História Suicide love - Capítulo 46


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Visualizações 1.723
Palavras 3.449
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 46 - Looking for you


O silêncio que se formou era perturbador, ela me encarava fixamente com um olhar de desdém.

         -Posso entrar?  – apontei para o interior da casa.

         - Para você me expulsar daqui também? – ela respondeu entre os dentes. Respirei fundo para não fazer nem falar nenhuma besteira.

         - Eu vim em sinal de paz Candice. Eu só quero conversar. – ela não relutou e deu passagem para que eu entrasse.

         - Agora você já pode dizer o que veio fazer aqui. – ela bateu a porta.

         - Vim pedir sua ajuda. – disse em seus olhos. Ela me olhou confusa. –Eu preciso da sua ajuda para encontra-la.

         - Acho que você chegou tarde demais, não acha? – ela passou por mim me dando um esbarrão. –Você deveria está à procura dela desde o primeiro dia. Agora é tarde demais.

        Quando ela disse isso confesso que um desespero tomou conta de mim, mas segurei firme para não demonstrar.  Tudo passava pela minha cabeça, e infelizmente eram as piores coisas.

         - Já se passaram semanas que ela sumiu e você só veio perguntar por ela agora? – ela continuou. – Enquanto você estava nas boates com outras mulheres  nós estávamos virando as noites de cidade em cidade a procura dela.

         - Eu sei que estou errado, sei também que não deveria ter feito isso com ela. Mas eu vim aqui disposto a procura-la. – me aproximei dela. – Me ajude,  Candice. – ela fitou meus olhos sem esboçar nenhuma reação.

         - A culpa de ela ter sumido é sua. Você tem mais que a obrigação de ir atrás dela. – ela se afastou de mim. –Você tem noção da burrada que você fez? Você tem noção no que pode ter acontecido com ela nessas semanas? Ela está grávida Justin, grávida e sozinha.

         - Eu sei, eu sei. É por isso que eu estou aqui. – a encarei. – Agora eu me dei conta da burrada que fiz, por isso estou aqui. Quero consertar meu erro.

         - Se arrependeu tarde demais, não acha? – ela riu fraco.

         - Antes tarde do que nunca.

         - Você não merece ajuda. Você não a merece. Você não merece o filho que ela está esperando. – ela veio para cima de mim. – Sabe por quê?  Porque você não soube dar valor a ela, não soube dar valor quando a tinha, não soube dar valor ao amor que ela te deu, as coisas que ela sacrificou por você.  Você merece sofrer vendo-a sendo feliz com outra pessoa, recebendo amor, carinho, respeito, tudo que você não deu para ela. Fazendo o papel de homem, que você não soube fazer.

         Ela cuspia as palavras, e ao contrario das outras vezes, eu não tinha nada para falar, não tinha como rebater, não tinha como me defender, pois tudo o que ela dizia era a mais pura verdade. Eu não a mereço, o que eu fiz com ela não tem perdão, a humilhação que eu a expus não dá  para ser revogada.

         - Ela merece alguém melhor que você. – completou.

         - Eu sei que eu não a mereço,  sei  que o que eu fiz não tem perdão,  sei que ela não vai me perdoar. – ela me  encarou. – Sei também que ela merece alguém melhor que eu, que de tudo o que ela merece. Eu sei de tudo isso, mas me ajuda a consertar meus erros.  Eu só quero deitar em paz sabendo que minha promessa foi cumprida, que ela está à salva. Essa é a única coisa que eu te peço.

         Em resposta  ela me deu as costas indo em direção à porta e abrindo-a.

                   - você não vem? –  levantei-me e fui seguindo-a. – Me siga. – ela  entrou no carro batendo a  porta.

         Aquele era o sinal de que ela me ajudaria, assenti e entrei em meu carro rapidamente. Ela saiu cantando pneu e eu somente a segui. Ela dirigia rápido como se quisesse me despistar ou talvez ver se eu era capaz de segui-la, mas eu sou insistente e vou nisso até o fim, fui ultrapassando os carros que entravam em meu caminho ignorando totalmente os resmungos dos motoristas. Eu estava na cola dela, ela parou em frente a um edifício.

