pequei as chaves do carro e sai contando pneu. Quando ja estava  na rua o celular tocou. O atendi.

      Diz ai, maranhão.

        ― o que você manda, Chris?

        Nossa festinha ainda esta de pé?

        ― É logico, sabe muito bem que não dou para trás quando o assunto é mulher.

        é isso aí. Vamos foder com tudo e com todas. falou com empolgação. Ri.

         Não demorou muito e eu encostei em frente a Laser Light. O barulho ensurdecedor da musica já podia ser ouvido dali. Entrei e logo de cara alguns parceiros vieram me cumprimentar, aquela festa eh exclusividade do The Bizzle. Subi ate o camarote e de lá dava para ter a plena visão da pista por completo. Peguei um copo com vodka e dei um gole.

                      ***

         Cerca de duas, três ou sei lá quantas  horas já tinha se passado. Já tinha perdido a conta de quantas mulheres já tinha pegado, de bebida que já tinha bebido então nem se fala. Debrucei na grade do camarote e corri o olho pela pista, mas o que me chamou mais a atenção foi o que vi no bar,  lá havia uma garota puta de gostosa, Como eu  não a vi antes?

       Ela estava  conversando com um cara que aparentava ser o Adam. Chamei o garçom que estava no camarote e pedi para que o mesmo chamasse a garota para mim. E assim ele fez, vi quando ele falou com ela e apontou para o camarote. A mesma pareceu relutar, mas logo uma garota foi e falou algo com ela e a mesma decidiu ceder.

       Dentro de poucos minutos já estávamos a sós e puta merda de perto ela era mais gostosa ainda.

       ―Bebe! ― estendi um copo de vodka.

        ―não bebo.

         ―Isso não foi um pedido e sim uma ordem. Bebe!

         ― já disse que não bebo.

         Mas que vadia insolente.

          ― Escuta! Aqui quem manda sou eu e você só obedece. ― disse fortemente me aproximando dela.

        A encarei fixamente nos olhos, os mesmos não me eram  estranhos, tentei lembrar da onde tinha os visto e me lembrei, ela eh a garota da festa, a vadiazinha petulante  que teve a audácia de dar um tapa dentro da minha cara. Mas olha como o destino eh sacana e a entregou em minhas mãos.

            ―ora, ora, ora. Se não é a vadiazinha da festa. ― ela franziu o cenho. ―Tsc Tsc. Você fez muito mal em ter me recusado. ― me aproximei ― agora  você vai ver quem manda.

     Passei a mão pelo seu pescoço e enfinquei os dedos em seus cabelos colando nossos corpos. Comecei a distribuir vários beijos seguidos de mordidas. Desci a outra mão ate sua coxa e a apertei com força. A encostei na grade do camarote e apertei seus glúteos com força a ouvi gemer.

       Mesmo com tudo isso a vadia  ficava imóvel, não correspondia meus atos e aquilo me irritou.

      ― qual foi da sua? ― a soltei e a olhei. - se eu quisesse dar uns amassos em uma boneca  eu iria a  um sex shop  e comprava uma de plástico. Você não acha?

       ― Se você soubesse a vontade que eu estou de ficar aqui, você não falava nada. ―respondeu com desdém.

      Ri pelo nariz. Ela só pode estar querendo me desafiar.

       ―Uma coisa que você não deve saber. ― me aproximei. ― Aqui quem fala mais alto é o dinheiro. Eu estou pagando, então eu vou comer você.  

       ―você se acha o fodão, mas precisa pagar uma mulher para foder com você.

         Respirei fundo.

       ―Qual é o numero do seu quarto? ― perguntei.

        ― o que?

        ― Vadias burra.  Eu estou perguntando o numero do seu quarto. ―gritei.

        ―oito. ― respondeu entre os dentes

         ―me espere lá. ― ordenei.

    

          Pov. Lilyan

     Sai daquela merda de camarote batendo o pé e cuspindo fogo. Entrei em meu quarto e fiquei esperando. Sinceramente, essa situação é ridícula. Não demorou e o filho da puta chegou com aquela marra de bad boy  e parou na minha frente.

      ― levanta! ―ordenou. Me levantei e o encarei. ―eu quero ver você dançando para mim. ― olhou para o canto do quarto na qual tinha o maldito cano do poli dance.

