História Suicide love - Capítulo 45


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 1.803
Palavras 2.248
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 45 - In my head I know Im wrong


- Agora não Pattie, ontem a noite foi longa e pelo visto a ressaca vai ser maior ainda. – passei as mãos pelo rosto. Ela me encarou séria, virou para o lado  e pegou um copo com agua e o jogou em mim. – Porra Pattie. – eu a encarei. – o que deu em você?

         - Eu te pergunto a mesma coisa Justin Drew Bieber. – ela cruzou os braços me encarando. – o que deu na sua cabeça de expulsa-la dessa casa?

         - A casa é minha, e só fica aqui quem eu quero. E se for para falar sobre ela, não perca seu tempo. – me levantei indo em direção o escritório.

         - Volta aqui, pois eu ainda não terminei. – ela disse firme, recuei e me sentei no sofá encarando-a. – você tem noção da burrada que você fez? Onde você está com a cabeça?- ela disse firme-  Deixar uma garota grávida de um filho seu ir embora.

         - Eu não a obriguei a nada. Ela foi por que ela quis.

         - foi por que ela quis ou por que você deu motivo? – ela me encarou. – você a traiu Justin, o que você esperava? Que ela viesse e te perdoasse numa boa?

         - É claro, se eu a perdoei quando ela me roubou porque ela não pode perdoar o meu deslize? – a encarei.

         - você é inacreditável. – ela riu fraco. – você quer comparar aqueles  míseros  doze milhões, que para você não é nada, com uma traição? – ela me encarou. – traição não tem preço.

         - Mas eu disse para ela que foi só um deslize, que foi um momento de fraqueza, que aquilo não significou nada para mim. – me defendi.

         - não significou para você, mas para ela sim. – ela me olhou seria, confesso que nunca a vi tão alterada como agora. – ela disse que te amava, ela confiou em você, ela se entregou para você e olha o que você fez. Você ainda quer que ela te perdoe?

         - Mas…

         - não tem “mas” Justin. – me calei. – você é um inconsequente, e seus atos afetam a vida de muitas pessoas. Você não mede as consequências que seus atos podem trazer para você e as pessoas que estão ao seu redor.  A sua inconsequência também me afetou Justin. – a encarei confuso. – quando eu a trouxe de volta a Atlanta, de volta para você. - ela apontou para mim. – eu tive que mentir para os tios dela, dizendo que ela seria minha secretaria e me acompanharia para todos os lugares. – ela me encarou. – e agora como eu vou explicar o sumiço dela?

         - O que eu vou dizer para os tios dela? – ela continuou. – eu coloquei o meu nome, o nome da empresa, e se isso tornar publico todos nós estamos fritos Justin. Incluindo você. –ela apontou para mim. – Se alguma coisa acontecer com ela ou com aquela criança você vai se arrepender pelo resto da sua vida. Você vai carregar essa culpa para sempre.

         - então o que você quer que eu faça? Se você diz que ela não me perdoara.

         - o que eu espero que você faça? – ela riu fraco. – que você vá atrás dela, não é óbvio?- ela me encarou.

         - Eu não vou atrás dela. Se ela disse que se arrependeu em ter me conhecido, a melhor coisa que ela faz é ficar longe de mim.

         - Justin. – ela chamou minha atenção para que eu a olhasse. – deixa esse seu orgulho mesquinho de lado. – ela me encarou. – ele está afastando todas as pessoas que  gostam de você. Você a afastou, afastou seus amigos, pois eles estão reprovando suas atitudes e o contrario de você, eles estão a procura dela, e infelizmente  tenho que dizer que ele esta me afastando  de você também. – ela disse mais calma. –  Justin, eu sempre te apoiei em todas as suas escolhas, até essa que te levou para sua atual vida, mas esse sua decisão eu reprovo totalmente.

         - o que adiantou você ter feito tudo o que você fez por ela? Ter enfrentado fogo, ter quase morrido, se arriscado, sofrido. Você vai jogar todo esse sacrifício fora?  Vai jogar a chance de você ser feliz por causa do seu orgulho? – ela completou.  – Me dói ver que tudo que eu te ensinei, todos os valores que eu te passei não estão servindo para nada. Eu estou muito decepcionada com você Justin. – ela pegou sua bolsa que estava em cima do sofá e caminhou até a porta. – Lembre-se de uma coisa. – ela disse quando estava na porta. – Nunca é tarde para se arrepender. –ela bateu a porta e se foi.