         Sai do carro e pude ver melhor onde eu estava, pronto! Agora ferrou de vez, era o edifício onde o Adam morava e com toda a certeza ele iria me crucificar ate a morte. A segui até o interior do edifício aonde entramos no elevador e fomos até a cobertura- onde ele morava. Dentro do elevador não trocamos nenhuma palavra, somente reinava um silêncio absoluto.

         O elevador avisou que nós já havíamos chegado ao andar desejado, saímos do mesmo e caminhamos até a porta do apartamento. Candice tocou a campainha e depois de algum segundo Ryan abriu a porta. Logo que ele me viu desviou o olhar ao máximo de mim, era estranho  receber esse ato dele, nós sempre fomos melhores amigos eu tenho ele como meu conselheiro e agora ele me ignora como se eu fosse um completo estranho.

         Candice entrou me puxando pelas mãos, quando entramos todos os olhares se voltaram para nós, em especial para mim. Todos estavam lá, Ryan, Chaz, Chris e Adam, eles me olhavam com uma expressão de surpresa e desapontamento. Confesso que estou me sentindo pior do que tudo, era muito estranho para mim receber esses olhares, geralmente era eu que lançava esse olhar para os outros, mas nunca fui alvo deles.

         - O que ele veio fazer aqui Candice? – Adam  se manifestou. -   Eu já te disse que eu não o quero aqui. É por causa dele que tudo isso aqui esta acontecendo. – ele deu de braço.

         - Calma Adam, ele veio em sinal de paz. – Ela tentou tranquiliza-lo. – Ele veio ajudar nas buscas pela Ly.

         - Não precisamos da ajuda dele. – disse entre os dentes voltando a ver alguns papeis que havia em cima da mesa. Os outros não falavam nada, somente observava.

         - Adam, quanto mais ajuda melhor. Ainda mais vinda dele. Não se esqueça de que foi com esse ai que ela conviveu mais tempo.

         - Mas também não se esqueça de que foi por causa dele que ela fugiu. – ele me encarou.

         - Eu vim em sinal de paz. Vim ajudar a procura-la. – me manifestei.

        - Só agora que você se tocou na burrada que você fez? – ele riu forçado.

         - Nós já estamos há semanas a procura dela… - Chaz completou.

         - Enquanto você estava se divertindo por ai. – Ryan me encarou serio.  

         - Mano, você deveria está há procura dela desde quando ela saiu da sua casa. – agora foi a fez de Chris se manifestar. – você corrompeu um dos juramentos dos Bizzle, e isso não é uma atitude de líder. Dessa vez você foi longe demais.

         Agora minha  ficha caiu por completo, eu nunca pensei ouvir as coisas que eu estou ouvindo hoje. Confesso que nesses anos e convivência com o Chris ele nunca havia dito uma coisa dessas para mim, assim como minha mãe, a Candice, todos. E o pior de tudo é que eu não posso revidar, por que eu não tenho outra opção a não ser concordar.

         Engoli meu orgulho a seco e resolvi pedir desculpas, essa era a única maneira que eu via para que eles me ajudassem, senão eu estaria sozinho.

         - Me desculpe! Me desculpe por não está sendo um bom líder, por ter feito isso com ela, por ter duvidado da sua fidelidade. – disse olhando para Adam . – é por isso que eu estou aqui, estou aqui para  tentar concertar meu erro.

         Confesso que para isso sair da minha boca eu tive que pisar muito no meu orgulho, não é do meu feitio pedir desculpas, mas eu estou fazendo isso por ela, somente por ela.

         - só espero que não tenha se arrependido tarde demais, pois se alguma coisa acontecer a ela ou a criança, eu juro que te mato Bieber. – ele passou por mim me dado um esbarrão. Respirei fundo para não revidar com uns bons socos no meio da cara dele.

         - É bom ter  você de volta. – Chris veio até mim me cumprimentando, assim como Chaz e Ryan- que sussurrou alguns conselhos. A única pessoa que não se aproximou de mim foi o Adam, o mesmo estava com o semblante cerrado.

         - agora vocês podem-me falar como estão às buscas por ela? – disse cortando o assunto que se formou.

         - já estamos procurando há semanas, e até agora nada. – Chaz disse frustrado.

         - já contratamos seguranças, convocamos alguns homens nossos para ajudar na busca, porem não está adiantando. – Chris completou.

         - já procuramos em todos os lugares que ela frequentava, ligamos para a Vick e nada. – Ryan disse. Eu somente assentia.

