História Suicide love - Capítulo 51


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
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Palavras 8.164
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 51 - Big Times- parte 1


 

Acordei de espontâneo e me sentei na cama, cocei os olhos e prendi os cabelos em um coque frouxo. Analisei o quarto,  e o mesmo estava sendo iluminado por luz artificial, o cortinado estava fechado o que não permitia ver como estava o tempo lá fora.

Levantei-me um pouco e pequei uma blusa de moletom com capuz do Justin que estava ao lado da cama, pois ficar só de lingerie não dava.

          Justin saiu do banheiro ajeitando os cabelos e rumou para o closet, me levantei e fui  fazer minha higiene matinal, voltei para o quarto e me sentei na cama novamente. Ele saiu do closet  ajeitando a blusa.

          - aonde você vai? - perguntei o seguindo com o olhar.

           - tenho que resolver umas paradas. - respondeu.

           - me leva? - falei empolgada.

         - claro, que não.

           - por favor, Justin. - me pus de pé em cima da cama  e caminhei ate uma  de suas  extremidades. Ele se aproximou e segurou minha cintura.

        - posso pensar no seu caso. -sorri. - mas com uma condição. - o olhei desconfiada. - responder as minhas perguntas.

       - esta bem, e quais são?  - me  sentei na cama.

       - quando o Victor  te manteve em cativeiro, aonde você ficou? - ele perguntou.

        - na casa do Gabriel.

        - na casa do Gabriel? - questionou. Assenti. - e quem estava lá?

- bom, eu passei a maior parte do tempo trancada em um quarto escuro. As únicas pessoas que eu vi foram o Victor, Anastásia, uma garota que me maquiou e alguns seguranças. - respondi

     - espera um pouco, você disse Anastásia? - assenti. - o que ela estava fazendo lá?

      - pelo que parecia ela estava nos esquemas junto com o Victor. Ouvi uma parte da conversa deles.

       - e o que eles diziam?

       - antes de eles me levarem disseram uma coisa do tipo,  nos veremos mais tarde e em seguida se beijaram, tipo, foi um beijo daqueles estilo novela.  Além de terem jogado na minha cara que haviam conseguido tudo que planejaram. - contei.

      -filha da puta. - ele disse com raiva. - aquela vagabunda me paga. – foi para o outro lado do quarto.

       - ei, relaxa. Tudo  já passou. - me levantei indo ao seu encontro. - eu estou aqui, estou bem. - lhe dei um selinho. Ele assentiu.

        - só mais uma coisa. Eles comentaram para onde te levariam? - neguei. Ele se afastou pegando as chaves do carro.

         - ei! - chamei sua atenção. - você disse que me levaria se eu respondesse as suas perguntas. - me aproximei.

          -  eu disse que PENSARIA no seu caso,  eu pensei  e achei melhor  você  ficar. - ele disse indo embora. Segurei na ponta da sua jaqueta o trazendo de volta.

           - Me deixa ir. - depositei um beijo em seu pescoço.

         -eu já disse que não. - ele respondeu.

         -hein? - insisti subindo os beijos ate seu queixo e mordendo o mesmo. Ele relutava em  sede, então subi ate sua boca depositando um beijo na mesma.

         - se você acha que isso vai me fazer mudar de ideia, esta muito enganada. - ele disse olhando para mim.

         - tem certeza? - desci minhas mãos ate seu abdômen o arranhando por debaixo da blusa. Senti seu corpo se arrepiar.

          - isso não esta adiantando. - ele sorriu de lado. Minhas mãos desceram ate o botão da sua calça o abrindo. - você esta me atrasando. - ele disse tentando ser firme, o ignorei e abri o zíper. - Eu estou falando serio! - ele disse firme.

         Irritei-me e abotoei a calça com raiva e subi o zíper com mais raiva ainda e força. O ouvi gemer de dor.

       - porra. Meu pau! – ele se contorceu de dor. - filha da puta, isso doeu, sabia?

         - bem feito. - dei de ombro. Ele me olhou serio.

       - agora que eu não te levo mesmo. - ele disse entre os dentes. Dei de ombros novamente. - você me paga, Lilyan! - resmungou de dor.

        - ah Justin, o que você quer que eu faça? Que eu me ajoelhe e dou beijinho? - falei irritada.

         - não seria nada mal. - ele sorriu de lado. O encarei seria e mostrei o dedo.

          Estava próxima da porta quando comecei a ouvir  uns barulhos estranhos.

          - Justin, esta ouvindo isso? - ele me olhou.

           - devem ser os seguranças. - ele deu de ombros.

        Não me contentei  com sua resposta e abri  a mesma para ver o que era, olhei para a escada e não acreditei no que vi.

        - Justin, chega aqui. - o chamei. Ele veio.

Paramos e olhamos para o final da escada onde dava para ver a movimentação que estava na sala. A mesma estava um perfeito caos, havia pessoas andando de um lado para o outro e não era segurança nem empregada, essas pessoas levavam ferramentas de construção e o caramba quatro. Mas donde eles vieram? Ou melhor, quem os chamou?

    - a casa entrou em reforma e eu não fiquei sabendo? - Justin disse.

           Nos entreolhamos e deduzimos que isso só poderia ser obra de uma pessoa.

     -Pattie Mallette. - dissemos ao mesmo tempo.

         Descemos as escadas rapidamente e chegamos a sala, lá dava para ver mais claramente o caos que estava. Paramos e ficamos somente observando.

         -oh que bom que vocês desceram. - Pattie veio para o nosso lado sorrindo. - o café já esta na mesa. Vamos, Lupy já esta a espera de vocês. - ela nos puxou.

       - espera aí Pattie. Primeiro você me explica que porra essa. -  Justin perguntou.

        -primeira mente isso não é porra, é uma obra. - ela o corrigiu.

        - que seja, esta na minha casa então tem que me consultar antes de fazer qualquer tipo de OBRA.- rebateu.  - e desembucha logo, qual é o motivo disso tudo.

        -  é simples, estou cuidando da arrumação do quarto dos bebes. – ela disse enquanto íamos andando para a cozinha.

     -mas Pattie, eu estou no começo da gestação, ainda falta muito para a chegada dos bebes.

      -  mas não podemos perder tempo minha querida.

      -mas não sabemos nem o sexo dos bebes.

      - eu sei, serão dois meninos como eu já te disse. - Justin disse.