 

         “ Eu estou  muito decepcionada com você Justin”

 

                  Confesso que nunca esperei que essa frase saísse da boca dela, por mais que eu errasse, ela nunca me disse isso, ela se calava, mas essa frase não saia. Será que eu errei tanto que mereci essa frase? Será que meu vacilo foi tanto assim?

 

         Flashback on

         Estava somente ela e eu na sala, as lagrimas escorriam pelo rosto dela enquanto a mesma me encarava. Levantei-me e fui até o bar pegar uma dose de whisky e dei um gole no mesmo.

         - por favor, não me mande de volta para lá.- ela me encarou

         - mas não era você  mesma que queria voltar para lá?- me aproximei dela, ela abaixou a cabeça.

         - por favor. – ela disse em um sussurro. Levantei seu rosto.

         - eu já disse! Você é minha e o que é meu ninguém toca. – a encarei acariciando de leve seu rosto. Virei-me para ir embora, mas senti ela me segura e puxar para si e unir nossos lábios em um beijo ardente.

         Flashback off

 

         Flashback on

         - não sabia que você dançava Ballet. – desliguei a musica.

         - posso te pedir uma coisa. - ela fez com que eu a olhasse. – não me deixe criar falsas expectativas. – a olhei confuso. - Eu te amo, mas eu  estou ciente que isso é  um erro, pois eu  sei que não  significo nada para você, mas mesmo assim eu te peço, não me deixa criar falsas ilusões, coisas que eu sei que não vão existir  e  vão me machucar ,só não me deixa sofrer mais do que eu já sofri e sofro. – a encarei sem esboçar nenhuma reação, ela me olhava meio frustrada pela minha reação. Mas o que dizer quando se ouve uma coisa dessas?  Aproximei-me dela e uni nossos lábios em um beijo.

         […]

         - como eu queria que você não significasse nada para mim. - disse acariciando seu  rosto com os olhos fixos nos dela.

         Eu não sabia o porquê tinha feito aquilo, só sabia que era necessário.

         Flashback off

 

         Passei as mãos pelo rosto para espantar aquelas lembranças da minha cabeça. Por mais que eu sei que estou errado, eu não vou mudar o que eu já disse, não vou voltar atrás. Levantei-me e caminhei pela sala, pequei o celular e disquei o número do Ryan, mas depois lembrei que ele não está falando muito comigo depois da briga que tivemos há uma semana. Joguei o celular sofá, corri os olhos pela sala e parei na mesa, aonde tinha uma caixa que parecia ser um presente, Pattie havia esquecido aqui.

         Caminhei até onde a mesma estava, a caixa era branca com um laço vermelho e continha um cartão em cima, peguei o mesmo e li, estava escrito “De: Pattie Para: Lilyan”.  Joguei o cartão na mesa e peguei a caixa, desatei o laço tirando a tampa em seguida. No interior da caixa estava coberto por um papel da mesma cor que a fita, tirei o mesmo e no meio dele havia duas caixinhas, uma de veludo azul que parecia ser de joia e uma comum.

         Peguei primeiro a caixinha azul de veludo, abri e tinha uma espécie de pingente, o mesmo era na forma de um bebê, ele era de ouro com algumas pedrinhas de brilhante. Guardei o pingente dentro da caixa novamente e coloquei a mesma na mesa. Peguei a outra caixa e abri, dentro dela estava havia um par de sapatinhos de bebê, eles eram brancos  de tricô com um detalhe dourado, aqueles sapatinhos me eram muito familiar, eu já  havia visto em algum lugar só não me lembrava aonde. Os tirei da caixa, em baixo dos mesmos havia uma espécie de bilhete, o peguei e comecei a ler.

 

         “  Querida Lilyan, esses sapatinhos são simbólicos, eles estão na minha família a gerações, a minha avó deu para minha mãe, minha mãe deu para mim e agora eu estou  dando para você. Acho que já deu para entender qual é a tradição, eles são passados de pais para filhos, e como você vai me dar um netinho, eles ficarão sobre os seus cuidados até que seus filhos tenham filhos e assim sucessivamente.

         Não poderia deixar de agradecer a alegria imensa que você está me proporcionando, eu ainda não estou conseguindo acreditar que o Justin vai me dar um neto,  e mais ainda por ele está com a mãe do meu neto. Agradeço-te imensamente por ter feito do meu Justin uma pessoa melhor, posso ver isso do jeito que ele  está tratando você ultimamente, de uma forma protetora, cuidadosa. Espero que vocês sejam muito felizes nessa nova etapa da vida de vocês.