        ― Você esta louco. ― debochei. ― eu não sei e nem vou dançar.

        ― Não sabe? Aprende. ―foi ríspido. ― Agora faz o que eu mandei.

      Bufei e fui ate o maldito cano. Ele se sentou no sofá que havia em frente. Fui ate o som que havia e dei play, eu esperava que tocasse uma musica bem brochante. Mas ao invés disso começou a tocar Partition - Beyoncé.

            A musica começou a tocar. Caminhei ate o cano, respirei fundo e comecei a fazer tudo que Camila havia me ensinado. Segurei no cano e comecei a dançar como se ele fosse uma pessoa, com direito a se esfregar e tudo mais. Eu já tinha assistido o clipe dessa musica algumas vezes, então decidi imitar os passos da QueenB.  Rodei, subi  e desci, me esfreguei,  joguei cabelo para um lado e para o outro, enfim eu fiz a porra toda. Ele me olhava com segundas, terceiras e se bobear ate quartas intensões. Mordendo os lábios ele me comia  com os olhos.

      Virei de costas e comecei a abrir o vestido ate o mesmo cair aos meus pés. Voltei a dançar, me virei de frente para ele  e desci rebolando. Eu estava me sentindo uma vadia fazendo isso. Virei  de costas novamente e desabotoei o sutiã o tirando lentamente e o joguei para o ar. Antes que pudesse virar senti duas mãos apertarem minha cintura  e um corpo entrar em contato com o meu.

            Virei e ficamos cara a cara, seu peito desnudo e quente  em contato com meus seios descobertos. Meus olhos piscavam freneticamente  evitando encara-lo, mas era quase que impossível. Seus lábios tomaram meu pescoço distribuindo beijos e mordidas. Me arrepiei quando minha pele entrou em contato com o metal do cano e soltei um gemido quando ele apertou meus seios.

      Suas mãos desceram ate minhas pernas e as  suspenderam fazendo com que ela enroscada em seu quadril. Ele foi andando ate a cama e me jogou na mesma, subiu em cima e me prendeu entre suas pernas. Tirou a camisa e voltou a beijar meu corpo criando uma trilha do pescoço ate a barriga.

 

       Se livrou da  calça ficando somente de boxer, o volume na mesma era enorme. Começou a descer minha calcinha ate tira-la  completamente, sorriu safado olhando para minha intimidade descoberta. Ele mordeu minha coxa me fazendo soltar um gemido de dor. Subiu ate minha intimidade,  a beijou e passou a língua pela mesma, com o polegar começou a estimular meu clitóris com movimentos circulares, e a lamber minha entrada.

      Cada vez mais fortes e rápidas eram as suas caricias, aquilo estava me fazendo gemer e  contorcer. O estranho é que quanto mais ele fazia, mais eu queria e uma sensação boa me invadia. As caricias foram tão boas e intensar que soltei um grito quando senti escorrer meu liquido pela minha intimidade.

 

 Ele se afastou e me encarou sorrindo safado. Suas mãos foram ate minha cintura me puxando, roçou nossas intimidades e eu pude sentir o volume mais claramente, era enorme. Em um movimento rápido ele tirou a boxer libertando seu membro, o negocio era enorme. Como  aquilo tudo ia entrar dentro de mim?

      Ele começou a me penetrar lentamente, fechei os olhos e soltei um grito abafado quando a dor  me atingiu.

      ― você é- virgem?

     ― sim.

     ― melhor ainda.

     Ele sorriu e tirou seu membro. Pensei que ele fosse esquece essa ideia de foder comigo, pois ficou com pena de mim, uma pobre virgem. Mas não, ele me penetrou por completo e com força. Meu grito foi tão alto que aposto que alguém lá em baixo ouviu.

      ―você é apertada. ―gemeu. ― gosto assim.

         Ele começou a se movimentar dentro de mim fazendo um vai e vem lento e logo em seguida aumentando-o. A dor se transformou em prazer, as entocadas dele eram boas, muito boas. Suas mãos passeavam pelo meu corpo o apertando, seus lábios distribuíam beijos e mordidas, já as minhas estavam em seus cabelos os puxando, comecei a beija-lo no pescoço  e morder para aliviar a dor.