       - por isso que eu chamei uma arquiteta e um decorador, eles vão nos ajudar a montar um quarto neutro. Fiquei sabendo que essa será a tendência desse ano.

     Agora é oficial, ela endoidou de vez.

    - mas conversaremos isso depois do café. Sentem-se. - ela apontou para as cadeiras. Justin e eu sentamos enquanto ela sentou em nossa frente. -trouxe varias revistas e catálogos para vocês escolherem. - ela continuou.

    - estou tô fora! Nem conte comigo para essas paradas. - Justin disse enquanto arrumava  uma tigela de cereais.

          - então será só eu e você Ly! – ela disse, assenti enquanto arrumava meu café. – meu Deus! – exclamou.

         - o que foi agora? – Justin perguntou enquanto ele e eu a olhava.

         - vocês irão se casar? – ela apontou para a aliança que estava em nossos dedos. Apenas assentimos. Ela levou uma de suas mãos até a boca fazendo uma expressão de surpresa. – eu não estou acreditando nisso. – ela levando indo até nós. – parabéns! – ela se, pois entre nós e nos abraçou depositando um beijo em nossas bochechas. Justin a olhou com uma expressão do tipo “ ela ficou louca? “ . – Meu Deus! – ela nos soltou. – agora temos que cuidar dos preparativos para o casamento também.  – voltou para o seu lugar.

         - calma Pattie, o casamento será só depois que os bebês nascerem. – disse.

         - mas também temos que reservar as coisas, fazer a lista de convidados, o seu vestido, os das madrinhas, a roupa do Justin, dos padrinhos, dos bebês, a decoração. – ela listava tudo.

         - eu desisto. – Justin se levantou. – eu estou vazando. – ele acabou de tomar o suco e me deu um selinho.

         - é assim que você vai se despedir de mim? – disse o puxando para um beijo descente e demorado, logo depois ele se foi.

          Ficamos somente Pattie e eu, acabamos de tomar o café e eu subi para o quarto rapidamente para trocar de roupa e desci logo em seguida.

         - vem querida! – Pattie me chamou. Assenti e fui. – tome! Esse é o catalogo de decoração. – ela me entregou um portfólio enorme e pesado. Sentei-me a mesa e comecei a folheá-lo.

         - o que está mais na moda atualmente são os quartos neutros. E como sua sogra já me disse que vocês ainda não sabem o sexo dos bebês essa é uma boa pedida. – o decorador disse. Eu apenas assentia.

          Era um quarto mais bonito do que o outro e ficava difícil escolher um. Disse a Pattie que eu queria algo simples, mas ela insistia em algo mais elaborado, foi difícil encontrar um quarto que agradasse a nós duas ao mesmo tempo. O quarto escolhido foi um em tons de creme e verde, o decorador disse que se os bebês  fossem meninas nãos teria problema algum, pois alguns objetos de decoração do quarto eram em rosa. Concordamos com  tudo e começamos a ver os móveis, objetos e tudo mais. Confesso que nunca achei que decorar um quarto fosse tão difícil.

         POV. Justin

 

         Parei o carro em frente a casa aonde os moleques estavam a minha espera, desci do mesmo e bati a porta do carro rumando até a porta da casa, abri a mesma com força.

         - Eai Drew, pensei que você não viria mais. – Chaz disse, mas o ignorei e rumei até onde Adam estava.

         - escuta aqui seu filho da puta. – apontei o dedo para ele. – eu vou falar só uma vez e espero que você me entenda. Eu não te quero perto dela entendeu? Eu não te quero perto da minha mulher, seu desgraçado.

         - Hey, o que está acontecendo entre vocês? – Chris se pôs na frente antes que eu socasse a cara daquele filho da puta.

         - o que está acontecendo? – ri fraco. – pergunta para ele, pergunta o que ele fez.

         - o que você fez dessa vez Adam? – Ryan perguntou.

         - eu não fiz nada demais. – ele disse. Sínico.

         - nada demais? – ameacei ir para cima dele, mas Chaz me impediu. – esse desgraçado agarrou minha mulher ontem, na minha casa.

         - não foi bem assim que aconteceu. – ele rebateu. – ela veio atrás de mim…

         - agora você vai jogar a culpa encima dela, seu vacilão? 

         - me deixa terminar de falar?  – o encarei com desdém e me calei. – ela veio atrás de mim para perguntar o que estava acontecendo comigo, e eu falei a verdade.      

         - e se aproveitou da ingenuidade dela para beija-la seu filho da puta. – tentei ir para cima dele, mas fui impedido novamente.

         - vamos falar a verdade Bieber. Eu a mereço mais do que você. Fui eu que sempre esteve ao lado dela quando você a destruía, fui eu que estava disposto a ajuda-la quando ela pedia, eu fui atrás dela quando você a mandou embora, eu Bieber, eu e não você. – cuspiu as palavras.

         - você não consegue aceitar não é? Você não se conforma que ela me escolheu como homem ao invés de você. – sorri fraco. – será que você não percebe que ela só te quer como um amigo?  Será que você não consegue ver quando uma guerra está perdida?

         -  eu não perdi a guerra e sim uma das batalhas.- ele me encarou. – pode ter certeza de uma coisa, eu não desistirei dela. – ele apontou para mim enquanto era segurado por Ryan.

         Aquelas palavras entraram na minha cabeça e foram como fogo para meu sangue, uma raiva me tomou e não ouve quem me segurasse e impedisse o soco que eu dei nele. Ele colocou a mão na boca, a mesma estava vermelha de sangue, não tive tempo para me defender do soco que ele me deu, mas com um reflexo rápido rebati novamente. Só paramos quando os garotos entraram no meio para separar, o que não foi uma das ideias mais inteligentes, pois eles levaram alguns socos perdidos.

         - CHEGA!  CHEGA! – Ryan gritou e todos pararam. – será que vocês nunca vão parar com essa rivalidade? 

         - eu paro se ele se afastar dela. – disse limpando a boca que estava suja de sangue.

         - eu não vou me afastar dela. -  ele rebateu. Fui para cima dele, mas fui impedido novamente.

         - Adam, pelo amor de Deus, deixa o Justin em paz com a Ly, já foi um milagre ele sossegar com uma mulher só, tomar juízo nessa cabeça dele para agora você vir e cagar em tudo? Porra, existem sete bilhões de pessoas nesse mundo, porque você cismou justo com ela? – Ryan dizia.