         E como eu sei que você está com medo de contar para ele sobre a gravidez, aproveite esse momento, aproveita que estamos em clima de festa e conte. Creio que ele gostara da noticia, principalmente vinda de você.

                                                                                                       Feliz aniversário. “

 

         Peguei os sapatinhos e encarei, agora  me lembro perfeitamente dessa tradição, minha mãe sempre me falava sobre ela, mas eu nunca levava fé, afinal eu nunca imaginaria que seria pai e ainda por cima ficaria com a mãe do meu filho. É engraçado, em pensar que nesses últimos meses eu esperava que ela completasse dezoito anos para ter um pouco mais de paz, pois tudo seria mais fácil. E agora que ela completou estamos distantes. Eu sabia que uma hora isso iria acontecer, quando Victor a deixasse em paz e ela já estivesse à maioridade ela iria embora, eu não teria mais motivos para prendê-la a mim, ela iria seguir seu caminho, seguir sua vida, mas eu nunca poderia imaginar que seria dessa forma.

 

         Flashback on

 

                  - Por quanto tempo ficaremos aqui? – ela disse se levantando do tapete da sala. Já estávamos há quase uma semana na casa do lago. A puxei para que ela se sentasse em meu colo.

         - Até a poeira abaixar ou você completar dezoito anos. – disse dando um beijo rápido nela. Ela assentiu. – por quê? Não está gostando daqui?

         - Não, quer dizer sim. – ela me olhou. – aqui é um bom lugar, é calmo, sem ninguém para nos atrapalhar. – ela me deu um beijo rápido. – sem explosões, sem assaltos, tiros, mortes, Victor. – ela disse animada. – só eu e você.

         Ela dizia de uma forma sonhadora como se aqui fosse o paraíso, um paraíso onde ela tinha somente a mim. Era impossível não olhar para ela e não se impressionar, ela tinha o corpo perfeito com curvas que faziam qualquer homem se perder, além de ser melhor que muita veterana na cama, levando em consideração que só tinha somente alguns meses de prática, ela tinha os olhos de uma mulher com os brilhos de uma criança e tinha o sorriso mais puro como de uma criança. Ela era o modelo mais claro de menina moça mulher.

         Flashback off

 

         O que adiantou eu a proteger de tudo e de todos se no final quem a machucou foi eu, quem a entregou para tudo e todos foi eu. Eu a cerquei em um mundo na qual ela só tivesse a mim  para protege-la e no final eu a escorracei desse mundo deixando-a entregue a própria sorte. Olhei para  pulseira dela- a que eu havia dado como símbolo dos Bizzle por ela ser uma de nós, eu a levava no meu pulso.

         “agora você é uma de nós”

 

         Aquela frase veio em minha mente a invadindo e trazendo a tona a lembrança dessa cena. Ela é uma de nós, e um dos preceitos dos Bizzle é sempre ajudar o outro, desde que ele seja fiel a você. É como se as escamas caíssem dos meus olhos e revelasse o tamanho da burrada que eu havia cometido, não só por que eu a traí ou duvidei de sua fidelidade, mas sim pelo juramento que eu a fiz de sempre protege-la e o juramento dos Bizzle de sempre ajudar um de nós quando o mesmo for fiel a você.

         “nunca é tarde para se arrepender Justin”

 

        Por mais que eu não volte atrás eu não posso faltar com minha palavra, eu a prometi que cuidaria e  a protegeria, e é isso que eu  vou fazer,  é um por todos e todos por um. Peço a Deus que não seja tarde demais.

         Subi rapidamente as escadas que levavam até meu quarto, troquei de roupa rapidamente, peguei meu revolver, as chaves do carro  e desci novamente para o andar debaixo aonde peguei meu celular e rumei para a garagem. Peguei o primeiro carro que estava  preparado e sai em alta velocidade. Eu precisava começar por algum lugar e precisava de alguém para me ajudar e eu já sabia muito bem quem seria essa pessoa.

         Parei em frente a casa dela, desci do carro, passei pelo jardim chegando até a porta de entrada, bati na mesma e esperei que atendesse.

         - Posso falar com você? – disse quando ela abriu a porta. Ela me olhou confusa.  


Notas Finais


então... eu postei o cap incompleto assim mesmo pois ficaria muito comprido e eu não conseguiria postar hj.

bom, comentem...


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