         - já procuramos na casa dos tios dela, na boate, no shopping , nos hospitais, delegacias, entre outros lugares. – Candice listou. – Mas não encontramos nada.

         - Nós procuramos nas cidades vizinhas e também nada. – Adam se manifestou.

        - tenho medo de que o Victor ter a encontrado antes e ela já esta longe, em outro país. – Candice passou as mãos pelo cabelo frustrada.

         Eu não tinha pensado nisso antes, com o Victor a solta e ela sem proteção as chances dele pega-la é cada vez maior, ainda mais ela estando grávida.

         - Justin! –  Candice chamou minha atenção. – Você não se lembra de alguma coisa que possa ajudar? – neguei.

         - Isso já era de se esperar. – Adam riu forçado.  

         Não vinha nada na minha cabeça, nenhum lugar que eles já não tinham procurado, não me vinha nada. Comecei a vasculhar minha memoria a procura de alguma coisa, alguma palavra dita por ela, algum gesto, conversa, momento, objeto, qualquer coisa que desse uma pista.

        

         Flashback on

- por que você nunca tira esse colar? – perguntei passando a mão pelo mesmo.

         - É uma proteção para mim. – ela o olhou. – foram meus pais que me deram. Esse era nosso lema.

         Inclinei-me para melhor ver o que estava escrito no colar.

         - Juntos? Juntos! Hoje amanhã e sempre. O que isso significa?

         - É uma promessa que meus pais tinham comigo. Sempre que eu sentia medo de uma coisa eles me perguntavam “Juntos?”  e eu segurava as mãos deles. – ela pegou uma das minhas mãos e segurou. – e dizia JUNTOS!- ela disse olhando para mim. – assim eu perdia meus medos. Ele sempre esteve comigo quando eu mais precisava. – ela o beijou. – é a única recordação que eu tenho dos meus pais.

         Flashback off

         Como eu  pude me esquecer disso? É tão obvio que chega até  aprecer brincadeira. Era lá que ela deveria está, é obvio. Ela foi para justo dos pais dela, ela voltou para casa, à verdadeira casa dela, aonde tudo começou.

         Levantei-me saindo pela porta ignorando todos os chamados, eu tinha que busca-la agora antes que seja tarde demais, antes que aquele crápula do  Victor faça isso. Parrei em frente o elevador e comecei a apertar o botão freneticamente o chamando. Eu não aguentaria esperar nem mais um segundo.

         O elevador estava demorando demais,  então resolvi descer de escada. Desci vinte andares de escada até chegar à portaria do prédio. Quando parei perto do meu carro já estava exausto, meus pulmões pareciam esta em brasa, uma falta de ar me tomava. Respirei fundo tentando recuperar  o ar.

         - Justin! – escutei alguém gritar meu nome. – Aonde você vai?- Candice disse ao chegar perto de mim.

         - Vou busca-la.

         - Mas aonde? Você conseguiu lembrar algum lugar?  - assenti. – então diga!

         - não é obvio? Ela só pode está na casa dos pais dela.

         - como eu não pensei nisso antes. – ela passou as mãos pelos cabelos. – você sabe aonde é? -  assenti. – então vamos.

         Concordei e ela foi em direção seu carro. Quando ela ia entrar os outros chegaram.

         - Candice aonde você vai? – Chaz perguntou.

         - Justin lembrou um lugar. – respondeu.

         - E qual seria? – Adam perguntou.

         - A casa dos pais dela. – respondeu.

         - mas é claro, como nos esquecemos disso? – Chaz completou.

         - Mas essa casa está sobre o poder do Victor. Que eu saiba ele esta com as chaves da casa. – Adam se manifestou.

         - Mas é o único lugar que nos resta procurar. – Candice respondeu. Todos concordaram.

         - espera um pouco, vamos pegar nossos carros, eles estão na garagem do edifício. – Ryan disse.

         - Eu não vou esperar. – respondi e fui em direção ao meu carro.

         - Espera Justin. – Candice disse. – Eu vou com você. -  assenti e entrei. – Adam, você sabe onde fica nos encontramos lá. – a ouvi dizer para ele.