      Meu corpo estava esquentando e eu estava sentindo aquela sensação boa vindo novamente, ele deu uma entocada forte e ela veio. Senti meu liquido escorrer e  um jato dele me encher. Em um movimento rápido ele inverto a posição me colocando por cima

     ―agora você já sabe como fazer. ― assenti.

      Sentei em seu membro lentamente e rebolei, apalpei minhas mãos em seu peito e comecei a fazer o movimento de vai e vem.  Suas mãos passeavam pelo meu corpo o apertando e parou em minha cintura, ele a segurou  e começou a me ajudar em um sobe e desce. Comecei a fazer os movimentos sozinha, e  cada vez aumentando mais. Ele umedeceu os dedos e começou a estimular meus clitóris, aquilo estava me levando a loucura em níveis alarmantes.

        Joguei a cabeça para trás e senti seu jato me encher e logo em seguida meu liquido escorrer. Eu estava ofegante e cansada, meus cabelos estavam grudados na testa.

        ―para uma virgem você foi muito bem. ―sorriu safado.

 

                   ***

 

         No dia seguinte acordei agarrada com um travesseiro, analisei o quarto ainda deitada e logo depois me sentei na cama. Em frente a mesma dei de cara com Justin sentado, provavelmente estava calçando os sapatos. Não demorou muito para o mesmo se levantar e me encarar.

        ―toma! ― me jogou alguma coisa.

        ― o que é isso?

       ―é para você beber.

        O olhei desconfiada.

        ―eu não vou beber nada. O que me diz que isso não é alguma droga. ―arqueei as sobrancelha.

      Analisei os dois comprimidos.

        ― isso não é droga, e sim remédio. ― revirou os olhos e respondeu.

         ― pra que remédio? Eu não estou doente.

          ― eu não sei se você é burra ou inocente. ―falou. - você olhou o nome do remédio?

         Olhei para a cartela, mas não adiantou nada, não o reconheci. O encarei e neguei.

        ― Meu Deus, eu não acredito que essa hora da manha eu vou  ter que dar uma aula de orientação sexual para uma vadia. ― falou.

          ― seu idiota, eu tive aulas de orientação sexual na escola. Eu frequentava as palestras. ―respondi.

        ― então como você não reconheceu essa droga de pílula do dia seguinte? ― me encarou.

      ― eu lá vou saber que você anda com pílula do dia seguinte no bolso?

       ―mas eu não ando. Eu pedi essa porra aqui na boate. Agora toma essa merda.

       Levantei-me da cama e peguei um copo com agua e tomei uma das pílulas.

       ― vê se não esquece de tomar a outra. Eu não estou a fim de ser pai.                    

         ― e nem eu mãe de um filho seu. ―sorri amarelo.

         Ele colocou o dinheiro  em cima da cama e se foi.

 

                    ***

      Depois daquilo tomei um banho e desci para tomar café. Lá encontrei as outras garotas, mas só troquei palavras com Camila ―afinal ela era a única que eu tinha intimidade. ―depois do café fomos para a área da piscina.

          ―eai, como foi sua primeira noite ?

        Sentamo-nos a beira da piscina.

        ―apesar da dor, foi boa. ―me encarou. ―tá, foi muito boa. ―ri.

      ―e com quem foi?

      ―Justin Drew. ―ela me encarou. ― Justin Bieber. ―corrigi.

       ―então isso explica o desaparecimento dele a noite toda. ― riu.

      ―ele  disse que para uma virgem eu fui muito bem.

      Sorri ao lembrar dele falando isso para mim.

       ― hm, ficou encantadinha  pelo Bieber?

        ― não, claro que não. ― tentei ser o mais convincente possível.

       Na verdade eu não sabia o que estava sentindo, mas paixão e amor não eram. Ele foi só um carinha que tirou minha virgindade ― muito bem por sinal. ―e o que eu deveria esta sentindo é só atração.

      ― você o beijou. ―neguei. ―menos mal. ― suspirou aliviada.

       ―você poderia me explicar essa parada da proibição do beijo na boca?

       ― Isso é para evitar  o risco de você se apaixonar por algum cliente.

       ―como se isso fosse possível. ― ri pelo nariz.