         - Porque ela é única! – ele respondeu. Antes que eu ameaçasse ir para cima dele os garotos me seguraram.

         - Porra Adam, não fode cara! – Chris disse. – primeiro foi com a Anastásia, agora é ela? – Ele somente observava e rebatia quando tinha oportunidade.

         Aquilo tudo já estava me estressando e antes que eu fizesse algo que eu me arrependesse mais tarde, resolvi me retirar.

         - Hey, Justin, aonde você vai? Ainda temos coisas para tratar. – Chris gritou.

         - mais tarde eu falo com vocês. – fechei a porta e rumei até o carro aonde entrei e rumei para casa.

         Tudo que eu queria era chegar em casa, mas só de pensar que lá estava um caos  até batia um desanimo. Estacionei o carro e sai adentrando a casa, e como já era de se esperar, a mesma estava cheia. 

         - Justin, que bom que você chegou, eu queria te mostrar uma … - Lilyan começou a falar, mas eu a ignorei, não estava a fim de ouvir essas palhaçadas de decoração.

         Subi para meu quarto e bati a porta, tirei a camisa e a  joguei em qualquer parte do quarto, olhei no espelho do closet, meu rosto estava todo fudido por conta da briga, mas o daquele desgraçado não ficou muito diferente. Ouvi  porta se abri e alguém entrar.

         - o que aconteceu com você? – ela se aproximou. – Meu Deus, quem fez isso no seu rosto? – colocou a mão na boca.

         - aquele filho da puta do Adam, mas fica tranquila porque ele não esta muito diferente. – me sentei na cama.

         Ela foi até o banheiro e voltou com uma toalha, com a mesma começou a limpar meus ferimentos com cuidado.

         - porque você fez isso?

         - para ele aprender a nunca mais agarrar a mulher dos outros. Aí! –gemi de dor quando ela passou a toalha em um machucado no olho.

         - desculpa! – assenti. – não faz mais isso Justin. Aquilo já passou, não vale a pena ficar lembrando. – ela continuou limpando os ferimentos.

         - já passou, mas eu ainda não esqueci.

         - esse é o seu problema. – ela se levantou. – você deixa coisas pequenas ficarem  perturbando, a você e a nossa relação.

         Ela rumou até o banheiro  donde saiu logo depois sem a toalha nas mãos. Quando  ela passou perto da cama a puxei e joguei na mesma.

         - me solta Justin! – ela tentou se levantar, mas eu a impedi.

         - Ei, olha para mim. – ela recusou, virei seu rosto de modo que ela me olhasse. – escuta, eu prometo que vou tentar não tocar nesse assunto, ok?  - ela assentiu e ameaçou levantar, mas eu a impedi.

         A beijei com calma enquanto minhas mãos desciam até seu short o desabotoando, sessei o beijo e ela abaixou o short e eu o tirei por completo. Voltei a beija-la, a puxei para mais perto fazendo com que nossos corpos ficassem colados, apertei com  força sua coxa e a ouvi arfar. Ela desceu seus beijos para meu pescoço o mordendo me fazendo arfar.

         Livrei-me de sua blusa rapidamente e também de seu sutiã, deixando seu par de seios amostra, os mesmo tinham dado uma inflada e estavam mais gostosos. Os apertei com certa força que ela gemeu. Desci meus beijos até os mesmo e os chupei estimulando os mamilos deixando os meus endurecidos enquanto ela gemia, fui descendo uma trilha de beijos até sua calcinha aonde depositei um beijo na mesma  e a tirei com a boca.

         Subi dando mordidas e beijo pelo interior de sua coxa até chegar em sua intimidade aonde depositei um beijo.

         - já está tão molhada por mim? – disse com uma voz roca, ela apenas assentiu mordendo os lábios, sorri e voltei minha atenção para a sua intimidade aonde comecei a estimular seu clitóris com a língua fazendo movimentos circulares o que fazia com que ela gemesse pedindo por mais, comecei a entocar com dois dedos e os gemidos saiam  descontrolados pela sua boca, entoquei mais forte,  percebi que ela estava chegando ao ápice, separei um pouco os dedos e  os girei. Isso foi o que faltava para ela gozar, senti se liquido escorrer pelos meus dedos, os tirei e a olhei, a mesma estava ofegante e me olhava com aqueles olhos verdes intensos que imploravam por mais um orgasmo.

         Passei os dedos por sua barriga chegando ate sua boca e ela os lambeu e sorriu. Mordi os lábios e sorri fraco, ela por sua vez se pôs de  joelhos na cama e me beijou  passando suas mãos pelo meu abdômen o arranhando de leve, ela o lambeu rapidamente e voltou sua atenção para minha boca mordendo a mesma. Gemi de dor por conta dos machucados que havia ali, ela me olhou, sorriu de lado e começou a se livrar de minha calça  e boxer, a ajudei.

          Ela me jogou na cama e subiu em cima aonde se sentou em minhas pernas, sorriu de lado e pegou meu membro já petrificado nas mãos,  ajeitou seus cabelos os jogando para o lado e começou a passar a língua pela cabecinha e logo em seguida o abocanhou por completo e chupando com vontade, ela intensificava os movimentos cada vez mais. Meu pau já estava latejando e parecia que iria explodir a qualquer hora, ela  parou e começou a passar a língua somente  pela cabecinha e aperta-lo,  foi o estimulo que faltava para mim chegar ao ápice e gozar. Ela não tirou a boca e meu liquido ficou em sua língua, ela tirou a boca e me mostrou,  e em seguida ela o engoliu e sorriu safado.

          Ela começou a passar as mãos pelo meu abdômen ate o peito, enquanto eu apertava seu corpo. Ela se sentou em meu membro lentamente ate sentir confortável, jogou os cabelos novamente para o lado e começou a cavalgar com as mãos apalpadas em meu peito, os movimentos eram fortes e fundo fazendo eu e ela gemer.

         Ela segurou agora em minha coxa se inclinado para trás fazendo movimentos de sobe e desce, umedeci os dedos e comecei a estimular seu clitóris enquanto ela apertava seus seios . Os movimentos ficaram mais fundos e fortes, os olhos dela estavam perdidos no prazer, sentia sua perna bamba, segurei sua cintura a impedimo de descer e comecei a entoca-la com força e a mesma gemia alto e roco, as paredes de sua intimidade estavam pulsando, aumentei as entocadas e senti elas travarem meu membro, prensei sua intimidade contra meu corpo dando uma entocada firme o que fez ela  soltar um grito alto e roco quando gozava.  Logo em seguida  gozei também.