         Nós dois saímos em alta velocidade, eu  não me lembrava aonde era direito fui me guindo somente pelas lembranças. Cortamos a cidade praticamente ignorando todos os sinais vermelhos, desviando de cada carro que se punha em nosso caminho.  Estávamos em uma luta travada contra o tempo.  Olhei pelo retrovisor e vi que os outros já havia nos alcançado, Candice buzinou para mim e gesticulou para que eu seguisse o Adam, buzinei em resposta e dei passagem para que ele seguisse na frente.

         Já havíamos chegado ao bairro, mas não a rua onde ficava a casa, cruzamos duas ruas e viramos a esquerda aonde entramos em uma ruazinha. Todos estacionaram seus carros perto da calçada e desceram.  

         -  A casa é logo ali na frente. – Adam disse apontando para a direção. Assentimos e fomos andando.

         Chegamos em frente a um terreno completamente em cinzas, nele só havia destroços de uma casa.

         - Você tem certeza de que é aqui? – Candice perguntou.

         - Tenho. É esse o lugar. -  ele respondeu.

         - Mas não tem nada aqui além de destroços. - Chaz comentou.

         - Ryan, liga para a Victoria e pergunta a ela se essa é a casa. – ele assentiu e se afastou  pegando o celular para ligar.

         Eu  estava torcendo para aquele não ser o lugar, pedindo aos seus para termos errado o endereço.  Entrei no terreno, o mesmo  parecia um cenário pós-guerra,  tudo estava em cinzas. Fui caminhando pelo que parecia ser um jardim, subi uma pequena escada de cimento que  estava chamuscada e adentrei aonde seria a casa, da construção quase nada tinha sobrado em pé. Percorri todos ele e fui para parte de trás aonde tinha alguns brinquedos de criança como balanço e caixa de areia, fui analisando o local para ver se encontrava alguma coisa.

         Depois de alguns minutos procurando avistei uma coisa dourada brilhando em meio as cinzas, caminhei até a mesma e a pequei. Passei o dedo limpando  as cinzas que impediam a identificação do objeto, quando terminei de limpar pude perceber o que era, era o colar dela, o colar que os pais dela deram. Naquele momento tudo se confirmou, sim ela esteve lá, sim essa era a casa dela e sim o Victor deve ter pegado ela. Um desespero tomou conta de mim nesse momento, ela pode está em perigo essa hora, ela pode está em outro país nos braços de outro, ela e meu filho, como eu pude deixar que isso acontecesse?

         Apertei forte o colar em minha mão e o guardei no bolso.

         - Justin! – ouvi algum gritar. Me virei e vi que era Candice e ela acenava para que eu fosse até ela.

         - Está é a casa! – Ryan disse assim que eu cheguei perto deles. – Victoria me confirmou o endereço.

         Aquilo só confirmava minhas definições.

         - Eu já sabia! – disse

         - como? – Candice questionou.

         Peguei dentro do bolso  o colar e os mostrei, eles me encararam .

         - Aonde  você encontrou isso? – eles questionaram.

         - no fundo do terreno.

         Quando eu apontei para o local Candice entrou em desespero, ela entendeu a mesma coisa que eu. Chaz a acolheu em seus braços pedindo que ela ficasse calma que tudo daria certo. Aquilo me fez lembra-la, de todas as vezes que ela se sentia em perigo ou com medo eu a acolhia em meus braços  dizendo essas mesmas coisas e ela se  aconchegava.

         - vamos perguntar pela vizinhança se alguém viu quem fez isso com a casa. – Chris sugeriu, todos nós concordamos e fomos  perguntando pela vizinhança, usamos o sistema de duplas, e como não restou opção tive que ir com Adam.

         - reze para ela está bem Bieber. – ele me ameaçava. Já havíamos perguntado em três casas e até agora nada.

Um dizia que não viu nada, outro dizia que estava viajando no dia e outros nem sabiam o que dizer, estava difícil procurar desse jeito.  Avistamos uma senhora já de idade caminhando com um cachorro e decidimos aborda-la.

         - A senhora poderia nos enformar sobre um acontecimento? – Adam disse gentil.

         - Sim meu filho. – a senhora respondeu.

         - você pode nos dizer o que aconteceu com aquela casa? – ele apontou para a casa em cinzas.