       ― um beijo pode alterar tudo. Muitas garotas se apaixonam por clientes, sabia? ― neguei. ―e sempre sofrem com isso. E esta bem obvio o porque. ― sorriu sem animo. ― a maioria dos homens que frequentam aqui são casado e não vão largar suas famílias para ficarem com uma garota de programa.

       ―mas isso não acontece com todos. Não podemos generalizar. ―falei.

      ― vai me dizer que você acha que um homem culto e milionário vai cair na sua mão igual no filme uma linda mulher. ― me encarou. ―aqui não é Hollywood e nem somos Julia Roberts

       ―Mas me diz, isso já aconteceu com você?

     ― sim.

      ―casado?

       ―não.

       ―vai me contar quem é?

       ―não.

      ―nossa, valeu pela falta de confiança. Eu contei sobre minha noite com o Bieber e você nem para falar o nome. ― fiz drama.

       ― vamos tomar um banho de piscina? ― mudou de assunto.

       Vi que pelo visto ela não cederia e nem falaria nada, então resolvi aceitar o convite e dar um mergulho.

                     ***

  

       A noite já havia caído e estava na hora de se preparar para outra noite. Chegava a  dar um frio na espinha só de pensar quem viria essa noite, eu poderia não ter a mesma sorte de ontem ― sim, eu considero um tipo de sorte o Drew. Afinal ele eh bonito e jovem. ― o arrepio aumentou ao pensar que eu poderia ter que atender um velho escroto. Ui!

           Arrumei-me toda, coloquei um dos vestidos que estava no armário, fiz uma maquiagem legal, coloquei salto, enfim, me montei.

        Estava caminhando em direção a porta quando Camila entra em disparado.

        ― hoje você não vai atender na boate. ―falou.

        ―como assim? O que eu fiz? ― perguntei assustada e sem entender nada.

         ―um cliente te chamou na casa dele.

           ―como assim? Quem é esse tal cliente?

        ― eu não sei, Victor não disse. ―respondeu. ―agora vamos, o motorista já esta a sua espera, ele te levara.

         Como não tinha opção a não ser obedecer eu a segui. Do lado de fora da boate já tinha um carro e um dos seguranças como motorista, entrei no mesmo e o segurança deu partida.

            O trajeto foi silencioso, a curiosidade me corroía por dentro então decidi perguntar.

      ― para onde esta me levando? ― perguntei, mas não obtive resposta alguma.

        Poucos minutos depois paramos em frente a uma propriedade, olhei pelo vidro e a reconheci. Era a casa do Justin. A nossa entrada foi liberada rapidamente e o motorista parou bem perto da escadaria da porta principal e mandou que eu descesse, assim fiz. Subi as escadas e bati na porta, não demorou muito e uma empregada a abriu.

       ― o senhor Justin Drew Bieber me chamou. ― falei.

       Usar o pronome de tratamento senhor para se referir a ele era engraçado, mas não é por que estou na condição de uma prostituta que não vou ter educação.

        ― entre. ―me deu passagem e eu entrei. ―ele esta te esperando lá em cima.

        ― poderia me mostrar aonde é?

       ― subindo a escada é a primeira porta a esquerda. ― assenti

        Subi a escada e virei a esquerda, como a empregada havia dito. Dei de cara com uma porta, a mesma estava entreaberta, bati, mas não obtive resposta então decidi entrar. O quarto era imenso e com pouca iluminação, corri o olho e não o achei. De dentro de uma porta vinha uma luz mais forte, deduzi que ele poderia esta ali. Andei ate o mesmo, lá era um banheiro, também imenso.

        Vi uma banheira e dentro dela uma pessoa, ele. Comecei a me aproximar ate que parei em sua frente, do lado de fora da banheira.

            ― sentiu saudades? ―perguntou rindo de lado.

         ― Não, e você sentiu a minha? Pelo visto sim, ate me chamou aqui.

       Ele balançou a cabeça e riu debochado.

         ―tira a roupa. ―falou.

         ― não vai querer que eu dance  primeiro? ― brinquei.

         ―não, tenho outros planos para hoje. ― mordeu os lábios.

 


Notas Finais


Capitulo alterado
nivel de alteração: Alto


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