 Peguei seus braços e passei pelo meu pescoço fazendo- a se inclinar para frente e a beijei, sentia sua respiração  ainda  ofegante, desci minhas mãos pelo seu corpo e parei em sua bunda aonde dei um tapa estalado e  apertei dando mais três entocadas, ela gemeu em meus lábios, os mordi lentamente, ela se afastou um pouco me ficou me olhando.

    Os olhos dela brilhavam o que deixava o verde ainda mais intenso, afastei seus cabelos e a beijei novamente.

     - esta cansada? - sorri de lado, ela negou com a cabeça.

    Em um movimento rápido  girei deixando ela por baixo, me pus entre suas pernas, acariciei seu corpo e o puxei para  mais perto e a penetrei , ela gemeu. Comecei com  entocadas lentas tirando e pondo, logo em seguida foi aprofundando  as entocadas para mais fortes e rápidas a ouvindo  gemer descontroladamente.

         Pequei uma de suas pernas e a levantei  a penetrando com mais força, ela soltou um gemido alto. Parei e comecei a beijar seus pés e coloquei sua perna em meu ombro, fiz o mesmo com a outra, me inclinei para frente colocando meus braços ao lado do seu corpo a penetrando com força, ela arqueou um pouco as costas e gemeu. Comecei entocadas fortes e rápidas, ela gemia descontroladamente e puxava meus cabelos. Segurei seu rosto para que ela olhasse para  mim e a beijei com voracidade sem parar as entocadas, sua boca estava tremula, a mordi levemente  e encarei a mesma estava vermelhinha.

                   Seu corpo estava esquentando cada vez mais, e o meu não estava muito diferente. Dei uma entocada forte e fundo a fazendo soltar um grito e arranhar minhas costa com força, senti seu liquido escorrer pelo meu membro  e logo em seguida meu liquido a encheu.

         Tirei suas pernas dos meus ombros e ela as enrolou em minha cintura  me puxando para que eu a beijasse.

         - você está ficando cada vez melhor. – disse em seus lábios.

         - aprendi com o melhor. – respondeu. Dei um sorriso de lado.

        

         POV. Lilyan

 

         Uma semana depois…

 

                   - preparada? – Pattie disse mais uma vez fazendo suspense.

         - sim! – disse fingindo animação.

         Ela sorriu e abriu o quarto, o tão esperando quarto dos bebês havia ficado pronto, Pattie não me  deixou ver a arrumação enquanto não estivesse concluída, ela alegava que tinha que ser surpresa e que esse era seu presente. A porta foi aberta por completo e ela me deu passagem, entrei e fiquei boquiaberta com o resultado, havia ficado incrível.

          Ela havia escolhido um quarto perto do nosso, o mesmo era amplo e com boa iluminação. Os berços ficaram na parede a esquerda da janela, atrás dos mesmos havia um pequeno cortinado no tom de verde e um pequeno quadro, na qual seriam colocadas as siglas dos bebês. No centro do quarto havia duas poltronas redondas  na cor creme e uma banqueta almofadada entre elas na cor verde. Em uma das poltronas  havia em bichinho de pelúcia e ao lado da outra uma mesinha redonda  na qual continha um pequeno vaso de flores da cor rosa.

         No meio também havia um lustre, na janela outro cortinado só que creme, pelo quarto havia varias bichinhos de pelúcia tanto para menina quanto para menino. Na parede oposta  aos berços havia um closet , e em suas portas Pattie contou que colocaria as siglas dos bebês. O quarto era realmente todo equipado, havia trocador, o banheiro também foi adaptado para criança, havia duas banheiras em cima de uma bancada, elas mais pareciam essas banheiras antigas só que em uma forma mais reduzida. Havia também  sofá para amamentar e tudo mais.

         - gostou? – ela me perguntou.

         - se eu gostei?  Eu amei! Ficou realmente incrível. – analisei mais uma vez o quarto.

         - as roupinhas vamos comprar  depois, escolheremos  coisas neutras até sabermos o sexo dos bebês.- assenti.

         - está tudo perfeito. Muito obrigada Pattie. – a abracei.

         - eu que te agradeço por você está me proporcionando essa felicidade imensa. – sorriu. – bom, tenho uma coisa para te entregar. – ela saiu do quarto.

         Fiquei analisando de perto os detalhes, e estava tudo impecável, ela havia cuidado de cada detalhe, até dos menores.

        - aqui está!  - ela me entregou uma caixa branca com um laço vermelho.

         - o que é isso? – pequei a caixa.

         - abra para ver! – me sentei em uma das poltronas, desatei o laço e abri a caixa.

         Dentro da mesma havia duas outras caixas, uma azul de veludo e outra comum. Pequei primeiro a de veludo.

         - tive que trocar, pois eu pensava que seria só um bebê, mas depois descobrimos que são dois. – ela disse.

          Abri a mesma e lá dentro havia um pingente na forma de dois bebês recém-nascidos de mãos dadas, eles eram muito perfeitos.

         - como você já tem seu cordão, achei melhor fazer somente o pingente.

         - é perfeito Pattie, muito obrigada mesmo! – me levantei lhe dando um abraço.  – posso colocar?

         - claro. – sorriu. – quer ajuda?- assenti. Ela me ajudou a tirar o cordão que estava meu pescoço, logo em seguida coloquei o pingente junto com o dos meus pais e coloquei de novo no pescoço.

         - ficou bonito? – perguntei passando a  mão pelo colar.

         - ficou lindo!  - sorriu. – agora abra o outro. – assenti e me sentei novamente. – esse ai não vai dar para usar, mas pode colocar como enfeite no quarto.

         Abri a outra caixa, lá havia um par de sapatinhos de tricô branco com detalhes dourado, eles eram as coisas mais fofas.

         - esses sapatinhos foram do Justin.

         - serio?  - ela assentiu.

         - é uma tradição de família. Lê a carta que você vai entender melhor. – pequei a carta que havia dentro da caixa.

                   “  Querida Lilyan, esses sapatinhos são simbólicos, eles estão na minha família a gerações, a minha avó deu para minha mãe, minha mãe deu para mim e agora eu estou  dando para você. Acho que já deu para entender qual é a tradição, eles são passados de pais para filhos, e como você vai me dar um netinho, eles ficarão sobre os seus cuidados até que seus filhos tenham filhos e assim sucessivamente.