         - A casa da família Green? -  questionou. Confirmamos. – Não sei explicar direito. O incêndio aconteceu a mais ou menos três semanas atrás. Era noite quando vi pela janela da minha sala vários homens pararem os carros em frente à mesma e entrarem. Achei estranha aquela movimentação e fiquei observando de longe. Eles começaram a vasculhar a casa como se estivesse a procura de algo, eles começaram a  atirar. Um tempo depois eu vi vários homens incendiando a casa, parecia que eles estavam atrás de algo, mas não encontraram.

         - Você tem certeza disso? – perguntei

         - Sim, claro que tenho.

         - E você sabe para onde eles foram?

         - eles se separaram e foram procurar. Eles se espalharam por todos os lados.

         - Obrigado. – Adam disse e seguimos até a casa onde todos já estavam a nossa espera.

           - Eai, conseguiram alguma coisa?  - Ryan perguntou.

         - Sim, uma senhora disse que viu vários homens entrando na casa a procura de algo.

         - Victor… - Candice deduziu.

         - exatamente, só que ela disse que eles não conseguiram encontrar o que estavam procurando, por isso colocaram fogo na casa.

         - Ela também disse que depois de colocarem fogo eles saíram a  procura de  uma pessoa. – completei.

         - Ly…

         - isso ai, temos que procurar nas redondezas desse bairro.  – Adam sugeriu.

         - tem uma rodoviária aqui por perto. Sugiro que procuremos lá. – Chris disse. Assentimos e cada um entrou em seu respectivo carro novamente e todos nós rumamos para a rodoviária.

         Não demorou muito para chegarmos a rodoviárias, estacionamos os carros aonde e deu e começamos a vasculhar a mesma a procura de um guichê. Paramos  em frente ele e havia somente um homem.

         - Boa tarde, você poderia me ajudar? – Candice perguntou.

         - Pois não senhora.

         - você sabe se alguma garota comprou uma passagem aqui nessa rodoviária há três semanas a trás?

         - Minha senhora, você tem noção de quantas pessoas passam por aqui todos os dias? Seria quase que impossível eu me lembrar de uma há três semanas atrás. – respondeu. Candice saiu bufando.

         - Você tem que ser mais especifica Candice. – Adam disse. – você saberia me dizer se uma garota de pela clara, cabelos negros e longos e olhos verdes, esteve aqui em uma noite a três semanas atrás?

         - meu senhor eu já disse, vocês tem que ser mais específicos, varias garotas com essa característica passaram aqui. – o guichê respondeu.

         Resolvi tomar a frente.

         - você viu essa garota aqui. – mostrei uma foto dela que tinha em meu celular. – há três semanas?

         - agora o senhor foi mais específico. – ele sorriu. – Sim, eu a vi. Não poderia esquecer-se desse rosto nem se eu quisesse. - respirei mais aliviado quando ele disse isso. -  Ela chegou aqui  apressada e assustada, pediu uma passagem para o primeiro ônibus que saísse. Ela pegou a passagem me dando uma nota de cem dólares e não quis troco, pois havia alguns homens correndo atrás dela.

         - E você sabe se esses homens conseguiram alcança-la? – perguntei.

         - Não, eles não conseguiram. Ela foi mais rápida e entrou no ônibus. Eles tentaram parar o ônibus, mas o motorista ignorou e seguiu.

         Confesso que uma alegria tomou conta de mim, menos mal ela conseguiu escapar.

         - e você pode nos dizer qual foi o ônibus que ela pegou? – Ryan perguntou.

         - Posso sim. O ônibus tinha como destino Macon, mas ele faz paradas em outras cidades.

         - Você poderia anotar o nome dessas cidades para mim? – Adam perguntou.

         - Claro. – ele pegou um papel e começou a anotar. – toma, esses são as cidades. - ele o entregou.

         - Obrigado! – ele agradeceu e  nos afastamos. – aqui estão as cidades na qual o ônibus faz parada. – ele nos mostrou a lista.

        - eu aconselho cada um escolher uma cidade e procurar. –Chaz  sugeriu.

         -Mas isso demoraria semanas. – Candice protestou.

         - não se cada um de nós levar reforço, assim acharemos mais rápido. – Ryan disse.

         - então escolham a cidade e quem a encontra-la primeiro avisa os outros.

         Assentimos cada um ficou com uma cidade. Eu vou para Macon.


Notas Finais


desculpe pela demora em atualizar a fanfic, prometo que atualizarei com a frequência de antes.

bom, eu acho que a hora do reencontro esta chegando. rsrs

comentem .....


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