         Não poderia deixar de agradecer a alegria imensa que você está me proporcionando, eu ainda não estou conseguindo acreditar que o Justin vai me dar um neto,  e mais ainda por ele está com a mãe do meu neto. Agradeço-te imensamente por ter feito do meu Justin uma pessoa melhor, posso ver isso do jeito que ele  está tratando você ultimamente, de uma forma protetora, cuidadosa. Espero que vocês sejam muito felizes nessa nova etapa da vida de vocês.

         E como eu sei que você está com medo de contar para ele sobre a gravidez, aproveite esse momento, aproveita que estamos em clima de festa e conte. Creio que ele gostara da noticia, principalmente vinda de você.

                                                                           Feliz aniversário. “

 

         Confesso que quando acabei de ler rios estavam escorrendo do dos meus olhos.

         - acho que vou desmanchar de tantas lagrimas. – sorri fraco enxugando minhas lagrimas.

         - essa carta e os presentes eram para serem entregues no dia do seu aniversario, mas quando eu cheguei aqui encontrei aquela situação. Você não estava aqui e o Justin estava em uma rebeldia fora do comum, havia se revoltado com tudo e todos, nem os garotos estavam aquentando ele. Mas vamos esquecer isso, pois isso já passou, vocês dois já se acertaram, irão se casar e criar esses dois príncipes que virão. – ela acariciou minha barriga.

         Peguei os sapatinhos nas mãos e fiquei encarando-os.

            - esses sapatinhos já estão a gerações na minha família, e agora é a minha vez de passa-los  para você. - ela sorriu.

           - muito obrigada mesmo Pattie, eles são lindos.

   Olhei para os sapatinhos  mais uma vez, me levantei e os coloquei dentro da caixa em cima de uma cômoda que havia em uma das extremidades do quarto.

       - aqui ficou bom? - perguntei. Ela assentiu.

        - bom, não vamos perder tempo. Ainda temos mais coisas para ver. - ela se levantou e me estendeu as mãos.

         - tem mais coisa? - perguntei desconfiada. - e o que seria?

         - será uma coisa para você relaxar. - me deu uma piscadela. - vem me siga! - a olhei desconfiada, mas a segui.

Quarto mês de gestação...

 

         Esses dois últimos meses passaram voando, era tanta coisa que Pattie arrumava que eu nem percebia o tempo passar. Minha barriga já estava bem grandinha, meus seios deram uma inflada  também e graças aos céus não estou com o rosto e pés inchados, as aulas de  Yoga estão dando resultado.

         Isso mesmo que vocês  entenderam, aulas de Yoga, Pattie disse que isso me ajudaria a relaxar e tudo mais. Ate que isso estava adiantando, os bebês estavam calminhos, não chutavam muito, ou melhor, não chutavam  muito forte.

         Eles estavam cada vez maiores, assim como minha ansiedade por tê-los nos braços. Minha ansiedade estava tanta que diminui o espaço de tempo entre as  consultas, de mês em mês eu ia de quinze em quinze dias. Eu sei, vocês devem esta pensando que é exagero, mas eu estou tendo apoio. Pattie me acompanha em todas as consultas, assim com Candice e Vick.  Com a desculpa da minha gravidez Vick  esta praticamente morando em Atlanta novamente, arrumou um estagio em um estúdio fotográfico e esta morando com o Ryan na casa dele.

     Ela contou sobre os bebês, o casamento, Justin e tudo mais para o tio Jacob e tia Julie. A reação deles foi a seguinte, primeiro eles me ligaram dando uma bronca e tanto, a mesma se estendeu para Pattie,  eles a chamaram de inconsequente e tudo mais, falaram que eu era apenas uma criança, que o Justin era um libertino e que futuro ele me daria, em que ambiente  essas crianças  viveriam, foi um sermão daqueles. Eu ouvi tudo calada, não valia a pena retrucar, também eles não ligaram mais, falando a verdade nem para Victoria eles ligaram, tudo pelo simples fato de não aceitarem e namoro dela com o Ryan, pelo mesmo motivo de não me aceitarem com o Justin.

         Saindo das coisas ruins e entrando nas boas, Vick me fazia de cobaia, eu era a modelo dela, todas as semanas fazia uma sessão de fotos, ela alegava que queria registrar cada passo da gestação dos seus sobrinhos, Vick sendo Vick.

 

            Já  Justin não se cansava de repetir que os bebes seriam dois meninos e que ele ensinaria as" Artes da sedução" e que eles seriam os novos terrores das ninfetinhas, affs isso era irritante, é serio.

         Além disso, sempre que ele conversava com os bebês era eu que sofria, pois eles ficavam agitados demais, chutavam  como se eu fosse  um saco de pancadas, o que dava a oportunidade para Justin dizer que ele tinha razão. Sorte minha que essas conversas não aconteciam com muita frequência

          Ele estava levando esse negocio dos bebês serem meninos tão a serio que chegou a fazer uma aposta, sim o Justin apostou o sexo dos bebes.

 

         Flashback on

 

         Tinha acabado de chegar da consulta com a obstetra, Pattie não voltou comigo para casa então tive que voltar com um dos seguranças do Justin. Provavelmente ela vai comprar roupas para os bebês, o que eu acho desnecessário levando em conta que eu ainda nem sei o sexo das crianças e já tenho roupas que dariam para vesti umas cinco crianças sem precisar repetir uma peça sequer.

         O carro parou perto da porta e Derek me ajudou a sair e também me conduziu até a mesma levando minha bolsa, o que eu achava desnecessário, pois dava para fazer tudo isso sozinha.  Adentrei a casa e coloquei minha bolsa no sofá e me joguei no mesmo, não demorou muito para Justin e os garotos saíram do escritório fazendo algazarra.

         - Meu Deus! – Chris exclamou levando a mão até a boca e me dando um susto. – Eu pensei que fosse uma bola de futebol sentada no sofá. – ele disse rindo e fazendo os outros rirem.

         - HÁ HÁ HÁ HÁ! Como você é engraçado Chris! -  joguei uma almofada nele, mas ele conseguiu desviar e começou a rir.

         -Ah Chris, não faz isso com ela. -  Chaz veio para o meu lado. -  A bola de futebol não merece esse insulto.  – ele riu.

         O Chaz não me escapou, como ele estava próximo de mim as almofadadas acertaram nele. Enquanto isso os outros riam.

         - Mas agora falando serio. Como estão os pirralhos? – Ryan se sentou do outro lado.

        - a médica disse que daqui a pouco já vai dar para ver o sexo dos bebês. – respondi.

         - e como eu já disse, serão meninos.  Lidos futuros garanhões igual o papai aqui.- Justin disse.

         - em serem garotos,  eu até concordo. – Chris disse. Justin me olhou com uma cara do tipo “ viu, eu não sou o único.” – mas agora serem iguais a você, já é castigo. Eles têm que puxar a beleza da mãe.

         Todos caíram na gargalhada  inclusive eu, enquanto Justin dava tapas na cabeça do Chris.

         - eu acho que serão meninas. – Adam se manifestou.  Desde aquele dia que ele e Justin brigaram nossa comunicação ficou mínima. Só nos falávamos perto dos outros e quando tínhamos a oportunidade.

         -Tá vendo, pelo menos um concorda comigo. – Disse olhando para Justin.

         -  eu também acho que serão meninas. – Chaz disse. – se forem, que venham gostosas igual a mãe.

         - você está cantando minha mulher, filha da puta? – Justin o encarou.

         - eu só estou relatando uma verdade! – deu de ombro. Todos começaram a rir.

         - se isso foi uma tentativa de me agradar, você conseguiu. – disse apertando suas bochechas. Bochechas essas que eram convidativas a apertar.

         - eu concordo com o Justin. – Ryan começou.  – serão dois pirraLHOS.

         - Ryan, até você? Eu pensei que você ficaria do meu lado. – disse fingindo drama. 

         - vamos fazer direito.  – Justin chamou nossa atenção. – que tal uma aposta? – o encarei como se dissesse “ é serio que você vai aposta o sexo dos seus filhos?”

         - eu topo! – todos disseram excerto eu.

         - e qual seria a recompensa de quem acertasse? – Ryan perguntou.

         - vamos apostar vinte mil pratas cada um. – Justin respondeu.

         - para mim tudo bem. – todos concordaram.

         Era serio isso? Eles estavam apostando dinheiro pelo sexo dos bebês?

         - vocês são loucos! – levantei bufando.

         - ah bolinha, não fica assim não. –Justin disse me abraçando por trás.

         - não me chama de bolinha. Você sabe muito bem que eu não gosto. – comerei a estapear seus braços.

         - é por isso que eu te chamo assim… - ele beijou meu pescoço.

         Flashback off

          

         Final do quinto mês de gestação…

  

         O grande dia chegou, hoje poderíamos matar a duvida e saber qual seria o sexo dos bebês. Todos estavam apreensivos, eu principalmente. Justin dessa vez iria à consulta justo com Pattie e eu. Ele nunca me acompanhava, mas como era o dia de ver o sexo das crianças é claro que ele não iria perder essa oportunidade.

         Eu estava acabando de me arrumar, coloquei um vestido de amarrar, que facilitaria na hora de tirar e colocar, pois minha barriga já estava grande. Só de pensar que faltam menos de quatro meses para tê-los nos braços meu coração chega a palpitar.

         Calcei as sapatilhas, ajeitei os cabelos e desci para a sala onde Justin e Pattie já estavam a minha espera.

          - pensei que demoraria mais. – Justin disse impaciente.

         - menos Justin, para de exagero. – respondi.

         - agora vamos, vamos! Antes que percamos o horário da consulta. – Pattie disse. Assentimos e caminhamos  até onde estavam os carros. – você vai com o Justin, querida? – assenti.

         Pattie caminhou até seu carro e Justin e eu até o carro dele. Chegamos ao consultório rapidamente, Justin me ajudou a descer e rumamos até o mesmo, ainda não tinha chegado nossa vez  então tivemos que ficar esperando até eu ser chamada. Justin odiava espera e já estava com cara de cú pela demora em chegar minha vez.

         - Senhorita Lilyan Green? – uma das secretarias chamou  pelo meu nome.

         - sou eu!  -respondi.

         - a doutora já está a sua espera. – ela disse. Assenti e nos levantamos.

         - até que enfim, pensei que ia demorar uma eternidade. – Justin resmungou.

          Entramos no consultório e ela veio logo nos cumprimentar.

         - você deve ser o pai dos bebês? – ela perguntou ao Justin apos nos cumprimentar. Ele assentiu.  – ansiosos para saber o sexo dos bebês? – assenti. – você já pode se trocar ali. – assenti novamente e fui.

         Troquei de roupa rapidamente minha roupa pelo macacão e rumei para onde todos estavam.

         - pode se deitar. – a médica disse. Assim fiz me deitei. Ela fez todo aquele procedimento de passar o gel na barriga e começou a passar o aparelho pela mesma. – vamos ver, vamos ver!  - ela dizia olhando para o monitor. – aqui está um dos seus bebês. – ela apontou para a tela.

         Nós estávamos observando atentamente.

                   - vocês tem preferencia para algum dos sexos? – ela perguntou.

         - eu acho que serão meninas, mas ele insiste em dizer que serão meninos. – respondi apontando para o Justin.

         - bom, eu não sei o outro bebê, mas nesse aqui  um de vocês tem razão…- ela deu uma pausa, uma agoniante. – e é o pai. O primeiro bebê é um menino.

         - o que eu te falei Lilyan? – Justin disse empolgado. – eu sabia que seriam meninos. Eu sabia, eu sabia! Eu sempre tenho razão. – ele disse convencido.

         - por favor, senhor, se contenha estamos dentro de um consultório. – a medica disse a Justin. O mesmo fechou a cara para ela.  – e não comemore ates do tempo, pois não sabemos se o outro bebê  é menino ou menina.

         Ela começou a passar o aparelho novamente, mas nada. O outro bebê estava de pernas cruzadas impossibilitando ver o sexo. Ela tentou de tudo, fez massagem em minha barriga para ver se ele descruzava, mas nada, ele continuava no mesmo jeito.

         Desistimos de tentar, ela mandou remarcarmos para a próxima semana que talvez possamos descobri. Fomos embora, Justin estava numa embolação que só, eu estava feliz, iria ganhar um menininho, mas confesso que queria saber o sexo do outro, e não vou esconder minhas esperanças de ser menina.

         Chegamos em casa, Justin tratou logo de ligar para os garotos avisando da novidade, e dentro de minutos eles estavam em nossa casa.

        - o que eu disse que seria menino? – Justin disse quando eles chegaram.

         - eu já sabia. – Chris e Ryan disseram.

         - passa a grana Chaz e Adam, vocês perderam. – Justin disse.

         - vocês apostaram dinheiro? –  Candice perguntou surpresa.

         -mas é claro!  - Chris deu de ombro.

         - e você entrou nessa Chaz? – ela disse para ele dando um tapa  em seu braço.

         - não só apostou como também perdeu. – Ryan, Justin e Chris riram.

         - vocês são inacreditáveis. – Victoria e Pattie disseram. Eles deram de ombro.

          - agora vocês já podem passar a grana. – Justin disse.

         - só a metade por que só um é menino, ainda não sabemos o outro.

         - isso será só uma questão de tempo. – respondeu.

 

         Uma semana depois…

        

         Essa seria a segunda tentativa de ver o sexo do outro bebê,  Justin me acompanhou como da ultima vez e Pattie também, como sempre.  Durante todo o trajeto  ele foi falando que seria outro menino e blá, blá, blá.

         - é serio Justin, isso já esta ficando chato. – falei irritada.

         - eu não tenho culpa do teu mau humor Lilyan, não o desconte em cima de mim.

         - não é mau humor, Justin, eu só estou cansada de você ficar repetindo a mesma coisa. Que saco! -  cruzei os braços e emburrei a cara.

         Ele não disse mais nada até chegarmos ao consultório, desceu e abriu a porta para que eu saísse e me estendeu uma das mãos. 

         - não preciso de ajuda. – o recusei e sai sozinha e rumei até a porta da clinica e entrei.

         Ultimamente minhas emoções estavam confusas, eu ia de alegre a triste em dois segundos, e essas gracinhas do Justin estava fazendo minhas emoções negativas despertarem.

         Até me chamarem não trocamos nenhuma palavra, somente antes de entrar no consultório  quando ele me puxou.

         - o que você quer Justin? – disse ainda emborrada.

         - amorzinho, não fica brava comigo não. – ele disse tentando fazer uma voz meiga.

         - eu não estou brava! – disse tirando suas mãos do meu rosto.

         - ah não?

         - não!

         - então tá! – ele deu de ombro e começou a seguir até a porta, mas o puxei de volta. – o que foi? – ele perguntou. Não respondi nada apenas o puxei para um beijo e ele correspondeu rapidamente. – seus transtornos de humor me assustam, sabia? – disse se afastando um pouco, sorri e lhe dei um selinho. – agora vamos, antes que aquela médica chata nãos chama de novo.

         Entramos no consultório e fiz todo aquele processo de trocar de roupa e tal, me deitei na cama, ela passou aquele gel gelado na minha barriga e começou a passar o aparelho.

         - vamos ver, aqui está o nosso menininho. Agora vamos ver se o outro vai nos deixar ver. – ela ia passando o aparelho por varias partes da minha barriga, até que parou em um ponto. – aqui está…

         - diga logo! – Justin disse ansioso.

         - temos um menino e uma menina. É um casal! – ela sorriu.

         Confesso que sorri também, e lagrimas escorreram pelo meu rosto. Justin segurou minha mão e cochichou no meu ouvido.

         - está feliz agora? – assenti.

         - acho que deu empate! – sorri.

         - é o que parece! – ele sorriu de lado. – mas eu ganhei primeiro.

         - idiota! – balbuciei, ele sorriu e me beijou.

         - vocês estão felizes com o resultado? – a médica perguntou  fazendo com que nós nos separássemos. 

         - muito! – respondemos.

 

         Meados do sétimo mês de gestação…

 

         Depois que descobrimos o sexo dos bebês podemos comprar o resto das roupinhas, era uma mais linda do que a outra, o closet dos bebês já estava abarrotado,  praticamente não cabia mais nada. Pattie fez questão de fazer um quarto para eles em sua casa, para quando eles forem visita-la já terem um quarto, e como sempre estava impecável, ela me mandou as fotos por e-mail.

         A maioria das coisas já estava resolvida, só faltava agora os nomes, a parte mais difícil da gestação a meu ver é escolher o nome dos bebês. Justin insistia que manteriam o “ J” da família, coisa que estava difícil dele abrir mão. E mais uma vez estávamos discutindo qual nome dar para o bebê.

 

         - você é muito  chata sabia? Nenhum nome que eu falo você gosta! – Justin retrucou.

         - Justin, eu já disse que não quero nomes com “J”, eu acho isso uma palhaçada.

         - palhaçada não, isso é uma tradição de família. – ele repetiu pela milésima vez. – Lilyan, olha para mim.

         -  eu estou olhando! – disse enquanto comia os morangos com leite condessado que Lupy havia preparado para mim.

         Do ultimo mês para cá eu estou tendo muitos desejos loucos, e é claro que quem sofre com isso é o Justin.

 

         Flashback on

 

         Era de madrugada quando acordei com um desejo enorme de comer Waffle, eu até tentei dormir novamente, mas não consegui parecia que eu via Waffle em todo o lugar, e não teve jeito tive que acordar o Justin.

         - Justin, Justin! – o cutuquei e nada. – Justin! – insisti. Ele somente resmungou.  Acendi o abajur do lado dele e o chamei. – Justin!

         - o que foi! – ele levantou coçando os olhos.

         - eu quero Waffle. – disse com voz meiga.

         - você quer o que?

         - Waffle, Justin , Waffle!

         - e o que eu tenho haver com isso. – ele deitou de novo.

         - você tem que buscar para mim, eu estou com desejo.

         - esse desejo vai ter que esperar até amanha de manhã.  – resmungou.

         - não Justin,  tem que ser agora.  – puxei sua coberta.

         - que saco! – ele se sentou na cama. – por que você não pede uma das empregadas para preparar para você e me deixa dormir em paz.

         - por que eu não quero o da empregada. Eu quero o do Bugs Coffee.

         - Bugs o que?

         - Bugs Coffee! 

         - onde fica isso?

         - em Macon.

         - o que? Você quer que eu vá a Macon buscar Waffle para você? -  assenti.

         - vai sonhando gatinha! – ele se deitou novamente.

         Comecei a fungar para fingir que eu estava chorando, afinal eu tinha que apelar de alguma forma.

         - está bem, está bem! – ele se levantou. – se arruma que eu vou pedir para prepararem o jatinho. – sorri batendo palminhas e fui pegar uma roupa no closet.

         Arrumei-me rapidamente,  quando terminei Justin já havia trocado de roupa e estava descendo as escadas igual um zumbi. O céu ainda estava escuro, rumamos até um carro e o motorista nos levou até onde o jatinho estava a nossa espera, embarcamos e rumamos em direção a Macon.

         Quando chegamos lá já havia amanhecido, Justin dormiu praticamente a viagem inteira, o que era entediante, pois não tinha ninguém para conversar. Chegamos ao Bugs e encontramos com Gabriel lá, tomamos café todos juntos  e logo depois Justin e eu retornamos a Atlanta. 

 

         Flashback off

 

         - eu estou falando serio. – ele pegou a vasilha da minha mão.

        - eu já disse Justin, eu não vou segui suas tradições, eu tenho as minhas.

         - e quais seriam as suas? – ele perguntou. Parei um pouco para pensar, pois eu não tinha nenhuma tradição.

           - a tradição de não seguir tradições! – respondi. Ele me encarou serio. – e essa tradição é falsa.

         - por que você diz isso?

         - a Candice é a prova disso. Ela é sua irmã e não tem J no nome. – ele parou sem resposta.

         -  a Candice é uma desgarrada, eu não tenho nada  haver com ela. – respondeu depois de um tempo.

         - a não?

         - não!

          Ele continuou insistindo, e insistindo até que chegou uma hora que eu  acabei cedendo.

         - está bem Justin!  Eu aceito essa tradição, agora devolve meus morangos.

         - está bem. – ele me entregou.

 

         Naquele dia nós não conseguimos entrar em um acordo sobre os nomes nos bebês, havia nomes que eu dizia que ele não concordava e havia nomes que ele dizia e que eu não concordava. Um desses nomes foram: Jason, eu não aceitei pois me fazia lembrar daquele crápula que tentou me estuprar na boate, James,  Justin, sim ele queria colocar o nome do garoto em sua homenagem,  Julie, o nome era bonito, mas me fazia lembrar a tia Julie e isso não era nada legal, Jessica, entre outros. Mas no final de tudo encontramos um que agradava a nós dois, Jacke e Jasmine.

 

         Final do oitavo mês de gestação…

 

          Minha barriga estava enorme e pesada, minhas costas estavam me matando, mas eu estava feliz, só de pensar que dentro de duas ou três semanas eles estarão nos meus braços um sorriso brota em meus lábios e não sai mais. Já estava tudo preparado só a espera deles,  roupas, hospital, médica, nomes, enfim, tudo. 

         Era começo de tarde, estava entediada e resolvi perturbar o Justin, ele estava em seu escritório e uma coisa que ele não gostava era de ser incomodado, mas eu não me importo. Caminhei até a porta do mesmo entrei sem fazer barulho.

         Ele estava sentado em sua cadeira e olhava fixamente para alguma coisa no computador, caminhei e me sentei na cadeira que havia na frente, ele me deu uma olhada rápida e voltou sua atenção para o computador. Comecei a bater com as unhas fazendo um barulho constante, aquilo era irritante, mas não liguei.

          - diz logo o que você quer! – ele se virou para mim.

         - eu não quero nada. – menti.

         - então você pode se retirar. – ele apontou para a porta.

         - seu grosso, só por isso não vou mais sair. – cruzei os braços e fiquei encarando-o.

         - diz logo o que você quer Lilyan, eu não tenho o tempo todo.

         - já que você insiste. – me levantei e fui para trás da mesa.  – eu quero ir a piscina.

         - então vai, tem uma enorme lá perto do jardin.

         - eu não quero essa. – emburrei a cara.

         - então qual você quer?

         - quero ir a um parque aquático. – disse empolgada.

         - está bem, vou pedir para um dos seguranças ligar para um reservando-o só para você,  mas isso tudo só amanha. – ele disse voltando sua atenção para o computador.

         -   assim eu não quero. – retruquei. – eu quero com pessoas.

         - mas vai ter pessoas, você e os seguranças.

         - não esse tipo de pessoas. – o encarei. – eu quero ver crianças, mães levando seus filhos, pessoas feias e bonitas, eu quero ir a um parque aquático de verdade, com pessoas normais. – reclamei.

         - então tá. – bufou. – vou pedir para um dos seguranças te levarem.

         - você não vai? – perguntei.

         - ai você já esta querendo demais. – respondeu.

         - por favor! – implorei fazendo uma voz meiga. – hein!- lhe beijei.

        - está bem! – ele cedeu. – se arruma rápido antes que eu mude de ideia.  Assenti

         Sai do escritório e subi direto para o quarto, procurei no closet um biquíni, foi difícil acha um que me servisse. Troquei-me, coloquei uma saída de praia e fui até o banheiro para pentear os cabelos.  Estava em frente o espelho quando senti uma pontada na barriga, ignorei e continuei  a me pentear, outra pontada agora mais forte,  essa não deu para ignorar, fui andando escorando pelas paredes ate o quarto, os intervalos entre  uma e outra estavam cada vez menores e elas estavam ficando fortes.

         Estava chegando a hora, os bebês estão vindo,  as contrações estavam cada vez mais fortes, comecei a fazer a técnica de respiração que havia aprendido para vez se aliviava, mas não estava adiantando.

          - JUSTIN! – gritei o chamando.  


Notas Finais


bom, eu sei que já estamos chegando na reta final da fic, mas só agora eu consegui alguem para fazer o trailer, uma amg minha se ofereceu para fazer para mim.
bom, no trailer vocês poderam saber mais sobre como seriam os personagens fisicamente, por exemplo: Victor, Anastasia, Candice, Victoria, Lilyan (se bem que todos já sabem ou perceberam que é a Lauren Jauregui, pois na capa da fic fica evidente).
então aqui está o link:

LINK DO TRAILER DA FANFIC: https://www.youtube.com/watch?v=fWye6lM3Dis

Lara a garota que vez o trailer tambem escreve uma fanfic, tambem é sobre o Justin, e no mesmo esquema, vida criminosa.

LINK DA FANFIC: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-justin-bieber-angels-dreaming-of-blood-3740933

e no caso de nao ter conseguido descrever o quarto dos bebÊs como ele ficou, postei a imagem dele na page da fic.

LINK DO QUARTO DOS BEBÊS: https://www.facebook.com/suicidelovelluna/photos/a.1590075934575930.1073741828.1590074501242740/1614248562158667/?type=1

BOM, SEM MAIS DELONGAS.... #COMENTEM


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